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terça-feira, 15 de maio de 2012

Arquivo do Blog: "Eis 20 motivos para ir a Serra do Navio"


Nos anos 70 e 80 qualquer estudante ouviu falar na pequena vila de Serra do Navio, na região Centro-Oeste do Amapá. O lugar figurava nos livros de geografia como uma das maiores jazidas de minério de manganês do país. Modelo de urbanização, de saneamento, de gestão de recursos humanos e de qualidade de vida de seus moradores, a Serra do Navio acaba de ser tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico Nacional) e deverá passar por uma revitalização.
Todo jipeiro que se preza já visitou as estradas de terra e as trilhas daquilo que outrora dava acesso às minas que naquela época, eram usadas por veículos fora-de-estrada ou picapes 4x4. Quem ainda não foi lá é bom incluir na sua planilha, no painel de seu possante, especialmente se fizer um dia de chuva. É que a estrada vai ficar irada, escorregadia, um prato cheio para testar a versatilidade de seu bruto. Ah, as mamães não gostaram da chuva? Liga não, pois lá, assim como em muitas cidades amazônicas, logo pára de chover e aí tem um monte de opção de lazer.
O blog listou vinte motivos para que um ou mais jipeiros possam rumar para a “cidade-alta”, ou “terra do manganês”. Para sentir o clima do que estamos falando, sabe o que está escrito na placa de boas vindas na entrada da cidade? “SORRIA! BEM VINDO A SERRA DO NAVIO, LUGAR DE GENTE FELIZ”.

1. Clima de montanha




Falei em cidade alta, não foi? Na vila de Serra do Navio basta amanhecer o dia para que o turista logo observe que o clima é de montanha mesmo. Tem sempre uma serração (ou neblina) encobrindo a paisagem, principalmente se tiver chovido na noite anterior. Os carros ficam cobertos por uma camada fina e branca de uma garoazinha.








2. Torre

Trata-se da mais alta montanha da região em que se pode chegar dirigindo um carro. Aliás, atualmente, diante da falta de atividade industrial por lá, o antigo parque de comunicação da mineradora Icomi está bem largado e só com tração nas quatro é possível subir a trilha. Ainda é possível usar o mirante que dá uma vista maravilhosa do lugar. Tem ainda um heliporto com o “I” da empresa, torres, radares, casa de força e cabos de sustentação. Se o GPS do seu carro estiver ligado, vai marcar 284 metros de altitude em relação ao nível do mar.




3. Cidade urbanizada
Com pouco mais de 3,7 mil habitantes, a Vila Serra do Navio foi projetada pelo arquiteto brasileiro Oswaldo Bratke para abrigar os trabalhadores da Indústria e Comércio de Minério – Icomi. A idéia era que a cidade privada fosse alto-suficiente em quase tudo. Tinha cinema, supermercado, lojas, clubes sociais, escola, piscinas e balneários. A empresa começou a preparar sua saída e o lugar virou município. Ganhou novos moradores e começou a perder a identidade. Ameaçada de virar uma cidade fantasma, ganhou novo fôlego com a instalação de novas empresas e, mais recentemente, com o tombamento pelo Iphan.

 



4. Casas têm telas
Tudo bem que a vila já não é mais aquele modelo de saneamento do passado, quando não se via mosca nem pernilongos, mas tem uma característica original das casas da Icomi que os moradores preservam até hoje – e até ampliaram – que é a instalação de telas nas janelas, portas e até nas varandas, como essa da casa da foto.








5. Banho no Cachaço
Calma, não escrevi errado e nem sou nenhum pinguço não. Cachaço é o nome deste igarapé maravilhoso que tem uma água gelada, uma natureza intocada e a Pousada Borboleta, onde se come uma caldeirada de filhote divina. A garotada pode fazer de tudo, de uma peladinha na grama a “tentar” andar de canoa. O acesso se dá pegando um ramal à esquerda antes de chegar na ponte de concreto sobre o rio Amapari, praticamente o portão de entrada de Serra do Navio. No caminho até o balneário é possível encontrar chácaras e sítios que sempre tem alguma coisinha para vender, como mel de abelha, pupunha, cupuaçu e até pão caseiro. (hum...)


6. Pedra Preta
Este é o nome do mais tradicional balneário de Serra do Navio. Era lá que se organizava a maior festa de final de ano, a Festa da Mina, que marcava o início das férias coletivas. Amigo, naquele tempo o churrasco era farto e a cerveja no balde, tudo de graça. Hoje em dia existem algumas casas por lá, mas ainda tem muito espaço para o lazer e a diversão. Claro, tem a parte mais larga do rio Amapari, onde o banho é divino. Só tem que tomar cuidado com a correnteza e as pedras no fundo. Por falar nelas, entre outubro e dezembro o nível das águas baixa bastante e dá para ficar se tostando sobre as pedras maiores.

 

7. Futebol na lama
Se jipeiro gosta de lama, filho (ou sobrinho) de piloto também adora pisar na argila. Dá uma olhada nessa nova modalidade de futebol na lama. É garantia de muita gargalhada e videocassetadas daquelas...



8. Nativos amigos



Toda a exuberância do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, que praticamente inicia em Serra do Navio, inspira a garotada a fantasiar-se de índio waiãpi, com direito a arco e fecha e tudo mais. Esse “nativo” da foto é meu filho Bruno, de 10 anos.










9. Água Fria



Para muita gente a viagem à Serra do Navio pode significar uma “iniciação” em banho de rio com água fria, aliás, gelada amigo. Tem até um balneário com esse nome, o “Água Fria”, que na verdade fica a 13 quilômetros de Serra do Navio, mas pertence ao vizinho município de Pedra Branca do Amapari. Até a pequena Bruna, de um aninho, encarou um banho lá ao lado do irmão Breno, olha só.






10. Manganês




A terra do manganês não poderia deixar de render uma homenagem a esse mineral que deu fama ao lugar. Na praça central da cidade existe uma pedra gigante de manganês e quem vai lá não deixa de tirar uma foto em frente ao “monumento”.









11. Pôr-do-sol



É um dos mais lindos do mundo... (nasci lá, fazer o quê). Na verdade por ser um lugar mais alto, escurece mais cedo lá. Essa foto, tirada por volta das 18h30 mostra que a noite se aproximava e o frio logo iria chegar.




12. Lagoa Azul



Muitas das minas abandonadas da Icomi foram inundadas por água pura, mineral dizem. Essa era a mina T-20 e como as máquinas cavaram muito fundo em busca do minério, alcançaram lençóis freáticos a mais de 40 metros de profundidade. O banho é delicioso, apesar de amedrontar muita gente que vê o fundo muito distante.



13. Mirantes




Em algumas montanhas os organizadores tiveram a preocupação de instalar mirantes como este na Torre, de onde se vê que Deus foi generoso com essa região.




14. Lama



Como a maioria dos passeios é feita por estrada de terra, quando chove aparecem “pistas” para os jipeiros praticarem suas habilidades. Este “zerinho” feito com o jipe Mahindra, mostra que nem sempre chuva é sinônimo de final de brincadeira.





15. Passeio de trem
Se por acaso você tiver alguém na comitiva que não gosta dos solavancos da viagem pela estrada de chão, dê a essa pessoa a opção de ir de Macapá a Serra do Navio de trem. Não tem buraco, claro, e o visual é maravilhoso. Os trens saem pela manhã às segundas, quartas e sextas-feiras, da estação em Santana.





16. Memória

Em muitos lugares de Serra do Navio é possível viajar na história e recordar dos áureos tempos da lavra de minério e do quanto representou para muita gente fazer parte de uma empresa de ponta. Aliás, muita gente conta que só teve uma assinatura na carteira de trabalho. Mas essa relíquia da foto, apesar de ter feito incontáveis viagens à Serra, está no quilômetro zero da Estrada de Ferro do Amapá (EFA), em Santana. Era uma velha ambulância Chevrollett que podia andar na terra ou sobre os trilhos.

17. História



Ir à Serra do Navio é um mergulho na história da ocupação da Amazônia. Nesta imagem aérea feita nos tempos em que a cidade faturava milhões de dólares para o poderoso Grupo Caemi, do megaempresário Augusto Antunes.




18. Alojamento CCH

Se a estrutura das casas era um convite a uma vida tranqüila para as famílias de funcionários da mineradora Icomi, os solteiros não focavam por baixo. Na verdade ficavam “em cima”. É que os técnicos de nível médio e superior moravam na vila administativa denominada “Staff”, que tinha desde piscinas a saunas, passando por quadra de tênis e pista de boliche. Os caras estavam “podendo”.



19. Trilhas a pé


Se os jipeiros adoram a Serra, que o digam os turistas de aventura, do tipo mochileiros. Existem inúmeras trilhas a serem percorridas. O lugar também é disputado por muitos jornalistas, como esse cinegrafista da foto, que escalou uma pilha de minério de manganês estocado na área industrial atrás de uma boa tomada.



20. Celebridades

Além do editor deste blog, que não é lá grande coisa, tem gente famosa que nasceu na Serra do Navio, sabia? Esta jornalista da foto é a Flávia Freire, que foi garota do tempo da Rede Globo e que atualmente é uma importante apresentadora da emissora carioca. Tem ainda a vocalista da banda Pato Fu, a bela Fernanda Takai.
Além delas, tem o ex-presidente da OAB-AP, Washington Caldas, o deputado estadual Manoel Brasil, a ex-primeira-dama do Amapá, Janete Capiberibe, entre outras personalidades.

Lexus chega ao Brasil; confira modelos disponíveis

Divulgação
O SUV RX350 tem motorização V6 3.5 l de 277 cavalos  Foto: Divulgação
Divisão de luxo da Toyota espera vender 100 unidades até o final do ano no País

Do Portal Terra


A Lexus, divisão de luxo da japonesa Toyota, faz contagem regressiva para vender de forma independente ao Brasil. Até então, a Toyota trazia modelos da marca - como ES e o LS - apenas por encomenda.
As concessionárias da Lexus começarão a operar no País já a partir de junho. De início, três modelos estão confirmados: o sedã médio IS300, o utilitário esportivo RX350 e o sedã de luxo LS460 L. A fabricante ainda guarda para o final do ano a estreia do ES350. Os preços, no entanto, ainda não foram divulgados.

Os modelos virão do Japão sempre em versão única. O sedã IS 300, por exemplo, chega equipado com motor V6 3.0 l de 231 cavalos, com câmbio automático de seis marchas, enquanto o RX350 tem motor V6 3.5 l de 277 cavalos, com mesmo câmbio que o sedã IS. Já o LS460 L ganha vida graças ao potente V8 4.6 l de 347 cavalos, que trabalha em conjunto a uma transmissão automática de oito velocidades.

A Lexus já estreou o site oficial no Brasil (www.lexusbrasil.com.br). Lá estão todas as especificações técnicas dos modelos que em breve circularão pelas estradas do País. O primeiro showroom será inaugurado no Brooklin, na Zona Sul de São Paulo.




O SUV RX350 tem motorização V6 3.5 l de 277 cavalos  Foto: Divulgação

Hilux e SW4 ajudam Toyota a somar 5 milhões vendas

Toyota SW4 e Hilux. Foto: Divulgação
Toyota SW4 e Hilux
Foto: Divulgação
A Toyota contabilizou cinco milhões de unidades vendidas da pick-up Hilux e do utilitário esportivo SW4 - comercializados no Brasil e produzidos na planta da Toyota Mercosul em Zárate, na Argentina -, além da minivan Innova comercializada apenas no Sudeste Asiático e no Oriente Médio. 

Os três modelos, que fazem parte do projeto IMV, foram desenvolvidos em 2004 e comercializado em mais de 140 países. Atualmente, os veículos são produzidos em 11 locais. A marca de um milhão de unidades comercializadas foi alcançada em 2006. A marca de dois milhões, três milhões e quatro milhões foram alcançadas em 2008, 2009 e 2010, respectivamente.

Enjoy, futuro anti-EcoSport, surge em flagrante no Brasil

Claudio Luis de Souza 
Do UOL, em São Paulo (SP)

  • Chevrolet Enjoy surge em rua de Serra Negra (SP): mini-Captiva vai encarar EcoSport e Duster
    Chevrolet Enjoy surge em rua de Serra Negra (SP): "mini-Captiva" vai encarar EcoSport e Duster

O SUV compacto da Chevrolet, que deve se chamar Enjoy, já começa a ser testado -- ainda bem discretamente -- em vias públicas do Brasil. Um protótipo, fortemente camuflado, foi avistado e fotografado em Serra Negra, interior de São Paulo, pelo autoentusiasta Júnior Almeida, que responde pelo blog Esporte Automotor.

Como é frequente com descobertas importantes, a de Almeida aconteceu meio por acaso. Depois de uma caça malsucedida às novidades da Honda (Civic, Fit e City, todos flagrados para UOL Carros por outros internautas), ele acabou topando com o Enjoy camuflado nas ruas da famosa cidade-estância -- na ocasião, Almeida ia "visitar" seu Fusca 1968, que passava por uma reforma numa oficina local.

As fotos do Enjoy, também reproduzidas na Car and Driver (que publica uma competente projeção do modelo, anterior aos flagrantes), revelam o indubitável parentesco do SUV com o Captiva, mas também -- segundo Almeida -- o alinhamento com a nova gama de pequeno e médio portes da Chevrolet, nomeadamente o Sonic (o Enjoy deverá medir cerca de 4,3 metros).

A semelhança principal pode estar sob o capô: o novo SUV deve oferecer no Brasil um propulsor 1.6 igual ao que virá no Sonic e ainda o 1.8 Ecotec (igual ao do Cruze), ambos bicombustíveis. "O que me deixou surpreso foi o ronco do motor", narra Almeida. Para ele, o protótipo que fotografou em Serra Negra era 1,8 litro.
  • Júnior Almeida/Esporte Automotor
    O Chevrolet Enjoy dispensa o estepe na porta traseira, assinatura de estilo do EcoSport
Nos Estados Unidos, o Buick Encore, espelho americano do emergente Enjoy, é animado por um motor 1.4 turbo; já o Sonic tem opções 1.4 turbo e aspirado, além do 1.8. No Brasil, com o hatch situado acima do Agile e abaixo do Cruze, e o sedã acima do futuro Ônix e embolado com o Cobalt (mais luxuoso, mas menor), o Sonic precisava de um motor explicitamente maior. Daí o 1.6, que lhe dá a vantagem psicológica de 0,2 litro.

CONCORRENTES
Em nosso mercado, o Enjoy terá a obrigação de partir para cima do novo Ford EcoSporte ainda se ocupar do Renault Duster, os principais jipinhos urbanos do mercado brasileiro. As fotos de Júnior Almeida deixam claro que não haverá estepe na porta traseira (o novo Eco terá; o Duster não quis). "A Ford que se cuide, pois o Enjoy será, para meu gosto, muito mais robusto que seu concorrente baiano", frisa ele.

E quanto vai custar? O Sonic LTZ, completo, chegará por R$ 60 mil (atenção: o lançamento oficial é no final deste mês). Por ele se pode ter uma ideia de quanto valerá uma versão intermediária do Enjoy; a mais barata deve ficar muito perto de R$ 50 mil, e a mais cara, próximo dos R$ 70 mil.

A assessoria da General Motors não se pronuncia a respeito de flagrantes. Se não fala nem mesmo sobre a minivan Spin, já fotografada dezenas de vezes, que dirá do Enjoy. O jeito é aguardar -- talvez até outubro, no Salão de São Paulo.

Se você fotografar ou filmar um carro diferente e/ou camuflado, envie as imagens para UOL Carros, com seu nome completo, RG ou CPF, telefone, cidade de residência e local do flagrante. A critério da Redação, elas podem ser publicadas, sempre com o devido crédito ao autor. Não há remuneração.
Para enviar, use o e-mail uolcarros@uol.com.br

Nova Chevrolet Blazer em vários "flagras" no Brasil


  • Mesmo sob o zebrado do disfarce é possível distinguir terceira janela, que se emenda à vigia traseira, lanternas afiladas avançando da traseira para a lateral e nicho das luzes de neblina no para-choque. Tudo como visto nas imagens oficiais da Blazer tailandesa
    Mesmo sob o zebrado do disfarce é possível distinguir terceira janela, que se "emenda" à vigia traseira, lanternas afiladas avançando da traseira para a lateral e nicho das luzes de neblina no para-choque. Tudo como visto nas imagens oficiais da Blazer tailandesa
    Do Uol Carros
    Um vídeo curto, com apenas seis segundos de duração, mas bastante significativo, enviado pelo internauta Luis Fernando Claro de Oliveira, leitor de UOL Carros, mostra um Chevrolet Cruze com  placa verde escoltando três unidades da nova Blazer, devidamente camufladas, na rodovia SP-50, que liga as cidades de São José dos Campos e Campos do Jordão, no interior de paulista. Foi o primeiro flagra do SUV da GM. 

Vídeo mostra flagrante múltiplo da nova Chevrolet Blazer

Vista nas imagens do vídeo, a frente característica e idêntica à da nova geração da S10, encerra em si todos os elementos representativos da atual identidade da Chevrolet (ao menos para projetos de menor requinte, como os americanos Traverse e Impala deixaram claro), e não deixa dúvidas sobre a identidade do SUV, que vai aliar as características básicas da picape ao espaço para sete ocupantes.
Na sequência, porém, duas fotografias enviadas por Marco Antonio de Campos Fernandes mostram outros ângulos do modelo: a que abre a reportagem detalha parte da lateral do carro, enquanto a foto abaixo registra a traseira do veículo. Novamente, segundo relatos do internauta, um comboio de três unidades foi avistado, embora cada imagem flagre apenas uma Blazer. 
  • Marco Antonio de Campos Fernandes/UOL
    Em outra imagem enviada de Marco Antonio de Campos Fernandes, é possível notar porte avantajado da nova Blazer. Camuflagem convence em tornar genéricos os traços do SUV
Apesar do projeto ser totalmente desenvolvido pelo centro de design e desenvolvimento da GM em São Caetano do Sul (SP), a Blazer fez sua estreia mundial na Tailândia, principal mercado da atualidade para utilitários de médio porte, no final de março. Foi assim também com a S10, que apareceu nas terras e salões da Ásia pouco mais de um ano antes do lançamento no Brasil. No caso da Blazer, porém, o intervalo até a chegada ao Brasil será menor.
É esperado, até, que o modelo participe do Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro. No principal evento automotivo do país, a fabricante promete deve mostrar como o modelo incorpora mais conforto e tecnologia que a picape. A nova Blazer não tem versões básicas, como ocorre com a S10: na Tailândia, apenas as configurações LT (sigla intermediária da linha atual da marca) e LTZ (topo da gama) são vendidas, esquema que deve ser mantido em nosso mercado inicialmente. Pode ser que o futuro mostre um portfólio simplificado, para atender ao segmento de vendas diretas, mas não se verá uma Blazer com traje policial, por exemplo, de cara.

sábado, 12 de maio de 2012

Serra do Navio: o que espera a chegada dos jipeiros?

Trilha será realizada pelos jipeiros nos dias 19 e 20 deste mês
O Blog Sou Jipeiro chegará na frente e desembarca em Serra do Navio neste domingo (13), uma semana antes da chegada dos associados do Jeep Clube de Macapá, que realizarão na região a "I Trilha Pelas Minas da Serra do Navio", nos dias 19 e 20 deste mês. Pode-se dizer que a expedição até a chamada Terra do Manganês vale o ingresso só pela paisagem que os 193 quilômetros de distância de Macapá proporcionam. Uma passagem por aquilo que o Amapá tem de melhor em termos de atrativos naturais, com os biomas intocados e a exuberante floresta amazônica.
Serra do Navio também é um mergulho na história do Amapá, pois foi com o incremento da indústria da mineração que passamos a ser mais conhecidos fora daqui, na década de 1950. É na região compreendida entre as Serras costadas por dois belos rios, o Amapari e o Araguari, que aquela moderna civilização foi erguida, com um padrão de vida de dar inveja a muita gente da cidade grande. Acompanhe, a seguir, um especial sobre a história deste belo e atrativo lugar.


História

O município de Serra do Navio foi criado em 1º de maio de 1992, através da lei n.º 007/92. A cidade foi criada inicialmente para abrigar os funcionários da ICOMI - Indústria e Comércio de Minérios, que firmou contrato de exploração do manganês amapaense por 50 anos, ou seja, até 2003. No entanto, a reserva esgotou antes do tempo previsto e a empresa deixou o local.
Enquanto a sede estava sendo administrada pela ICOMI, a vila era modelo de organização e eficiência em todos os setores. Representava a rede de maior projeto privado do Estado do Amapá. Os moradores não tinham a necessidade de sair da vila para nada. Com relação ao atendimento médico, eram efetuadas cirurgias que até hoje não se realizam na capital.
Com a saida definitiva da ICOMI e após a instalação do Município, a sede passou a ser administrada pela Prefeitura, e a decadência da cidade tornou-se ainda mais eficiente. A infra-estrutura lembra uma pequena cidade do sul do país. Sua fauna é bastante rica. É o único lugar no país que possui uma espécie rara de beija-flor: o brilho de fogo (ou topazzi). Uma curiosidade que pode explicar o nome da cidade é, segundo os antigos moradores, que o rio que passa em frente à cidade, se observado via área, possui a forma de um navio.
Geografia
MapaLocaliza-se na Microrregião de Macapá,Mesorregião do Sul do Amapá. A população estimada em 2003 era de 3724 habitantes e a área é de 7757 km², o que resulta numa densidade demográfica de 0,48 hab/km².

Limites

SERRA DO NAVIO-ROTINA ÉPOCA DA ICOMI
OSWALDO BRATKE
Oswaldo Bratke e Antunes conversam sobre a construção das Vilas.
Oswaldo Arthur Bratke (1907-97) foi um dos principais arquitetos da moderna arquitetura brasileira, da geração na qual despontam nomes como Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, irmãos Roberto, e outros. No panorama paulista, é sem dúvida a figura de frente entre seus contemporâneos, ao lado de Rino Levi. Os trabalhos de Bratke foram publicados também na Europa, nos Estados Unidos, no Japão; em 1994, o norte-americano John Peter o incluiu entre os principais arquitetos do século 20, no livro The oral history of modern architecture (New York, Harry N. Abrams).
Sua obra é aclamada sobretudo por sua arquitetura residencial: as imagens da casa Oscar Americano, a casa da rua Suécia, ou a própria moradia do arquiteto no bairro que desenhou, o Morumbi, fazem parte do imaginário de algumas gerações de arquitetos que nele identificaram um grande mestre. No entanto, trata-se de um recorte discreto: mais do que autor de moradias clássicas da arquitetura moderna, Bratke foi um inventor que assumiu o papel dos criadores totais, daqueles que em sua trajetória profissional enfrentaram o desafio de desenhar da cadeira a cidades inteiras. Vila Amazonas e Vila Serra do Navio constituem referências positivas de assentamentos urbanos contextualizados na região amazônica, imaginados pelo urbanista. Hospitais, balneário, escolas, estações ferroviárias, fórum, edifícios industriais, prédios de escritórios e moradias concebidos pelo arquiteto marcam a paisagem de inúmeras cidades paulistas e de outras regiões do país. Cadeiras, mesas, luminárias, janelas, elementos do cotidiano de muita gente foram desenhados por Bratke e incorporados no repertório das criações assimiladas como de autoria anônima.
"Quanto a Vila junto ao porto, teria como destino sua abertura à comunidade. As casas seriam repassadas a terceiros, chefes, funcionários e demais pessoal, que iriam trabalhar em outras atividades produtoras a serem pesquisadas. Era desejo da ICOMI que se deveria envidar todos os esforços para que esses conjuntos urbanos principais mantidos por ela, atingissem as qualidades de uma cidade exemplar: uma sociedade de indivíduos, com o fim de proporcionar o bem-estar a todos, representado pela segurança pessoal, saúde, lazer, cultura, liberdade, facilidade de aquisição de alimentos e dos bens desejados etc.
Não deveria ser, em hipótese alguma, um aglomerado humano transitório, a ser relegado ao abandono, uma vez exaurida aquela Mina. Os pontos de vista da ICOMI eram os mesmo que os meus. Foi-me confiado o planejamento, com bastante liberdade de ação. Não era, porém, simplesmente um contrato de projeto de vilas e casas, e sim, implicitamente, a responsabilidade pelo funcionamento daquilo que se propunha. Começamos por atentar para os planos, que deveriam ser, simples para se porem em prática, e bem estudadas formas de agrupamento, com o fim de resultar em economia de infra-estrutura e construção do equipamento. Não fazer o que pudesse gravar a manutenção com gastos excessivos, sob pena de deterioração. Uma comunidade como a desejada deve ser, em seus primeiros tempos, fechada a terceiros, seja para moradia, comércio ou prestação de serviços, até que se concretizem os hábitos de viver da sociedade. Nada se deve alienar, por venda, concessão ou a que título seja. Conhecíamos o homem que ia habitá-la e seus hábitos.
Sempre acreditei que uma implantação urbana deve ser feita à feição de seu morador e não uma imposição à qual ele tenha de se adaptar. Isso para que ele se sinta bem e coopere em seu aprimoramento. Mas, vilas de propriedade de organização privada, e que proporcionam todo o conforto e segurança, não incentivam o espírito de luta, necessário à conquista de bens desejados e sua futura independência. Antes, desencorajam esses indivíduos de possuírem suas próprias casas, tornando-se mais e mais dependentes, matendo-as restritas ao uso da população de empregados da empresa, habituados à disciplina hierárquica, esses logo se adaptam às obrigações e aos regulamentos, simplificando a administração e a manutenção. Bem dirigidas, tornam-se uma escola de vida gregária, de responsabilidade e respeito mútuo. A presença de uma Companhia dirigindo e administrando essas comunidades deve ser discreta, para não ser antipática.
A instituição de um Conselho Municipal, formado por moradores funcionários resolvendo problemas comunitários em conjunto com seus administradores, livra a Companhia de muitos aborrecimentos. Os ônus da manutenção e direção, porém, sempre caberão à Companhia proprietária do conjunto. Deve paulatinamente ir admitindo comércio e serviços de terceiros, estranhos aos serviços da Companhia, não tolhendo esse direito também a dependentes de seus empregados; enfim, deve permitir a todos aqueles que, obedientes a regulamentos o obrigações, queiram cooperar para o bem-estar comum
Com alternativas de trabalho que vão surgindo, a Companhia deve repassar, gradativamente, aos empregados ou a terceiros. habitações, comércio, serviços, na forma mais adequada, incentivando a procura de novos meios de renda e, conseqüentemente, o aparecimento de novos empregos, Espera-se que, com raízes implantadas, a comunidade paulatinamente se atualize, beneficiando-se das vantagens que o progresso proporciona. Alcançado este estágio, desenvolve-se a vida coletiva e se forma o caráter da cidade. O crescimento migratório de indivíduos de formação e idéias variadas pouco muda sua característica, dada a natural adaptação ao meio ambiente, se esse crescimento for pausado e ordenado. O crescimento vegetativo age como elemento moderador das possíveis distorções, de vez que seus componentes são herdeiros dos propósitos de sua formação.
Contratados os nossos serviços, visitamos casos congêneres aqui e no exterior, para sentir mais o problema, as vantagens ou inconvenientes de certos partidos, as queixas mais comuns, enfim, toda a orientação que fosse útil na implantação da administração. A seguir, procuramos conhecer as condições físicas da região, o homem que habitava, seus costumes, sua casa, os meios de comunicação, de transporte, de tudo, enfim, que fosse útil à consecução dos planos. Era necessário saber dos materiais disponíveis na região e até como se opera uma mina. As características locais, que passamos resumidamente a descrever, se comportam aos anos 50.

Rio Amapari, margem direita – Serra do Navio
As jazidas situadas em região de relevo acentuado eram cobertas de florestas tropicais, de difícil penetração e somente parcialmente nas margens dos rios, que constituíam o único meio de comunicação existente, bastante precário, de vez que apresentavam inúmeros acidentes em seus cursos. As jazidas, então, estavam isoladas e muito distantes de quaisquer outros centros de apoio. Matas de grande variedade de espécies; mas, devido ao baixo teor de fosfato e carbonatos em seu solo, tornavam difícil a exploração de suas madeiras para construção. Terreno em geral laterítico, ácido, de pouca pedra e de areia muito fina. Chuvas abundantes com média anual total de 2.000 mm e máxima de 100 mm por hora. Nos meses de estio (setembro outubro e novembro) o mínimo é de 60 mm por mês. Temperatura média de 28º C, com máxima de 32º C. Umidade relativa na casa dos 90%. Ventos alíseos fracos. Enchentes tornavam arriscado o uso das margens dos rios para implantação urbana. As condições climáticas eram propícias à formação de mofo, de fungos e para redução da vida útil de muitos materiais. Enfim, um trabalho muito grande para o arquiteto contornar esses inconvenientes."
EXPLORAÇÃO MINERAL-ICOMI

Carregamento de minério de manganês das minas de Serra do Navio.

Beneficiamento do minério.

Empilhamento de minério em Serra do Navio.

Embarque de minério em vagões em Serra do Navio.

Transporte de minério via ferrovia, de Serra do Navio para o Porto de Santana.

Embarque do minério em navios no Porto de Santana.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Vai comprar um jipe novo? Compare os juros bancários.


A compra do jipe zero quilômetro deve ser precedida da análise dos juros bancários

Aiana Freitas
Do UOL, em São Paulo

A pressão do governo federal para que os bancos reduzam os juros tem surtido grande efeito no financiamento de veículos. Quase todas as grandes instituições que cortaram taxas de consumidores e empresas até agora incluíram, em seus pacotes, diminuição de juros do financiamento de carros.
Nesta sexta-feira (11), a Caixa Econômica Federal começa a oferecer juros mais baixos para quem financiar veículos na instituição. A taxa máxima cobrada nessa linha de financiamento, que era de 1,55% ao mês, caiu para 1,26%. A mínima permanece em 0,89% ao mês.

COMPARE AS TAXAS DO FINANCIAMENTO DE VEÍCULOS
BANCO
TAXAS (AO MÊS)*
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
De 0,89% a 1,26%
BANCO DO BRASIL
De 0,95% a 1,99%
BRADESCO
A partir de 0,97%
HSBC
De 0,98% a 2,55%
ITAÚ
A partir de 0,99%
SANTANDER
De 0,98% a 2,45%

As taxas variam de acordo com o relacionamento do cliente com o banco, o percentual de entrada e o prazo de financiamento
Fonte: bancos

Considerando-se só o financiamento de carro, esse foi o terceiro corte feito recentemente pela Caixa. Em 9 de abril, o banco tinha cortado a taxa mínima para 0,98% ao mês. No dia 24 do mesmo mês, cortou para 0,89%. Agora, reduziu apenas a taxa máxima.
O Banco do Brasil também já promoveu dois cortes nos juros do financiamento de veículos em um mês. Em 4 de abril, o banco reduziu a taxa mínima para 0,99% ao mês. No dia 19 do mesmo mês, a taxa mínima caiu para 0,95% ao mês.
Além do Banco do Brasil e da Caixa, Bradesco, HSBC e Itaú também reduziram os juros do financiamento de carro nas últimas semanas. O Santander não cortou os juros do financiamento de veículos, mas fez reduções no cheque especial.
Taxas menores não valem para todos
As reduções feitas pelos bancos, porém, não valem para todos os consumidores. No caso da Caixa, o corte que começa a valer nesta sexta só é para quem financiar, no máximo, 70% do valor do veículo. Ou seja: para quem der uma entrada de pelo menos 30%.
O benefício também só vale se o cliente se encaixar em alguns perfis. Ele precisa estar em uma das situações seguintes: possuir conta corrente no banco há pelo menos três meses, ter financiamento de imóvel na Caixa, ter conta-salário no banco há pelo menos três meses ou ser funcionário público e abrir conta corrente na instituição.
No caso do Banco do Brasil, para ter acesso à taxa mínima do financiamento de veículos (0,95%), é preciso aderir a um pacote de serviços chamado de "Bom pra todos", e dar uma entrada de mais de 50% do valor do veículo.
No Bradesco, é preciso dar entrada de pelo menos 40% do valor do carro. O prazo de financiamento é de até 12 meses e a taxa cobrada parte de 0,97% ao mês.
"Essas reduções são uma grande enganação. Elas só privilegiam as classes A e B", diz o economista Ayrton Fontes, especializado em varejo automotivo. "E consumidores com renda mais alta já conseguem ter acesso a taxas mais baixas porque têm outros produtos do banco, como seguros de vida e aplicações financeiras."

Ops! Erramos os nomes das meninas-jipeiras. Esclarecimento.

Piloto Gilson Cohen com a pequena Manoela, filha do amigo Chicão
O Blog como sempre tem zelosos leitores que pautam pela correção das informações, o que nos enche de satisfação, mesmo quando cometemos a chamada "barrigada", que é como se chama no jargão do jornalismo quando cometemos um erro. Então vai aqui essa correção. O jipeiro Gilson Cohen apareceu segurando esta linda menina no colo, mas ela não é sua filha. Foi apenas um mimo que ele fez na Manoela, que é filha de outro jipeiro, o nosso bom Chicão. (Foto: Perpétua Mourão)

A filha do Gilson é essa, a Laís, que dorme tranquila ao lado da zelosa mamãe Carol, no Jeep Clube
A filhinha do Gilson é essa aqui, a Laís, que aparece ao lado de sua mãe, a jipeira Carol, esposa do Gilson. Ufa! Tudo esclarecido então, o importante é que a família jipeira está unida e crescendo. E multiplicando-se, como pediu o Criador. (Foto: Cleber Barbosa)

O editor.

Vem aí o 27º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo


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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Reunidos em assembleia, jipeiros dizem “sim” à expedição rumo à Serra do Navio


Aspecto da reunião da noite de ontem (9) na sede campestre do Jeep Clube de Macapá

“Se depender do pessoal a gente sai amanhã para a Serra”. Essa frase do presidente do Jeep Clube de Macapá, João Cruz, reflete bem o nível de aceitação da família jipeira à proposta de realização da “I Trilha Pelas Minas da Serra do Navio”, nos dias 19 e 20 deste mês. Os associados do Jeep Clube de Macapá aprovaram em assembléia geral realizada na noite de ontem (9) a viagem até a chamada Cidade Alta, ou Terra do Manganês, que será palco desta nova expedição, com direito a banhos em águas geladas e aventuras pelas minas abandonadas depois da exploração de minério de manganês.
Jipeiros como Cláudio PPG (Amapá Tintas) disseram que apesar de morar há mais de dez anos no Amapá ainda não conhece Serra do Navio, lugar que ele tem informações a respeito da bela história e também belezas naturais. “Minha família sempre desejou conhecer aquela lugar e que bom poder realizar esse desejo de todos, ainda mais indo de jeep e em grupo, com os irmãos do Jeep Clube de Macapá”, comemora o aventureiro.
Associados Hilma, Fernando e Marly, que não vêm a hora de rumar para Serra do Navio
A saída para Serra do Navio está programada para às 7 hora das manhã do sábado, dia 19. Em média a viagem dura cerca de três horas, sendo que dos 193 quilômetros de Macapá a Serra 108 são asfaltados (Macapá-Porto Grande). “Mas se for igual à última viagem que fizemos juntos, para o Jari, quando levamos quase 12 horas, essa vai ser igual”, disse, em tom de brincadeira, o piloto Fernando X do Sul. Na verdade a idéia de sair cedo no sábado é aproveitar o resto do dia livre para passeios e banhos nos inúmeros igarapés, pois a trupo jipeira entrará na trilha pelas minas somente no domingo. O retorno está programado para depois do almoço de domingo e chegada a Macapá no fim da tarde.
A reunião de ontem também foi marcada pela apresentação oficial da jipeira Perpétua Mourão, que retomou o posto de Tesoureira da entidade, depois de um afastamento voluntário do cargo, quando foi substituída pelo piloto e empresário Vantuíler Júnior. Em seu pronunciamento, o presidente do Jeep Clube agradeceu pelo trabalho desempenhado por Júnior e deu as boas vindas à volta de Perpétua, que foi bastante aplaudida e reconhecida pelos jipeiros.

Dia das Mães - Outro assunto deliberado na reunião foi a respeito do Dia das Mães. Ficou definido que no próximo domingo a sede do Jeep Clube receberá as famílias jipeiras que desejarem reunir com as mamães para um almoço. "Quem tiver programações particulares, na casa da família, tudo bem, a gente vai entender, mas quem quiser vir para cá ser´abem vindo", disse Socorro Cruz, mulher do presidente do Jeep Clube. A dica para quem desejar ir para lá no domingo é que os homens devem levar um brinde cada um para ser sorteado durante o tradicional "amigo da onça". Para quem não for no domingo, poderá homenagear as mães jipeiras na reunião da próxima quarta-feira.

A sede campestre do Jeep Clube de Macapá, no Parque de Exposições da Fazendinha.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Viagem histórica: “Do Meio do Mundo ao Suriname”

A mobilização de jipeiros e picapeiros no Suriname mostra a força do off-road por lá
O Blog segue o trabalho de resgate das grandes matérias publicadas neste primeiro ano de atividade da nossa página. Esta saiu no site 4x4 Brasil e ganhou repercussão por aqui. Foi escrita por um casal de jipeiros de Roraima que integrou a jipeiros do Amapá em sua primeira jornada rumo ao Suriname, em 2007. Veja o que eles disseram e confira as imagens desta viagem inesquecível.

Dá uma olhada no nível de preparação dos brutos do Suriname para o evento em Paramaribo
Caros amantes do Off-Road,

Acabei de retornar da uma expedição denominada “Do Meio do Mundo ao Suriname” que prestigiou o “31º Savanna Rally 2007” realizado em Paramaribo. A expedição foi organizada pelo Jeep Clube de Macapá/AP a convite da Delegação Surinamense que participou da “Feira de Turismo no Meio do Mundo” realizada em setembro em nossa Capital. A expedição contou com o apoio do Governo do Estado do Amapá, face ao intercâmbio cultural e turístico entre os países.
O comboio, composto por 14 veículos 4x4, partiu do Monumento do Marco Zero do Equador, em Macapá/AP, no dia 31/10, cruzou o Estado até o Oiapoque e atravessou a Guiana Francesa, chegando a Paramaribo, capital do Suriname, no dia 02/11. A comitiva de Jipeiros Amapaenses foi recepcionada com um maravilhoso jantar no restaurante chinês “Chi Min”, oferecido pelo presidente da SARK (Surinaamse Auto Rally Klub), Sr. Jerry Pocorni, que nos deu total apoio durante nossa estada no Suriname, inclusive designou um dos ex-campeões do evento, o piloto Dennis Jlesen, pessoa sensacional, para ser nosso guia no percurso.
A atenção foi tanta que tivemos nossa “Routeboek” e orientações traduzidas para o português. Participamos do evento na modalidade Turismo, entretanto, como convidados especiais (razão pela qual tivemos um guia). Ao final das etapas do dia, acampávamos em algum lugar bem agradável para retomar as forças. Café da manhã, almoço e jantar, tudo por conta do evento. Aí era só curtir e aproveitar. A aventura durou 10 dias e nossa presença já está confirmada para o ano que vem, com a promessa de dobrar o número de veículos brasileiros. Alguém se habilita?

Pilotos de vários países da America do Sul e do Caribe comparecem ao evento do Suriname
O jipe Toyota Bandeirante do piloto Marcelo Smith, do Amapá, aparece nesta imagem no Suriname
Olha a nossa turma brasileira reunida no Rally das Savanas, quando foram apenas "participar"

Jipe do Suriname inscrito na tradicional prova de regularidade, uma das maiores do continente
Parar ver mais fotos acesse meu álbum: "31º Savanna Rally 2007 - Suriname"

Crocodillo - Jeep Full Size