O Jeep Clube de Macapá a cada dia é reconhecido como um clube de aventureiros com consciência social (e ambiental). A trajetória de trilhas, aventuras e muitas ações sociais foi destaque no conceituado portal de notícias da Rede Amazônica de Televisão, denominado Amazônia em Revista. A íntegra da publicação, que extratifica as melhores reportagens levadas ao ar em rede regional de televisão, ganha uma versão para a internet. Confira abaixo!
MACAPÁ -O Amazônia em Revista conta a história do Jeep Clube do Amapá, criado há seis anos. A idéia nasceu de grupo de amigos que, sempre juntos, viaja a passeio, por caminhos intrafegáveis, para veículos comuns.
A iniciativa deu frutos e hoje são mais de quarenta associados, movidas pelo desejo de aventura. Para eles a estrada boa é aquela que tem obstáculos.
E para ultrapassar esses obstáculos os jeeps precisam ter tração nas quatro rodas 4 por 4, alguns até adaptados.
Esse espaço veio atender as necessidades desses esportistas. Estradas adaptadas, atoleiros, montanhas.
E para que pensa que só os homens se interessam pelos carros, o Jeep Clube também tem mulheres associadas. Elas também pegam no volante. E para quem pensa que os obstáculos são uma missão impossível, elas provam que não. Conseguem sair das piores situações. Por isso criaram o Rally de Batom, onde só mulheres participam.
O jipeiro Cléber Barbosa explica que para seguir nesse projeto não é preciso apenas ter coragem tem que equipar o veículo, para não ficar do meio do caminho.
Baseado nessa necessidade que o clube planeja suas expedições nacionais e internacionais.
Além de percorrer estradas e áreas indígenas do Amapá, esses jipeiros já ultrapassam os limites do estado. No roteiro de passeios: a transamazônica, Santarém, no oeste do Pará, os lençóis maranhenses, e até o Suriname, na rota pan-americana, tudo de jeep.
O desafio congrega esporte e ação solidária. É perseguindo aventuras pela lama, riachos, atoleiros e estradas sem nenhuma estrutura que eles abraçam juntos causas sociais.
Eles também são verdadeiros embaixadores do turismo amapaense, ao divulgar nos carros, imagens dos principais pontos turísticos do Amapá adesivadas nos carros.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Nissan encomenda uma picape Frontier "Off-road"
Fotos: João Mantovani/Fullpower
GIULIANO GONÇALVES
Especial para UOL Carros
Quem mora na capital de São Paulo ou em qualquer outra cidade grande, com trânsito enlouquecedor, já pensou em ter um carro que voasse ou que passasse por cima de tudo. Eu mesmo já pensei isso inúmeras vezes, mesmo porque ninguém merece ficar metade da vida parado num engarrafamento. Quando assumi a direção dessa Nissan Frontier, em plena Marginal Pinheiros, adivinha qual pensamento me veio à cabeça? Com a picape de pneus enormes, naquela altura, a vontade de passar sobre o guard-rail e costurar pela margem do rio estava me torturando. Tomei uma água, chacoalhei a cabeça e voltei à realidade. Foi então que surgiu o convite para andar com ela na terra...
Aquela frustração de não ter cortado o trânsito pelo rio foi compensada num terreno despavimentado, similar às ruas da capital, inclusive. Lá, a picape fez misérias! Como se estivesse em um asfalto liso, sem obstáculos, ela atropelou todos os morros e crateras com a maior facilidade do mundo. "Giu, joga ela nesse buraco aí do lado", pedia o editor e fotógrafo João Mantovani. Eu, todo felizão, descia aquela pirambeira com vontade, a fim de testar os limites da nova configuração da Frontier, preparada no Galpão Fullpower.
A tal facilidade do carro em transpor os obstáculos é mérito da tração 4x4 e, sem dúvida, dos upgrades de suspensão, feitos por Emerson "Gordo" Soares e Sérgio Albuquerque, da paulistana Impacto Especiais. A empresa, nesse caso, foi responsável principalmente por cortar a laser os componentes de aço. "Nos EUA há conjuntos prontos para levantar a suspensão das picapes. Porém, para trazer fica muito caro, pois são bastante pesados. Por isso decidimos criar os modelos por aqui mesmo", conta Gordo.
Incrível é saber que molas e amortecedores continuam originais, intocados. "Soldamos um 'braço' especial, baseado em peças de carros de arrancada, entre a bandeja e o quadro. Apenas a carroceria subiu", explica o especialista. Com a cabine "afastada" da suspensão, os aeroquips não alcançavam os freios. Sendo assim, modelos mais compridos entraram em cena! O protetor de cárter também foi substituído e, agora, acompanha o desenho do parachoque dianteiro -- ele foi moldado por Bira Kakazu, outro integrante da equipe do Galpão, e dobrado pela Estribex (SP).
RODAS E PNEUS
Com a suspensão no lugar, chega o momento de adicionar um jogo de rodas à altura! Com uma parceria com a fabricante Scorro, a Frontier foi presenteada com o modelo S-169, porém completamente sob medida. O tamanho das redondas, por exemplo, é único, 16" x 9" (originalmente, há apenas 16" x 7"). Outra alteração radical foi o alisamento da face das rodas para a entrada dos beadlocks (da gringa OMF). Esse acessório tem como objetivo parafusar os pneus nas rodas, a fim de os borrachudos jamais escaparem durante uma trilha pesada. Mas, nesse projeto, eles foram acoplados apenas por uma questão de estética. Parafusos de inox e arruelas de alumínio finalizam a montagem desses componentes.
Após muito estudo, a equipe do Galpão optou por utilizar os pneus Yokohama Geolandar A/T-S, nas medidas 315/75. "Queríamos uma picape para rodar tanto no asfalto quanto na terra. Esses pneus cumprem bem as duas funções", explica Gordo. Todavia, por ser muito alto, é preciso certo cuidado ao entrar em curvas muito rápido -- eles dão uma leve dobrada e a sensação de carroceria escorregando lateralmente.
Mas, voltando ao ensaio fotográfico na terra, assim que chegamos ao local João me pediu para subir no topo do morro, parte até então explorada apenas por tratores e pilotos de motocross. Olhei, perguntei se era aquilo mesmo que ele queria, respirei fundo e comecei a escalar a piramba. Como o carro estava na configuração 4x2, com tração apenas nas rodas traseiras, era um verdadeiro show de patinação. Então, virei o botão seletor (no painel) e apelei para a 4x4. Que animal! Bastava engatar primeira, tirar o pé da embreagem e deixar que a picape subisse aquilo sozinha, sem o menor esforço. Cheguei a engatar terceira marcha naquele subidão e... a Frontier sequer reclamou do esforço, tamanho o torque do quatro cilindros 2.5 16V turbodiesel -- com o escape de 3" desenvolvido pela Giba Escapes, a potência ultrapassou os 150 cavalos!
FOSCO SUAVE
Terminado o ensaio, desci do carro e me bateu um sentimento de culpa, visto a sujeira que fiz na carroceria, com terra e barro. Logo pensei: "Se o Bozo vir o que eu fiz ele vai me matar". Não, não estou falando do palhaço do SBT, mas sim de Adriano "Bozo" Ricardi, o responsável pela pintura maluca da Frontier. Segundo ele, o fosco dela é do tipo soft touch, menos áspera se comparada a uma fosca padrão. Nas duas laterais, faixas personalizadas (essas, brilhantes) cortam a carroceria de uma ponta à outra. Bozo garante que o desenho delas é inspirado no original dos Nissan Skyline Nismo 400R.
Para finalizar, o interior (supervisionado pela empresa Luxo BR) recebeu couro cinza com detalhes laranja. De acordo com Flavio Miotto, dono da Luxo BR, "o desenho dos assentos é feito em uma máquina de costura digital, programada como uma CNC". Como você pode perceber, a arte costurada faz alusão à banda de rodagem dos pneus da Nissan. Couro também predomina no volante e na manopla de câmbio, sempre com acabamento laranja. Aliás, essa também é a cor dos novos cintos de segurança, feitos sob medida.
O mais engraçado de tudo é saber que a personalização do carro foi uma encomenda da divisão de acessórios da própria Nissan. "Essa Frontier será uma excelente vitrine para a divulgação da nossa linha de acessórios", afirma Luiz Cunha, engenheiro da montadora e um dos envolvidos nesse projeto. Isso é fato, pois bastou uma voltinha pelas ruas de São Paulo para ela praticamente parar o trânsito!
Reportagem originalmente publicada na edição 105 da revista Fullpower
GIULIANO GONÇALVES
Especial para UOL Carros
Quem mora na capital de São Paulo ou em qualquer outra cidade grande, com trânsito enlouquecedor, já pensou em ter um carro que voasse ou que passasse por cima de tudo. Eu mesmo já pensei isso inúmeras vezes, mesmo porque ninguém merece ficar metade da vida parado num engarrafamento. Quando assumi a direção dessa Nissan Frontier, em plena Marginal Pinheiros, adivinha qual pensamento me veio à cabeça? Com a picape de pneus enormes, naquela altura, a vontade de passar sobre o guard-rail e costurar pela margem do rio estava me torturando. Tomei uma água, chacoalhei a cabeça e voltei à realidade. Foi então que surgiu o convite para andar com ela na terra...
Aquela frustração de não ter cortado o trânsito pelo rio foi compensada num terreno despavimentado, similar às ruas da capital, inclusive. Lá, a picape fez misérias! Como se estivesse em um asfalto liso, sem obstáculos, ela atropelou todos os morros e crateras com a maior facilidade do mundo. "Giu, joga ela nesse buraco aí do lado", pedia o editor e fotógrafo João Mantovani. Eu, todo felizão, descia aquela pirambeira com vontade, a fim de testar os limites da nova configuração da Frontier, preparada no Galpão Fullpower.
A tal facilidade do carro em transpor os obstáculos é mérito da tração 4x4 e, sem dúvida, dos upgrades de suspensão, feitos por Emerson "Gordo" Soares e Sérgio Albuquerque, da paulistana Impacto Especiais. A empresa, nesse caso, foi responsável principalmente por cortar a laser os componentes de aço. "Nos EUA há conjuntos prontos para levantar a suspensão das picapes. Porém, para trazer fica muito caro, pois são bastante pesados. Por isso decidimos criar os modelos por aqui mesmo", conta Gordo.
Incrível é saber que molas e amortecedores continuam originais, intocados. "Soldamos um 'braço' especial, baseado em peças de carros de arrancada, entre a bandeja e o quadro. Apenas a carroceria subiu", explica o especialista. Com a cabine "afastada" da suspensão, os aeroquips não alcançavam os freios. Sendo assim, modelos mais compridos entraram em cena! O protetor de cárter também foi substituído e, agora, acompanha o desenho do parachoque dianteiro -- ele foi moldado por Bira Kakazu, outro integrante da equipe do Galpão, e dobrado pela Estribex (SP).
RODAS E PNEUS
Com a suspensão no lugar, chega o momento de adicionar um jogo de rodas à altura! Com uma parceria com a fabricante Scorro, a Frontier foi presenteada com o modelo S-169, porém completamente sob medida. O tamanho das redondas, por exemplo, é único, 16" x 9" (originalmente, há apenas 16" x 7"). Outra alteração radical foi o alisamento da face das rodas para a entrada dos beadlocks (da gringa OMF). Esse acessório tem como objetivo parafusar os pneus nas rodas, a fim de os borrachudos jamais escaparem durante uma trilha pesada. Mas, nesse projeto, eles foram acoplados apenas por uma questão de estética. Parafusos de inox e arruelas de alumínio finalizam a montagem desses componentes.
Após muito estudo, a equipe do Galpão optou por utilizar os pneus Yokohama Geolandar A/T-S, nas medidas 315/75. "Queríamos uma picape para rodar tanto no asfalto quanto na terra. Esses pneus cumprem bem as duas funções", explica Gordo. Todavia, por ser muito alto, é preciso certo cuidado ao entrar em curvas muito rápido -- eles dão uma leve dobrada e a sensação de carroceria escorregando lateralmente.
Mas, voltando ao ensaio fotográfico na terra, assim que chegamos ao local João me pediu para subir no topo do morro, parte até então explorada apenas por tratores e pilotos de motocross. Olhei, perguntei se era aquilo mesmo que ele queria, respirei fundo e comecei a escalar a piramba. Como o carro estava na configuração 4x2, com tração apenas nas rodas traseiras, era um verdadeiro show de patinação. Então, virei o botão seletor (no painel) e apelei para a 4x4. Que animal! Bastava engatar primeira, tirar o pé da embreagem e deixar que a picape subisse aquilo sozinha, sem o menor esforço. Cheguei a engatar terceira marcha naquele subidão e... a Frontier sequer reclamou do esforço, tamanho o torque do quatro cilindros 2.5 16V turbodiesel -- com o escape de 3" desenvolvido pela Giba Escapes, a potência ultrapassou os 150 cavalos!
FOSCO SUAVE
Terminado o ensaio, desci do carro e me bateu um sentimento de culpa, visto a sujeira que fiz na carroceria, com terra e barro. Logo pensei: "Se o Bozo vir o que eu fiz ele vai me matar". Não, não estou falando do palhaço do SBT, mas sim de Adriano "Bozo" Ricardi, o responsável pela pintura maluca da Frontier. Segundo ele, o fosco dela é do tipo soft touch, menos áspera se comparada a uma fosca padrão. Nas duas laterais, faixas personalizadas (essas, brilhantes) cortam a carroceria de uma ponta à outra. Bozo garante que o desenho delas é inspirado no original dos Nissan Skyline Nismo 400R.
Para finalizar, o interior (supervisionado pela empresa Luxo BR) recebeu couro cinza com detalhes laranja. De acordo com Flavio Miotto, dono da Luxo BR, "o desenho dos assentos é feito em uma máquina de costura digital, programada como uma CNC". Como você pode perceber, a arte costurada faz alusão à banda de rodagem dos pneus da Nissan. Couro também predomina no volante e na manopla de câmbio, sempre com acabamento laranja. Aliás, essa também é a cor dos novos cintos de segurança, feitos sob medida.
O mais engraçado de tudo é saber que a personalização do carro foi uma encomenda da divisão de acessórios da própria Nissan. "Essa Frontier será uma excelente vitrine para a divulgação da nossa linha de acessórios", afirma Luiz Cunha, engenheiro da montadora e um dos envolvidos nesse projeto. Isso é fato, pois bastou uma voltinha pelas ruas de São Paulo para ela praticamente parar o trânsito!
Reportagem originalmente publicada na edição 105 da revista Fullpower
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Modificação no carro requer autorização do Detran
Deixar o veículo arrojado como os do filme ‘Velozes & furiosos’, cuja nova sequencia acaba de estrear no Brasil, e bancar Toretto (personagem de Vin Diesel) ou Brian O’Connor (Paul Walker) requer cuidados com a lei. Antes de rebaixar ou "turbinar" o automóvel, é preciso seguir as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o que pode e o que não pode ser modificado. Segundo o Código Nacional de Trânsito, rodar em veículos alterados sem a documentação necessária acarreta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
"Fuscão" - O empresário Denyson Barone, de 51 anos, modificou quase tudo no Volkswagen Fusca 1976 que ele chama de Locomotion. Do original, sobrou apenas o chassi central.
Ele diz que seguiu à risca todas as normas estabelecidas para não sofrer com a fiscalização -mesmo assim, é parado pela polícia. "Sou parado direto por policiais, principalmente nas estradas. Como estou com os documentos ok, não sou multado. Mas os policiais então acabam perguntando sobre o carro”, conta o morador de Santo André, também no ABC paulista.
O Fusca de Denyson teve alterados os pneus, para-lamas e carenagem, trocada por uma de fibra de carbono. Já o motor é o de uma de Kombi, ligeiramente revigorado para gerar mais potência. “É um carro extremamente seguro. Todos os reforços são tubulares, inclusive com ‘santantônio’ (estrutura que protege os passageiros em caso de capotagem)”, revela o empresário.
"Lição" - Mauro da Silva Júnior, de São Bernardo do Campo (SP), mudou bastante o seu Volkswagen Gol 1991. “Rebaixei, coloquei turbo no motor e até alarguei os para-lamas para colocar rodas maiores”, admite Júnior, que gastou cerca de R$ 30 mil para modificar o veículo, mas não pediu autorização prévia ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). “Levei umas seis ou sete multas por causa das alterações ilegais.”
Agora ele promete fazer tudo conforme a lei. “Estou transformando um Gol 1984. Desta vez vou seguir as normas para não sofrer mais”, diz o administrador de 29 anos, que pretende modificar a suspensão, adotar bancos esportivos e acoplar um motor 2.0 de Golf . “Turbinado, claro!”
"As regras" - Primeiro passo é pedir autorização. Antes de levar o veículo à mecânica e fazer qualquer modificação, o proprietário deve seguir um cronograma. O primeiro passo é ir até o Detran local e solicitar uma espécie de autorização para as alterações a serem feitas. Todos os documentos do carro e do proprietário serão exigidos.
“Por falta de informação, muitos têm o carro reprovado no Detran por terem feito as modificações antes de fazer essa solicitação”, explica o advogado Marcelo José Araújo, presidente da comissão de direito de trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná.
Recentemente, em Santa Catarina, um Fusca 1978 transformado em "baja" teve negado o licenciamento por falta de prévia autorização para que as mudanças fossem feitas. O caso foi parar na Justiça, que manteve a decisão do órgão de trânsito de não licenciar o veículo. De acordo com o advogado do proprietário, Adilson Bauer, os recursos cabíveis se esgotaram e agora eles em buscam uma outra solução para o caso.
Quando a modificação é autorizada, o passo seguinte é escolher um mecânico de confiança para fazer a modificação, pois, dependendo da forma com que for feito o serviço, o veículo pode ficar perigoso de se dirigir.
“Já vi cada coisa por aí. Tem gente que para rebaixar a suspensão simplesmente corta as molas. Ou elevam a potência do motor a faixas altíssimas com a utilização incorreta de turbos”, alerta Ricardo Boch, professor do curso de engenharia mecânica do Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana Pe Sabóia de Medeiros (FEI).
No documento - Após a realização das modificações, o proprietário deve seguir para uma das oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), onde o veículo passará por um processo de validação. A lista das oficinas está no site do instituto.
Se aprovado, a última etapa é voltar ao Detran para a obtenção do número do Certificado de Segurança Veicular (CSV), que é registrado no campo das observações do Certificado de Registro de Veículo (CRV) e do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV).
O QUE PODE E O QUE NÃO PODE MUDAR
Todas as alterações permitidas no veículo devem ter autorização prévia do Detran e inspeção do Inmetro
Apliques: A utilização de spoilers e aerofólios não é especificada no código. Consulte o Detran do seu estado.
Chassis/Monobloco: Proibida a substituição.
Combustível: É permitido trocar o sistema de combustão (gasolina, etanol ou bicombustível) por gás natural veicular (GNV), mas o kit deve seguir as regulamentações do Inmetro.
Cor: Serão consideradas alterações de cor aquelas realizadas através de pintura ou adesivamento em área superior a 50% do veículo.
Faróis: Instalação de faróis de xenônio é proibida; só é permitido o farol desse tipo se o carro já vem como ele de fábrica.
Freios: Proibida alteração no sistema.
Motor: Pode ser alterado com ganho de até 10% da potência.
Pneus / rodas: Proibida a utilização de rodas/pneus que ultrapassem os limites externos do para-lama.
Suspensão: É permitida a troca do sistema mas são proibidas as suspensões com regulagem de altura, como as de rosca ou de ar.
Fonte: Contran
Campeonato de regularidade do Jeep Clube de MG
Campeonato de regularidade do Jeep Clube MG começará em julho.
A diretoria do Jeep Clube de Minas Gerais (JCMG) inovou no ano do 20º aniversário do clube. A Copa Mineira de Rally de Regularidade terá quatro datas e um formato diferente em 2011. O campeonato terá rodada dupla a cada final de semana, com uma etapa na manhã de sábado e outra na parte da tarde do mesmo dia. Os locais escolhidos para a temporada foram a Serra do Cipó em julho, Coronel Fabriciano em agosto, Catas Altas / Mariana em setembro e fechando o ano em outubro na prova de Formiga. As datas exatas serão confirmadas em breve pelo JCMG.
Em 2011, o campeonato receberá veículos de trações 4x4 e 4x2. As categorias definidas foram a Master, Sênior e um percurso diferenciado a cada etapa para os iniciantes da Turismo. As duplas inscritas nessa última categoria estarão isentas de taxa da Federação Mineira de Automobilismo. O perfil das provas será parecido com o do ano passado, segundo o presidente do JCMG, Ugo Bubani: “Teremos ralis técnicos, rápidos e com trechos de pouca dificuldade”.
As maiores novidades desta temporada serão os prêmios em dinheiro e os sorteios de brindes ao final do campeonato. As duplas campeãs das categorias Master e Sênior ganharão cada o valor de R$ 5 mil. Além disso, ao final de cada etapa, os competidores de todas as categorias receberão pontos bônus de acordo com a classificação. Com isso, ao final do campeonato todos concorrerão a sorteios de rádios intercomunicadores, celulares e outros brindes, mas quem tiver mais pontos terá mais chances de ganhar os prêmios.
Em poucos dias a diretoria do JCMG irá divulgar o regulamento com outras novidades e confirmará as datas da Copa Mineira de Rally de Regularidade.
A diretoria do Jeep Clube de Minas Gerais (JCMG) inovou no ano do 20º aniversário do clube. A Copa Mineira de Rally de Regularidade terá quatro datas e um formato diferente em 2011. O campeonato terá rodada dupla a cada final de semana, com uma etapa na manhã de sábado e outra na parte da tarde do mesmo dia. Os locais escolhidos para a temporada foram a Serra do Cipó em julho, Coronel Fabriciano em agosto, Catas Altas / Mariana em setembro e fechando o ano em outubro na prova de Formiga. As datas exatas serão confirmadas em breve pelo JCMG.
Em 2011, o campeonato receberá veículos de trações 4x4 e 4x2. As categorias definidas foram a Master, Sênior e um percurso diferenciado a cada etapa para os iniciantes da Turismo. As duplas inscritas nessa última categoria estarão isentas de taxa da Federação Mineira de Automobilismo. O perfil das provas será parecido com o do ano passado, segundo o presidente do JCMG, Ugo Bubani: “Teremos ralis técnicos, rápidos e com trechos de pouca dificuldade”.
As maiores novidades desta temporada serão os prêmios em dinheiro e os sorteios de brindes ao final do campeonato. As duplas campeãs das categorias Master e Sênior ganharão cada o valor de R$ 5 mil. Além disso, ao final de cada etapa, os competidores de todas as categorias receberão pontos bônus de acordo com a classificação. Com isso, ao final do campeonato todos concorrerão a sorteios de rádios intercomunicadores, celulares e outros brindes, mas quem tiver mais pontos terá mais chances de ganhar os prêmios.
Em poucos dias a diretoria do JCMG irá divulgar o regulamento com outras novidades e confirmará as datas da Copa Mineira de Rally de Regularidade.
Contran proíbe instalação dos faróis de xênon
Modificação era permitida mediante autorização prévia do Detran.Agora, só os que saem da fábrica com o dispositivo poderão usá-lo.
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibiu a instalação de faróis de gás xenônio em veículos que não saírem de fábrica com esse dispositivo. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (7).
Até então essa alteração era permitida mediante autorização prévia do Departamento de Trânsito nos estados e deveria constar no documento do veículo (CSV).
O Contran diz que veículos que tiveram instalados esse tipo de farol com a devida alteração do Detran, "com CSV emitido até a data da entrada em vigor desta resolução" poderão circular "até a data de seu sucateamento, desde que o equipamento esteja em conformidade com a resolução 227/2007", que dispõe sobre o sistema de iluminação dos veículos. Por sucateamento, explica a assessoria do órgão, entende-se o quanto o veículo durar. Em caso de necessidade, esses também poderão substituir o equipamento por outro similar.
Lista - A nova resolução do Contran (384/2011), emitida no último dia 2, inclui a instalação do farol xênon em uma lista de outras alterações em veículos vetadas pelo órgão, dispostas no artigo 8º da resolução 292, de 2008 (veja abaixo). Agora, entre as proibições, figura o item "instalação de fonte luminosa de descarga de gás em veículos automotores, excetuada a substituição em veículo originalmente dotado deste dispositivo".
A assessoria de imprensa do órgão confima que o veto vale apenas para instalação do farol de xênon após a fabricação dos veículos -os que já saem da linha de montagem com o dispositivo poderão continuar circulando com ele e substituí-lo por equipamento similar quando necessário.
Segundo o Código Nacional de Trânsito, o desrespeito à regra pode resultar em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Fonte: G1
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibiu a instalação de faróis de gás xenônio em veículos que não saírem de fábrica com esse dispositivo. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (7).
Até então essa alteração era permitida mediante autorização prévia do Departamento de Trânsito nos estados e deveria constar no documento do veículo (CSV).
O Contran diz que veículos que tiveram instalados esse tipo de farol com a devida alteração do Detran, "com CSV emitido até a data da entrada em vigor desta resolução" poderão circular "até a data de seu sucateamento, desde que o equipamento esteja em conformidade com a resolução 227/2007", que dispõe sobre o sistema de iluminação dos veículos. Por sucateamento, explica a assessoria do órgão, entende-se o quanto o veículo durar. Em caso de necessidade, esses também poderão substituir o equipamento por outro similar.
Lista - A nova resolução do Contran (384/2011), emitida no último dia 2, inclui a instalação do farol xênon em uma lista de outras alterações em veículos vetadas pelo órgão, dispostas no artigo 8º da resolução 292, de 2008 (veja abaixo). Agora, entre as proibições, figura o item "instalação de fonte luminosa de descarga de gás em veículos automotores, excetuada a substituição em veículo originalmente dotado deste dispositivo".
A assessoria de imprensa do órgão confima que o veto vale apenas para instalação do farol de xênon após a fabricação dos veículos -os que já saem da linha de montagem com o dispositivo poderão continuar circulando com ele e substituí-lo por equipamento similar quando necessário.
Segundo o Código Nacional de Trânsito, o desrespeito à regra pode resultar em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Fonte: G1
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Universitária quer comprar um jipe "barato"
O Blog recebeu a seguinte mensagem, que vai transcrita na íntegra. Vamos ajudar essa universitária a virar também uma jipeira?
Olá, como vai?
me chamo Isadora e de vez em quando dou uma olhada no blog do Jeep Club daqui de Macapá.
Resolvi mandar o e-mail pelo fato de, há tempos, querer que meu primeiro carro seja um jeep. Engraçado que pessoas da minha idade (22) sempre querem um carro luxuoso ou no mínimo de patricinha (risos), mas de fato sempre gostei de carro antigos como fusca, bug e o próprio jeep!
Por você ter contato constante com pessoas do Jeep Club, pergunto-lhe se você sabe de alguém que deseja vender um jeep (pode ser de qualquer modelo) com um preço que uma universitária possa pagar (leia-se: bem pouco)
Abraços e obrigada
Isa Lobato (isaalobato@live.com)
CHEGARAM AS PRIMEIRAS "OFERTAS"
Cara Isa, se você quer mesmo ser uma jipeira saiba que uma das características da nossa turma é o bom humor. Pois nem bem avisamos de seu interesse em comprar um jipe bem baratinho chegaram à nossa redação duas ofertas para você.
O primeiro é o "Sargento".
O segundo é a "Fubica".
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Land Cruiser faz aniversário de 60 anos
Utilitário serviu de inspiração para o Bandeirante feito no Brasil até 2001
Com mais de 5 milhões de unidades vendidas em 188 países, o Land Cruiser completa 60 anos. Criado em 1951 com o nome de BJ, foi o primeiro carro a subir o Monte Fuji, no Japão, o que lhe rendeu vagas na frota da polícia japonesa. Em 1954, a nova versão, Type 25 BJ, foi chamada de Land Cruiser, nome como o veículo ficou conhecido até hoje.
A Toyota vai celebrar a data com duas versões comemorativas: a comum e a V8. Os carros vêm equipados com diversos itens de luxo, como ar-condicionado automático com regulagem individual, estofamento de couro, aquecedor nos bancos, câmera que ajuda a estacionar, navegação com equipamento de som premium e pacote de entretenimento para os bancos traseiros.
Fonte: Auto Esporte
Com mais de 5 milhões de unidades vendidas em 188 países, o Land Cruiser completa 60 anos. Criado em 1951 com o nome de BJ, foi o primeiro carro a subir o Monte Fuji, no Japão, o que lhe rendeu vagas na frota da polícia japonesa. Em 1954, a nova versão, Type 25 BJ, foi chamada de Land Cruiser, nome como o veículo ficou conhecido até hoje.
A Toyota vai celebrar a data com duas versões comemorativas: a comum e a V8. Os carros vêm equipados com diversos itens de luxo, como ar-condicionado automático com regulagem individual, estofamento de couro, aquecedor nos bancos, câmera que ajuda a estacionar, navegação com equipamento de som premium e pacote de entretenimento para os bancos traseiros.
Fonte: Auto Esporte
terça-feira, 31 de maio de 2011
Arrancadão dentro da lei, no verão
FESTA DE LANÇAMENTO DO ARRANCADÃO DE VERÃO
PROJETO ACELERANDO DENTRO DA LEI
A Federação de Automobilismo do Amapá-FAA, realizará neste domingo a partir das 13 horas, no estacionamento da Faculdade CEAP. A festa de lançamento do ARRANCADÃO DE VERÃO, (primeira etapa do Campeonato Amapaense de Arrancada-CAA), que será disputado em dois finais de semana de julho. Esta programação faz parte do Projeto Acelerando dentro da lei, onde a FAA, pretende banir de nossa sociedade os rachas na rua, competição clandestinas que são disputadas nas ruas da cidade.
Várias atrações estão sendo preparadas pela diretoria da federação para a festa de domingo, como o carro mais rebaixado, o motor mais bonito em acessórios, o lata velha, o mais antigo de ano de fabricação, o mais antigo original, o som mais bonito de acabamento, o carro mais bonito e uma disputa na categoria Tri Passeio da modalidade de som automotivo com uma premiação de Mil reais para o vencedor.
Informações na sede da federação que fica localizado na Avenida Cora de Carvalho, 1439, Centro.
A DIRETORIA
CNPJ: 08.455.894/0001-16
AV: Cora de Carvalho, 1439 – Centro - CEP: 68.906-040
FONE: 96 – 4141-0771/ 8112 – 1029
Macapá – Amapá – Amazônia - Brasil
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Deu no jornal Diário do Amapá
INTERNACIONAL – Jipeiros amapaenses têm até a próxima terça-feira para entregar documentos para o Escritório Consular da França no Amapá, para a emisão de visto de trânsito para entrar na Guiana Francesa e de lá acessar o Suriname, onde participam de uma competição internacional em Paramaribo. Na volta, pretendem fazer turismo no Departamento Francês
Jipeiro gaúcho faz elogios ao Blog
Olá amigos de Macapá.
Parabéns pelo blog. De longe, é o mais bonito que conheço. A paisagem ajudou muito.
Pertenço ao Jeep Clube de Campos dos Goytacazes RJ e recentemente criei um blog. Ainda estou apanhando um pouco para atualizá-lo, e tenho me esforçado para torná-lo conhecido.
Lá, tem o link de nosso Jeep Clube.
Façam uma visita
http://vindodospampas.blogspot.com/
Abs.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Jipeiros levam donativos a vítimas da enchente do Rio Araguari
Os associados do Jeep Clube de Macapá estiveram ontem (18) nos municípios de Porto Grande e Ferreira Gomes, localizados às margens do Rio Araguari, na região centro-oeste do Amapá. Eles levaram água mineral, alimentos e roupas usadas para as vítimas desalojadas pela elevação do nível das águas, especialmente na zona rural e também nas sedes dos municípios.
O grupo deixou Macapá na manhã de domingo e, como não poderia deixar de ser, usaram vias alternativas na BR-156, como as estradas de terra do entorno das grandes áreas de plantio de pinos e eucalipto, além dos desvios abertos para as obras de recuperação asfáltica da rodovia federal. “Jipeiro gosta mesmo é de estrada de terra”, disse João Cruz, presidente da entidade, que foi um dos coordenadores da ação do final de semana.
Cerca de vinte carros de associados foram usados no transporte das doações que foram entregues a autoridades das duas cidades e aos técnicos da defesa civil. Militares do Corpo de Bombeiros explicaram que nessa fase da assistência às vítimas é muito importante a cima de tudo o calor humano e a solidariedade. “Foi muito reconfortante proporcionar um pouco de alegria a essas famílias, especialmente as crianças que se divertem vendo os carros e também se com os pacotes de pipoca que levamos”, disse Janilton Mourão, vice-presidente do Jeep Clube.
Recebidos como parceiros de todas as horas, os jipeiros foram convidados a permanecer o dia inteiro na região, inclusive dando entrevistas a emissoras de rádio locais. “A gente sabe que ainda há muito trabalho a ser feito e toda ajuda será importante para quando as águas baixarem, para reconstruir e também evitar as doenças, as endemias provocadas pelos estragos e das fossas que transbordaram”, disse Cruz, que acrescentou “os jipeiros estarão sempre à disposição”.
O grupo deixou Macapá na manhã de domingo e, como não poderia deixar de ser, usaram vias alternativas na BR-156, como as estradas de terra do entorno das grandes áreas de plantio de pinos e eucalipto, além dos desvios abertos para as obras de recuperação asfáltica da rodovia federal. “Jipeiro gosta mesmo é de estrada de terra”, disse João Cruz, presidente da entidade, que foi um dos coordenadores da ação do final de semana.
Cerca de vinte carros de associados foram usados no transporte das doações que foram entregues a autoridades das duas cidades e aos técnicos da defesa civil. Militares do Corpo de Bombeiros explicaram que nessa fase da assistência às vítimas é muito importante a cima de tudo o calor humano e a solidariedade. “Foi muito reconfortante proporcionar um pouco de alegria a essas famílias, especialmente as crianças que se divertem vendo os carros e também se com os pacotes de pipoca que levamos”, disse Janilton Mourão, vice-presidente do Jeep Clube.
Recebidos como parceiros de todas as horas, os jipeiros foram convidados a permanecer o dia inteiro na região, inclusive dando entrevistas a emissoras de rádio locais. “A gente sabe que ainda há muito trabalho a ser feito e toda ajuda será importante para quando as águas baixarem, para reconstruir e também evitar as doenças, as endemias provocadas pelos estragos e das fossas que transbordaram”, disse Cruz, que acrescentou “os jipeiros estarão sempre à disposição”.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Jipeiros debatem ajuda a vítimas de enchentes
Os associados do Jeep Clube de Macapá realizam amanhã a tradicional reunião semanal das quartas-feiras, na Sede Campestre, que fica no Parque de Exposições da Fazendinha. Um dos assuntos a ser colocados em pauta será a possibilidade dos aventureiros ajudarem a famílias desalojadas pelas enchentes que têm sido registradas em municípios do interior do Estado.
Segundo o presidente da entidade, o empresário João da Silva Cruz, existe outra ação social sendo formatada, em parceria com uma concessionária de veículos da cidade, que pretende arrecadar alimentos. "A gente vai apresentar a proposta dessa concessionária e já que vamos ajudar alguém que precisa porque não avaliar a possibilidade de que sejam os desabrigados pelas enchentes", argumentou.
Na verdade, até a reunião será possível levantar as reais condições destes moradores e suas maiores carências. "Se eles não estiverem precisando de alimentos certamente apresentam outras necessidades, como água, remédios ou mesmo apoio para o transporte de seus pertences", avalia o presidente.
Foto: Chico Terra/GEA
terça-feira, 5 de abril de 2011
Capuchinhos agradecem apoio do Jeep Clube
Os frades Capuchinhos, responsáveis pelo funcionamento da Casa do Pão de Santo Antônio, procuraram nesta terça-feira (5) a direção do Jeep Clube de Macapá para prestar contas e agradecer pela iniciativa de organizar o Almoço Solidário do último domingo, como parte das comemorações pelo Dia Mundial do Jipe. O abrigo oferece diariamente mais de 100 refeições a pessoas carentes e pelo que disse o coordenador-geral da Casa, Frei Hennandes, a ajuda veio em boa hora.
O Jeep Clube foi representado pelo presidente de honra, empresário Manoel Mandi, e pelo diretor de Comunicação, jornalista Cleber Barbosa. Frei Hernandes disse que estava preocupado com o estado do telhado do abrigo, tomado por goteiras e no dia seguinte chegou a notícia da iniciativa dos jipeiros em ajudar a instituição. “É por isso que devemos ter fé e confiar na providência divina”, filosofa o religioso.
Para Manoel Mandi, a possibilidade de ajudar a quem precisa é uma das maiores alegrias em fazer parte do Jeep Clube. “Eu nunca me esqueço de minhas origens humildes no Nordeste, por isso estou sempre disposto a ajudar o próximo, assim como os companheiros do Jeep Clube. Frei, pode contar sempre com nossa associação”, disse o presidente de honra dos jipeiros.
Ao final do encontro, Frei Hernandes anunciou que o almoço e os leilões organizados na festa de domingo renderam R$ 6,033 mil e que no próximo domingo os jipeiros serão os convidados de honra da celebração em ação de graças, que ele presidirá na Igreja dos Capuchinhos.
O Jeep Clube foi representado pelo presidente de honra, empresário Manoel Mandi, e pelo diretor de Comunicação, jornalista Cleber Barbosa. Frei Hernandes disse que estava preocupado com o estado do telhado do abrigo, tomado por goteiras e no dia seguinte chegou a notícia da iniciativa dos jipeiros em ajudar a instituição. “É por isso que devemos ter fé e confiar na providência divina”, filosofa o religioso.
Para Manoel Mandi, a possibilidade de ajudar a quem precisa é uma das maiores alegrias em fazer parte do Jeep Clube. “Eu nunca me esqueço de minhas origens humildes no Nordeste, por isso estou sempre disposto a ajudar o próximo, assim como os companheiros do Jeep Clube. Frei, pode contar sempre com nossa associação”, disse o presidente de honra dos jipeiros.
Ao final do encontro, Frei Hernandes anunciou que o almoço e os leilões organizados na festa de domingo renderam R$ 6,033 mil e que no próximo domingo os jipeiros serão os convidados de honra da celebração em ação de graças, que ele presidirá na Igreja dos Capuchinhos.
Dia do Jipe leva alegria e solidariedade a Macapá
A Praça Beira-Rio, em Macapá, foi o cenário ideal para o desfecho das comemorações pela passagem do Dia Mundial do Jipe, antecipado para domingo (3) para aproveitar o final de semana. Mais uma vez os associados do Jeep Clube de Macapá abraçaram uma causa social, promovendo um almoço solidário na Casa do Pão de Santo Antônio, coordenada pelos frades Capuchinhos e que distribui mais de 120 refeições diariamente a pessoas carentes.
A idéia foi a venda de camisetas promocionais alusivas ao Dia do Jipe e isso era o passaporte para o almoço festivo no próprio abrigo, regado a muito churrasco e refrigerantes. “Mas serviu como uma nova confraternização da categoria e com outros proprietários de jipe que não são associados”, disse Janilton Mourão, vice-presidente da entidade.
Por volta das 16 horas, todos deixaram a Igreja dos Capuchinhos e percorreram várias ruas e avenidas da cidade até uma “passadinha” pela por uma trilha próxima à sede campestre do Jeep Clube. “Foi para vestir traje de gala e participar da exposição na Praça Beira-Rio”, disse o piloto Walmir Careca, uma das figuras mais descontraídas da entidade.
O fato é que jipes sujos e outros reluzentes se enfileiraram e rumaram para a orla de Macapá, sendo saudado no caminho pelo público. “Foi uma chegada triunfante, pois a cada dia a sociedade conhece mais sobre a proposta do Jeep Clube e compreende os nossos propósitos”, disse Socorro Cruz, associada e administradora da Sede Campestre.
Reverência – Já na Avenida Beira-Rio, o grupo foi recebido por um potente trio elétrico e por um estande montado pelo Exército Brasileiro. Os militares do 34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS) levaram três viaturas operacionais 4x4, sendo um jipe Land Rover, uma picape Toyota Bandeirante e um caminhão Ford “QT”, que significa “Qualquer Terreno”. O próprio comandante da Unidade, o tenente-coronel de Infantaria Allan Fernando Quint, chefiou o grupo.
O militar, que também é o comandante do Comando de Fronteira do Amapá, deu um show de simpatia e simplicidade, demonstrando perfeito entrosamento e a mesma paixão pelo Jipe. Numa espécie de “ordem do dia” ele subiu no trio elétrico e proferiu verdadeira aula de história sobre a trajetória do jipe e sua importância para as forças militares. “Para nós é uma honra participar deste evento, especialmente pelo cunho social das ações do Jeep Clube”, disse à reportagem o comandante militar.
A idéia foi a venda de camisetas promocionais alusivas ao Dia do Jipe e isso era o passaporte para o almoço festivo no próprio abrigo, regado a muito churrasco e refrigerantes. “Mas serviu como uma nova confraternização da categoria e com outros proprietários de jipe que não são associados”, disse Janilton Mourão, vice-presidente da entidade.
Por volta das 16 horas, todos deixaram a Igreja dos Capuchinhos e percorreram várias ruas e avenidas da cidade até uma “passadinha” pela por uma trilha próxima à sede campestre do Jeep Clube. “Foi para vestir traje de gala e participar da exposição na Praça Beira-Rio”, disse o piloto Walmir Careca, uma das figuras mais descontraídas da entidade.
O fato é que jipes sujos e outros reluzentes se enfileiraram e rumaram para a orla de Macapá, sendo saudado no caminho pelo público. “Foi uma chegada triunfante, pois a cada dia a sociedade conhece mais sobre a proposta do Jeep Clube e compreende os nossos propósitos”, disse Socorro Cruz, associada e administradora da Sede Campestre.
Reverência – Já na Avenida Beira-Rio, o grupo foi recebido por um potente trio elétrico e por um estande montado pelo Exército Brasileiro. Os militares do 34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS) levaram três viaturas operacionais 4x4, sendo um jipe Land Rover, uma picape Toyota Bandeirante e um caminhão Ford “QT”, que significa “Qualquer Terreno”. O próprio comandante da Unidade, o tenente-coronel de Infantaria Allan Fernando Quint, chefiou o grupo.
O militar, que também é o comandante do Comando de Fronteira do Amapá, deu um show de simpatia e simplicidade, demonstrando perfeito entrosamento e a mesma paixão pelo Jipe. Numa espécie de “ordem do dia” ele subiu no trio elétrico e proferiu verdadeira aula de história sobre a trajetória do jipe e sua importância para as forças militares. “Para nós é uma honra participar deste evento, especialmente pelo cunho social das ações do Jeep Clube”, disse à reportagem o comandante militar.
sábado, 2 de abril de 2011
Com 63% dos votos, publicação de fotos vence Enquête
Os internautas mais uma vez manifestaram através do voto suas predileções a respeito do nosso blog. Na enquête da semana, a pergunta foi “O que você gostaria de ver mais no Blog”. As alternativas eram Fotos de expedições, Vídeos de atolagens, Notícias sobre carros 4x4 e Quem é quem no Jeep Clube. A esmagadora maioria dos leitores escolheu a publicação das fotos de expedições dos jipeiros.
Os demais itens receberam a seguinte votação. Vídeos de Atolagens (9,09%), Notícias sobre carros 4x4 (18,18%), Quem é quem no Jeep Clube (9,09%). Com isso, nossa redação vai passar a valorizar mais a publicação dessas fotos e está aberta a doações de jipeiros ou internautas. Talvez o item “vídeo” não tenha sido tão bem votado pela qualidade sofrível da Internet que temos no Amapá, não é mesmo? Até quando?
Os demais itens receberam a seguinte votação. Vídeos de Atolagens (9,09%), Notícias sobre carros 4x4 (18,18%), Quem é quem no Jeep Clube (9,09%). Com isso, nossa redação vai passar a valorizar mais a publicação dessas fotos e está aberta a doações de jipeiros ou internautas. Talvez o item “vídeo” não tenha sido tão bem votado pela qualidade sofrível da Internet que temos no Amapá, não é mesmo? Até quando?
Nova Ranger 2012 é apresentada na Tailândia
Texto: Rodrigo Samy Fotos: Divulgação
A Ford mostrou no Salão de Bancock, na Tailândia, a nova picape Ranger. Com as versões determinados, a utilitária teve sua primeira aparição no Salão do Automóvel da Austrália, que rolou em outubro de 2010. A Ford lançou a Ranger quase no mesmo momento em que a Chevrolet divulgou as primeiras imagens da Nova Chevrolet S10.
Com 5,36 m de comprimento, um vão livre de 800 mm e 1,85 m de largura (sem os espelhos), a nova Ranger com cabine simples tem capacidade para levar na caçamba um volume de 1.820 litros. Já na versão de cabine dupla estendida, o volume do compartimento de carga cai para 1.210 litros. Na opção de cabine dupla, o volume fica em 1.450 litros. A capacidade de carga máxima é de 1.500 kg, enquanto a de tração é de 3.350 kg.
Como opções de motores a nova Ranger oferece: o novo 2,2-litros, Ford Duratorq TDCi, de quatro cilindros, com 375 Nm de torque e 147 cv de potência máxima; outro que promete uma baita eficiência de 3,2-litros, também Ford Duratorq TDCi, só que de cinco cilindros, com 470 Nm de torque e 197 cv de potência máxima; e um flexível (preparação para GNV) de 2,5-litros, quatro cilindros, de 226 Nm de torque e 163 cv.
Segundo a Ford, a Ranger 4x2 a gasolina faz uma média de 10,2 km/l no circuito combinado. Já as versões a diesel fazem 13 km/l (2,2-litros) e 10,4 km/l (3,2-litros). Com um tanque com capacidade para 80 litros, a autonomia da picape ultrapassa os 1.000 km em todas as situações de medições. Com rodas de aço de 18 polegadas, calçadas por pneus Dunlop, a nova Ranger pode ser configurada nas trações 4x2 ou 4x4, independentemente das versões. O ABS e o ESP são de série em todas as opções, assim como os airbags. Um dos itens da lista de opcionais é a câmera de ré na tampa traseira.
Assim como a sua concorrente direta, a Chevrolet S10, a nova Ford Ranger deve chegar ao mercado brasileiro em 2012. Conforme foi colocado na apresentação do modelo na Austrália, a Ford quer comercializá-la em 180 países. Vamos torcer para que ela venha antes disso para cá.
A Ford mostrou no Salão de Bancock, na Tailândia, a nova picape Ranger. Com as versões determinados, a utilitária teve sua primeira aparição no Salão do Automóvel da Austrália, que rolou em outubro de 2010. A Ford lançou a Ranger quase no mesmo momento em que a Chevrolet divulgou as primeiras imagens da Nova Chevrolet S10.
Com 5,36 m de comprimento, um vão livre de 800 mm e 1,85 m de largura (sem os espelhos), a nova Ranger com cabine simples tem capacidade para levar na caçamba um volume de 1.820 litros. Já na versão de cabine dupla estendida, o volume do compartimento de carga cai para 1.210 litros. Na opção de cabine dupla, o volume fica em 1.450 litros. A capacidade de carga máxima é de 1.500 kg, enquanto a de tração é de 3.350 kg.
Como opções de motores a nova Ranger oferece: o novo 2,2-litros, Ford Duratorq TDCi, de quatro cilindros, com 375 Nm de torque e 147 cv de potência máxima; outro que promete uma baita eficiência de 3,2-litros, também Ford Duratorq TDCi, só que de cinco cilindros, com 470 Nm de torque e 197 cv de potência máxima; e um flexível (preparação para GNV) de 2,5-litros, quatro cilindros, de 226 Nm de torque e 163 cv.
Segundo a Ford, a Ranger 4x2 a gasolina faz uma média de 10,2 km/l no circuito combinado. Já as versões a diesel fazem 13 km/l (2,2-litros) e 10,4 km/l (3,2-litros). Com um tanque com capacidade para 80 litros, a autonomia da picape ultrapassa os 1.000 km em todas as situações de medições. Com rodas de aço de 18 polegadas, calçadas por pneus Dunlop, a nova Ranger pode ser configurada nas trações 4x2 ou 4x4, independentemente das versões. O ABS e o ESP são de série em todas as opções, assim como os airbags. Um dos itens da lista de opcionais é a câmera de ré na tampa traseira.
Assim como a sua concorrente direta, a Chevrolet S10, a nova Ford Ranger deve chegar ao mercado brasileiro em 2012. Conforme foi colocado na apresentação do modelo na Austrália, a Ford quer comercializá-la em 180 países. Vamos torcer para que ela venha antes disso para cá.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Passeio e exposição militar pelo Dia Mundial do Jipe
O Jeep Clube de Macapá promove no próximo domingo um almoço solidário em prol da Casa do Pão de Santo Antônio, uma entidade filantrópica coordenada pelos frades Capuchinhos. O evento faz parte das programações pela passagem do Dia Mundial do Jipe, que é comemorado no dia 4 de abril, mas que será antecipado para o final de semana. Na praça Beira-Rio, haverá uma exposição de jipes, inclusive com a montagem de um estande do Exército, que deslocará jipes militares para visitações.
Segundo o presidente de honra do Jeep Clube, o empresário Manoel Mandi, existe no calendário de eventos dos clubes de jipeiros o curioso dia 4/4, ou seja, quatro de abril, uma alusão direta ao fato dos carrinhos terem tração 4x4. “A idéia é reverenciar este veículo tão importante na vida das pessoas, seja para trabalho, lazer ou mesmo do ponto de vista estratégico, afinal foi com seu emprego militar que ele ficou mais conhecido pelo mundo”, argumenta Mandi.
A programação foi anunciada ontem (30) durante reunião ordinária dos associados do Jeep Clube e consiste em uma ação social e também no encontro dos jipeiros. Ao meio-dia de domingo haverá um almoço na Casa do Pão de Santo Antônio, cujo “ingresso” será a aquisição de uma camiseta comemorativa, ao custo de R$ 25, que da direito ao churrasco e acesso ao evento. “Depois disso nós sairemos às 16 horas para um passeio pelas ruas da cidade e concentração em frente ao Macapá Hotel, onde ocorrerá o encontro dos jipeiros”, anuncia João Cruz, presidente executivo da entidade.
Entre as atrações deste encontro, crianças assistidas pela Apae, que ganharão um dia de lazer e passeio de Jeep. Além disso, haverá uma exposição dos veículos militares do 34º Batalhão de Infantaria de Selva e pronunciamento do comandante da unidade, o tenente-coronel Allan Quint, que explicará detalhes sobre a história do jipe e seu emprego nas Forças Armadas. “O jipe é considerado um dos heróis da Segunda Guerra Mundial”, disse o jornalista Cleber Barbosa, que é diretor de Comunicação do Jeep Clube.
Qualquer pessoa que possua um jipe em casa e mesmo que não seja sócio do Jeep Clube poderá participar. A idéia dos organizadores do Dia do Jipe é prestar uma homenagem ao veículo e dar mais uma opção de lazer às famílias amapaenses. “Onde quer que andem, os jipeiros e seus veículos chamam muito a atenção, especialmente das crianças, daí a gente convidar a todos para estar na Praça Beira-Rio na tarde de domingo”, argumenta José Maria Esteves, um dos coordenadores da festa.
Segundo o presidente de honra do Jeep Clube, o empresário Manoel Mandi, existe no calendário de eventos dos clubes de jipeiros o curioso dia 4/4, ou seja, quatro de abril, uma alusão direta ao fato dos carrinhos terem tração 4x4. “A idéia é reverenciar este veículo tão importante na vida das pessoas, seja para trabalho, lazer ou mesmo do ponto de vista estratégico, afinal foi com seu emprego militar que ele ficou mais conhecido pelo mundo”, argumenta Mandi.
A programação foi anunciada ontem (30) durante reunião ordinária dos associados do Jeep Clube e consiste em uma ação social e também no encontro dos jipeiros. Ao meio-dia de domingo haverá um almoço na Casa do Pão de Santo Antônio, cujo “ingresso” será a aquisição de uma camiseta comemorativa, ao custo de R$ 25, que da direito ao churrasco e acesso ao evento. “Depois disso nós sairemos às 16 horas para um passeio pelas ruas da cidade e concentração em frente ao Macapá Hotel, onde ocorrerá o encontro dos jipeiros”, anuncia João Cruz, presidente executivo da entidade.
Entre as atrações deste encontro, crianças assistidas pela Apae, que ganharão um dia de lazer e passeio de Jeep. Além disso, haverá uma exposição dos veículos militares do 34º Batalhão de Infantaria de Selva e pronunciamento do comandante da unidade, o tenente-coronel Allan Quint, que explicará detalhes sobre a história do jipe e seu emprego nas Forças Armadas. “O jipe é considerado um dos heróis da Segunda Guerra Mundial”, disse o jornalista Cleber Barbosa, que é diretor de Comunicação do Jeep Clube.
Qualquer pessoa que possua um jipe em casa e mesmo que não seja sócio do Jeep Clube poderá participar. A idéia dos organizadores do Dia do Jipe é prestar uma homenagem ao veículo e dar mais uma opção de lazer às famílias amapaenses. “Onde quer que andem, os jipeiros e seus veículos chamam muito a atenção, especialmente das crianças, daí a gente convidar a todos para estar na Praça Beira-Rio na tarde de domingo”, argumenta José Maria Esteves, um dos coordenadores da festa.
sábado, 26 de março de 2011
Repórter da TV Amapá vira 'jipeira por um dia'
A jornalista Tatiana Guedes, da TV Amapá, é a mais nova jipeira de Macapá. Pelo menos é o que disse a entusiasmada apresentadora do Jornal do Amapá, depois de pilotar o Jeep Willys do nosso associado Gilson Cohem, neste sábado, na trilha da Fazenda Berro. Na verdade foi uma grande brincadeira, mas com adrenalina de verdade, como parte de uma matéria especial que será exibida na próxima semana pelo programa Amazônia em Revista, da Rede Amazônica, em Manaus (AM).
Segundo Tatiana, a idéia na verdade foi pautada pela matriz da emissora em Manaus, depois da exibição de uma reportagem no Globo Esporte local, sobre os preparativos para a II Trilha Equinócio das Águas, que ocorreu no último final de semana. O produtor Renato Pinto, responsável pelo contato com a diretoria de imprensa do Jeep Clube de Macapá, disse que a matéria vai mostrar que a motivação do Jeep Clube não é só esporte ou lazer, mas também um trabalho social.
Durante a reportagem, gravada integralmente na Fazenda Berro, chamou a atenção da jornalista o fato dos jipeiros terem se transformado em verdadeiros embaixadores do turismo amapaense, ao divulgar em imagens adesivadas nos carros, os principais pontos turísticos do Amapá. “Onde quer que a gente chegue, seja no Brasil ou fora dos nossos limites, somos muito bem recebidos e as pessoas querem saber mais informações sobre o nosso estado”, disse o presidente do Jeep Clube, João Cruz.
A matéria também terá um lado instrutivo, com os associados explicando a importância dos equipamentos de série e também dos acessórios indispensáveis para se realizar uma boa trilha ou mesmo uma viagem por estrada de terra. O programa Amazônia em Revista é gerado aos sábados pela manhã a partir de Manaus e retransmitido em TV aberta para todo o Estado do Amapá.
Segundo Tatiana, a idéia na verdade foi pautada pela matriz da emissora em Manaus, depois da exibição de uma reportagem no Globo Esporte local, sobre os preparativos para a II Trilha Equinócio das Águas, que ocorreu no último final de semana. O produtor Renato Pinto, responsável pelo contato com a diretoria de imprensa do Jeep Clube de Macapá, disse que a matéria vai mostrar que a motivação do Jeep Clube não é só esporte ou lazer, mas também um trabalho social.
Durante a reportagem, gravada integralmente na Fazenda Berro, chamou a atenção da jornalista o fato dos jipeiros terem se transformado em verdadeiros embaixadores do turismo amapaense, ao divulgar em imagens adesivadas nos carros, os principais pontos turísticos do Amapá. “Onde quer que a gente chegue, seja no Brasil ou fora dos nossos limites, somos muito bem recebidos e as pessoas querem saber mais informações sobre o nosso estado”, disse o presidente do Jeep Clube, João Cruz.
A matéria também terá um lado instrutivo, com os associados explicando a importância dos equipamentos de série e também dos acessórios indispensáveis para se realizar uma boa trilha ou mesmo uma viagem por estrada de terra. O programa Amazônia em Revista é gerado aos sábados pela manhã a partir de Manaus e retransmitido em TV aberta para todo o Estado do Amapá.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Berro: Descontração, bom humor e riso frouxo
Tudo bem que era muito carro para tantas paralisações provocadas pelos atoleiros, mas o fato é que apesar de todo o zelo e previsões dos organizadores da Trilha Equinócio das Águas 2011 os aventureiros encontraram uma fórmula infalível para passar o tempo e nem perceber que a hora do almoço ficara para trás: bom humor e descontração. De uma simples zoação por quem ficava atolado até brincadeiras na água e na lama, comandadas pelo “zequinha” Pombo e seus auxiliares.
Tudo era motivo para brincadeiras, desde atolamentos bisonhos, logo explorados pelas gozações da turma, até gente falando ao celular para dizer à esposa em casa que não iria demorar. “Aqui a gente nem lembra que vai ter trabalho amanhã”, disse Gilberto Carvalho, que era um dos convidados mais animados com a brincadeira de domingo.
A criatividade não tinha limites para a turma do apoio. À certa altura, diante da dificuldade dos carros de reboque tirarem uma pesada L-200 chapada em um atoleiro, Pombo não teve dúvidas e passou a cinta de desatolagem pela cintura e tentou puxar o carro na marra. Mas usava tração 4x2, então lembrou desse detalhe e meteu as mãos na lama, passando a tração 4x4 reduzida – o que nem isso resolveu, claro.
Agora, ninguém sofreu mais gozações do que o piloto Maranhão, vítima da maior “pegadinha” do dia. É que ele trafegava logo atrás do carro-guia, a majestade das trilhas mundiais, que é a Land Rover Defender pilotada por ninguém mais ninguém menos do que o dono da Fazenda Berro, o “seu” Zé. Ele atravessou um pequeno lago e seu potente 4x4 nem se abalou com a água à altura do pára-brisa. “Mas quando vi a fumaça branca saindo pelo escapamento, pensei que tinha dado mer...”, disse Zé Maria.
Diante do sucesso alcançado pelo antecessor, Maranhão e seu Troller novinho decidiu copiar a façanha, mas ficou pela metade do caminho, pois o carro estava leve e acabou “boiando”. A cena seria cômica se não fosse apavorante. Mas felizmente logo chegou a cinta salvadora e o carro voltou para “terra firme”. Os mais experientes dizem que uma boa manutenção logo colocará o bruto em condições.
Quem parava para uma foto, corria o risco de ser "batizado" por esse grupo.
Tudo era motivo para brincadeiras, desde atolamentos bisonhos, logo explorados pelas gozações da turma, até gente falando ao celular para dizer à esposa em casa que não iria demorar. “Aqui a gente nem lembra que vai ter trabalho amanhã”, disse Gilberto Carvalho, que era um dos convidados mais animados com a brincadeira de domingo.
A criatividade não tinha limites para a turma do apoio. À certa altura, diante da dificuldade dos carros de reboque tirarem uma pesada L-200 chapada em um atoleiro, Pombo não teve dúvidas e passou a cinta de desatolagem pela cintura e tentou puxar o carro na marra. Mas usava tração 4x2, então lembrou desse detalhe e meteu as mãos na lama, passando a tração 4x4 reduzida – o que nem isso resolveu, claro.
Agora, ninguém sofreu mais gozações do que o piloto Maranhão, vítima da maior “pegadinha” do dia. É que ele trafegava logo atrás do carro-guia, a majestade das trilhas mundiais, que é a Land Rover Defender pilotada por ninguém mais ninguém menos do que o dono da Fazenda Berro, o “seu” Zé. Ele atravessou um pequeno lago e seu potente 4x4 nem se abalou com a água à altura do pára-brisa. “Mas quando vi a fumaça branca saindo pelo escapamento, pensei que tinha dado mer...”, disse Zé Maria.
Diante do sucesso alcançado pelo antecessor, Maranhão e seu Troller novinho decidiu copiar a façanha, mas ficou pela metade do caminho, pois o carro estava leve e acabou “boiando”. A cena seria cômica se não fosse apavorante. Mas felizmente logo chegou a cinta salvadora e o carro voltou para “terra firme”. Os mais experientes dizem que uma boa manutenção logo colocará o bruto em condições.
Quem parava para uma foto, corria o risco de ser "batizado" por esse grupo.
Galeria de fotos da Trilha Equinócio das Águas 2011
Confira alguns registros fotográficos dos bastidores de mais um evento que ficará para sempre nas lembranças dos nossos aventureiros, na Fazenda Berro, que deu o que falar este ano.
Feitiço contra o feiticeiro: o anfitrião Zé Maria também ficou atolado com seu Land Rover. Todo mundo vibrou!
Controle Remoto: piloto e vice-presidente Mourão controla o guincho como se estivesse comandando um "brinquedinho"
O troco: Bordalo com seu jipe Willys rebocando o carro-madrinha? Na verdade o carrinho não deu conta de puxar Chicão com sua Tahoma
Parece mas não é: o piloto Careca estaria pensando em fazer uma chupeta na bateria do mecânico Boca?
De palmo em cima: cinegrafista Nonato não perde o lance e nem a coragem
Fez bonito: Concessionária Amauto enviou como carro-madrinha a potente Triton
Cara de bom gosto: jipeiro Gilson tem carro rubro-negro com bandeira do Fla e tudo.
Carona suja: ajudou no atoleiro e saiu todo enlameado
Feitiço contra o feiticeiro: o anfitrião Zé Maria também ficou atolado com seu Land Rover. Todo mundo vibrou!
Controle Remoto: piloto e vice-presidente Mourão controla o guincho como se estivesse comandando um "brinquedinho"
O troco: Bordalo com seu jipe Willys rebocando o carro-madrinha? Na verdade o carrinho não deu conta de puxar Chicão com sua Tahoma
Parece mas não é: o piloto Careca estaria pensando em fazer uma chupeta na bateria do mecânico Boca?
De palmo em cima: cinegrafista Nonato não perde o lance e nem a coragem
Fez bonito: Concessionária Amauto enviou como carro-madrinha a potente Triton
Cara de bom gosto: jipeiro Gilson tem carro rubro-negro com bandeira do Fla e tudo.
Carona suja: ajudou no atoleiro e saiu todo enlameado
“A escolha correta do pneu é 80% do sucesso”
O piloto Adriano Bosco, o feliz proprietário de um Land Rover Defender, foi ouvido pela reportagem a respeito das dificuldades enfrentadas por alguns pilotos convidados dos jipeiros a participar da Trilha Equinócio das Água 2011. Até mesmo carros sabidamente muitos bons de trilha acabaram barrados diante do rigor dos atoleiros e trechos alagados do circuito. Para Adriano, a escolha do pneu adequado garante 80% do sucesso nas trilhas mais exigentes.
Segundo Adriano, até mesmo os pneus considerados “mistos” não são a garantia de que o jipe ou picape vai se dar bem num atoleiro daqueles bem difíceis. “Os pneus mistos, ou seja, 50% asfalto e 50% terra, são soluções para andar na cidade e no campo, pois no asfalto não gastam tanto e na terra resolvem boas situações”, avalia.
Mas no caso dos obstáculos da Fazenda Berro, o ideal mesmo é o uso de pneus “Mud”, ou seja, com sulcos mais espaçados e profundos do que aqueles usados nas cidades. “Existem pneus 80% terra e 20% asfalto ou ainda aqueles que são 100% terra”, que são mais indicados para os atoleiros e ramais escorregadios”, ensina o piloto.
Segundo Adriano, até mesmo os pneus considerados “mistos” não são a garantia de que o jipe ou picape vai se dar bem num atoleiro daqueles bem difíceis. “Os pneus mistos, ou seja, 50% asfalto e 50% terra, são soluções para andar na cidade e no campo, pois no asfalto não gastam tanto e na terra resolvem boas situações”, avalia.
Mas no caso dos obstáculos da Fazenda Berro, o ideal mesmo é o uso de pneus “Mud”, ou seja, com sulcos mais espaçados e profundos do que aqueles usados nas cidades. “Existem pneus 80% terra e 20% asfalto ou ainda aqueles que são 100% terra”, que são mais indicados para os atoleiros e ramais escorregadios”, ensina o piloto.
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