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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Land Rover completa 65 anos. Confira algumas fotos históricas

9 DE JANEIRO DE 2014
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O Land Rover completou 65 anos, então achei uma boa hora para desenterrar os arquivos em busca das melhores de sua história lamacenta. Esta foto do destaque é de 1948, o ano no qual o ícone britânico foi apresentado ao público no Salão de Amsterdam.
O Land Rover foi criado por Maurice Wilks, designer chefe da Rover, que se inspirou no Jeep Willys em 1947 para criar um veículo agrícola ainda mais robusto. Sessenta e seis anos depois você ainda pode comprar o Defender com nove carrocerias diferentes e dois entre-eixos. O sr. Wilks estaria orgulhoso de nós.
Em 1976 os britânicos já haviam vendido mais de um milhão de Land Rovers. Ele é certamente o produto mais famoso mundialmente da indústria automotiva britânica. Isso por que, como a Enterprise, este veículo tende a ir audaciosamente aonde nenhum homem jamais esteve.
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Este da foto abaixo se chama “Centre Steer”, e como você pode ver, é o protótipo do Land Rover de 1947 feito com peças de Jeep e com posto de comando centralizado. Ele também tinha um motor 1.6 de quatro cilindros e 50 cv com câmbio manual de quatro marchas do Rover P3. Embora este protótipo usasse a caixa de transferência de duas velocidades da Ford/Willys retirada de um Jeep, a Rover fez seu próprio mecanismo no ano seguinte.
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A linha de pré-produção do Série I. Estes carros eram pintados com tinta de cockpit de avião e pareciam aventureiros mesmo parados. Dizem que a silhueta do carro foi traçada na areia da praia de North Wales.
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A Automobile Association (AA) comprou seus primeiros Land Rovers em 1948 para uso em trabalhos noturnos em Londres. Eles comportavam mais equipamentos que as antigas motos, incluindo dois enormes rádios, e também tinham boa capacidade de reboque.
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Se você curte um utilitário de luxo, o Tickford Station Wagon é o seu tipo de carro. Este encarroçador era famoso por seus trabalhos com Rolls-Royce e Lagonda, portanto estes carros tinham bancos de couro para sete pessoas, aquecedor, para-brisa inteiriço e laminado, capa de estepe, acabamento interno mais refinado e outras opções. A carroceria era feita com uma estrutura de madeira revestida de alumínio. Pense nele como o avõ do Range Rover.
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Os bravos cavalheiros neste Land Rover escolheram viver a vida selvagem com seus chapéus e suas armas.
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Winston Churchill também tinha um chapéu e um Land Rover. O exemplar que ele recebeu da própria Rover como presente de aniversário de 80 anos tinha aquecimento para os pés, banco do passageiro maior e uma caixa de madeira para suas ferramentas. A placa era UKE 80, as iniciais de “United Kingdom Empire” ao lado da idade de Sir Winston.
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Em 1955 seis estudantes de Oxford e Cambridge usaram dois station wagon Land Rover Série I para ir e voltar de Londres a Singapura. A Rover deu a eles carros muito mais fortes, feitos com estrutura de alumínio em vez de madeira. Eles certamente precisaram disso. A aventura foi transmitida pela BBC, por isso os carros Cambridge Blue e Oxford Blue serviram como uma boa propaganda para o novo Land Rover, que chegou as lojas em 1956.
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A rainha e o duque de Edimburgo também se divertiram muito em um Série I durante a Royal Tour, em 1957. O HMS Albion de 22 toneladas que aparece atrás do casal Real foi encomendado apenas três anos antes, e permaneceu na frota da Royal Navy até 1973.
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E por falar na realeza, seus carros eram assim. Não eram tão bons quanto o Papamóvel, mas cumpriam bem sua função. A rainha permaneceu leal aos Land Rovers, e encomendou um Land Rover Série III verde em 1978 com comandos especiais para que ela pudesse orientar o motorista do banco traseiro.
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Onde eu assino?
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Land Rovers e os carros de corrida combinam tão bem quanto pão e manteiga. Todos nós sabemos disso. O negócio esquisito logo atrás dele é o Bluebird-Proteus CN7 de Donald Campbell, que estabeleceu o recorde mundial de velocidade sobre terra em 1964.
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Em 1958 a Land Rover lançou o Série II, enquanto James A. Cuthbertson da Escócia aparecia com isto, caso você precisasse ir mais longe. Ele era excepcional em terrnos pantanosos, mas tinha problemas em escaladas e com a estabilidade. Foram construídos cerca de 15 deles até 1972.
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Você podia comprar seu Série II com pequenos ajustes para fazendas e campos. Esses modelos mantinham a transmissão original, mas os eixos vinham da Studebaker, com planetária GKN-Kirkstall e rodas de trator. O eixo dianteiro era 35,5 cm mais largo que o traseiro para que as rodas pudessem esterçar o bastante. Vinte pessoas compraram essa versão.
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Isso ainda é um Land Rover, só que um pouco maior. Construído pela Carmichael and Sons Ltd, em Worchester, Inglaterra, esses carros eram equipados com um tanque de água de 410 litros e uma bomba de incêndio Godiva de 2.160 litros. Em lugares como a Nova Zelândia esses carros continuaram em serviço até que os Toyota Land Cruiser entraram em cena, na década de setenta.
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Onde há necessidade, há um Land Rover. Obviamente você pode construir qualquer coisa sobre o chassi do Land Rover, e esta ambulância foi muito popular onde havia mais verde do que asfalto.
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Os Série III de socorro da marinha tinham a melhor combinação de cores dos carros de serviço. Ponto final.
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O Série III foi lançado no começo de 1971, mas ficou mais interessante em 1979, com o V8 de 3,5 litros da Buick amansado para 92 cv e tração 4×4 permanente. O desenvolvimento foi amplamente financiado pelo governo britânico, e acabou levando às variações 90 e 110.
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Não foram apenas os militares que se divertiram com o off-roader britânico. O 90 e o 110 também foram usados pela polícia. Já viu uma sirene de polícia maior que essa?
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Bem vindo ao Camel Trophy 1990, na Sibéria, URSS! O 110 e a Sibéria permanecem até hoje, já a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas…
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Sim, você pode ir ao Polo Norte em um Toyota Hilux, mas por que fazer isso se você também pode usar um Defender? Mantenha a classe!
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Os fãs do Mercedes G-Wagen AMG que me desculpem, vocês podem ficar com a potência bruta. Eu fico com um desses Defender LE.
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Então aqui estamos em 2013. Ainda não sabemos o que o futuro reserva para o lendário fora-de-estrada britânico, mas desejamos à Land Rover um feliz aniversário e muitos anos de lama. É sempre bom se sujar.
[Fotos: Land Rover]

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Ford convoca recall de 1.919 unidades do Troller T4


Do G1, em São Paulo

Ford Troller T4 (Foto: Divulgação)Ford Troller T4 (Foto: Divulgação)

Jipe tem risco de perda de potência do motor e falha na aceleração.
Unidades envolvidas são modelo 2013.


A Ford convocou um recall do Troller T4, modelo 2013, para 1.919 unidades produzidas de 6 de junho de 2012 a 10 de agosto último.
Segundo a montadora, que é dona da marca brasileira de jipes, foram encontradas falhas nos componentes do turbocompressor do motor, bicos injetores de combustível e se faz necessária a recalibração do módulo eletrônico do motor (ECU).
Os problemas podem causar travamento do eixo da turbina e contaminação dos bicos injetores por fluido utilizado na montagem desses componentes, ocasionado perda de potência do motor com limitação de sua rotação em 2.000 rpm (aproximadamente 80 km/h) e falhas na aceleração. Há risco de acidentes, com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e terceiros, principalmente em situações de ultrapassagem, alerta a Ford.
Para mais informações e agendamento, a empresa disponibiliza o telefone 0800-703-3673 (digitando a opção 5) e o site www.troller.com.br

Land Rover Defender viverá até 2015, diz site

Marca inglesa vai parar produção do Defender em aproximadamente dois anos por conta de leis europeias

(Fotos: Anelisa Lopes e Divulgação / Fonte: iCarros
 
 
 
 
 
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  • Passado... ... presente.... ...futuro do Land Rover Defender?
     
 
 
 
A atual geração do lendário jipe da marca de origem inglesa viveria até 2017, mas um porta-voz do fabricante antecipou sua despedida. A produção do Land Rover Defender vai parar em dezembro de 2015, já que o veículo atual não atenderá às futuras normas de emissões de poluentes da Europa. Apesar de a justificativa ser baseada nas leis, o fato é que o Defender já não acompanha a tendência dos modelos da linha Land Rover.
O Defender, que chegou a transportar membros da família real inglesa - e até a própria rainha - tem uma história de quase sete décadas. O primeiro modelo surgiu em 1948, baseado em um jipe da Segunda Guerra mundial. O nome Defender, no entanto, apareceu somente na década de 1990. A Land Rover chegou a dar pistas de como seria a próxima geração do Defender, durante o Salão de Frankfurt, em 2011. A montadora, no entanto, não confirma quando virá a próxima geração nem se haverá inspiração neste conceito, batizado de D100 (foto).

    quarta-feira, 27 de novembro de 2013

    Expedição Ranger chega ao Centro-Oeste na viagem rumo ao extremo norte

    A Expedição Ranger, viagem de 12.000 km entre os extremos do Brasil feita com quatro picapes Nova Ford Ranger, completou um terço do percurso com histórias e imagens fascinantes, que podem ser conferidas no hotsite exclusivo e na página do Facebook.
    O grupo partiu de Chuí, no Rio Grande do Sul, com destino ao Monte Caburaí, em Roraima, extremo norte do País, produzindo vídeos, fotos e entrevistas pelo caminho. A expedição já rodou 4.550 km e passou por nove cidades no trecho Sul-Sudeste, antes de iniciar a etapa seguinte da viagem no Centro-Oeste.
    Os apresentadores Richard Rasmussen e Nathali Oliani e o paraquedista Sabiá estão entre os 18 participantes da equipe, que viaja com quatro picapes Nova Ranger 3.2 Diesel, das versões Limited e XLT 4×4, para mostrar a capacidade da picape de enfrentar qualquer tipo de aventura.
    Com motor 3.2 Diesel de cinco cilindros e 200 cv, a Nova Ranger tem 6 airbags, freios ABS, câmera traseira, sensor de ré, GPS, ar-condicionado digital de dupla zona, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis e retrovisores com rebatimento elétrico.
    Paisagens deslumbrantes
    O ponto de partida da viagem foi o Arroio do Chuí, onde um muro imenso de concreto divide a praia ao meio – de um lado Brasil, do outro o Uruguai. Pela BR-116, ela seguiu para a Reserva do Taim, cercada por grandes planícies alagadas, capivaras e muitas espécies de pássaros.
    Entre as curiosidades, a passagem pela praia do Cassino, considerada a mais longa do mundo, com 254 km de extensão, e o encontro com “Seu” Ramón, um “doble chapa” – como são chamadas as pessoas da fronteira com dupla nacionalidade.
    Ao comentar sobre as dificuldades que terão pelo caminho todos se animam, ansiosos para testar os limites da Ranger. E os primeiros trechos de areia, barro e buracos não tardaram a aparecer. Ao rodar sobre pedras, buracos e areia escorregadia, o controle eletrônico de estabilidade da Ranger mostrou sua utilidade.
    Ao entrar muito rápido numa curva, o sistema “percebe” que há algo de errado e que a curva não está sendo feita de forma correta. Automaticamente, ajusta a aceleração, freia as rodas individualmente e corrige a trajetória. Atravessar um rio cheio de pedras foi outro teste da Nova Ranger, após 27 km de estrada de terra em Passo da Ilha.
    Parati, no Rio de Janeiro, a Estrada Real, antiga rota do ouro do Brasil colônia, e a cachoeira Boca da Onça, com 156 metros de altura, em Bonito, no Mato Grosso do Sul, foram outros pontos da viagem. Confira os relatos completos no site e no Facebook.
    Fonte: Imprensa Ford (22/11/2013)

    terça-feira, 5 de novembro de 2013

    Confira algumas dicas sobre como dirigir um veículo 4x4

    Motorista precisa de cuidados para dirigir veículos com tração 4x4

    Não use a tração 4x4 no asfalto. Só use em caso de chuva forte, em que a pista estiver muito escorregadia

    Evite passar dos 80 km/h quando o veículo estiver com a tração 4x4 acionada
    Para atravessar uma área alagada, o motorista deve saber a capacidade do carro para atravessar este trecho. Essa informação está no manual do proprietário
    Em trechos arenosos ou dunas, caso o carro fique atolado, use o 4x4 reduzido. Uma outra dica para rodar neste tipo de terreno é diminuir a calibragem dos pneus para obter mais tração
    Fonte: Terra



    Por R$ 55.990, jipinho Suzuki é opção mais barata de 4x4

    O primeiro carro da Suzuki fabricado no Brasil não é nenhuma novidade – está há 43 anos em produção na Ásia -, mas busca um nicho de mercado principalmente pela precariedade das estradas no vasto território nacional e pelo gosto dos brasileiros por carros off-road. Com preços a partir de R$ 55.990, o Jimny nacionalizado encara pedreiras, lama e obstáculos com a disposição de um jovem esportista e se mostra confiável no asfalto. É uma opção para quem precisa de um 4x4 e não quer desembolsar muito – seu rival mais próximo, o Ford EcoSport só tem tração nas quatro rodas a partir de R$ 67.800.
    Em sua terceira geração, o Jimny ganhou quatro versões na edição nacional. O modelo de entrada é chamado de 4ALL e já conta com direção hidráulica, ar-condicionado, vidros elétricos, faróis de neblina traseiro e dianteiro, rádio com CD/MP3, bluetooth e pneus aro 15. Por R$ 59.990, o 4SUN ganha teto solar, para choques e moldura na cor do veículo. Mais preparada para encarar terrenos acidentados, a 4SPORT vem com engates, snorkel, ponteira de escapamento e volante revestido em couro, além de estar preparada para receber pneus MUD como opcional. Já o 4WORK é destinado a empresas e pode ser customizado com interior lavável e outras adaptações.
    Motor, transmissão e tração são iguais para todos. Construído em alumínio, o propulsor é de 1.3 l com quatro cilindros, 16 válvulas e injeção eletrônica multiponto sequencial, que gera até 85 cavalos de potência a 6.000 rotações por minuto. O câmbio é manual de cinco marchas – automático não é um opcional. A tração pode passar de 4x2 para 4x4 com o veículo em movimento até 100 km/h, por meio de um botão no console central, enquanto a 4x4 reduzida é acionada apenas com o carro parado. O consumo e é bastante razoável para um jipinho, com média de 9,6 km/l movido a gasolina, segundo avaliação do Inmetro.
    O Jimny é fabricado em pré-série desde novembro de 2012 em Goiás, na unidade compartilhada com a Mitsubishi na cidade de Catalão. A Suzuki finaliza a construção de outra fábrica em Itumbiara, também em Goiás. Juntas, as duas plantas terão capacidade de produção de 7 mil veículos. No salão do automóvel de 2012, o presidente da montadora no Brasil, Luiz Rosenfeld, havia afirmado que a unidade de Itumbiara abre as portas para a produção do SX4 ainda neste ano.
    No entanto, os próximos modelos a ganharem versão nacional não estão confirmados. “Não somos importadores. Acreditamos no desenvolvimento brasileiro. O Jimny é o primeiro passo, mas não podemos afirmar ainda qual modelo será feito aqui. Queremos crescer devagar e sempre, sem exagerar metas”, afirmou Rosenfeld. A expectativa de vendas da marca para este ano está entre 7 mil e 8 mil veículos, sendo cerca de 2 mil unidades do Jimny.
    Segundo o executivo, o jipinho nacional ganhará um motor flex, ainda em desenvolvimento e sem data definida. Já no final do ano, ABS e airbags entrarão na lista de equipamentos de série, o que deve encarecer o modelo. “Os incrementos para seguir a legislação variam entre R$ 1 mil e R$ 3 mil nas outras marcas. Ainda não sabemos qual será o impacto no Jimny”, explicou Rosenfeld.
    Teste
    Em Mogi Guaçu, no interior de São Paulo, o Jimny enfrentou situações de terrenos bastante acidentados. Com pneus específicos para lama e tração 4x4 reduzida, o jipinho se saiu bem no primeiro obstáculo: uma subida com forte inclinação lateral, que não causou nenhum medo. Segundo a fabricante, a inclinação lateral máxima é de 42°. Em seguida, atacou um trecho de pedras grandes (algumas soltas), subidas íngremes e passagens com lama, tudo com certa tranquilidade – quem não estava tranquilo era o motorista quando percebia o que ia se passar.
    Com 20 cm de altura livre do solo, apenas pedras maiores faziam o carro resvalar o chão. Uma valeta profunda foi a única dificuldade capaz de segurar o Jimny, mas bastou uma ré e um pouco mais de ângulo para que ele saísse do buraco. Foram cerca de 15 minutos de trecho totalmente off-road, que terminaram com muita lama no carro e um motorista extenuado, mas as medidas compactas e estrutura leve (1.060 kg) fazem com que o veículo tenha bom desempenho nas piores situações, mesmo para quem não tem experiência nestas condições.
    Para mostrar que o Jimny pode atuar em todos os terrenos, a Suzuki propôs que ele fosse testado também em uma pista de corrida. O autódromo Velo Città, a 180 km de São Paulo, que já recebeu provas de Gran Turismo, foi o palco da avaliação. Mesmo em curvas fechadas a cerca de 60 km/h, o Jimny não mostrou instabilidade causada pela altura elevada do solo, apenas saiu um pouco de traseira com velocidades um pouco superiores, o que pode ser considerado normal. Na reta, o carro vai bem até 120 km/h – a velocidade máxima é de 140 km/h, de acordo com a montadora.
    O conforto no interior do veículo é limitado para quem vai atrás, mas os dois bancos traseiros possuem três posições para aliviar um pouco o aperto. Mas a inclinação dos encostos compromete diretamente o porta-malas, ou seja, para viagens mais longas o ideal mesmo é ter duas pessoas. A saída do banco de trás foi facilitada por uma alavanca no pé do passageiro que empurra o banco para frente – não é preciso buscar a alavanca lateral com as mãos. A posição de direção é confortável e deve agradar quem gosta de modelos mais altos, sendo uma opção para mulheres também.
    O acabamento não é de alto nível, mas o importante é que seja resistente, por isso a Suzuki dá opção de interior totalmente lavável. Os equipamentos são de fácil acesso e dão um toque de SUV “moderninha” ao modelo mais básico, como retrovisores com ajuste eletrônico interno e bluetooth. Sob sol forte, todos os testes foram feitos com o ar-condicionado ligado, sem nenhum prejuízo perceptível ao desempenho.
    Com 3,67 m de comprimento, o Jimny é cerca de 10 centímetros menor que um Novo Uno, o que dá vantagens no uso urbano, passando por espaços estreitos ou manobrando em vagas minúsculas de estacionamento com ajuda da direção hidráulica progressiva. Desse modo, o Jimny se mostra como uma opção para quem quer um veículo alternativo não apenas com um visual “aventureiro”, mas que possa aguentar situações mais extremas.
    Terra

    Donos sofrem com falta de potência súbita no Troller modelo 2013

    O jipe do engenheiro Emiliano Rodrigues começa a perder força quando entra em um congestionamento (Tulio Santos/EM/D.A Press)
    O jipe do engenheiro Emiliano Rodrigues começa a perder força quando entra em um congestionamento
    Pedro Cerqueira - Estado de Minas

    “Estava ultrapassando um caminhão e, de repente, o motor morreu. Joguei o jipe para o acostamento, sem assistência do freio e da direção hidráulica. Imagine se fosse um motorista inexperiente?.” O depoimento é de Sandra Regina Andrade, piloto da Copa Troller. Em seu sétimo modelo da marca, ela está passando pelo mesmo problema que vários proprietários de Troller modelo 2013, equipado com o motor 3.2 da MWM. O sintoma comum a todos os casos é uma súbita perda de potência, que pode resultar em um acidente sério.

     Relatos semelhantes não faltam. O biólogo Rodrigo Massara tem um Troller que apresenta falta de potência em variadas condições, com a luz que indica falha na injeção eletrônica acendendo ou não. “Durante uma viagem, esse problema aconteceu por mais de uma dezena de vezes. Daí você tem que parar, desligar e esperar. Nem sempre existe um lugar apropriado para isto”, conta Rodrigo, que levou o veículo à Concessionária Trilha Real, em Belo Horizonte, por seis vezes e atualmente está com o carro parado devido a falta de confiança. “Senti que eles não sabiam bem o que estavam fazendo, trocaram a mangueira da turbina, a turbina, o bico de injeção, o chicote do motor e nada”, relembra o biólogo.
    O engenheiro Emiliano Rodrigues Torres conseguiu entender quando seu Troller 2013 vai deixá-lo na mão: “O jipe começa a apresentar falta de potência quando venho rodando em uma estrada e, me aproximando de uma cidade, entro em um congestionamento”. O carro já foi quatro vezes para a Trilha Real, ficou duas semanas, depois 10 dias, e o problema nunca foi solucionado. 

    REPROGRAMAÇÃO 

    Apesar de não confirmado pela Ford, proprietária da Troller, nem pelas concessionárias, foi feita uma reprogramação em alguns modelos que tiveram problema de falta de potência. O serviço foi feito no jipe de Sandra Regina e também no veículo de Guilherme Puglia, que também disputa a Copa Troller. Mas o veículo dele voltou a perder potência, enquanto o dela está funcionando normalmente.

    Segundo a Ford, as solicitações dos clientes estão sendo atendidas nas concessionárias da Troller, porém outros proprietários do modelo contam que não tiveram o mesmo tratamento de Sandra e Guilherme. É o caso de um proprietário de São Paulo, que pediu para não ser identificado, cujo Troller já apresentou perda de potência aos 36 quilômetros rodados. A Concessionária Trilha Vip trocou a mangueira e a turbina, mas nada adiantou.

    “Para um amigo meu, a Concessionária Trilha Europa disse que a máquina necessária para fazer a tal reprogramação estava para chegar. Para mim eles disseram que desconhecem o serviço. Gostaria de saber por que eles atendem alguns proprietários e outros não”, afirmou. Segundo Guilherme Puglia, foi preciso muita insistência para obter uma ordem de serviço que provasse que o veículo passou pela reprogramação. Já na nota de Sandra Andrade referente à reprogramação consta apenas que foi feita uma revisão.

    REGENERAÇÃO 

    Outro momento em que o Troller 2013 vem mostrando perda de potência é quando entra em modo de regeneração (para limpeza do filtro de material particulado). Está acontecendo com Guilherme Puglia, cujo carro já passou pela reprogramação. Ele conta que o veículo fica estranho, assim como o Troller do servidor público André Przybysz. “A aceleração fica lenta. Isso acontece a cada 400 ou 500 quilômetros e dura de 10 a 15 minutos”, explica André, cujo jipe já foi levado para três revisões na Concessionária Trilha Eurocar, em Curitiba, mas nada de anormal é identificado.

    "Expedição Ranger" vai atravessar o país com a picape da Ford

    Grupo que irá sair em expedição (Foto: From assessoria Ford).
    Ford irá promover uma expedição que vai cruzar o Brasil de ponta a ponta, passando por pontos históricos e diferentes tipos de clima e terreno com quatro picapes Nova Ranger.
    A viagem de mais de 12.000 km será documentada em dois programas semanais exibidos em um hotsiteexclusivo, a partir do dia 04/11, e também na página da Ford Ranger noFacebook.
    Os programas serão apresentados por três personalidades ligadas ao mundo da aventura. Nathali Oliani, apresentadora de programa de esportes radicais; Sabiá, paraquedista recordista em várias modalidades; e Richard Rasmussen, apresentador de programas de vida selvagem.
    “O objetivo da expedição é mostrar a capacidade da Nova Ranger de enfrentar qualquer tipo de aventura, sem escolher terreno e com todo o conforto e segurança”, diz Oswaldo Ramos, gerente geral de Marketing da Ford. “O seu roteiro é uma homenagem aos pioneiros que desbravaram o Brasil, combinando a mesma valentia com a tecnologia mais moderna disponível hoje em picapes.”
    A viagem de mais de 12.000 km será documentada em dois programas semanais (Foto: From assessoria Ford).
    Expedição Ranger passa por regiões que ajudam a mostrar a grande variedade do Brasil, tanto no aspecto geográfico como cultural. No caminho, serão entrevistadas pessoas que, como a Nova Ranger, são exemplo de resistência e obstinação para vencer obstáculos.
    A Expedição Ranger passa por regiões que ajudam a mostrar a grande variedade do Brasil (Foto: From assessoria Ford).
    ação de marketing promocional terá a duração de seis semanas e vai do Chuí (RS), no Extremo Sul, até o Monte Caburaí (RR), o verdadeiro ponto mais setentrional do País, e não o Oiapoque, como comumente se diz, localizado 70 km mais ao norte daquela cidade do Amapá.
    O grupo viaja com picapes Nova Ranger 3.2 Diesel, das versões Limited e XLT 4×4 (Foto: From assessoria Ford).
    “Contar com um veículo capaz de rodar com desenvoltura nesses diversos cenários, seja na cidade ou atravessando rios e caminhos rurais, é sem dúvida um fator de integração, como os proprietários e fãs da Nova Ranger bem conhecem”, completa Oswaldo Ramos.