PUBLICIDADE

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Após acidente, jipeira amapaense recebe solidariedade e apoio

Juliana (ao centro) fazendo o que gosta: com as amigas e coberta de lama, carinho e amizade
Uma das mais irrequietas e apaixonadas jipeiras do nosso Clube, a bela Juliana Leite Chaves está fora de combate por estes dias. Ela sofreu um lamentável acidente automobilístico, quando a Van que fazia transporte dela de de outros colegas de escola foi atingida por um caminhão. Felizmente não há indícios de fraturas, mas nossa guerreira está sem os movimentos nas pernas. O Blog empresta sua solidariedade e roga aos céus pela mais breve recuperação desta companheira de trilhas, filha do nosso querido associado Wantuíler Chaves Júnior. Você amigo (a) leitor (a) também pode ajudar com suas orações, rezas ou mesmo com pensamentos positivos de que a Juliana logo saia desse "atoleiro". Estamos juntos amiguinha, força e muita fé em Deus.

Turbine suas trilhas registrando com câmeras automotivas


Caros amigos.

Quero apresentar a Filmadora dupla automotiva CarCam III.

Essa filmadora grava com duas lentes simultaneamente, imagens em HD (Alta definicao), alem de som e velocidade em tempo real, ponto a ponto, atraves de GPS.
As lentes independentes tem area de atuacao de 180 graus (total 360 graus)
O GPS grava todo o trajeto com registro de tempo e velocidade ponto a ponto atraves do Google Map.

A Filmadora Carcam III equivale a 2 GoPro + gravador de trajeto custando a metade do preco da GoPro.
Apenas R$600,00.

Maiores informacoes, veja o video abaixo e a descricao anexa (em inglês).


Enviamos para todo o Brasil, a partir de Sao Paulo, por Sedex a cobrar.

Toni Barros.
Fone Florida - USA: 1 561 929 7369

Almir Bretherik.
Fone Sao Paulo - Brasil: 11 - 997809710

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Nova Blazer é apresentada no Salão do Automóvel-SP


Depois da noite de gala para o pequeno Onix, a GM dedicou sua apresentação no Salão do Automóvel de 2012 aos grandalhões que devem cativar as classes A e B, Chevrolet Trailblazer e a nova geração do sedã Malibu.

MALIBU: VEM OU NÃO VEM?

  • Divulgação
    Segundo a GM, a exposição do modelo no Salão de SP serve apenas para "conhecer a reação do público"; importação, porém, não está descartada
  • Divulgação
Por ora, apenas o SUV é oficial: desenvolvido no Brasil junto com a picape S10, de quem herda plataforma e visual, chega no final de outubro para ser opção sofisticada e de conteúdo da marca, embora sem preço definido (o piso, no entanto, ficará acima de R$ 100 mil). Ou seja, o oposto do que era o antigo Blazer, tradicional "carro de polícia".
Segundo Santiago Chamorro, diretor de marketing e pós-vendas da Chevrolet, "não será um carro de grandes volumes, mas completo, competitivo e ancorado por tradição da S10 e rede de 600 lojas no país". Traduzindo, e como UOL Carrosadiantou no último dia 12: sete lugares, motores V6 a gasolina de 239 cv e 2.8 turbodiesel de 180 cv, ambos com câmbio automático de seis marchas, e versão única LTZ.
A história do novo Malibu é outra: apresentado em Frankfurt 2011, há um ano, vem apenas como showcar, segundo executivos. A meta é experimentar a reação do brasileiro, que já está de olho no novoFord Fusion.
Só experimentar? A configuração é "real", pronta para exportação, com motor Ecotec 2.4, fabricada na Coreia (como o Sonic) e disponível no Uruguai.

Há como peitar o Fusion? Os EUA testam o motor 2.0 turbo, ainda não homologado para a gasolina existente no Brasil. Nada impede, porém, que num futuro próximo uma ou ambas as versões estejam disponíveis por aqui.

Veja mais fotos do novo Chevrolet Trailblazer 2013

Foto 1 de 18 - Chevrolet Traiblazer, SUV produzido na fábrica de São José dos Campos (SP), será oferecido em versão única, LTZ Murilo Góes/UOL

CARSALE MOSTRA ONIX E TRAILBLAZER

Suzuki apresenta primeiro jipe feito no Brasil



A Suzuki apresentou nesta terça-feira no Salão do Automóvel de São Paulo o utilitário esportivo Jimny, um jipe 4×4, o primeiro modelo da marca fabricado no Brasil.
O carro está disponível nas versões Jimny 4All,  4Work,  4Sport e 4Sun, com teto solar panorâmico.
Tem motor de alumínio movido à gasolina, 1.3 (DOHC), com 16 válvulas, 85 cavalos de potência a 6.000 rpm com torque máximo de 110 Nm a 4.100 rpm e transmissão manual de cinco marchas.
A corrente de comando, velas de longa duração e escape de aço inox garantem rendimento durante toda a vida útil do veículo, segundo o fabricante.
Em conjunto com a injeção eletrônica multpoint sequencial, o sistema garante otimização do consumo de combustível e baixa emissão de poluentes.
O início das vendas do Jimny está previsto para o ano que vem.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Jipeiros de Macapá partem para expedição rumo ao Cunani

Este é considerado um dos maiores sítios arqueológicos do Amapá, no Cunani
Os associados do Jeep Clube de Macapá partem nesta sexta-feira para o município de Calçoene, distante cerca de 330 quilômetros de Macapá. O objetivo é visitar a Vila do Cunani, que outrora já foi chamada de República, num movimento separatista que previa sua independência desta parte do Brasil. É lá também que foi anunciada uma das maiores descobertas sobre a história do Amapá, um sítio arqueológico que seria voltado a se observar o fenômeno do Solstício. É neste cenário de história e conhecimento científico que se passa a mais nova aventura jipeira.
Ilealizador da expedição é o jipeiro José Maria Esteves, o Zé da Avicap
Segundo o idealizador da viagem, o piloto José Maria Esteves, a maior motivação é que os associados conheçam cada vez melhor os próprios domínios do Amapá e assim se tornarem multiplicadores do enorme potencial tur[istico que o Estado possui.

República do Cunani
O termo Cunani vem do tupi, e é um dos nomes do tucunaré, peixe da região amazônica. A atual vila de Cunani é distrito do município de Calçoene. Deve possuir cerca de 500 habitantes entre os que moram na sede e os da região ribeira. A base econômica é a pesca e a pequena agricultura. A extração de madeira é outra frente econômica, mas o trabalho é todo manual, por não existir serraria motorizada. Os meios empregados são os serrotes, manejados por dois homens, um em cima e outro em baixo da tora de madeira, suspensa quase dois metros. Este procedimento já era empregado no século XVIII, período da escravidão negra no Brasil.
                           
Escudo da República do Cunani
Escudo da República do Cunani - Acervo Edgar Rodrigues
A vila possui uma escola, um posto de saúde e um posto de telecomunicações. O pequeno comércio é abastecido com mercadoria trazida de Calçoene ou comprada a bordo de barcos regatões que de tempo em tempo vão entrando nos rios, aparecendo aqui e ali povoados isolados. O campo de pouso falta ser recuperado. Pode-se alcançar a vila por dois caminhos: pelo oceano, saindo de Calçoene, a viagem dura 10 horas em barco motorizado. A pé ou a cavalo, pela praia, também é possível, saindo de um lugarejo chamado Cocal.
Por que este povoado tão pequeno e isolado despertou a cobiça de aventureiros como Jules Gross e Adolph Brezet, chegando eles a transformar essa região, por duas vezes, em república independente? Mas a República de Cunani não constituiu um fato isolado. A própria cobiça francesa por toda a região do Contestado se verificou ali culminando com vários conflitos armados ocorridos entre franceses e brasileiros.
A sanha de Jules Goss e seus aventureiros provocou, assim, o aparecimento da República em 1885, que foi logo abafada pelo próprio governo francês, por causa da situação ridícula que causou à França. Mesmo assim, houve uma segunda tentativa, provocada por outro francês de nome Adolph Brezet, em l902, mas foi sufocada, desta vez, pelo governo brasileiro. Mesmo com sua duração efêmera, os selos e moedas do Cunani atualmente representam valores incalculáveis para filatelistas e numismatas.

Os mistérios sobre o tal "Stonehenge" amazônico

Os mistérios sobre este achado arqueológico aguçam a curiosidade de pesquisadores
A primeira escavação em misterioso círculo de pedra no Amapá descarta tese de que seus construtores vieram do Caribe. Casal de arqueólogos da Universidade Federal de Campina Grande diz, no entanto, ainda não poder confirmar se monumento era de fato um observatório astronômico pré-histórico. O lugar já tem até nome: Parque Arqueológico do Solstício. Mas os arqueólogos que estudam o local não sabem ainda se o estranho círculo de pedras feito em Calçoene, norte do Amapá, é realmente de um antigo observatório indígena.
O que eles sabem é que as escavações no monumento, iniciadas neste ano, parecem enterrar a hipótese atual sobre a identidade de seus construtores. O círculo, de 30 metros de diâmetro, é feito de blocos de granito de até 4 metros de comprimento cada. Ainda não se sabe quando foi erguido, mas há conjuntos parecidos na Guiana Francesa com 2.000 anos de idade. Apelidado de "Stonehenge do Amapá", em referência ao famoso círculo de pedras da Inglaterra, ele é conhecido há mais de um século - mas nunca escavado.

Texto elaborado por Edgar Rodrigues



A história, atrações e curiosidades da ensolarada cidade de Calçoene

Nesta imagem caboclo exibe  mascara ritualística de cerâmica, encontrada no sítio arqueológico de Calçoene
A história de Calçoene começa em 1893 quando, a esse tempo, foi descoberto ouro no leito de rio do mesmo nome. Com isso, a questão do Contestado Franco-Brasileiro se reacendeu, com vários conflitos envolvendo brasileiros e franceses da Caiena, culminando com a vitória dos brasileiros e a anexação da área, antes contestada pela França, ao Brasil em 1900. Assim, a atual cidade de Calçoene teve origem do movimento de garimpeiros e faiscadores do ouro.
Em 25 de maio de 1901, o decreto nº 1.021 divide o Aricari em duas regiões: Amapá e Calçoene. Após sua instalação, a Mesa de Rendas consegue arrecadar, do imposto do ouro, 224 mil réis, equivalentes ao despacho de 17 quilos desse metal, das minas de Lourenço. Nesse ano a população da sede chega a 1.600 habitantes. Em 16 de abril de 1903, é criado o Distrito de Calçoene com jurisdição no então município de Montenegro. Em 23 de maio de 1945 Calçoene é elevada a vila e, a 22 de dezembro de 1956, recebe foros de cidade (Lei nº 3.055).
Significado - A palavra Calçoene significa cunha do Norte.As principais atividades produtivas do município são a Agropecuária, a silvicultura, o extrativismo, o comércio e serviços. A garimpagem e a pesca são ocupações ainda predominantes. Município mais chuvoso do Brasil, é conhecido pelo sítio arqueológico pré-colombiano descoberto em 2005. Calçoene tem um açaí delicioso preferido por todos e éo unico município do estado do Amapá que dispoe de uma praia no oceano atlantico,  a Praia do Goiabal. Destaca-se por corredeiras e recantos de entretenimento e lazer e por suas cachoeiras, como as de Asa Aberta e Firmino, localizadas em frente à sede do município.

CURIOSIDADES


- É um conjunto de pedras maciças colocadas por mãos humanas;
- É  considerado a “Stonehenger” amazônica e vem sendo estudada desde 2005;
- A estrutura que lembra o círculo britânico é demarcada com blocos de granitos;
- Tem cerca de 30 metros de diâmetros e atualmente é um dos mais importantes monumentos da arqueologia do País.

JIPEIROS



O comboio de jipeiros visita a Vila do Cunani neste ferido prolongado


Apaixonado e saudosista, Zezinho restaura jipes de guerra


Da oficina do mecânico José Delatorre, no Jardim Carioca, já saíram mais de 60 jipes militares usados em guerra, totalmente reformados. O trabalho que começou como um hobby se tornou uma especialidade com destaque no Brasil e no exterior. Conhecido como Zezinho do Jipe, o mecânico participa de todos os eventos militares pelo país e esteve na Itália, em abril deste ano, para gravar um documentário sobre a Segunda Guerra com João Barone, baterista da banda Paralamas do Sucesso, um dos amigos com quem divide a paixão por esses veículos.

Zezinho conta que o primeiro jipe de guerra foi comprado por acaso. Na época, há 20 anos, ele trabalhava na oficina Luzes Car, no Guarabu, junto com o mecânico Nelson.

– O carro estava na Estrada do Dendê, estacionado em uma calçada com um anúncio de venda, mas não tinha a menor ideia de que era um jipe militar. Um cliente que me alertou sobre isso quando o carro já estava na oficina, só que eu não entendia nada do assunto – explica.

A busca por peças para restaurar o jipe não foi fácil e de tanto pesquisar, Zezinho começou a ficar conhecido. “Meu objetivo passou a ser deixar o carro com o aspecto original. Conheci muitos colecionadores, mas poucos mecânicos que faziam este trabalho. Depois, muitas pessoas começaram a procurar meus serviços na Ilha”, conta.

A oficina Luzes Car se tornou uma referência na reforma de jipes, mas o espaço era pequeno para fazer os reparos também em veículos comuns. “Chegamos a ter dez jipes dentro da oficina. Em 2005 eu abri a oficina que fica na Rua Guajeru, 118”, diz Zezinho que trabalha com uma equipe de quatro ajudantes.

– A restauração leva no mínimo um ano. Começamos pela parte elétrica, depois passamos para a mecânica e no final concluímos com a pintura e reforma dos acessórios que o veículo precisa ter. Atualmente estou reformando quatro jipes. Dois vieram de São Paulo e um de Belo Horizonte. Já recebi um jipe da França e o dono veio acompanhado de um intérprete para poder conversar comigo – revela.

Todo terceiro domingo do mês, ele participa do encontro do Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro (CVMARJ) na quinta da Boa Vista. Dono de sete jipes, Zezinho costuma passear com eles pela Ilha e o preferido é o modelo MUTT– M151– de 1968, usado na Revolta de São Domingos da Revolução Haitiana (foto). Foram 15 anos de restauração. “Tenho o projeto de reunir meus jipes e todo o meu acervo de material de guerra para inaugurar um Museu de jipes militares aqui na Ilha, assim todos poderão conhecer de perto este trabalho”, anuncia.

Após plano inusitado, Jeep de mexicanos empaca sobre cerca na fronteira com EUA

Associated Press

O jipe em cima da cerca da fronteira
DA BBC BRASIL

Dizem que querer é poder. Devia ser isso que tinham em mente alguns supostos contrabandistas quando tiveram a peculiar ideia de fazer seu jipe saltar a cerca de 4,5 metros de altura que separa o México dos Estados Unidos.
Os dois mexicanos colocaram duas rampas similares a escadas sobre a barreira a tentaram subir por elas com a camionete.
A ideia era passar por cima da cerca. Tudo parecia estar indo bem até que aconteceu algo que não estava nos planos: o carro ficou preso na parte superior da barreira.
E então começaram os problemas.
Segundo Tippets Spencer, porta-voz dos policiais que patrulham a fronteira, os agentes avistaram uma camionete empacada no alto da cerca na fronteira entre o Arizona e a Califórnia.
Quando tentavam, a todo custo, liberar o jipe, os dois homens viram os policiais chegando e fugiram de volta para o México.
A camionete estava vazia, mas os agentes disseram que os mexicanos devem ter carregado consigo algum material de contrabando, provavelmente maconha.
Associated Press
Como será que ele foi parar aí?
Como será que ele foi parar aí?

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Não foi ao Fest Jeep? Quer saber como foi? Veja o vídeo

Confira neste filme um pouco do que foi o IV Fest Jeep no Meio do Mundo. O vídeo foi feito por Evando Santos (evandofotografo@hotmail.com).



Dr. Pirelli: nova parceria para ter notícia automobilísticas

O Blog Sou Jipeiro anuncia mais uma feliz parceria. Trata-se de uma nova coluna dentro de nossas atualizações diárias, cujo nome é Dr. Pirelli, que reúne muitas informações valiosas sobre automóveis, desde notícias de automobilismo até dicas de segurança e também sobre os produtos Pirelli. Agradecemos a feliz indicação do gerente Pirelli no Amapá, Marcos Moura, do Posto Pneumac da Raimundo Álvares da Costa. 

Dr. Pirelli

Quem é?


É um dos 8.500 especialistas que trabalham todos os dias nas mais de 600 Revendas Oficiais Pirelli pelo Brasil. Vai desvendar de maneira simples e objetiva o universo dos pneus que vão no seu automóvel.
Informações gerais
Com 136 anos de tradição, a Pirelli é uma multinacional italiana consagrada na indústria de pneus. Na América Latina, possui sete unidades produtivas, cinco delas no Brasil, além de uma na Argentina e outra na Venezuela.

No Brasil, conta com uma ampla rede de revendedores oficiais presentes em todo o território nacional, com mais de 600 pontos de venda e cerca de 8.500 profissionais, que são tre
inados diretamente nas fábricas para oferecer os produtos originais que equipam os veículos das principais montadoras do mercado, além dos importados das principais marcas presentes no mundo.

Juntamente com as estratégias seguidas nos últimos anos,a Pirelli tem como objetivo continuar a manter a liderança nas áreas mais crescentes e urgentes dos setores industriais atendendo os consumidores da melhor forma.


Confira as últimas notícias da Copa Troller Nordeste



A adrenalina da competição nem deixa os pilotos apreciarem a paisagem de Conde-PB | Foto: Roberto Guedes

Hoje está rolando o segundo dia da Copa Troller Nordeste na Paraíba. Os modelos Troller T4 que aceleram na competição são calçados com pneus Pirelli e têm um motor turbodiesel 3.0 MWM de 163 cv, tração 4×4 e diferencial traseiro autoblocante. É adrenalina pura!

As areias do Nordeste dificultam mais o desempenho dos jipes e aumentam a emoção. | Foto: Doni Castilho
Fale você também com o Dr. Pirelli através do Facebook

Anúncio de lava-jato valorizado por jipe enlameado


Nova Blazer mira SUVs refinados e oferece motor V6


  • Ricardo Queiroga/UOL
    Chevrolet Trailblazer circula sem disfarces pela Vila Prudente, zona leste de São Paulo (SP)
    Chevrolet Trailblazer circula sem disfarces pela Vila Prudente, zona leste de São Paulo (SP)
Claudio Luis de Souza
Eugênio Augusto Brito
Do UOL, em São Paulo (SP)
O SUV Chevrolet Trailblazer será lançado no Brasil em meados de novembro pela General Motor e vai trazer um motor V6 de 3,6 litros, movido a gasolina, com potência de 239 cavalos e torque de 33,2 kgfm, inédito na gama do modelo já à venda em outros mercados.

O jipão terá ainda a opção de um propulsor turbodiesel, de 2,8 litros, com potência de 180 cv e torque de 47,9 kgfm, já usado no carro que é vendido na Tailândia nas versões LT e LTZ. A transmissão é automática de seis velocidades, com tração 4x4.

ONTEM E AMANHÃ

  • Claudio Luis de Souza/UOL
  • Divulgação
    Na primeira imagem, Blazer na velha geração; abaixo, Trailblazer em imagem oficial da GM
UOL Carros teve acesso a essas e outras informações sigilosas sobre o Trailblazer, modelo desenvolvido no Brasil em conjunto com a picape média S10, e pode afirmar que ele apaga de seu DNA qualquer traço do "carro de polícia" que foi o Blazer, antigo SUV da Chevrolet muito usado pelas forças de segurança no país e fora de linha há alguns meses (lembre do antigo modelo aqui).

Os alvos do Trailblazer serão SUVs importados e de padrão mais elevado, como Hyundai Santa Fe (que terá nova geração no Salão do Automóvel de São Paulo), Mitsubishi Pajero Dakar, Toyota SW4 e Kia Sorento (veja no quadro abaixo). Isso deixa claro que a faixa de preços do modelo certamente começará (bem) acima de R$ 100 mil (a picape S10 parte de R$ 57 mil).

Falta saber a gama completa do Trailblazer. É possível que ela seja lançada inicialmente apenas na versão top LTZ, que oferece três fileiras de bancos e capacidade para sete pessoas.

O entre-eixos é de 2,84 metros, para 4,87 m de comprimento. Com cinco lugares em uso, o porta-malas admite 235 litros; com a segunda fileira também rebatida, ele vai a 1.830 litros.

Motorista e ocupantes terão mimos como bancos em couro em tom claro, chave-canivete, ajuste de intensidade do ar-condicionado específico para as saídas do teto e apoios de cabeça também na fileira extra. Os porta-trecos são mais de 30.

A paleta de cores para o modelo tem sete opções, com variações de cinza, preto, branco e bege.

O painel traz iluminação em tom de azul e computador de bordo com informações em bom português; há alerta de nível de combustível e da vida útil do óleo. Os instrumentos são analógicos (com ponteiros). O comando principal do ar-condicionado é redondo, exatamente como na S10. Ao menos nas imagens obtidas por UOL Carros, não se percebe uma tela central que sugira uma navegação por GPS de alto nível, como ocorre com o modelo tailandês.

Pelo menos por ora, o Trailblazer não está confirmado como atração no estande do Salão de São Paulo, que abre as portas ao público no próximo dia 24. Mas é certo que ele encerra o ano da GM quanto aos lançamentos no Brasil.

Concorrentes do Trailblazer:


Se você fotografar ou filmar um carro diferente e/ou camuflado, envie as imagens para UOL Carros, com seu nome completo, RG ou CPF, telefone, cidade de residência e local do flagrante. A critério da Redação, elas podem ser publicadas, sempre com o devido crédito ao autor. Não há remuneração.

Chevrolet confirma nome Trailblazer para o Brasil

Utilitário terá o mesmo nome já utilizado em outros mercados; modelo será apresentado no salão de São Paulo, a partir do dia 24


Autor: Larissa Florêncio/Foto: Luiz Carlos Franzé/Larissa Florêncio
Foto
Acabou a especulação. O renovado utilitário da Chevrolet será lançado no Brasil chamado de Trailblazer, mesmo nome já adotado em outros mercados. A informação foi confirmada por uma fonte ligada à General Motors. Já se sabe que o modelo será um dos destaques no estande da marca norte-americana no Salão do Automóvel de São Paulo, que  abre as portas para os visitantes a partir do dia 24 deste mês.

Outros detalhes revelados a respeito do lançamento são que, o SUV está maior tanto por fora como por dentro e pode levar até sete ocupantes. Inspirado no visual da S10, o Traiblazer contará com o mesmo motor utilizado na picape, o 2.8 litros a diesel, que rende 180 cavalos de potência e 47,9 kgfm de torque. A transmissão é automática de seis velocidades. Acredita-se que ele também pode ganhar um propulsor bicombustível, o 2.4 flex de até 147 cv.

No início desta semana, o Carsale flagrou o Trailblazer rodando sem nenhuma camuflagem. As fotos foram tiradas na avenida Goiás, em São Caetano do Sul, onde está localizada a fábrica da General Motors. Veja as imagens e leia mais aqui.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Reportagem do Governo do Estado destaca evento jipeiro

Jeep Troller T-4 do piloto Andrécio (Peixaria Amazonas) mandando ver | Foto: Bruce Barbosa

Fest Jeep no Meio do Mundo emociona público do Equinócio da Primavera

Uma das atrações mais esperadas dentro da programação do Equinócio da Primavera, promovido pelo Governo do Estado do Amapá, foi o 5º Fest Jeep no Meio do Mundo. Evento que chamou atenção do público que foi prestigiar a abertura do primeiro dia de provas, na tarde deste sábado, 22, na área do entorno do Sambódromo, próxima ao Monumento Marco Zero do Equador.
Uma estrutura de pista foi montada para que os jipeiros realizassem suas apresentações, arquibancadas de ferro e uma pista com lombadas e valas compuseram o cenário do evento. A competição foi coordenada pelos integrantes do Jeep Club de Macapá. Primeiramente, cada um fez a apresentação de seu carro e logo após enfrentaram os obstáculos usando suas habilidades no volante.
As atividades iniciaram com o hasteamento do Pavilhão Nacional com a execução do Hino Nacional entoado pela Banda de Música do 34º BIS Exército Brasileiro do Amapá. Em seguida, o público pôde conhecer os jipes e os competidores que concorrem as categorias de Jeep Willys, Diesel, Gasolina e Força Livre.
O presidente do Jeep Club de Macapá, João Cruz, explicou que essa é uma oportunidade de divulgar o esporte para a população. "O governo do Estado foi sensível em acatar o nosso pedido de realizar o evento aqui na área do Sambódromo, atitude que possibilitou a interação com o público amapaense", disse o presidente.
O estudante Diogo Xavier acompanha o pai, jipeiro competidor, em todas as competições. "Achei a iniciativa importante, pois valoriza mais o trabalho dos jipeiros da nossa região", afirmou.
Já a funcionária pública Emille Souza disse que tudo é novidade. "Esta é a primeira vez que prestigio uma apresentação deste esporte, achei emocionante, eles deram um show de agilidade".
As competições continuam neste domingo, 23, nos turnos da manhã, a partir das 9h30, e da tarde, a partir das 15h. As premiações de 1º, 2º e 3º lugares, serão entregues às 18h.
Ao todo, 29 jipeiros do Amapá, Guiana Francesa, Pará e Santa Catarina estão concorrendo ao título deste ano. O ganhador será aquele que cumprir em menor tempo o percurso da prova, que o público irá conhecer neste domingo, 23.
As equipes da Polícia Militar e ambulâncias do Samu estão dando apoio aos participantes. Como medida de segurança, o público assiste as exibições das arquibancadas que foram montadas três metros de distância da pista.

Fabíola Gomes/Secom

Repórter da TV Record é "batizada" como jipeira

A jornalista Aline Amanajás a bordo do Jeep Willys do piloto Kleber Assis
A cobertura da imprensa sobre os eventos do Jeep Clube de Macapá sempre foi muito generosa , verdade e justiça seja feita. Mas aqui e acolá tem alguém que vai além, nos brindando com matérias muito especiais. Foi o que ocorreu com a jornalista Aline Amanajás, que é repórter da TV Record Macapá e que esteve no domingo cobrindo o segundo dia de provas do Fest Jeep no Meio do Mundo.
Para fazer sua "passagem de vídeo", que é um momento em uma reportagem onde o jornalista aparece no vídeo passando alguma informação no local da matéria, Aline decidiu fazer a imagem dentro de um Jeep Willys e o escolhido foi o "Piu-Piu" do piloto Kleber Assis, que acompanhou e motivou a moça a ultrapassar alguns obstáculos e testar  a tração nas quatro e a força de um Jeep.
A reportagem ficou muito mais ilustrativa com a jornalista decidindo sentir na pele as vantagens de ser jipeira. Durante sua fala, a profissional de imprensa disse ter notado de cara a diferença de altura do Jeep em relação ao solo, muito diferente de um carro de passeio. Aline se saiu tão bem que declarou estar decidida a também virar jipeira. Diante da motivação da jornalista, os associados do Jeep Clube decidiram que era hora de batizá-la jipeira. Munidos de lama na ponta dos dedos, os jipeiros marcaram as bochechas de Aline Amanajás com a camuflagem Off-Road. Descontraída, ela agradeceu a acolhida e se voluntariou para novas jornadas.

Aline Amanajás encara o desfio e ao volante do Jeep encara o enorme buraco na pista do Fest Jeep

Com a força do motor, tração nas quatro e pneus adequados foi mais fácil sair do fosso da pista

Muito à vontade, a jornalista fala das impressões ao dirigir um Jeep

Depois de encarar a pista e se dizer jipeira, a repórter foi devidamente batizada com lama

Fest Jeep 2012 encerra com a premiação dos campeões

A imagem para a posteridade com os campeões do 4º Fest Jeep no Meio do Mundo | Foto: Evando Santos
Chegou ao fim o 4º Fest Jeep no Meio do Mundo, evento que roubou a cena em toda a vasta programação do Equinócio da Primavera, em Macapá. Eram por volta das 8 horas da noite quando os nomes dos vencedores em suas respectivas categorias foram anunciados oficialmente. Os atletas jipeiros foram chamados ao palco principal do Monumento Marco Zero do Equador para receberem seus troféus. Cerimônia foi marcada por muita emoção e projeções que levam a acreditar em um evento ainda maior no próximo ano. Veja o quadro final dos ganhadores:

CATEGORIA GASOLINA

1º lugar - Rogério Lacerda (AP) - Jeep Wrangler "King Kong" - Tempo médio 1min., 14seg., 329 milésimos
2º lugar - Nazareno Loureiro (AP) - Troller "Animal" - Tempo médio 1min., 29seg., 900 milésimos
3º lugar - José Lopes (AP) - Troller "Bala de Prata" - Tempo médio 1min., 34 seg., 185 milésimos

CATEGORIA DIESEL

1º lugar - José Maria Esteves (AP) - Troller "Expedition 98" - Tempo médio 1 min., 14 seg., 097 milésimos
2º lugar - João Cruz (AP) - Troller "Búfalo Doido" - Tempo médio 1min., 16 seg., 210 milésimos
3º lugar - Nei Feio (AP) - L-200 "Garça Amarela" - Tempo médio 1min., 23seg., 222 milésimos

CATEGORIA JEEP WILLYS

1º lugar - Hemerson Lysias (PA) - Willys "Calango Louco" - Tempo médio 1min., 13seg., 113 milésimos
2º lugar - Gilson Cohen (AP) - Willys "Barão Vermelho" - Tempo médio 1min., 20seg., 288 milésimos
3º lugar - Charles Bordallo (AP) - Willys "Bordalinho" - Tempo médio 1min., 29seg., 522 milésimos

Cobertura completa, textos, fotos e outros registros leia nesta segunda-feira
O salto monumental do piloto Rogério Lacerda, tri-campeão do Fest Jeep | Foto: Evando Santos
Contatos para eventos: evandofotografo@hotmail.com