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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Leitora quer comprar o Suzuki Jimmy, mas tem dúvidas.

A redação do Blog Sou Jipeiro recebeu uma mensagem da nossa leitora Carol, que está interessada em adquirir um 4x4 e testou o Suzuki Jimmy em uma concessionária. Mas ela ainda tem dúvidas a respeito do valente carrinho japonês e escreveu o seguinte ao nosso editor:

Bom dia!
Meu nome é Carolina, sou de São José dos Campos - SP, e estou encantada com o visual do Jimny da Suzuki. Fui até uma concessionária, realizei o test drive e tive a grata surpresa de ter adorado o trecho off road do teste. Achei o carro certinho para os meus interesses (tamanho, conforto, bom para centros urbanos e também trilhas), me empolguei com a possibilidade de realizar trilhas e fui me programar para comprár-lo. No entanto, várias pessoas me desaconselharam, dizendo ser um carro desconfortável (o que eu não achei durante o teste) e de manutenção cara. Isso me desanimou um pouco, mas decidi perguntar pra quem entende!
Gostaria de saber qual a opinião de vocês sobre o Jimny.
Obrigada desde já!


Carol


NOSSA RESPOSTA

Carol, obrigado por sua passagem por nossa página, muito nos honra poder atendê-la. Saiba que suas primeiras impressões a respeito do Jimmy refletem aquilo que a imprensa especializada está dizendo a respeito do jipinho da Suzuki. O carro é meio polivalente mesmo, pois se vira bem na cidade e no campo, por ser compacto e fácil de estacionar. 
O único senão é a rede de concessionárias, bem menor do que a concorrência, mas isso até nem preocupara tanto pois este bravo 4x4 foi feito mesmo é para trabalhar. Na verdade a gente fez uma pesquisa e descobriu que a rede de concessionárias (portanto assistência técnica) está presente em todas as regiões do Brasil.
Ainda para atender ao seu interesse e também de outros leitores, tiramos do próprio site da Suzuki a clipagem do que andaram falando do Jimmy algumas publicações de respeito.

Cleber Barbosa
O editor

O Jimmy na imprensa brasileira




Suzuki Jimny, agora brasileiro, dá show longe da estrada

Claudio Luís de Souza
Do UOL, em Mogi Guaçu (SP)

  • Divulgação
    Suzuki Jimny 4Sport: muita raça quando a questão é enfrentar terrenos desafiadores
    Suzuki Jimny 4Sport: muita raça quando a questão é enfrentar terrenos desafiadores
Talvez cansada de ser mera coadjuvante no mercado automotivo nacional, a Suzuki (0,2% de participação em 2012, em 20º lugar) vem fabricando carros no Brasil desde o final do ano passado, tomando emprestada a linha de produção da Mitsubishi em Catalão (GO). Na verdade, vem fabricando um carro: o jipinho Jimny, outrora conhecido como Samurai, que chega ao modelo 2013 com uma gama mais completa e com públicos-alvo bem definidos.

São quatro versões, todas com tração 4x4 sob demanda e reduzida (marcha de força), motor de 1,3 litro a gasolina em alumínio e transmissão manual de cinco velocidades. Veja:

4All é o Jimny para guiar na cidade -- R$ 55.990
4Sun acrescenta teto solar, parar atrair surfistas e aventureiros leves -- R$ 59.990
4Sport tem vocação off-road e pode ir a trilhas desafiadoras -- R$ 61.990
4Work é para o trabalho pesado, feito a partir da Sport -- (preço sob consulta)Não são valores acessíveis, e os preços não diminuíram com a produção nacionalizada -- segundo a Suzuki, o modelo importado recebia subsídios para anular o efeito das idas e vindas tributárias do Inovar-Auto. A produção do Jimny nacional deve ficar em torno de 7 mil carros por ano -- se vender todos, literalmente dobra seus emplacamentos na comparação com 2012.

O conteúdo do Jimny comum a todas as versões é bem magrinho. No ano-modelo atual ele não oferece airbags ou freios com ABS, itens que serão obrigatórios em 2014. Direção hidráulica e ar-condicionado garantem o mínimo de conforto. Foi adotada nova padronagem de tecido para os bancos e portas, e o conjunto de som inclui rádio AM/FM, CD player com MP3, WMA, USB e Bluetooth. As rodas de liga leve (aro 15") têm acabamento em tom grafite. E é só.

Trata-se de falha que os vendedores da Suzuki certamente tentarão varrer para baixo de um surrado, mas eficaz tapete argumentativo: "A proposta do carro é outra".
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Jimny e suas versões13 fotos

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Suzuki Jimny 4Work: com interior lavável (com mangueira mesmo) e opções variadas, tem preço sob consulta Divulgação
No caso da versão 4Sport, não há dúvida quanto a isso. O Jimny com para-choques dianteiro e traseiro de ferro, mais altos e que podem receber engates à frente e atrás, é feito para andar na lama e na buraqueira, ambientes em que o conforto a bordo fica mesmo em segundo plano. Mas nas versões 4All e 4Sun, um recheio com mais mimos aos ocupantes seria desejável.

DESCOMPLICADO
O grande trunfo do Jimny (que já está em seu 43º ano de vida) é manter a simplicidade de projeto, adequando forma à função. A estrutura é de carroceria sobre chassis, e todos os componentes da plataforma (motor, transmissão, diferencial, suspensões) podem ser "desencaixados" separadamente, facilitando eventual manutenção de emergência.

As rodas do Jimny ficam nas extremidades da carroceria, gerando balanços diminutos e ângulos de ataque e de saída respeitáveis (45 e 51 graus, respectivamente). Isso permite que ele vença obstáculos que carros maiores não enfrentariam sem estragos.

O entre-eixos é curto, de 2,25 metros (em 3,67 metros de comprimento total, incluindoo estepe na porta traseira) e também contribui na briga do Jimny com valetas, facões e outros desafios típicos de uma boa trilha. A regra é: quanto mais próximos estiverem os pneus dianteiros e traseiros, menor é a chance de enganchar o assoalho do carro.

As suspensões apostam na robustez, com eixos rígidos e molas helicoidais (e não feixe de molas) à frente e atrás. É uma solução adequada para o off-road, onde as molas se esfalfam (e estalam), mas em asfalto de boa qualidade o conjunto não consegue "ler" o solo de modo sutil. O Jimny, então, dá os seus pulinhos.

DOIS CARROS DIFERENTES
UOL Carros experimentou uma unidade da versão 4All e outra da 4Sport, a primeira em pista fechada, piso de terra e estrada; a segunda, num circuito off-road "natural", que os engenheiros da Suzuki juraram não ter sido montado (apenas sinalizado).

A experiência com o Jimny urbano foi previsível. O motor 1.3 de 85 cavalos e 11,2 kgfm não é exatamente um show de performance. Tem funcionamento áspero e um câmbio com relações de marcha muito longas. O jipinho demora a embalar, e quando o faz sua altura de 1,7 metro sempre pede uma frenagem cautelosa muito antes de tangenciar qualquer curva. Resumindo: viajar com o Jimny pode ser cansativo.

Com o 4Sport, tudo muda. Até a conversinha do vendedor, de que "a proposta é outra", ganha ares de verdade. O para-choque de plástico e envolvente das versões 4All e 4Sun é substituído por peças de ferro que deixam os pneus praticamente descobertos. Estes, na unidade que testamos, eram específicos para lama (opcionais). Assim configurado, o Jimny vira bicho.



Usando a reduzida, que deve ser engatada com o jipinho parado, parece não haver o que detenha esse SUV. Não chegou a subir pelas paredes, mas superou obstáculos -- numa fazenda de Mogi Guaçu (SP), em área usada normalmente para pasto de gado -- que provavelmente barrariam (ou engoliriam) modelos da Land Rover e talvez até mesmo o Jeep Wrangler, herdeiro do jipe original que, por sua vez, é inspiração assumida do próprio Jimny.

SUVs de luxo, daqueles grandes e dotados de sistemas eletrônicos de ponta, dariam marcha à ré e sairiam de fininho.

É bom notar que estamos falando do Jimny 4Sport, e com pneus especiais. As versões urbana e de lazer do jipinho não sairiam ilesas dessa trilha. Para-choques, talvez as caixas de roda, quem sabe um dos pneus -- alguma coisa arrebentaria, amassaria ou rasgaria. Mas o Jimny 4Sport terminou o sacolejante passeio sem sequer um risco na pintura. Impressionante.

Viagem a convite da Suzuki

Resposta da leitora Carol Albani

Obrigada pela atenção, Cleber!
Acabei de comprar um Jimny For All verde claro!!!

Carol Albani
São José dos Campos-SP

Nossa resposta à postagem da leitora. E jipeira agora:

Puxa, que beleza, fez um bom negócio. Se for possível me mande uma foto sua ao lado do seu jipe que a gente terá a maior honra em publicar na nossa página, ok?

Cleber

Nova mensagem da Carol Albani

Carol Albani



Mando sim! Assim q estiver com ele!
Obrigada pela ajuda!
Abs
Carol

Música oficial do Jeep Clube de Macapá, com imagens



Volkswagen se despede da Kombi com edição especial

Por Redação
kombi.jpg
Logo após dar as boas vindas a sétima edição do Golf, a Volkswagen decidiu se despedir de outro sucesso de vendas, a Kombi. A marca alemã divulgou nesta quarta-feira (14), a versão derradeira da boa e velha "Kombosa". Batizada de Last Edition (última edição), o veículo terá produção limitada a apenas 600 unidades, todas devidamente numeradas e com placa em alusão aos 56 anos ininterruptos de produção, um recorde de longevidade da indústria automobilística, diz a VW.
Além do preço sugerido, R$ 85.000, outro ponto que chama atenção nesta edição é sua pintura tipo “saia e blusa” com a cor azul predominante na carroceria, enquanto o teto, colunas e para-choque são pintados em branco. Isso, sem contar os pneus faixa branca que completam a sensação de nostalgia.
Divulgação
VW dá adeus a Kombi com a edição Last Edition
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Já o interior é um capítulo à parte com acabamento que remete às inúmeras versões do veículo fabricadas no País desde 1957. A Volks adicionou ao modelo cortinas em tear azul nas janelas laterais e no vigia traseiro e assentos com forração especial de vinil, assim como o revestimento das laterais, portas e porta-malas, entre outros mimos. O modelo é equipado com o motor EA111 1.4l Total Flex acoplado a um câmbio manual de quatro velocidades.
Sessenta anos de estrada
Há 60 anos, a Kombi - ao lado do Fusca - marcou o início das atividades da Volkswagen no País. Sua montagem começou no ano de 1953, em um galpão no bairro do Ipiranga, em São Paulo. A partir do ano de 1957, o modelo passou a ser efetivamente produzido no Brasil e o primeiro veículo feito pela empresa fora da Alemanha.
O curioso é que o nome Kombi é uma abreviação, adotada no Brasil, para o termo em alemão Kombinationsfahrzeug, que em português significa “veículo combinado” ou “combinação do espaço para carga e passeio”. Por fim, a velha senhora se tornou tão querida e popular no País que apelidos carinhosos não faltam para ela.

Tamanho não é tudo: atolagens só de monstros 4x4


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Toyota vai acabar com FJ Cruiser depois do modelo 2014

Por: Ricardo de Oliveira |  
toyota fj cruiser 1 620x465 Toyota vai acabar com FJ Cruiser depois do modelo 2014
A Toyota anunciou que vai encerrar a produção do SUV FJ Cruiser devido à baixa procura. No primeiro ano de vendas, superou os 56.000 exemplares, mas em 2012, vendeu pouco mais de 12.000. O modelo foi criado para homenagear o clássico nipônico FJ40 Land Cruiser, que aqui no Brasil ficou conhecido como Bandeirante.
toyota fj cruiser 2 620x465 Toyota vai acabar com FJ Cruiser depois do modelo 2014
O FJ Cruiser tem motor V6 4.0 com 260 cv e 37,3 kgfm. Com tração traseira ou integral nas quatro rodas, o SUV clássico da Toyota pode ter transmissão manual ou automática. Aparentemente, a Toyota não deverá fazer nova releitura do antigo Bandeirante.
toyota fj cruiser 4 620x465 Toyota vai acabar com FJ Cruiser depois do modelo 2014

Tata Xenon Tuff Truck Concept é destaque em evento australiano

23/08/2013
Por: Ricardo de Oliveira |  
tata xenon tuff truck 1 620x306 Tata Xenon Tuff Truck Concept é destaque em evento australiano
A picape indiana Tata Xenon ganhou personalização especial para um evento automotivo em Melbourne, Austrália. Batizada de Tuff Truck Concept, ela possui visual agressivo e acessórios que a deixaram mais robusta e musculosa.
tata xenon tuff truck 4 620x306 Tata Xenon Tuff Truck Concept é destaque em evento australiano
A personalização foi feita em parceria com a Fusion Automotive, uma concessionária Tata Motors da região. O modelo ganhou rodas esportivas aro 20, suspensão mais elevada, quebra-mato, faróis auxiliares com LEDs no teto, faróis de milha, gancho para reboque, santantonio e pintura personalizada. O motor da Tata Xenon Tuff Truck Concept é o Dicor 2.2 diesel com 150 cv e transmissão manual de cinco marchas. A tração é 4×4.
tata xenon tuff truck 2 620x306 Tata Xenon Tuff Truck Concept é destaque em evento australiano
tata xenon tuff truck 3 620x306 Tata Xenon Tuff Truck Concept é destaque em evento australiano
[Fonte: IAB]

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Nova aventura do nosso campeão: Oiapoque ao Chuí

Deu na coluna Argumentos, do jornal Diário do Amapá, desta terça-feira.



Em janeiro

O nosso campeão brasileiro de rally, o piloto e ex-político Manoel Mandi, revelou à coluna seu mais novo projeto de aventura. Ir do Oiapoque ao Chuí, de Jeep Willys.

Você se acha um motorista? Então assista este vídeo.

Você que se acha motorista, veja este vídeo!
Você que se acha motorista, veja este vídeo!

//Samuka
Duração: 1:16

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Dr. Jipeiro: Tudo pronto para um desafio no inverno amazônico

O velho Bandeirante e o jipe especialmente projetado pelo Dr. Jipeiro para encarar a Transamazônica

DIÁRIO DE BORDO: 
O médico cearense Raimundo Pinto, que quando esteve por aqui foi batizado como "Doutor Jipeiro", também tem lugar cativo em nosso Blog, tanto que estrela esta seção da nossa página desde que resolveu colocar mais uma vez seu jipe Toyota Bandeirante e conhecer a Ilha de Marajó e o Oiapoque. E ele prepara uma nova incursão pelo Norte do Brasil, desde vez rumo à Lábrea, em plena Rodovia Transamazônica.
E está desafiando mais aventureiros a acompanhá-lo nessa jornada. Será em abril do ano que vem. Quem se habilita? Olha o que ele nos escreveu:

ESTAMOS PRONTOS SÓ FALTA  SABER QUEM QUER IR  CRUZAR A AMAZÔNIA EM ABRIL DE 2014!  ÉPOCA DO DILUVIO FLORESTAL 


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Dr. Jipeiro: Nosso aventureiro também fala sério.

DIÁRIO DE BORDO:

Nosso aventureiro, que também é médico, participou outro dia de uma manifestação de ruas em sua Fortaleza (CE) e decidiu escrever sobre sua profissão. Uma dura visão realista que corta na própria carne, digamos assim, ante a contundência com que ele discorre sobre os maus profissionais que infelizmente integram uma minoria de sua classe. Leia atentamente e tire suas próprias conclusões.

Cleber Barbosa
O editor

Olha o Dr. Jipeiro segurando a faixa e indo às ruas em manifestação de médicos em Fortaleza
Peço desculpas pelos médicos que não examinam seus pacientes, pelos que não sabem o que estão fazendo, pelos que tratam mal aqueles que nos procuram. Peço desculpas pelos médicos que vêem os pacientes somente como uma fonte de lucro, pelos que indicam procedimentos desnecessários, pelos que cobram dos pacientes do SUS. Peço desculpas pelos médicos sem compaixão, pelos que desprezam os que não podem pagar, pelos que não se colocam no lugar do próximo.Eu peço também desculpas pelos que são oportunistas e  usam seus cargos de chefia para enrriquecerem ilicitamente, este pecam duplamente.
Sei que todos já encontraram um médico ruim, desumano, pilantra, burro. Também sou paciente. Sei que costumamos recordar mais das experiências ruins e esquecer das boas. Sei que a maioria dos médicos é gente decente, estudiosa, trabalhadora, determinada. Se assim não fosse, eu não estaria vivo, minha mãe não estaria viva, meu irmão não estaria vivo, assim como uma imensidão de pessoas que tiveram doenças que podem matar.
Os médicos ruins não nos representam. Os médicos ruins não têm o nosso apoio. A imensa maioria de denúncias às Comissões de Ética Médica e aos Conselhos regionaisde Medicina é feita por outros médicos. Posso falar com propriedade porque sou presidente da Comissão de Ética Médica do maior hospital do meu estado. Não compactuamos com os erros, com a negligência, com a imprudência, com a imperícia.
Lutamos por uma medicina digna para nosso povo, para nossos pacientes, para nossa família. Também somos pacientes. As medidas midiáticas e eleitoreiras anunciadas pelo governo não me atingem, não irão me atingir, assim como não alcançarão a imensa maioria dos bons médicos. Somos contrários, mas pelas razões corretas e não por corporativismo. Não somos contrários à criação de mais vagas nas faculdades de medicina. Não somos contrários à importação de médicos. Não somos contrários ao trabalho no interior. Isso é mentira de quem vive a roubar o povo. Somos contrários às faculdades ruins que formam os maus médicos que maculam nosso nome. Somos contrários à importação de pessoas que dizem saber medicina, mas que não conseguem provar que sabem. Somos contrários a uma medicina de faz-de-conta no interior, sem estrutura, sem medicamentos, sem exames complementares, sem responsabilidade.O governo federal poderia resolver o problema de forma séria. Se quisesse. Poderia criar uma Carreira de Médico, concursada, com estabilidade, com dignidade, com estrutura. Assim como fez com delegados, promotores, juízes. Estes profissionais vão pro interior. Poderia fazer um exame
nacional para todos os recém-formados em medicina, do Brasil e do exterior. Somente quem sabe o que faz deveria tratar da vida do outro. Poderia investigar os Conselhos Regionais de Medicina e descobrir porque os maus médicos não são punidos. Poderia tratar do povo com a mesma medicina que trata seus políticos.
Aumentar os anos de formação dos médicos é inútil, é contraproducente. Trazer os filhos de políticos do PT e os militantes do MST de Cuba sem passar pelo Revalida é irresponsável, não ficarão no interior. Contratar médicos para o interior com bolsa temporária é desonesto, deveriam fazer concurso. Esta luta não é dos médicos, é dos pacientes. Serão eles as vítimas dos maus médicos.

UMA MOEDA SEMPRE TEM DOIS LADOS

Raimundo Pinto
Médico e Jipeiro

terça-feira, 16 de julho de 2013