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domingo, 22 de novembro de 2015
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PROMOÇÃO BLACK FRIDAY DE VERDADE!
Normal / Black Friday
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Spot Trace
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50% Plano anual de mensagens
(R$149,50)
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Dados Para depósito bancário: Banco Itaú S.A. AG 6157 CC 50421-5
Globalstar do Brasil S.A. CNPJ 02.231.030/0001-34
Gerardo Monteiro Filho
Representante Globalstar
091 98882-1119 (Gerardo)
091 98882-2219 (Elizabeth)
022 2792-4874
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Pesquisa Histórica: Os primeiros Jeeps a desembarcar no Amapá
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| Foto histórica da entrega dos jipes em Amapá |
A pedido do Blog Sou Jipeiro, o Professor Montoril realizou um exaustivo trabalho de pesquisa a respeito da trajetória do "Jeep" como ficou mundialmente conhecido esse pequeno grande carro. Acompanhe o resultado a seguir.
A versatilidade dos Jeep's
Por longo tempo os serviços de mensageiro e de batedor do Exército dos Estados Unidos da América do Norte foram realizados por homens montados a cavalo. As trilhas que os mensageiros e os reconhecedores seguiam eram muito acidentadas e nada recomendadas para charretes e diligências. Posteriormente, estas atividades passaram a ser desenvolvidas por motociclistas. Entretanto, as motos eram do tipo “side car” e tinham limites para transporte de pessoal e material. Interessado em utilizar um veiculo de reconhecimento leve, rápido e capaz de trafegar em qualquer terreno, o Exército norte-americano lançou um desafio a 135 fabricantes de automóveis dos Estados Unidos, expresso em um edital datado de 11 de julho de 1940, nos seguintes termos: a viatura deveria ser fabricada em aço estampado, ter tração nas 4 rodas, capacidade para 3 passageiros, pesar no máximo 600 kg , potência máxima do motor de 40 HP, velocidade máxima de 80 km/h, transportar no mínimo 300 kg e estar adaptada com uma metralhadora de 30 mil. As empresas interessadas deveriam apresentar o protótipo do veiculo 49 dias após o lançamento do edital e entregar 70 viaturas 75 dias após atender a primeira exigência. A empresa American Bantam Car Company foi a primeira a fabricar seu protótipo identificado como MK II, entregando-o ao Exército dos Estados Unidos no dia 23 de setembro de 1940. O pequeno MK II foi submetido a rigorosos testes em mais de 5.000 km de estradas de chão e considerado apto.
A Willys-Overland Company só apresentou o modelo “Quand” em 11 de novembro de 1940. O modelo da Ford, batizado como Ford GP “Pygmy” foi entregue em 23 de novembro do citado ano. Os modelos da Willys e da Ford eram muito parecidos com o MK II da American Bantam Car Company. Por ser arrojado e capaz de trilhar terrenos ingrimes e lamacentos, satisfazendo assim os interesses dos militares, o MK II foi apelidado de General Purpose, alcunha do personagem Eugene do desenho animado Popeye, que fazia sucesso desde 1936, ano de seu lançamento. O pequeno personagem correspondia a um animal com poder de viajar entre as dimensões e resolver todos os tipos de problemas. General Purpose significa “fim geral” em inglês e no desenho era referenciado como Gee Pee, nome das letras G e P. Entretanto, no seio da população a letra G era pronunciada como se fosse um J. Assim, o veiculo ficou popularizado como Jeepee, evoluindo para Jeep. No quesito motor o modelo da Willys levava grande vantagem porque tinha 60 HP contra 46 HP da Ford e 45 HP da American. O motor Go Devil fabricado pela Willys podia alcançar a velocidade máxima de 118hm/h e percorria até 38 km queimando um galão de gasolina. Para que o modelo da Willys apresentasse rendimento ainda mais satisfatório, seu motor foi totalmente desmontado e as peças avaliadas uma a uma. Como forma de conciliar uma forte animosidade que surgia entre as empresas que fabricaram protótipos, o Exército Norte-Americano encomendou 1.500 veículos a cada companhia, perfazendo o total de 4.500 unidades Quando os Estados Unidos passaram a participar da Segunda Guerra Mundial, a partir de dezembro de 1941, a produção de Jeeps alcançou índices bem elevados. A 23 de julho de 1941, o Corpo de Intendência do Exército concedeu a Willys-Overland Motors o contrato para a fabricação de 16 mil veículos do modelo Willys MA.
Este modelo sofreu alterações dando origem ao modelo Willys MB (Mobel B) com a forma com que ficou conhecido no mundo. O carro da Willys ganhou a preferência dos militares, tanto que, no decorrer da Segunda Guerra Mundial, mais de 660 mil unidade do modelo Willys MB Track ¼, 4/4 foram utilizadas nas operações de campanha bélica. Ainda no fluxo de 1941, o modelo MB ganhou grades dianteiras em aço soldado, igual a uma grelha e ficou conhecido popularmente como “Slatt Grill”. Estima-se que ainda rodem pelo mundo cerca de 200 veículos.
Em outubro de 1941, forçado pela grande procura de Jeeps, o governo americano fez um acordo com a Willys-Overland para que ela entregasse a um segundo fabricante o projeto e as especificações do modelo MB, ficando-lhe assegurado o direito de produzir pelo menos a metade das encomendas. O segundo fabricante em questão era a Ford, que a contar do dia 10 de janeiro de 1942, iniciou a produção de 15 mil GPWs. A letra W que figurava no modelo significava “padrão Willys”. Até dezembro de 1945, a Willys e a Ford fabricaram 640 mil Jeeps.
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| Modelo MB fabricado pela própria Willy e que foi exaustivamente utilizado pelos exércitos estadunidense, ingles e brasileiro na II Guerra Mundial e no pós guerra. |
Foram Jeeps deste modelo que a Força Expedicionária Brasileira-FEB recebeu como doação do governo dos Estados Unidos. As tropas brasileiras integraram o contingente do V Exército Norte-Americano durante a campanha da Itália. O número total de Jeeps ¼ toneladas foi da ordem de 655, havendo entre eles 9 ambulâncias. Em 1942, a Willys produziu o Jeep mais prestigiado pelos Exércitos dos Estados Unidos e Inglês, o MB42, considerado o modelo mais clássico.
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| Jeeps doados pelo Exército Norte-Americano à Força Espedicionária Brasileira por ocasião da II Guerra Mundial. O valente Jeep MB transportava até cinco pessoas. |
Após o encerramento do grande conflito, as viaturas que se apresentavam em perfeita condição de uso foram trazidas para o Brasil. Em 1950, a Willys registro a marca Jeep, mantendo-a até 1953, quando a vendeu para Henry J. Kaiser Motors. A Kaiser Motors introduziu no mercado automobilístico os modelos CJ 5 e CJ 6, que foram fabricados até o ano de 1986. Atualmente a marca Jeep pertence à Daimler-Chrysler depois de ter passado pelo controle acionário da American Motors Corporation e da Chrysler.
A WILLYS-OVERLAND DO BRASIL
A Willys-Overland do Brasil foi fundada em 26 de agosto de 1952, na cidade paulista de São Bernardo do Campo. Em 1954, a empresa deu origem a produção de veículos com o nome de Jeeps Universal, correspondendo ao Jeep Willys modelo CJ 5, montados com peças trazidas dos Estados Unidos. Do ano de 1957 até 1959, quase todas as partes do veiculo foram fabricadas no Brasil. A partir de 1959, até o motor já era de fabricação brasileira. Em outubro de 1967, a Ford do Brasil assumiu o controle acionário da Willys-Overland do Brasil, herdando as marcas Jeep, Rural Willys, Pick-Up Willys, Aero-Willys, Itamaraty, Gordini e Interlagos. Em 1970, a Ford deixou de fabricar o Jeep e o Aero-Willys. Em 1986, quando a marca Jeep se encontrava sob controle da Kaiser Motors, a linha CJ foi substituída pela linha Jeep Wrangler. Coube a Daimler-Chrysler, em 2002, trazer de volta a marca overland, utilizada no Jeep Grand Cherokee.
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| O modelo CJ 5 foi o último a ser fabricado peal Ford do Brasil depois de ter assumido o controle acionário da Willys Overland do Brasil. |
A IMPORTÂNCIA DOS JEEPS NO DESENVOLVIMENMTO DO AMAPÁ
Os Jeeps modelo CJ 5 foram os que mais circularam nas terras do Território Federal do Amapá. Sem ter suas ruas asfaltadas ou calçadas, a cidade de Macapá apresentava aspectos desoladores durante o período invernoso. Em algumas delas até os veículos automotores acabavam ficando atolados na lama. Os primeiros registros oficiais relativos a existência de Jeeps em Macapá datam do ano de 1960, ocasião em que o governo amapaense comprou as primeiras unidades. Até o ano de 1957, o preço de um Jeep era elevado, visto que sua montagem no Brasil ainda dependia da impostação de peças fabricadas nos Estados Unidos. Em 1960, o governo territorial adquiriu dois Jeeps destinados ao Posto Agro-Pecuário de Macapá, na Fazendinha e à Olaria Territorial.
Em 1961, foi comprado um Jeep para a Seção de Produção Animal. Em 1963, o governo territorial possuía 10 Jeeps Willys-Overland: 1 na Secretaria Geral, 2 na Divisão de Produção, 2 na Divisão de Obras, 1 na Divisão de Terras e Colonização, 3 recolhidos a Garagem Territorial aguardando reparos e 1 Jeep recém comprado aguardando destinação. Além deles, havia um Jipão Internacional. Nos anos posteriores a quantidade de Jeeps pouco aumentou. Alguns veículos novos foram comprados para substituir os que não tinham condições de tráfego.
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| Em pé no Jeep da Secretaria Geral, o Governador Jorge Nova da Costa abre o desfile estudantil de 13 de setembro de 1987, na Av. Fab. |
Estes veículos eram mantidos na garagem para aproveitamento de peças. Em 1967, na gestão do General Ivanhoé Gonçalves Martins foi comprado o primeiro Jeep da marca Toyota para uso do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Em 1968, outro Jeep Toyota foi adquirido para a Olaria Territorial. Em 1969, a frota de Jeeps compreendia 25 viaturas da marca Willys e 2 da marca Toyota. Neste ano foram compradas cinco unidades assim destinadas; Residência Governamental, Divisão de Educação, Divisão de Saúde, Serviço de Administração Geral e Serviço de Municipalidade. Antes da fabricação do Jeep Willys no Brasil, o veiculo tinha que ser importado dos Estados Unidos. No Amapá rodaram alguns desses importados, todos pertencentes ao governo. Os Jeeps que se destinavam à Divisão de Obras, Divisão de Produção, Superintendência de Abastecimento do Território Federal do Amapá-SATFA, e DNER tinham guincho elétrico na parte dianteira e guincho mecânico na parte traseira.
Devido ao fato de viajarem frequentemente pelo interior do território, trafegando por estradas esburacadas e lamacentas, precisavam do cabo enrolado nos guinchos, com um gancho da ponta, para rebocar ou ser rebocado ou ainda ser içado caso caísse em uma depressão do terreno ou içar veículos que estivessem em situação semelhante. Por ocasião da abertura do trecho da BR-15, atual BR- 156, entre a Base Aérea de Amapá e Calçoene, o único veículo leve capaz de andar pelo campo encharcado da região era o Jeep Willys CJ 5 utilizado pelo empresário Walter do Carmo. Para vencer um lodaçal existente numa área de campo, onde sequer havia árvores que servissem de ponto de apoio para a atracação do cabo do guincho dianteiro, os operários da estrada de rodagem cortaram centenas de varas, distribuindo-as paralelamente pelo trecho a ser percorrido. O próprio empresário Walter do Carmo dirigiu o veiculo com o sistema de tração das quatro rodas devidamente acionado. Os moradores de Calçoene comemoraram bastante quando o Jeep adentrou na vila. Eles passaram a ter certeza de que finalmente iriam sair do isolamento terrestre, fato concretizado pouco tempo depois. O ex-vereador Juvenal Canto, que ao ingressar no quadro de pessoal do governo do Território Federal do Amapá foi designado para dirigir um Jeep do Serviço de Geografia e Estatística, conta o drama que viveu porque, acostumado a dirigir motor de popa, não sabia engatar a marcha à ré da viatura. Por esta razão ele sempre parava o Jeep em parte inclinada da lateral da rua. Quando queria sair bastava desengatar o freio de mão. Agiu assim até o dia em que o diretor do órgão descobriu sua peripécia. Acabou sendo transferido para o Serviço de Navegação. O Jeep sempre foi destaque nos desfiles cívicos e militares. Governadores e Oficiais das Forças Armadas abriam os desfiles em pé dentro do veículo. Em Macapá o procedimento não foi diferente. Porém, o General Ivanhoé Gonçalves Martins preferia cumprir o ritual caminhando na pista do desfile. Enquanto os contingentes estivessem desfilando ele se mantinha em posição de sentido na frente do palanque. Foi no governo dele (1967 a 1972) que os desfiles da Semana da Pátria e da Semana do Território passaram a ser realizados na Avenida FAB. Até 1966, os desfiles ocorreram no trecho da Avenida Iracema Carvão Nunes, entre as duas alas da Praça Barão do Rio Branco.
Um fato muito interessante aconteceu no trecho mais baixo da Rua Cândido Mendes, entre as atuais Avenidas Matheus de Azevedo Coutinho e a Nações Unidas. O perímetro estava sendo aterrado e antes disso só as lambretas e vespas trafegavam por lá. Um sujeito que encheu a cara de cana na Doca da Fortaleza voltava para casa quando duas lambretas passaram por ele tirando um fino danado. O bêbado xingou as genitoras do lambretistas e continuou caminhando. Ao perceber que dois faróis vinham em sua direção estancou no meio da rua julgando que fossem as lambretas retornando para o centro da cidade. Para azar seu, o veículo era um Jeep da Divisão de Obras que fiscalizava o serviço de abertura de valas para assentamento de tubos e expansão de distribuição de água. Para felicidade do motorista a abalroada não causou grandes danos ao “pau-de-cana”. Viveu muito tempo em Macapá um comerciante cujo estabelecimento tinha o titulo de “Bazar Bandeirante”. Ele possuía um Jeep que tinha luzes coloridas por todas as partes do veículo. À noite, era muito fácil identificar o Jeep do Bandeirante que mais parecia uma árvore de natal ambulante. Quando alguém caprichava na indumentária, o povo dizia que o sujeito estava mais enfeitado do que o jeep do Bandeirante. Em 1961, quando exercia o cargo de governador do Amapá, o pernambucano José Francisco de Moura Cavalcante, cognominado de “Zé Bonitinho”, julgou que tinha poderes para se intrometer nos negócios da Indústria e Comércio de Minérios S.A. Numa manhã de sábado Moura Cavalcante usou o Jeep da residência governamental para ir ao porto de Santana verificar se era verdade que a balança usada pela ICOMI para pesar o minério de manganês exportado estava avariada. Ao chegar ao portão da ICOMI encontrou a entrada bloqueada por uma grossa corrente de ferro. Os vigilantes da empresa indagaram o que ele pretendia e o informaram que o ingresso na área da companhia só ocorreria após a identificação do condutor do veículo e a autorização de estâncias superiores. Sentindo-se ofendido, o governador engatou a marcha ré do veículo e investiu contra a corrente, arrebentando-a e danificando a frente da viatura. Foi detido pela vigilância até a chegada do funcionário que exercia as atividades de relações públicas da ICOMI ao local do entrevero. Convencido de sua atitude não se coadunava com a natureza do cargo que exercia, Moura Cavalcante retornou a Macapá jurando que tudo faria para provar que a ICOMI estava sonegando imposto sobre minério. A atitude desrespeitosa do governador lhe valeu uma admoestação do senhor Jânio da Silva Quadros, Presidente do Brasil. Pequeno e ágil, o jeep foi usado no Amapá para trafegar nos trechos mais inóspitos da BR 156.
Às vezes, com carga excessiva, a robusta viatura ligou o interior à capital ajudando a resolver inúmeros problemas. Ainda na fase do Amapá como Território Federal, o engenheiro Azarias Neto, prefeito nomeado do Município de Oiapoque, resolveu colocar um motor de caçamba na parte traseira do Jeep da PMO e transportá-lo para Macapá. A viagem transcorreu normalmente até que o Jeep alcançou um trecho íngreme. Ao tentar vencer o acentuado aclive o Jeep rebolou ladeira a baixo ceifando a vida do prefeito. O Jeep Willys passou a ser vendido em Macapá pela firma Irmão Zagury & Companhia Ltda., capitaneada por Moisés Zagury e Jaime Isaac Zagury, depois que a Ford do Brasil comprou a Willys-Overland do Brasil.
Por: Nilson Montoril
Por: Nilson Montoril
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Iveco e Avibras são finalistas da competição VBMT-LR de viaturas militares

LMV da IVECO
Por Ivan Plavetz
A Diretoria de Fabricação (DF), organismo do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército Brasileiro, publicou na edição do Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira (17) que a IVECO e a Avibras foram consideradas finalistas da concorrência no âmbito do programa Viatura Blindada Multitarefa – Leve de Rodas (VBMT-LR).
O programa faz parte do Projeto Estratégico GUARANI, que tem por objetivo transformar as Organizações Militares de Infantaria Motorizada em Mecanizada e modernizar as organizações militares de Cavalaria.
A fase de Requisição de Propostas (RFP conforme sigla em inglês) da concorrência, gerenciada pela Diretoria de Material do Exército Brasileiro, foi encerrada no dia 23 de janeiro deste ano. As propostas foram entregues pela Iveco Latin America contendo ofertas de seus Veículos Multifuncionais Leves (LMV conforme sigla em inglês), pela Avibras envolvendo o Tupi (versão brasileira do Sherpa da Renault Trucks Defense), pela BAE Systems Land Systems South Africa ofertando o RG32M LTV e pela AM General and Plasan propondo o MLTV-BR.

Tupi da Avibras
Os quatro modelos cumpriram campanhas de demonstração em território brasileiro no ano passado, tendo sido avaliados no Centro de Avaliação do Exército (CAEx), na Barra de Guaratiba (RJ).
Essas viaturas pertencem à classe de veículos 4×4 com um peso máximo de 8 toneladas e capacidade de carga de 1 tonelada, bem como dotadas de espaço para uma guarnição de cinco ocupantes. Elas deverão atender rigorosos requisitos de blindagem e elevado nível de sobrevivência dos tripulantes.
As duas finalistas deverão enviar representantes à Diretoria de Fabricação, localizada no Rio de Janeiro, no próximo dia 04 de agosto para recebimento de instruções necessárias à apresentação das respectivas Propostas Técnico-Comerciais Finais, e retirada da minuta do contrato. As empresas deverão entregar as propostas no dia 18 de agosto de 2015 na própria Diretoria de Fabricação.
FONTE: T&D
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Jeep Clube de Macapá promove o 7º Fest Jeep no Meio do Mundo
Chega à sétima edição o Fest Jeep no Meio do Mundo, a maior
competição do segmento Off-road do estado, promovido pelo Jeep Clube de Macapá.
Entre as novidades deste ano, um Rally de Regularidade, que terá como
organizador o empresário Ehrlich Cordão, idealizador do maior rally do Nordeste
do Brasil, o Cerapió/Piocerá. A programação ocorre no período de 25 a 27 de
setembro e também marca as comemorações do Equinócio da Primavera.
Também está confirmado o Indoor 4x4 no circuito a ser
montado no Marco Zero do Equador, nas categorias, Willys, Gasolina e Diesel, sob a coordenação de outro grande nome do
Off-road nacional, Vilmar Walendowsky, o Negão da Fenajeep, que virá de Brusque
(SC) juntamente com o locutor oficial Osvaldo Toledo. Também haverá o Indoor de
Motos, o Indoor de Gaiolas e a introdução das bicicletas e motos no rally de
regularidade, cuja largada será na APA do Curiaú.
Segundo o presidente do Jeep Clube, empresário Manoel Mandi,
a cada evento promovido pela entidade aumenta a responsabilidade de fazer
melhor que as edições anteriores. “Estamos caminhando a passos largos para
profissionalizar cada vez mais nossos pilotos e navegadores. Este ano, com a
entrada do rally de regularidade, esperamos motivar cada vez mais nossos
companheiros a investir nesse campo que já nos deu inclusive títulos fora daqui”,
disse Mandi.
O dirigente do clube se refere ao fato de José Maria Esteves
já ter vencido o tradicional Rally das Savanas, no Suriname e o próprio Mandi
ter levado o Cerapió de 2013, ter sido vice-campeão da TransBahia e o título de
campeão brasileiro daquele ano.
Ehrlich Cordão esteva em Macapá no mês de agosto para
ministrar o curso de navegação para pilotos e navegadores locais. Essa é uma
condição fundamental para que os pilotos associados do Jeep Clube de Macapá e
os demais interessados em participar das competições possam se sair bem nas
provas.
Também com o apoio e a organização da Federação Amapaense de
Ciclismo e da Associação Motocross do Amapá, o Jeep Clube de Macapá estará
expandindo suas ações pelo estado, agregando ainda mais valor do 7º Fest Jeep
no Meio do Mundo. Este ano, o patrocinador oficial do evento é a Jeep Way, com
o apoio do Governo do Estado e da Prefeitura de Macapá.
Entre os demais apoiadores do evento deste ano, a Center
Kennedy, Posto Padre Júlio, M2 Comunicação, Nutri Service, X do Sul, Comercial
rabelo, Fecomércio, Amazon Plaza Hotal, Ettal Pneus, Eletro Grupo, Portela
Acessórios, Avicap, Amazon, Amapá Tintas, VidrAuto, Farma Plus, Ética Turismo,
Equador Auto Center, Acia, Agroviva, Mônaco Motos e NorteLog.
sábado, 19 de setembro de 2015
Ford levará dois consumidores às pistas dos sonhos para “pilotar” o Focus em Mônaco
DESTINO DOS SONHOS PARA AMANTES DE CARROS:
FOCUS FASTBACK LEVA CONSUMIDORES PARA MÔNACO E NORUEGA
A segunda etapa da campanha do Focus Fastback levará dois consumidores que fizerem o test-drive do lançamento da Ford aos destinos mais cobiçados pelos amantes de carros: o circuito de rua de Monte Carlo, em Mônaco, e a famosa Atlantic Road, na Noruega. Nas pistas, onde foram gravados os novos vídeos da campanha, os ganhadores terão a experiência de conhecer a esportividade do novo modelo da Ford.
O circuito de rua de Monte Carlo tem fama mundial por sediar anualmente o Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 e ser a pista preferida do piloto brasileiro Ayrton Senna, que foi o primeiro colocado nessa prova por seis vezes. A primeira corrida realizada nas ruas inclinadas do principado ocorreu em 1929. Ele está localizado na Riviera Francesa, a região considerada uma das áreas mais luxuosas, caras e sofisticadas do mundo.
Construída sobre pequenas ilhas ligadas por oitos pontes acima do Mar da Noruega, a Atlantic Road possui 8,3 quilômetros de extensão e foi premiada com diversos títulos, como “melhor roadtrip” e “Construção da Noruega”. Conhecida como a rota nacional dos turistas e preservada como patrimônio cultural, a estrada oferece diversos pontos turísticos e passeios como mergulho, pesca e variados pontos de descanso estabelecidos ao longo das ilhas.
As pistas foram escolhidas por seu reconhecimento mundial, alinhada com a proposta do Fastback, focada na esportividade e no prazer de dirigir.
O primeiro filme traz a participação do ator Gerard Butler, que afirma não ser possível testar um carro como o Focus Fastback com uma volta no quarteirão. Ele então passa a direção a duas pilotas profissionais – a brasileira Michelle de Jesus e a colombiana Manuela Vasquez. Os vídeos seguintes revelam os destinos selecionados pela Ford. Enquanto Michelle dirige o Focus Fastback no charmoso e elegante Principado de Mônaco, Manuela tem como cenário a Atlantic Road, com paisagens maravilhosas sobre as ilhas do Mar da Noruega.
Para assistir ao primeiro filme, clique aqui. O segundo vídeo, filmado na Noruega, irá ao ar no dia 28 de setembro e o terceiro, em Mônaco, em 12 de outubro.
Como participar
Os consumidores que fizerem o test-drive no Focus Fastback em um distribuidor Ford até o dia 28 de outubro vão concorrer à experiência de dirigir o modelo em duas das melhores pistas do mundo.
Realizada pela Bullet Promo, as viagens proporcionarão um test-drive a bordo do Focus Fastback, com direito a acompanhante, quatro noites de hospedagem, refeições e city tour para conhecer os principais pontos turísticos de cada destino. O primeiro sorteio, que definirá o ganhador da viagem à Noruega, será realizado no dia 17 de outubro e o segundo, que dará a viagem ao Principado de Mônaco, no dia 31 de outubro. Outras informações sobre a ação estão disponíveis em www.ford.com.br/fastbackdrive.
FORD BRASIL
A Ford Motor Company está estabelecida no Brasil desde 1919, onde mantém as marcas automotivas Ford, Ford Caminhões e Troller e uma estrutura de 11.500 empregados e quatro fábricas, além do Campo de Provas de Tatuí. Para mais informações sobre os produtos da Ford, acesse http://www.ford.com.br.
SOBRE A FORD MOTOR COMPANY
A Ford Motor Company é uma empresa líder da indústria automotiva global, com sede em Dearborn, Michigan, nos Estados Unidos. Fabrica ou distribui automóveis em seis continentes, com cerca de 195.000 empregados e 66 fábricas no mundo. Suas marcas automotivas incluem a Ford e a Lincoln. A empresa fornece serviços financeiros através da Ford Motor Credit Company. Para obter mais informações sobre os produtos da Ford, favor acessar www.ford.com.br.
Burson-Marsteller – Atendimento Ford
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