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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Jipes e picapes "irados" escolhidos por internautas apaixonados pelo Off-road

Esta F250 mais parece um caminhão

Já este caminhão quer parecer uma picape

Quem disse que a F75 não se garante no atoleiro?

Não tem só Suzuki leve não. Olha esse com cara de mau.

Rural 6x6 e com pneu para trilha. Essa tá lindona fale a verdade?

Olha onde foi parar a roda traseira deste Whangler

Este Gol 1000 está preparado para encarar as ruas de Macapá

Como "reformar" uma velha trilha abandonada. Por Fernando X do Sul!

O jipeiro Fernando "X do Sul" mostra nesta sequência de fotos flagradas pelas lentes do Blog Sou Jipeiro que a bordo de um Jeep Willys não tem essa história de rotina, pelo contrário, sempre dá para fazer uma nova história. Ou uma nova trilha, como ele abriu mata adentro, levando irmãos jipeiros para essa carona irada. As imagens foram feitas dias desses ao lado da sede campestre do Jeep Clube de Macapá, onde o mato vire crescendo deixando a trilha abandonada com visual sempre renovado. Veja as fotos e divirta-se com o passeio radical de nossos aventureiros.
Olha a trilha abandonada, tomada pelo mato. Um olhar mais atento vê algo diferente surgir dentro da vegetação.
Agora dá para ver um adesivo com a inscrição "Trilha Berro". É gente conhecida nossa.
Agora não resta dúvida. É um Jeep Willys abrindo caminho pelo mato.
Falta pouco para o Jeep pegar um vento na cara, digo, sair do meio do mato.
Eis que ele surge, valente e com pinta de campeão. Mais um obstáculo vencido!
Depois é só correr para o abraço. Olha como os jipeiros dão risada do feito alcançado.
Fernando X do Sul e seus "convidados", os pilotos Dênis e Pé de Ouro

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Mais vendida em 2015, Chevrolet S10 lidera segmento há 20 anos

© Fornecido por Carplace Chevrolet S10 Freeride

A Chevrolet celebra 2015 como mais um ano de liderança da picape S10 no mercado brasileiro. Lançada em 1995, a camionete lidera a categoria há 20 anos consecutivos e só no ano passado conseguiu emplacar 33.320 unidades. A efeito de comparação, a Toyota Hilux, recém-renovada, foi a única rival capaz de se aproximar da norte-americana, com 32.900 emplacamentos. Demais concorrentes alcançaram apenas metade desses números, incluindo Ford Ranger (16.883), Mitsubishi L200 (14.504) e Volkswagen Amarok (12.212).

Amparada por uma das maiores redes de concessionárias do país, a S10 também tem a seu favor a gigantesca gama de versões. Ao todo, são nada menos que três modelos de carroceria (Chassis Cab, simples e dupla), três opções de motor (2.4 flex, 2.5 flex com injeção direta e 2.8 CTDI), três de câmbio (manual de cinco ou seis marchas e automática de seis), duas de tração (traseira e 4×4) e seis versões de acabamento (Advantage, Freeride, LS, LT, LTZ e High Country).
Interior da S10 FreerideInterior da S10 Freeride
Para os próximos meses está programada a primeira mudança visual desta geração. Será uma resposta direta à nova geração da rival Hilux (que promete brigar pela liderança neste ano) com inspiração na Colorado norte-americana em detalhes da dianteira.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Já viu a picape da Fiat com tração nas quatro? Então confira o Fiat Toro

A Fiat Toro já está sendo produzida em Goiana/PE e um exemplar em configuração definitiva foi flagrada pelo leitor Assuero Silva.

O modelo visto nas imagens é da versão Volcano e está equipada com transmissão automática de nove marchas e tração nas quatro rodas. O veículo estava com um papel escrito “carro em G”, o que poderia indicar o combustível no tanque.

Nesse caso, o motor em uso pode não ser o diesel 2.0 Multijet, mas provavelmente um 2.0 Tigershark, dado a introdução do câmbio de nove marchas da ZF, assim como ocorre no Jeep Cherokee 2.4, por exemplo.

No visual, podemos observar muitos detalhes cromados, assim como a tampa da caçamba de carga bipartida. Com capota marítima, a Fiat Toro Volcano tem inclusive rack no teto em acabamento prateado. O modelo só não dispõe de grade protetora no vidro traseiro e nem santantonio personalizado.

Na frente, destaque para os faróis em posição mais baixa, bem como os repetidores de direção elevados e separados. As rodas de liga leve parecem ser aro 18 polegadas.


Já a suspensão é bem elevada, deixando o veículo com um visual ainda mais robusto. Se a Fiat Toro Volcano estiver disponível com motor 2.0 Flex mais forte que o 1.8 E.torQ, então terá um impulso maior nas vendas.

Agradecimentos ao Assuero.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Quem disse que jornalista não pilota? Cleber Barbosa no pódio

Olha esse pega entre os jipes Mahindra e Javali, que aconteceu durante o 2º Fest Jeep no Meio do Mundo, em Macapá. O evento é promovido pelo Jeep Clube de Macapá e este ano chega à sua oitava edição, nos dias 23, 24 e 25 de setembro, no Parque de Exposições da Fazendinha. A pista é semelhante à de Brusque (SC), onde ocorre a FenaJeep. A Mahindra pilotada por Cleber Barbosa vence com folga a bateria disputada com o Javali 'cara de mau'. Cleber terminou a competição na terceira colocação, na categoria diesel, subindo ao honroso pódio.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Veja os carros que poderão sair de linha em 2016

Todo ano há os novos modelos que chegam ao mercado e há aqueles que abandonam o catálogo para dar lugar às novidades. Não tem jeito. Em 2015, por exemplo, a Chevrolet deu adeus ao Celta, enquanto a Mitsubishi tirou de linha o TR4 e a Chery eliminou do portfólio o Face.
Até os carros premium sofrem desse mal, com a Mini excluindo de seu catálogo no ano passado os modelos Coupé e Roadster e a Land Rover dando adeus ao Freelander. A lista inclui ainda VW Polo, Nissan Livina e Grand Livina, Suzuki SX4 e toda a linha da Mahindra, que encerrou suas atividades no País em 2015.
Leia mais:
Agora, 2016 mal começou e já fez suas primeiras vítimas. Confira a seguir os modelos que já não são mais encontrados nas concessionárias e outros que ainda podem deixar o mercado brasileiro ao longo do ano.
1. VW Passat Variant
A perua Passat Variant saiu oficialmente da tabela de preços da Volkswagen em janeiro. Vendida no País desde 1994, ela foi descontinuada em função da chegada da Golf Variant no ano passado – a empresa entende que a perua do Golf atende o mesmo cliente que buscava a Passat Variant e que não há necessidade de importar os dois modelos. E mesmo com o lançamento da nova geração do Passat aqui, sua importação foi descartada pela empresa.
2. Peugeot RCZ
Outro modelo que já deu adeus ao mercado brasileiro é o esportivo Peugeot RCZ, também ausente na tabela de preços oficial da fabricante desde janeiro. O cupê, vendido aqui desde 2011, vinha importado da Áustria com motor 1.6 turbo THP de 165 cv.
3. Chevrolet Classic
Depois da despedida do Celta no ano passado, em 2016, quem deve dar adeus é o sedã compacto Classic, atualmente fabricado na Argentina. Por enquanto, ele ainda não possui um substituto definido. Sua situação no mercado brasileiro ficou mais difícil depois que a Prefeitura de São Paulo estipulou novas regras para a homologação de carros para serem usados com táxis, exigindo entre-eixos de pelo menos 2,45 m e largura mínima de 1,65 m, ambas medidas não atendidas pelo sedã. O Classic é o sedã mais vendido na história da GM no Brasil, com mais de 20 anos no mercado sem sofrer mudanças significativas. Ele foi comercializado como Corsa Sedan entre 1994 e 2004, quando recebeu o nome Classic diante do lançamento do Novo Corsa – já descontinuado.
4. Renault Clio
Mais um modelo de entrada com os dias contados é o Renault Clio, que será substituído pelo Kwid no País. O Kwid será produzido na fábrica de São José dos Pinhais (PR), com início ainda em 2016, quando ele deverá chegar às lojas brasileiras. Bastante defasado em relação ao modelo europeu, o Clio foi lançado aqui em 1996 vindo da Argentina e equipado com motores 1.0 e 1.6, embora atualmente ele seja oferecido somente com o propulsor menor.
5. Fiat Uno Vivace
A chegada do novo compacto Fiat Mobi ainda é cercada de dúvidas, embora seja certo que ele será lançado ainda em 2016, mais provavelmente no primeiro semestre, antes mesmo do Salão de São Paulo em novembro. Sabe-se que o modelo ficará abaixo do Uno, inclusive em preço. Diante disso, é de se esperar que ele venha para substituir o Uno Vivace, ainda vendido com o visual antigo, mas não é descartada também a possibilidade de ocupar o lugar de carro de entrada da marca hoje pertencente ao Palio Fire. É provável que, ao menos nos primeiros meses, Palio Fire e Mobi convivam juntos no portfólio da fabricante.
6. Fiat Siena EL
Outro carro que não se enquadra mais nas novas regras de largura e entre-eixos mínimos para táxis na cidade de São Paulo é o Siena EL, o que pode antecipar sua aposentadoria para 2016. O modelo é vendido no País desde 1997, sendo hoje um projeto bastante defasado que se destaca pelo preço abaixo dos R$ 40 mil. 
7. Mercedes-Benz GLK
A Mercedes-Benz está renovando todo o seu catálogo, inclusive com novas nomenclaturas. Por isso, o SUV GLK sai de cena no ainda no primeiro trimestre de 2016 para dar lugar ao GLC, um utilitário esportivo baseado no Classe C – daí vem o seu nome – com que compartilha a plataforma. Na verdade, o GLC é a segunda geração do GLK, mas com denominações diferentes isso não invalida a aposentadoria do modelo anterior. A previsão de lançamento é ainda no primeiro trimestre deste ano.
8. Mercedes-Benz SLK
O esportivo SLK irá abandonar o portfólio da marca para ser substituído pelo SLC, modelo apresentado neste mês durante o Salão de Detroit e que tem estreia no Brasil prevista para setembro.
9. Mercedes-Benz ML
Seguindo a renovação da linha, a Mercedes-Benz também aposenta neste ano o SUV ML, que dá lugar o recém-lançado GLE. O ML desembarcou no País em 1997 e estava em sua segunda geração desde 2007. Com a nova nomenclatura, sai a sigla ML e entra a GLE para batizar a reestilização do modelo. O nome vem do Classe E, com quem o SUV divide a plataforma.
10. Mitsubishi Lancer Evolution
O lendário sedã com vocação esportiva Lancer Evolution deve abandonar o mercado mundial neste ano. Ele ganhou uma versão de despedida nos Estados Unidos, chamada de Final Edition, enquanto o Brasil teve uma configuração exclusiva, a John Easton de 340 cv de potência. Foram disponibilizadas apenas 90 unidades no País.

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Qual o melhor: viajar de carro, avião ou ônibus?

Viajar é bom e todo mundo gosta. Seja com os amigos ou com a família, uma viagem de férias é sempre motivo de alegria para a maioria das pessoas. No entanto, para que tudo ocorra do jeito esperado, planejar com antecedência deve fazer parte do roteiro. E um dos detalhes que devem estar previstos neste planejamento é o meio de transporte a ser utilizado para que todos cheguem felizes na cidade destino.

Pensando nisso, o Agente Imóvel elaborou este artigo com o objetivo de apresentar as principais vantagens dos meios de transporte mais comuns durante viagens a longa distância. Depois de conferir essas informações, será mais fácil decidir: avião, ônibus ou carro?

Avião: rapidez e tranquilidade
Para longas distâncias, o avião é, na maioria das vezes, a melhor opção. Além da economia de tempo, há também o benefício das passagens promocionais e formas de pagamento acessíveis. Entretanto, ao viajar de avião, o turista deve estar preparado para arcar com algumas taxas e, de acordo com a situação, despesas com o translado do aeroporto ao hotel e vice-versa.

Viajar de avião é mais prático, sendo possível chegar mais rapidamente a qualquer destino | Foto: Flickr.

Para aproveitar as vantagens das passagens promocionais, basta um clique. Nos sites de empresas aéreas, são lançadas promoções diariamente. Muitas delas são relâmpago e, por isso, quem quer viajar deve ficar atento e, de preferência, com seu cartão de crédito disponível para realizar a compra, já que os estes bilhetes se esgotam rapidamente. Para não ser surpreendido negativamente, analisar exigências como impossibilidade na alteração das datas do vôo e tempo mínimo de permanência no destino é importante.

Carro: bons momentos, tanto com os amigos quanto com a família
Uma viagem de carro em família, principalmente com crianças a bordo, possui vantagens e desvantagens. Por exemplo, o custo com a gasolina, revisão no veículo e pedágios podem gerar gastos inexistentes em uma viagem de ônibus ou de avião. Entretanto, a flexibilidade para pausas e descanso pode compensar. Além disso, o momento é excelente para aproximar a família.

Ao viajar de carro, é possível aproveitar bons momentos em família ou com os amigos, além de conseguir contemplar a paisagem durante o trajeto | Foto: Flickr.

E quando o passeio é feito entre amigos, os benefícios são maiores. Isso porque há a possibilidade de dividir as despesas, assim como a de revezamento entre os motoristas, o que acaba gerando economia de tempo e dinheiro.

Para fazer uma boa viagem de carro, uma sugestão é pesquisar a distância entre os destinos desejados, situação das estradas e rodovias a serem percorridas e valor dos pedágios. A estratégia também pode poupar dinheiro, além de proporcionar uma viagem mais segura.

Ônibus: mais economia
Provavelmente, esta seja a menos confortável das opções. A viagem de ônibus é geralmente mais demorada, principalmente quando o passageiro viaja sozinho, já que, assim, fica mais difícil se manter distraído. Quando há companhia, a jornada neste meio de transporte pode ser mais agradável.

A maior vantagem de viajar de ônibus é a economia | Falando em Viagem.

Uma vantagem é que muitas empresas oferecem lanches, cobertores e travesseiros aos turistas, proporcionando uma viagem mais tranquila. Além disso, passagens rodoviárias são mais baratas, o que permite que dinheiro seja poupado para as suas férias

Para que a experiência seja a melhor possível, passageiro deve usar roupas leves e confortáveis, lembrando de levar consigo um agasalho e outros produtos necessários para um trajeto sem maiores preocupações.

E então: avião, carro ou ônibus? Como será feita a sua próxima viagem?

Jeep Clube de Macapá agora tem grupo no Facebook


Jeep Club Macapá




Grupo Jeep Clube de Macapá no Facebook.

Qualquer clima é ideal para começar uma aventura. A Andrea Souza fez história de Jeep Renegade, que combinou até com a cor do dia.‪#‎MakeHistory‬ ‪#‎oIIIIIIIo‬

ANTIGOMOBILISMO | Clássicos Brasil 2016 reúne relíquias do antigomobilismo Nacional

São Paulo, 21 de janeiro de 2016 - Realizada pela ZR Soluções Automotivas, RRBB Propaganda e Marketing e DTS Promoções e Eventos, o 2º Clássicos Brasil acontece de 23 a 25 de janeiro de 2016, no feriado de aniversário de São Paulo (462 anos), no Clube Hípico de Santo Amaro.  “Nosso foco é colocar em um mesmo local diversos modelos, xodós de seus colecionadores, e preservar a cultura do automóvel nacional”, afirma José Ricardo de Oliveira, da ZR Soluções Automobilísticas, empresa que está no mercado há 25 anos, com soluções automotivas e eventos no segmento por todo o Brasil.
Em sua 2ª edição, o maior evento de carros clássicos nacionais do Brasil reúne relíquias como Romi Isetta, DKW Universal, VW Kombi Standard, VW Monarca, Esporte Brasília, Fusca 1200 Pé de Boi, Opala 3800, Shark, Galaxie 500, Karmann Ghia Coupé, Ford Corcel GT, Alfa Romeo JK, VW Variant, Galaxie LTD Landau, Dodge Charger R/T, Ford F 75, Maverick Coupé V8, Maverick Sedan V8, Chevrolet Chevette, VW Brasilia, Dodge Dart, Envemo Super 90, Escort L, entre outros. Nesta edição contará também com 20 motos Honda, caminhões antigos e a ilustre presença de Wilson Fittipaldi Junior em sessões de autógrafo durante o evento.
Entre os destaques estão:
O primeiro carro de Fórmula 1, Fittipadi FD 01, produzido no Brasil há 40 anos da equipe Fittipaldi. Emerson Fittipaldi e Wilson Fittipaldi Jr. realizaram um sonho de construir o primeiro e único carro de Fórmula 1 brasileiro. Estreou em 1975 no GP da Argentina. 
Opala - campeão da primeira temporada da Stock Car em 1979. A categoria foi lançada com o total apoio e incentivo da General Motors do Brasil. O piloto Paulo Gomes (hoje presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo) foi campeão da primeira temporada com este carro. A primeira corrida foi em 22 de abril, no Autódromo de Tarumã/RS, e contou com a presença de 19 carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros de 4 100 cm3.
DKW Universal 1956 - um dos primeiros carros a serem produzidos após aprovação da lei de incentivo fiscal para carros com produção totalmente nacional. 
Gurgel Itaipu E400 1974 - desenvolvido pela Gurgel, o modelo prioriza o baixo consumo e pouca emissão de poluentes no ar. O nome é alusivo a Hidrelétrica de Itaipu. 
Bino Mark I 1966 - recriação fiel do modelo que correu na década de 60 e foi vencedor de várias corridas. O modelo semelhante sofreu um grande acidente numa competição no Rio de Janeiro na década de 60 e ficou destruído. 
Fúria Alfa 1970 - criado por Toni Bianco em 1970. O modelo se enquadrava na categoria Protótipos e, depois, Divisão 4. Apenas cinco exemplares foram construídos artesanalmente numa oficina em São Paulo. Sua carreira nas pistas durou até 1973, com vitórias sobre famosos bólidos da época, como o Bino de Luiz Pereira Bueno e a Carretera 18 de Camillo Christófaro. 
Desenvolvido e produzido pela lendária concessionária Ford Souza Ramos, o Maverick perua 1976 teve somente 100 unidades produzidas.
Malzoni 1966 - carro produzido por Rino Malzoni entre 1964 e 1966, o modelo usava chassis e mecânica DKW com carroceria de fibra de vidro. Foi um carro extremante rápido nos autódromos brasileiros. Estima-se que foram produzidos 35 unidades. 
Premiação
Os automóveis expostos, cerca de 120 carros, serão avaliados e premiados os mais originais de cada época. A avaliação será de acordo com a orientação da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), em que serão consideradas, principalmente, originalidade e importância histórica. “Queremos que este prêmio tenha reconhecimento e carregue com ele a qualidade e importância do nosso evento e que seja o reconhecimento ao expositor”, diz Oliveira.
Os carros serão classificados dentro de uma das cinco categorias, divididas por períodos: categoria JK (veículos fabricados até 1960), Tropicalismo (entre 1961 e 1966), Milagre Brasileiro (entre 1967 e 1973), Geração Disco (entre 1974 e 1982) e Nova República (entre 1983 e 1992).
A categoria JK retrata a infância da indústria automobilística brasileira, com os primeiros modelos fabricados por aqui, ainda com algumas (ou muitas) peças importadas e similares aos modelos de origem das matrizes das fábricas.
Com o desenvolvimento da indústria brasileira entre 1961 e 1966, os veículos passaram a ter alto índice de nacionalização (mais de 90%) e isso incrementou a indústria de autopeças nacional. Projetos, alterações e modelos brasileiros, exclusivos surgiram, consolidando o parque industrial do Brasil. Neste contexto serão julgados os automóveis inscritos na categoria Tropicalismo.
Entre 1967 e 1973 - que refere-se a categoria Milagre Brasileiro - aconteceu um grande desenvolvimento, devido a diversos investimentos das fábricas, fortalecendo ainda mais nossa indústria. Isso durou até a crise mundial do petróleo, no ano de 1973.
A categoria Geração Disco, dois fatores importantes marcaram esta época: o lançamento de uma nova geração de carros médios, menores e mais econômicos - uma forma encontrada para sobreviverem a crise do petróleo - e o fechamento do mercado para importações de automóveis a partir de 1975. Isso mudou todo o cenário de produtos e do mercado Brasileiro nessa década.
A última categoria, Nova República, engloba os veículos fabricados entre 1983 e 1992. Nesta época as grandes fábricas se globalizaram e surge o conceito do "Carro Mundial", fabricado em diversos países e com componentes vindos de diversas fábricas, fornecedores e filiais de vários países. Isso até a abertura das importações pelo governo no início da década de 1990. Vale ressaltar que para efeito de premiação são considerados veículos com mais de 30 anos de fabricação.
O 2º Clássicos Brasil contará ainda com espaço para comercialização de automóveis antigos nacionais, espaço mulher, espaço kids, praça de alimentação e um bar central. Com a proposta de fazer o lançamento de um carro revitalizado por edição, a surpresa para 2016 promete deixar os amantes do carro antigo nacional ainda mais apaixonados. “Será surpresa, como foi com o Monarca 1954 ano passado. Posso adiantar que todos irão aprovar a escolha”, comenta o organizador.
O evento, referência no antigomobilismo, tem a chancela da FBVA e como embaixador Fábio de Cillo Pagotto. Além dos 120 clubes espalhados pelo Brasil, os números do segmento impressionam e mostram ainda 150 mil colecionadores por todo o país. “Nós, colecionadores, acreditamos muito na história do carro nacional. Todos, de alguma forma, temos alguma lembrança ou um laço com um carro. Certamente, quem tem mais de 30 anos tem uma história para contar. Então vamos para mais um evento que irá nos remeter a essa época”, destaca Oliveira.
Premiado em 2015 na categoria JK (veículos fabricados até 1960): VW Monarca - Alexandre Atie Murad
História do carro nacional
O primeiro veículo automotor montado no Brasil foi a Romi-Isetta, em 1956, cuja origem remonta de poucos anos antes, quando a empresa italiana Iso começou a produzir o microcarro Isetta. Esses pequenos veículos tiveram uma boa aceitação nos países em recuperação após a Segunda Guerra Mundial, porém a Isetta chegou tarde, sendo produzida de 1953 a 1956, na Itália. Foi quando começou a ser produzida no Brasil, pela empresa paulista Romi – por isso chama-se Romi-Isetta, ou Romiseta – e pela BMW alemã. Destaques ainda nos anos 50 e 60, os pioneiros foram: VW Sedan, VW Kombi, DKW, Simca, Aero-Willys e JK.
Poucos anos depois de os primeiros automóveis brasileiros começarem a sair das linhas de montagem, o espírito nacional teve início nas mentes de alguns dos executivos de então. Além de aumentar os índices de nacionalização dos veículos, que eram fabricados no Brasil, mas ainda tinham muitos componentes importados, algumas ideias relativas a adaptar os carros ao gosto dos brasileiros começaram a ser postas em prática. Foi ainda em 1962 que o primeiro automóvel ‘inteiramente concebido e construído no Brasil’ foi apresentado, o novo Aero-Willys 1963. Ainda em meados dos anos 60, os destaques eram: Ford Galaxie, DKW Fissore, Simca Jangada.
Os últimos anos da década de 60 foram muito empolgantes para a indústria automobilística brasileira. A incorporação da Willys pela Ford, da Simca pela Chrysler e da DKW-Vemag pela Volkskagen  prometia o início da evolução dos carros nacionais. A começar pela Volkswagen, que em 1967 tomou a atitude decisiva para a manutenção do sucesso de seus modelos: aumentou a potência dos motores, que passaram de 1.200 cm3 para 1.300 cm3 para o Sedan e 1.500 cm3 para a Kombi e o Karmann Ghia. Na transição dos anos 1960/1970 pode-se citar: Chevrolet Opala, Ford Corcel, Dodge Dart, Ford Maverick, Chevrolet Chevette.
Paralelo à evolução da indústria automobilística nacional, que se baseava nos modelos já existentes em outros mercados, algumas marcas genuínas brasileiras foram surgindo, resultado da inventividade e do talento de alguns projetistas nacionais. É o caso da Puma, que teve início em 1966 com o esportivo para competições Malzoni, com mecânica DKW, e que depois se tornou comercialmente viável com a marca Puma, a partir de 1967. De 1968 até os anos 80, o Puma brasileiro se tornou um enorme sucesso, com mecânica VW. E hoje é um clássico. Na transição dos anos 1960/1970, destaque para: Chevrolet Opala, Ford Corcel, Dodge Dart, Ford Maverick, Chevrolet Chevette.
No meio desse fogo cruzado chega a Fiat, em 1976, com o seu pequeno popular 147. Mesmo com uma grande dose de preconceito contra o carrinho compacto, que tinha ronco de ‘enceradeira’ e ainda não havia atingido um nível aceitável de qualidade (ou seria robustez?), o Fiat 147 fez a sua história e conquistou os brasileiros. Toda a linha da marca italiana no Brasil era derivada do 147, que usavam motores de 1.050, 1.300, 1.400, 1.500 e 1.600 cm3. Mesmo com a chegada do Fiat Uno, em 1984, o 147 ainda se manteve no mercado por um bom tempo. Hoje, os primeiros Fiat 147 também já são bastante disputados pelos colecionadores.
Clube Hípico de Santo Amaro
O local que abrigará o evento é outro convite para o passeio: Clube Hípico de Santo Amaro, que conserva edificações de uma antiga fazenda, onde prevalecem aspectos do Brasil colonial. Fundado em 1935 e localizado na zona sul de São Paulo, ocupa uma área de 330.000 m² de bosques e jardins no coração da capital paulista. O Clube está encravado em uma região da Mata Atlântica e seus bosques e jardins servem de moradia para diversas espécies de aves e pequenos animais silvestres. As estruturas originais da maior parte das edificações da Fazenda Itaquerê são preservadas. Toda a sua extensão é contornada pelo percurso de cross country em uma trilha de 2.360 m, um aconchegante refúgio à vida urbana e onde se pode observar de perto maritacas, saguis e outros animais.
Programação
Dia 23 de janeiro
10h – Abertura para o público e feira de peças
16h – Sessão de autógrafos com Wilson Fittipaldi Junior
19h - Encerramento da exposição
Dia 24 de janeiro
11h – Lançamento de um clássico brasileiro produzido somente uma unidade para o Salão do Automóvel da década de 70
13h às 16h – Avaliação dos carros inscritos
16h - Sessão de autógrafos com Wilson Fittipaldi Junior
17h - Happy Hour - Bar Central
18h - Encerramento da Exposição
Dia 25 de janeiro
12h - Sessão de autógrafos com Wilson Fittipaldi Junior
14h – Cerimônia de premiação
18h – Encerramento da Exposição

SERVIÇO:
2º Clássicos Brasil
Data: 23 a 25 de janeiro de 2016
Horário: dia 23, das 10 às 19h | dias 24 e 25, das 11 às 18h
Local: Clube Hípico de Santo Amaro - Rua Visconde de Taunay, 508, Santo Amaro
Ingressos: R$ 25,00 | Meia entrada para idosos, estudantes com carteira para comprovação e crianças até 10 anos de idade | Pagamento em dinheiro ou cartão de débito/crédito
Capacidade: 10 mil pessoas
Vallet: R$ 25,00 | Capacidade: 500 veículos
Contato da Hípica: (11) 5694.0606 e 5694.0600
Inscrições, programação e informações: www.classicosbrasil.com.br