| Editor do Blog, jornalista Cleber Barbosa, atuando como mestre de cerimônia, lê o histórico do Clube |
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Veja mais fotos do desfile dos carros antigos no Dia da Independência
Histórico do Clube do Carro Antigo do Amapá, lido no 7 de Setembro
Todo brasileiro é apaixonado por automóvel, reza a lenda!
E vamos combinar que isso é a mais pura verdade. Mas quando se trata de carros antigos, chamados até de clássicos, aí nem se fala, vira caso de amor!
E foi com esse propósito que no dia 18 de novembro de 2015 foi oficialmente criado o Clube do Carro Antigo do Amapá, cuja proposta era resgatar exemplares raros de carros antigos, com pelo menos trinta anos de fabricação.
Estes eram os ingredientes iniciais, além, é claro, dos critérios de restauração para dar o máximo de originalidade aos carros do clube.
Entre os modelos que integram a nossa frota, Belair, Simca Chambord, Landau, Passat, Maverick, F100, Puma, Rural, Fusca e até este clássico Mercedez que pertenceu ao apresentador Abelardo Barbosa, o inesquecível Chacrinha!
O atual presidente do clube é o empresário Vantuíler Chaves Júnior e nossa entidade já reúne 43 associados.
O Clube então passou a organizar encontros, passeios – a baixa velocidade diga-se de passagem – afinal o lance aqui é desfilar todo o charme e a beleza destes verdadeiros carrões.
Mas foi numa Expofeira Agropecuária que o do Carro Antigo foi apresentado ao grande público por assim dizer.
Sem falsa modéstia, todos se surpreenderam com o fato de mais pessoas visitarem o estande de carros antigos do que propriamente os de modelos novos, zero quilômetro.
Algumas pessoas chegavam a se emocionar ao se deparar com alguns exemplares raros, dizendo coisas do tipo “conheci minha esposa num carro desse”, ou ainda “foi num igualzinho que dei meu primeiro beijo”.
O fato é que algumas pessoas passaram então a pedir para casar num carro antigo ou até levar a filha para a cerimônia de formatura num modelo clássico.
Para nós, do Clube do Carro Antigo, vir hoje celebrar o Dia da Independência do Brasil com nossos carros antigos é uma prova de que precisamos acreditar em nosso país, que viveu dias áureos com a indústria nacional, capaz de produzir modelos até hoje reverenciados por apaixonados como todos nós.
Então esta é nossa mensagem a todos.
Trabalhar a cada dia para espantar a crise e preservar a Independência. Viva o Brasil livre e soberano!
Vídeo mostra a estréia do Clube do Carro Antigo no Sambódromo de Macapá
sábado, 10 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Série especial do Renegade de 75 anos da Jeep já está no Brasil
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Renegade, Grand Cherokee e Wrangler tem detalhes na cor bronze | Foto: Jeep
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O Renegade terá 2 mil unidades da edição, enquanto o Wrangler Unlimited terá 30 e o Grande Cherokee 10 - este último chegará às lojas apenas em outubro. No caso do Renegade, que é feito no País, ele será baseada na versão Sport, com motor 1.8 flexível ou 2.0 turbodiesel, ambos automáticos.
Visualmente, os três modelos trazem o emblema da série especial nos para-lamas dianteiros. O Renegade traz ainda rack de teto, rodas de 17 polegadas e grade do motor na cor bronze. Há três opções de cores para a carroceria: preta, branca e verde. A versão flexível sai por R$ 88.890 e a diesel por R$ 116.890.
Wrangler Unlimited. Assim como o Renegade, o jipão traz acabamento na cor bronze nas rodas e na grade, além de bancos de couro com o logo da série limitada com costura nas cores branca e laranja. Oferece ainda barras laterais de proteção, capô com ressalto e entrada de ar, além de tapetes exclusivos. Há quatro opções de cores: verde, branca, cinza e preta, com preço de R$ 229.900.
Grand Cherokee. Já o Grand Cherokee chega apenas em outubro às lojas e terá só 10 unidades, todas baseadas na versão Limited, com faróis e lanternas com máscara negra, dianteira remodelada e rodas, rack de teto, grade e moldura dos faróis de neblina na cor bronze. As cores são branca ou preta. O valor é de 279.900.
Renegade, Wrangler Unlimited e Grand Cherokee chegam às lojas na série especial de 75 anos com acabamento exclusivo que inclui rodas, grade, molduras de faróis de neblina e apliques nos para-choques na cor bronze. O Renegade terá motores 1.8 a gasolina ou 2.0 diesel, ambos automáticos; Wrangler Unlimited e Grande Cherokee virão com o V6 3.6 a gasolina com ajustes de 284 cv e 286 cv, respectivamente. Os câmbios são automático de cinco e nove marchas
sábado, 27 de agosto de 2016
IN MEMORIAM | “O que nos encanta mesmo são os atrativos naturais, que Deus nos presenteou”
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| Manoel Mandi. Empresário e piloto do Amapá em sua derradeira entrevista no estúdio da Diário FM. |
Por Cleber Barbosa
Para o Diário do Amapá
Diário - Quando o senhor era político foi filiado ao Partido Verde (PV), muito ligado às questões ambientais. E agora, é verdade que todo jipeiro é um ambientalista de carteirinha?
Manoel Mandi – É sim, porque o que nos encanta são as belezas naturais. A gente curte as cidades por onde passamos, mas o que nos chama atenção mesmo são as belezas naturais, aquelas que Deus nos presenteou, entendeu? Em nossas andanças damos uma contribuição muito grande para o Estado do Amapá. Certa vez estávamos na Cachoeira de Santo Antônio e identificamos e denunciamos a pesca predatória do acari ornamental, uma espécie de peixe que só existe lá e que por isso até recebemos ameaças, foi muito difícil. Esse peixe é que faz o controle ecológico entre as espécies, pois consome todo o lodo das pedras, que faz mal às demais espécies.
Diário – Essa espécie estava ameaçada?
Mandi – Sim, pois eles estavam tirando de lá numa pesca predatória, um negócio tão rentável que eles usavam até um helicóptero. Eles pagavam R$ 1,50 para o caboclo da região e era revendido a R$ 75 pela internet.
Diário – E esse outro lado de ser jipeiro, como piloto profissional, como aconteceu?
Mandi – Essa é uma coisa interessante, pois para mim foi no momento certo estar ao lado de pessoas certas. Foi através do Rally Cerapió, em janeiro de 2012 que eu conheci o Cordão [Erlich Cordão] que além desse evento que ele organiza lá, fiquei sabendo num almoço que ele também é do Rotary Club. Já tinha chamado a minha atenção que todas as cestas de alimentos arrecadadas durante a prova terem sido doadas para esse clube social.
Diário – É que o senhor também é Rotariano, é isso?
Mandi – Sim, sou apaixonado pelo Rotary Club, mas ele é fanático. Então vimos essa e outras afinidades, como o fato de também ser ligado à Apae, entidade que cuida de crianças excepcionais.
Diário – Depois disso o Cordão esteve aqui, não é mesmo?
Mandi – Sim, ele veio lançar o rally do próximo ano, o Piocerá 2013, que começa no dia 20 de janeiro em Teresina, com a vistoria técnica, seguida de exames médicos dos pilotos, no dia 21 e a largada no dia 22. A prova é muito puxada e quem não estiver bem de saúde não irá competir pois vamos enfrentar três grandes alturas, em Pedro Segundo e também a Serra da Ibiababa e a Serra de Baturité.
Diário – Mas nessa vinda dele ao Amapá ele identificou alguma viabilidade ou possibilidade de realizar um evento desses futuramente aqui no Amapá?
Mandi – Ontem [sexta-feira] mesmo ele me telefonou a respeito do credenciamento dos jornalistas daqui que irão cobrir a prova, aliás, a primeira vez que vamos levar uma equipe de imprensa para lá. Mas respondendo à sua pergunta posso dizer que o Cordão ficou apaixonado pelo Amapá e disse que devemos vender a Amazônia, o produto mais nobre e cuja marca desperta a curiosidade do mundo inteiro. Ele me disse que na primeira semana de fevereiro estará aqui em Macapá para conversar com a gente, ser recebido pelo governador e pelo prefeito, pois a ideia é em 2013, quando o evento dele completa 25 anos, discutir a realização de um evento aqui.
Diário – A gente tem notícia que ele gostou até da sonoridade de outra marca que é só do Amapá, o Meio do Mundo.
Mandi – Ele identificou aqui todos os ingredientes para se fazer aqui um evento internacional e não apenas uma prova nacional.
Diário – E para a prova que o senhor vai participar agora, como campeão brasileiro, o que muda das participações anteriores?
Mandi – Nós estamos levando uma equipe de televisão, com dois repórteres e dois cinegrafistas, além de um assessor de imprensa para coordenar o envio de textos e fotos para a imprensa do Amapá e pela primeira vez estamos levando uma equipe de apoio, com dois mecânicos e peças de reposição, inclusive um carro reserva.
Diário – E agora com patrocínios oficiais, é verdade? Como as coisas mudam para um campeão...
Mandi – Isso mesmo, inclusive agora nós vamos levar dois Troller, pois eu nem sabia que podia ter carro reserva. Vi isso na Transbahia, quando vi um competidor teve o carro quebrado e ele simplesmente trocou de carro e continuou a prova. Mas sobre os patrocínios nós já tivemos a confirmação de uma concessionária local, a Automoto, revenda Volkswagem no Amapá, que vai fornecer uma picape Amarok para ser o nosso carro de apoio lá.
Diário – Um processo de profissionalização nunca visto por aqui hein?
Mandi – Exatamente, isso é muito bom, até mesmo porque antes a gente ficava praticamente só por lá, sem ter nem com quem conversar, trocar ideias. Agora não, vamos levar pessoal de apoio, amigos mesmo até para descontrair depois de um dia de prova.
Diário – A gente soube que era difícil para vocês conseguirem até fotos sobre a participação no evento, é verdade?
Mandi – Verdade, pois para a gente é difícil conseguir tirar fotos durante a prova. Mas é bom que se diga que a imprensa nacional não faz o mesmo trajeto dos pilotos, segue outro roteiro que é possível fazer imagens da competição para não correr risco de envolvimento em acidentes com os competidores. Então estamos muito felizes com toda essa mobilização e o próprio Cordão me disse isso, quer estreitar ainda mais as ligações com o Amapá. E disse mais: esse evento aqui no Amapá só não sai se a gente não conseguir conversar com as autoridades locais, pois não se trata nem de buscar dinheiro, pois isso os organizadores têm onde ir buscar é só a decisão política de ajudar e autorizar o evento.
Diário – Nas poucas imagens disponíveis sobre a prova em que o seu carro aparece, no filme oficial do Cerapió, chamou a atenção o fato do seu jipe ter uma bandeira do Amapá tremulando na antena.
Mandi – E ela vai continuar aparecendo, pois será a mesma bandeira que uso em todas as outras competições.
Diário – Ela dá sorte para o senhor?
Mandi – Ela demonstra o orgulho de ser daqui e o amor que tenho por esta terra abençoada que me acolheu como filho.
Perfil
Entrevistado. O empresário Manoel Gomes de Souza, ou simplesmente Mandi, nordestino de origem humilde e que chegou ao Amapá sonhando virar caminhoneiro da Jari Celulose. Depois foi taxista, dono de uma pequena frota e depois de um posto de gasolina. Virou popular e entrou para a política. Foi deputado estadual pelo PV (Partido Verde) por dois mandatos. Apaixonado desde a adolescência pelo Jeep, carro com o qual aprendeu a dirigir, ajudou a fundar o Jeep Clube de Macapá e foi seu primeiro presidente. Dedicou-se a estudar a navegação por GPS e passou a competir em provas de regularidade. Sagrou-se campeão brasileiro de Rally, categoria Graduados, em 2012. Faleceu na última quarta-feira, aos 58 anos de idade. Deixa esposa e três filhos.
Postagem com a triste notícia da morte de Mandi bate recorde de visualizações
Comentários deixados no Blog Sou Jipeiro por amigos de Manoel Mandi
- Perpetua Mourão24 de agosto de 2016 09:30Perda irreparável pra todos nós que conviviamos com o Mandi. Sempre procurou ser justo com trato as pessoas, um coração solidário e sempre contagiando a todos pra ser solidário com o irmão necessitado. Extremamente focado em atingir a excelência nos projetos que criava. Era um visionário na busca de criar novas oportunidades em especial na criação de novas oportunidades para os jovens.ResponderExcluir
Como um dos fundadores do jeep clube, deixo aqui meu pesar por isso esse fato lamentável. Certamente a história do jeep clube se divide em antes e depois de Mandi. Condolências à toda família jipeira do Amapá. Espero que possamos horar sua memória tocando em frente esse legado deixado por ele e por todos que se empenharam em fazer do Jeep Clube de Macapá o que ele é hojeResponderExcluir
Conheci o Mandi na politica, em Laranjal, em 1998. Um grande ser humano sempre envilvido em causas sociais. Participamos da criação do JeepClube e de algumas aventuras nesse esporte. Perde a sociedade amapaense uma valorosa pessoaResponderExcluir
descanse em paz bom amigo
Aos familiares e amigos jipeiros do Mandi. Em nome do nosso grupo "Jeepeiros das Geraes"/ MG tomo a liberdade de copiar aqui as mensagens trocadas por nós ao termos conhecimento desta tragédia que levou de maneira tão precoce uma pessoa tão especial.ResponderExcluir
Tivemos a graça de conhecer o Mandi no início deste ano quando recebeu, em Macapá, nossa Expedição de maneira ímpar e extremo carinho.
As singelas palavras abaixo exprimem um pouco do modo espontâneo e sincero de como nos sentimos ao saber dessa triste notícia e de como ela se abateu sobre nós...
[24/8 09:36] Fernando Duarte: Puxa vida... que tragédia...
[24/8 10:08] +55 31 9191-8178: Muito triste esta notícia. O Mandi era um cara do bem.
Assino em baixo uma manifestação de condolências, de todos os Jeppeiros de Minas Gerais à família e aos membros do Jeep Clube Amapaense.
Demonstração de apreço por termos tido a oportunidade de conhecê-lo, desfrutarmos de sua hospitalidade e ouvir seus relatos de tantas histórias.
[24/8 10:10] +55 31 9124-9333: Isso mesmo! Que tragédia!!!
[24/8 10:14] +55 31 9918-8932: Desde o início da nossa jornada foi o primeiro nome citado para nosso contato ...grande perda para os amigos jeepeiros e do Macapá
[24/8 10:17] Denise Zags: Publiquei no meu Blog a Nota de Pesar, quem puder e quiser deixe um comentário
[24/8 10:23] +55 31 9161-2002: Que coisa triste. Ele foi um grande anfitrião no Amapá. Nos deu toda a atenção possível. Que pesar!
[24/8 10:24] Denise Zags: Verdade Helen, ele foi mais que amigo, foi um irmao!
[24/8 11:31] +51 987 030 903: Que triste, mas parece que viveu uma bela vida.
[24/8 11:59] Denise Zags: Com certeza!
Nas ultimas conversas com ele, havia solicitado alterar a data da viagem para a Guiana F para 2018.
Quando formos fazer esta viagem faremos uma homenagem a ele.
[24/8 12:02] Circe: Ele era muito alto astral, um entusiasmado com a vida! Que tristeza!
RIP, Amigo Mandi...
Mandi, pessoa de infinita grandeza e dotado de muita luz, agradecemos muito a oportunidade de conhece-lo e a toda a família do Jeep Club de Macapá que receberam com muito carinho e nos proporcionaram momentos de muitas alegrias.
Em nome dos Jeepeiros das Geraes,transmitam nossas condolências a toda a família do Jeep Club
Mensagem para reflexão:
Descobri que perder tem vários significados distintos, e eu destaquei alguns, só para refletirmos:
Perder: esquecer em lugar de que não se tem lembrança.
Não fazer bom uso, desperdiçar.
Deixar de reter na memória.
Deixar fugir, não aproveitar.
Se olharmos por esse aspecto, então jamais perdemos as pessoas que amamos, porque não as esqueceremos, não desperdiçaremos suas lembranças.
Ficamos privados de sua presença física, mas não de sua lembrança.
Se quisermos, poderemos então mudar o nosso jeito de pensar e falar; ele partiu para outro plano.
Fica com Deus Presidente do Jeep Club de Macapá!
Caro amigo irmão Cleber. Com muita tristeza vi notícias sobre o falecimento de meu dileto amigo Mandi. Sei que o Jeep Clube de Macapa está de luto. Por isso deixo os meus sentimentos de pesar pra todos meus amigos do Jeep Clube e para os familiares deste grande amigo. Que Deus conforte a família e dê a ele o descanso merecido. Abração.
EDITORIAL | Reflexões sobre o amigo Manoel Mandi, por Cleber Barbosa.
Vumbora!
Essa era uma das expressões mais proferidas por
nosso presidente Manoel Mandi, num sotaque todo particular que misturava a base
do nordestino, a influência do amazônida e tucuju, com o perfil despojado e
aventureiro de um piloto Off-road, mas ser mais formal, ou de um jipeiro dos
bons, para ser mais popular.
Apresentar as despedidas a Manoel Mandi não é uma
tarefa fácil.
Mas ao mesmo é nosso dever reverenciar sua memória
num momento como esse, destacar seus feitos esportivos, citar as inúmeras
funções públicas que desincumbiu, agradecer pela humanidade de seus projetos
sociais e reconhecer o político diferenciado que ele foi.
Era voz corrente entre seus amigos que essa ficha
insistia em não cair, quando da chegada da notícia daquele desfecho triste do
fim de semana passado.
Algumas pessoas até diziam que ele não precisava
estar ali, pois poderia perfeitamente escalar um de seus colaboradores para
fazer a viagem de carreta.
Mas como julgar você amigo?
Só quem o conhecia bem como seus familiares e seus
irmãos do Jeep Clube é que poderia saber que ali era seu habitat natural, por
assim dizer, o quintal da casa, uma extensão do próprio corpo.
Sim, amigos, o Mandi na estrada era a mesma coisa
que água no aquário, o pires debaixo da xícara, a bola no pé do craque.
Mandi começou e terminou sua trajetória
profissional fazendo exatamente a mesma coisa: dirigindo um caminhão. No
velório, a gente até percebia restos de graxa e pó de borracha em sua mão,
sinal de que ele pessoalmente se empenhou em montar cada uma das mais de trinta
rodas de sua carreta.
Sua generosidade era tamanha que ele renegou a
própria saúde e não descansou até encontrar seu amigo e colaborador que havia
sido levado pelos assaltantes.
Dono de um grande coração, cativava a todos,
transitava em qualquer corrente política, não tinha rejeição alguma.
Era respeitado no Jeep Clube não por ser o
presidente, mas por sua inconteste liderança, alguém que tinha uma determinação
muito grande de projetar a instituição, não por vaidade, mas porque sabia que
onde quer que chegue o jipeiro certamente encontra outros, que indagarão de
onde está vindo e isso nos remete a falar do Amapá, estado que ele tanto amava
e tanto defendia.
Mandi acreditava na força do Amapá como destino
turístico, tanto que perseguiu o objetivo de promover o nosso estado para que
mais e mais pessoas pudessem vir conhecê-lo.
O turismo impacta mais de cinquenta atividades
econômicas e ele dizia que o esporte Off-road poderia agregar valor a tudo
isso, tanto que procurou autoridades e gente influente do meio, como Ehrlich
Cordão, do Cerapió – maior Rally de Regularidade do Nordeste – e também Vilmar
Valendowsky, o popular Negão, da FenaJeep, a Festa Nacional do Jeep, em
Brusque, Santa Catarina.
Sua ideia era organizar um Rally internacional no
Amapá, onde o fato de estarmos no meio do mundo pudesse potencializar o
ineditismo de uma competição acontecer em plena floresta amazônica e mais que
isso, no estado mais preservado do país.
Esse era apenas um de seus projetos que ficaram por
ser completados.
Cabe a todos nós, tanto do Jeep Clube de Macapá
quanto do Estado, deste Parlamento, da Associação Comercial e Industrial,
enfim, dos inúmeros segmentos da sociedade onde nosso amigo tinha trânsito fácil,
dar continuidade e respeitar sua memória.
De nossa parte, tudo faremos para que o Jeep Clube
siga trilhando os caminhos por ele projetados, no binômio do lado esportivo,
onde ele defendia a qualificação e a capacitação de pilotos e navegadores, como
também do lado social, garantindo a permanência dos programas e até mesmo a
ampliação do alcance de nossas ações.
Lembrando a expressão com a qual iniciamos essa
mensagem, não vamos dizer adeus, mas um até breve ao nosso amigo, que agora ao
lado do Criador e de tantas pessoas justas e boas que ele passa a conviver lá
no alto.
Certamente irá acelerar a todos, com sua marca de
mobilizar dizendo: VUMBORA!
Ex-deputado, jipeiro Manoel Mandi tem funeral oficial no Parlamento Estadual
O ex deputado estadual Manoel Mandi, que faleceu na madrugada no dia 24, fez jus a despedidas oficiais por parte do Estado através da organização de seus funerais no Plenário da Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), durante toda a noite de ontem e manhã desta quinta-feira (25).
Houve a celebração de um ato religioso, presidido por um frei da Ordem dos Capuchinhos. Durante todo o evento diversas autoridades e lideranças empresariais e políticas do Amapá se revezaram nas últimas homenagens ao ex político, que atualmente era presidente do Jeep Clube de Macapá como também da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Laranjal do Jari.
Mando também tinha assento no Conselho da Associação Comercial e Industrial do Amapá (ACIA), onde era diretor de Petróleo, Gás e Combustíveis. Representantes do Rotary Clube de Macapá também enviaram representantes ao velório – pois Manoel Mandi também já presidiu a instituição.
Cearense de nascimento, Mandi chegou ao Amapá nos idos de 1980, atraído como tantos outros imigrantes, pelo Projeto Jari, na divisa do Pará com o Amapá. Começou a carreira como motorista de caminhão e depois taxista, até virar empresário do ramo de combustíveis.
O deputado Ericlaudio Alencar (PDT) fez a saudação especial da tribuna da ALAP em nome do Estado e também do Parlamento Estadual. Ele destacou as duas passagens de Manoel Mandi como deputado. “Sempre dignificou a atividade política, sendo um parlamentar muito atuante e comprometido com as causas sociais bem como com o desenvolvimento do Estado”, disse Alencar.
A urna com o corpo de Manoel Mandi deixou a Assembleia Legislativa por volta das 11 horas da manhã, seguindo em carro aberto do Corpo de Bombeiros coberto por bandeiras de instituições que ele passou. O cortejo foi acompanhado por um comboio de veículos 4x4 que pertenciam a associados do Jeep Clube de Macapá. Ele foi sepultado no Cemitério São José, no bairro do Buritizal.
Mandi deixou esposa, três filhos e uma neta.
Imagens:
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
NOTA DE PESAR
O Jeep Clube de Macapá comunica e lamenta com pesar o falecimento do piloto Manoel Gomes de Souza, o popular Mandi, que era o atual presidente da entidade.
Manoel Mandi tinha 58 anos de idade, natural do Ceará, mas que morava no Amapá a mais de trinta anos, onde chegou para trabalhar no Projeto Jari, como motorista de caminhão e depois taxista.
O perfil empreendedor e a paixão por automóveis, o fez virar empresário também do ramo de postos de combustíveis.
Tornou-se popular e enveredou pelo caminho da política partidária, tendo exercido dois mandatos de deputado estadual, entre 2002 e 2010, pelo Partido Verde.
Era também apaixonado por projetos sociais, tanto que ajudou a fundar a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Laranjal do Jari, da qual também foi presidente. Em Macapá, atuou no Rotary Clube Internacional e no Jeep Clube de Macapá, onde foi presidente, presidente de honra e, mais recentemente, voltara a dirigir o clube consolidando o perfil social, com inúmeras ações solidárias e filantrópicas.
Como deputado estadual, teve destacada atuação em prol do desenvolvimento econômico e social do Amapá, tendo imprimido perfil muito diligente em seus mandatos. Atualmente, mesmo fora da política, era entusiasta do turismo e do comércio, tanto que ocupava o cargo de diretor de Mineração, Petróleo e Gás da Associação Comercial e Industrial do Amapá (ACIA).
Como deputado estadual, teve destacada atuação em prol do desenvolvimento econômico e social do Amapá, tendo imprimido perfil muito diligente em seus mandatos. Atualmente, mesmo fora da política, era entusiasta do turismo e do comércio, tanto que ocupava o cargo de diretor de Mineração, Petróleo e Gás da Associação Comercial e Industrial do Amapá (ACIA).
A parte esportiva do Jeep Clube também foi muito valorizada por Manoel Mandi, que sempre defendeu a capacitação e a qualificação dos associados, com a oferta de cursos de pilotagem e também de navegação, tanto que participou de várias competições nacionais e internacionais, sagrando-se campeão brasileiro de Rally em 2012.
No último fim de semana, Manoel Mandi fazia uma viagem de carreta de São Paulo a Belém, quando sentiu-se mal no interior de Goiás. viajava na companhia de um funcionário, que revezava com ele na direção do veículo. Na madrugada, entretanto, o caminhão foi roubado e o motorista levado pelos meliantes. Mesmo debilitado e abalado, Mandi envidou esforços para localizar o amigo, com a ajuda de outros caminhoneiros e também de autoridades policiais, tendo encontrado o rapaz com vida, felizmente, apesar de abalado.
Todo esse estresse certamente levou ao agravamento do quadro de saúde de Mandi, que acabou sendo hospitalizado após sofrer um enfarto, em Araguaína, estado do Tocantins.
Na madrugada desta quarta-feira, entretanto, o quadro se agravou, evoluindo para o óbito.
Sua esposa Leda chegou ao hospital horas antes e é quem o acompanha e adota providências para o traslado do corpo até Macapá, o que só deve ocorrer amanhã.
Perde o Amapá um grande homem público e o Jeep Clube de Macapá alguém que certamente será uma lenda, um ser que veio ao mundo fazer a diferença, com um coração gigante e amigo de todos, principalmente da natureza, obra e graça do Criador.
Adriano Bosco
Vice-Presidente do Jeep Clube de Macapá
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
CLASSIFICADOS | Filtro Original do Jeep No Mercado Livre

Filtro Original do Jeep
No Mercado Livre tem por 100,00 novo e original marca Puriar
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Abraços
Giba/Clube dos Jeep
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Toyota equipa Hilux com motor flex e câmbio automático, mas peca em preço e consumo
Em novembro do ano passado a Toyota apresentou a nova geração da picape Hilux. Na ocasião, a marca programou o lançamento das versões flex apenas para o segundo semestre de 2016.
E a promessa acaba de ser cumprida. A linha flex 2017 da Hilux e SW4 já disponível na rede de concessionárias da marca em todo o Brasil a preços que variam de R$ 111.700 a R$ 131.200 (veja mais detalhes da gama aqui). A picape estreia equipada com o bloco 2.7 litros flex de163/159 cv de potência (etanol/gasolina) a 5.000 rpm e torque máximo é de 25 kgfm (com álcool e gasolina), sempre a 4.000 rpm.
A Hilux flex conta com três versões cabine dupla: SRV com tração 4×4, SRV 4×2 e SR de tração 4×2. Todas são equipadas com transmissão automática de seis velocidades sequencial, o que torna a Hilux a única opção no segmento de picapes Flex disponível com câmbio automático.
PRIMEIRAS IMPRESSÕES
Com essas mudanças, a expectativa era ao menos de uma picape mais econômica. Porém, durante os testes na cidade de Atibaia, o medidor não passou dos 5.3 km/l. O teste drive organizado pela marca teve cerca de 30 km, sendo 10 km em estrada e 20 km em ruas de terra.
Quando o assunto é desempenho, o comportamento da Hilux é apenas competente. Em alguns momentos de retomadas o câmbio se confunde e demora para responder. Nessas situações, a troca manual pode auxiliar. Ainda assim, o ruído do motor invade a cabine, causando desconforto.
A mudança mais notória, sem dúvidas, está na suspensão. Com curso total de 520 mm (50 mm a mais) que na geração anterior, o sistema é responsável por garantir um comportamento mais parecido com o de um carro de passeio. Com isso, as chacoalhadas provocadas pela traseira, típicas em picapes, foram atenuadas em pisos irregulares.
A versão de entrada SR 4×2 (R$ 111.700) avaliada pelo Carsale traz os principais itens de série: ar-condicionado manual; banco do motorista com ajuste de distância, inclinação e altura; coluna de direção com regulagem de altura e profundidade; controle de velocidade de cruzeiro, direção hidráulica progressiva; farol alto de halogênio com nivelamento manual;, faróis de neblina dianteiros; modos de condução ECO e Power; protetor de caçamba; retrovisor externo com regulagem elétrica; rodas de liga leve de 17 polegadas; tela multimídia de 7 polegadas sensível ao toque com sistema de navegação (GPS) integrado; sistema de entretenimento de vídeo integrado ao painel com TV Digital e leitor de DVD; rádio com CD Player/MP3; câmera de ré; conexões Bluetooth, USB e AUX; volante com comandos integrados; airbags frontais e de joelho para motorista; freios ABS com EBD; sistema ISOFIX de fixação de cadeira infantil.
Embora a lista de equipamentos de série não seja básica, levando em consideração uma picape desse porte e preço, a Hilux poderia oferecer mais itens de conveniência e segurança.
Fotos: Divulgação
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