Nosso Lema

De nada adiantaria toda a exuberância da natureza quase intocada do Amapá se a gente não pudesse pegar um 4x4 para cortar estradas, ramais e trilhas da Amazônia tucuju especialmente em dias de chuva ou forte calor. Lama, adrenalina, família, amizade e descontração. Somos jipeiros do Meio do Mundo!!!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Sebrae capacitará microempreendedores para atuar no Fest Jeep 2017

O Jeep Club de Macapá, em parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), promoverá o curso de ‘Boas práticas com alimentos’ e ‘Como atender bem o seu cliente’. Os cursos são direcionados a microempreendedores interessados em comercializar seus produtos durante o 9º Fest Jeep no Meio do Mundo, nos dias 22, 23 e 24 de setembro, na área do entorno do Complexo Turístico do Marco Zero do Equador.
As inscrições poderão ser feitas no Sambódromo no horário comercial. “Criar oportunidades de empreendedorismo e assim gerar renda é o objetivo dessa iniciativa, mais um projeto de contrapartida social do Jeep Club de Macapá”, ressalta a atual presidente da entidade, a servidora pública Perpétua Mourão.
Tradição
O Fest Jeep no Meio do Mundo é o maior evento do calendário anual do Jeep Club de Macapá, que há nove anos realiza um evento Off-Road (fora-de-estrada) em plena área urbana da cidade, como forma de comemorar a passagem do fenômeno natural do Equinócio da Primavera.
A pista de 560 metros é montada num traçado sinuoso que faz com que os competidores ora corram no Hemisfério Norte, ora no Hemisfério Sul. As provas são realizadas em duas baterias, com os pilotos correndo uma volta por dentro e outra por fora da pista dupla, com os tempos sendo somados e depois se estabelece uma média, sendo que os menores tempos avançam para as etapas finais.
Este ano uma das novidades será a entrada das bikes, motos, quadriciclos e também os carros ‘gaiola’, bem como uma prova de corrida de rua.

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Serviço:

Evento: Curso de ‘Boas práticas com alimentos’ e ‘Como atender bem o seu cliente’.
Local: Sala do Jeep Club no Sambódromo
Data: A partir desta quarta-feira, dia 23/08/2017
Contato: Perpétua Mourão (96) 99196-8900

segunda-feira, 24 de julho de 2017

JORNALISMO | Rede Record anuncia série de reportagens no Amapá.




ESPECIAIS | Já imaginou uma Kombi Retrô com tração 4x4?


doyoulikevintage
VW split bus 4x4 overland camper





Pilotos passam o fim de semana na Trilha do Pinhal com a família

Fotos enviadas pelos jilotos Gilson Cohen (Ouro Minas) e Vantuíler Júnior (Serviços) que recentemente passaram um final de semana na Trilha do Pinhal. Pelo visual dos jipes e a comida leveda para o passeio, valeu a pena a viagem.




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Site Oficial.

Blazer 1972 vs Blazer 2005 preparadas para qualquer terreno.


Fred Williams
Editor–At-Large, Petersen’s 4-Wheel & Off-Road
Alguns garotos apenas nos deixam doentes; Verde com inveja, isto é. Maurice Rozo é um daqueles companheiros que aparece com todos os brinquedos legais e nos faz pensar o que estamos fazendo de errado. Maurice tem trabalhado muito há mais de 10 anos para fazer um nome para sua loja 4x4, Off Road Unlimited, e quando finalmente chegou a hora de construir suas próprias plataformas para se dirigir para a sujeira, ele e sua equipe de alto nível Os técnicos construíram o combo que você vê aqui. O Blazer branco '72 foi originalmente montado para um cliente, mas quando surgiu à venda, Maurice comprou isso como uma plataforma de trilhas na loja caso ele e os caras quisessem rodar durante o fim de semana. Além disso, é um ótimo exemplo para mostrar o que a loja poderia fazer.
Então, para fazer o reboque do grande GM muito mais fácil, Maurice e a equipe construíram provavelmente o duo mais doente do planeta. Com menos de 300 milhas no odo, este caminhão Chevy preto foi despedaçado na loja ORU Burbank, Califórnia, dada a assinatura do swap de eixo sólido, e equipado com quase todos os componentes do mercado de acessórios que o tornariam reboque, recuperando e cruzando melhor .
Imagine acordar a manhã de sábado, cruzando para o seu buraco de lama favorito naquela dualia lisa e extra-larga, enquanto as vacas voltam para casa atrás do volante de um Big-Boggered Blazer, e depois viajam novamente para casa com estilo. Sim, estamos com ciúmes. Temos certeza de que você também é.

'72 CHEVY BLAZER
Motor:454 big-block, cabeçalhos Doug Thorley, Holly carb, filtro K & N,
Ignição MSD, escape Flowmaster
Transmissão:TH400 com Art Carr trans pan e shifter
Caixa de transferência:NP205
Eixo dianteiro:Kingpin Dana 60, Teraflex T-locker, 5.13 engrenagens
Eixo traseiro:Corporate 14-screw, Detroit Locker, 5.13 Engrenagens
Pneus e rodas:TSL Boggers 19.5 / 44-15 em 15x14 Rodas aliadas
Com fechaduras de talões
Suspensão:Custom Atlas Springs, Bilstein 5100 choques

'05 CHEVY DUALIE
Motor:Duramax Diesel com programador de potência TTS e
Sistema de admissão de ar de escape e AFE
Transmissão:Allison com bandeja de transporte Mag-Hytec
Caixa de transferência:NV263
Eixo dianteiro:Ball-joint Dana 60, ARB Locker, 4,56 engrenagens
Eixo traseiro:AAM 11.50, 4.56 engrenagens
Pneus e rodas:Rodas personalizadas Pro Comp com Pro Comp 37x13.50x17
Pneus X-Treme A / T
Suspensão:Molas de Atlas personalizadas, troca de eixo sólido ORU, barra de balanço
Airbag e choques do rei

sábado, 22 de julho de 2017

S10 Turbo Diesel ganha conforto e fica até 13% mais econômica


Max Press


A Chevrolet S10 Turbo Diesel 2018 automática passa a vir equipada a partir de então com uma tecnologia inovadora presente no sistema de propulsão. É o CPA (Centrifugal Pendulum Absorber), que ajuda a reduzir os níveis de ruído e de vibração da picape a patamares similares aos de automóveis a diesel de luxo.

Além disso, o sistema otimiza o acoplamento da transmissão em rotações mais baixas, proporcionando a sensação de melhor aceleração, retomada de velocidade e menor consumo de combustível.

Isto acontece pelo fato de o veículo responder mais prontamente aos comandos do pedal do acelerador.

“Além de funcionar como um filtro de vibrações, o CPA possibilita o acoplamento antecipado da transmissão, melhorando também a eficiência energética do veículo em até 13%”, explica Fabiola Rogano, vice-presidente de Engenharia da GM.

Para isso foi desenvolvido uma nova calibração do motor 2.8 Turbo Diesel (200 cv de potência e 51 kgfm de força) e da transmissão de seis marchas (manual ou automática), além da adoção de um sistema de gerenciamento elétrico mais moderno. Soluções introduzidas recentemente na Chevrolet Colorado norte-americana.

“Assim como já ocorre nos Estados Unidos, o consumidor de picapes no Brasil está ficando cada vez mais exigente e refinado. Ele busca um veículo utilitário de carga verdadeiramente robusto, mas com conforto e economia similares aos de um automóvel de passeio”, diz Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da Chevrolet.

Com as evoluções mecânicas promovidas na S10 Turbo Diesel, o veículo é capaz de rodar na versão 4x2 média de 10,8 km/l em perímetro rodoviário e de 8,8 km/l em perímetro urbano, de acordo com dados do Inmetro.
Com isso, a autonomia máxima da picape subiria para 864 km, o que equivale a economia de um tanque de combustível (80 litros) a cada 8.000 quilômetros, aproximadamente.

Vale ressaltar outros dados. A velocidade máxima é de 180 km/h, enquanto a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 10,3 segundos, ou 0,6s mais rápido que o modelo anterior.

A S10 também é a maior do segmento, com até 5,40 metros de comprimento. Já a capacidade de carga é de aproximadamente 1,1 tonelada.

A linha 2018 da Chevrolet S10 traz ainda nova opção de cor de carroceria: o Vermelho Edible Berries. Ela se junta às já existentes Prata Switchblade, Branco Summit, Vermelho Chili, Cinza Graphite e Preto Ouro Negro.

Outra mudança é a adoção do padrão global de identificação do nome do veículo e da versão pela carroceria. O logotipo “S10” aparece agora tanto na parte inferior das portas dianteiras quanto na esquerda da tampa da caçamba. No lado direito fica a identificação da versão de acabamento.

A S10 2.8 Turbo Diesel é ofertada em três opções de carroceria (chassi, cabine simples e cabine dupla), duas de transmissão de seis marchas (manual e automática), além de quatro configurações de acabamento (LS, LT, LTZ e a luxuosa High Country).
A configuração cabine dupla (LT e LTZ) também é comercializada na versão Flex, com motor 2.5 de injeção direta e 206 cavalos de potência. O modelo ganhou recentemente opção de automática.

Única do segmento com sistema de conectividade total

Além da força e da robustez, a picape média da Chevrolet se destaca ainda pela sofisticação e pelos itens de segurança e pelos sistemas de conectividade total, como o multimídia MyLink (compatível com Android Auto e Apple CarPlay) e o OnStar, que oferece serviços de emergência, segurança, navegação, concierge e diagnóstico avançado ao toque de um botão no veículo ou por meio de aplicativo para smartphone.

A S10 também conta com um dos pacotes de segurança mais completos da categoria. Além do serviço de notificação automática em caso de acidente do OnStar, destaca-se o alerta de desvio de faixa e o alerta de colisão frontal, presentes nas configurações LTZ e High Country.

O alerta de desvio de faixa possui uma câmera na parte superior do para-brisas que “lê” as faixas da via e emite um aviso toda vez que perceber que o veículo está saindo involuntariamente da pista. Se o pisca estiver acionado, o mecanismo entende que a manobra é intencional e não entra em ação.

O alerta de colisão frontal é outro equipamento bastante útil no dia a dia. Por meio dele, o motorista pode estabelecer eletronicamente uma distância mínima em relação ao veículo à frente, podendo, por exemplo, ser alertado caso o outro automóvel sofra uma redução de velocidade repentina. Além de luzes vermelhas piscarem na base do para-brisa, um alarme soa pelos alto-falantes da picape.

Outros destaques das versões mais sofisticadas do veículo são os controles eletrônicos de tração (TC) e de estabilidade (EPS) e os assistentes de partida em rampas (HSA) e o de descida (HDC). Enquanto o assistente de partida em rampas não permite que o veículo recue em saídas íngremes; o assistente de descida controla a velocidade em descidas íngremes sem a necessidade de intervenção do motorista, proporcionando maior controle do veículo.

A picape da Chevrolet ainda pode ser equipada com:

• Acabamento interno premium
• Acendimento automático dos faróis;
• Luz de condução diurna em LED (DRL);
• Banco do motorista com ajuste elétrico;
• Sensor de chuva;
• Retrovisor central eletrocrômico;
• Câmera de ré com gráficos para auxílio em manobras;
• Sensor de estacionamento dianteiro;
• Acionamento remoto da ignição;
• Ar-condicionado digital com oito velocidades;
• Sistema de áudio premium de alta definição;
• Rodas aro 18;
• Rebatimento elétrico dos retrovisores externos.
Versão mais exclusiva, a High Country traz ainda grade dianteira com acabamento personalizado, estribos laterais, rodas exclusivas, frisos cromados na base dos vidros das portas além de um robusto santo antonio, especialmente projetado para integrar à caçamba. A peça acompanha uma capota marítima rígida.
Já itens como direção com assistência elétrica progressiva inteligente, vidros laterais com mecanismo de abertura e fechamento por meio de controle remoto, alerta de baixa pressão dos pneus e computador de bordo estão disponíveis desde a configuração de entrada da versão cabine dupla.

Histórico
Fundada em 1911, em Detroit, a Chevrolet é uma das maiores marcas de veículos do mundo, com negócios em mais de 115 países e vendas anuais de mais de 4.0 milhões de veículos. A Chevrolet oferece aos clientes veículos eficientes e com ótimo desempenho, design diferenciado e de alta qualidade. Mais informações a respeito dos modelos Chevrolet podem ser encontradas no site www.chevrolet.com

Em 2017, as operações na Argentina e Brasil foram integradas na GM Mercosul. No ano de 2016 a Chevrolet vendeu nos dois mercados 445.616 mil veículos, sendo 345.916 mil no Brasil e 99.700 mil na Argentina. A GM Mercosul tem quatro Complexos Industriais que produzem veículos, motores e componentes em São Caetano do Sul, São José dos Campos e Gravataí, no Brasil e em Rosário, na Argentina. Conta ainda com unidades em Joinville (produção de motores e cabeçotes de alumínio), Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados) e Indaiatuba (Campo de Provas), Centros Tecnológicos em São Caetano do Sul e Rosário e Centros Logísticos em Sorocaba e General Rodriguez, em Argentina. Mais informações podem ser encontradas no site http://media.gm.com/brasil e Twiter: www.twitter.com/GMBPress

segunda-feira, 17 de julho de 2017

MEMÓRIA | Os primeiros Jeep's a chegar ao Amapá.

Relembramos hoje uma pesquisa encomendada por nosso Blog ao jornalista e historiador amapaense Nilson Montoril, em 2011, a respeito dos primeiros exemplares do Jeep Willys a chegar ao Amapá. É um passeio na história do Amapá, do Brasil e, por que não dizer, do mundo. Acompanhe!

A versatilidade do Jeep, 
por Nilson Montoril, jornalista e historiador.
O modelo da foto é um dos últimos a serem fabricados. Já apresentava recursos e dispositivos que os Jrrps comuns não possuiam, como rodas mais altas, limpador de para-brisa com motor, guincho e para-choque reforçado.

                        Por longo tempo os serviços de mensageiro e de batedor do Exército dos Estados Unidos da América do Norte foram realizados por homens montados a cavalo. As trilhas que os mensageiros e os reconhecedores seguiam eram muito acidentadas e nada recomendadas para charretes e diligências. Posteriormente, estas atividades passaram a ser desenvolvidas por motociclistas. Entretanto, as motos eram do tipo “side car” e tinham limites para transporte de pessoal e material. Interessado em utilizar um veiculo de reconhecimento leve, rápido e capaz de trafegar em qualquer terreno, o Exército norte-americano lançou um desafio a 135 fabricantes de automóveis dos Estados Unidos, expresso em um edital datado de 11 de julho de 1940, nos seguintes termos: a viatura deveria ser fabricada em aço estampado, ter tração nas 4 rodas, capacidade para 3 passageiros, pesar no máximo 600 kg , potência máxima do motor de 40 HP, velocidade máxima de 80 km/h, transportar no mínimo 300 kg e estar adaptada com uma metralhadora de 30 mil. As empresas interessadas deveriam apresentar o protótipo do veiculo 49 dias após o lançamento do edital e entregar 70 viaturas 75 dias após atender a primeira exigência. A empresa American Bantam Car Company foi a primeira a fabricar seu protótipo identificado como MK II, entregando-o ao Exército dos Estados Unidos no dia 23 de setembro de 1940. O pequeno MK II foi submetido a rigorosos testes em mais de 5.000 km de estradas de chão e considerado apto.


O modelo MK II fabricado pela Americam Bantam Car Companhy, apelidado General Purpose é rigorosamente o primeiro veículo que ficou mundialmente conhecido como Jeep. A empresa norte-americana certamente foi preterida por razões ainda não convicentes.


A Willys-Overland Company só apresentou o modelo “Quand” em 11 de novembro de 1940. O modelo da Ford, batizado como Ford GP “Pygmy” foi entregue em 23 de novembro do citado ano. Os modelos da Willys e da Ford eram muito parecidos com o MK II da American Bantam Car Company. Por ser arrojado e capaz de trilhar terrenos ingrimes e lamacentos, satisfazendo assim os interesses dos militares, o MK II foi apelidado de General Purpose, alcunha do personagem Eugene do desenho animado Popeye, que fazia sucesso desde 1936, ano de seu lançamento. O pequeno personagem correspondia a um animal com poder de viajar entre as dimensões e resolver todos os tipos de problemas. General Purpose significa “fim geral” em inglês e no desenho era referenciado como Gee Pee, nome das letras G e P. Entretanto, no seio da população a letra G era pronunciada como se fosse um J. Assim, o veiculo ficou popularizado como Jeepee, evoluindo para Jeep. No quesito motor o modelo da Willys levava grande vantagem porque tinha 60 HP contra 46 HP da Ford e 45 HP da American. O motor Go Devil fabricado pela Willys podia alcançar a velocidade máxima de 118hm/h e percorria até 38 km queimando um galão de gasolina. Para que o modelo da Willys apresentasse rendimento ainda mais satisfatório, seu motor foi totalmente desmontado e as peças avaliadas uma a uma. Como forma de conciliar uma forte animosidade que surgia entre as empresas que fabricaram protótipos, o Exército Norte-Americano encomendou 1.500 veículos a cada companhia, perfazendo o total de 4.500 unidades Quando os Estados Unidos passaram a participar da Segunda Guerra Mundial, a partir de dezembro de 1941, a produção de Jeeps alcançou índices bem elevados. A 23 de julho de 1941, o Corpo de Intendência do Exército concedeu a Willys-Overland Motors o contrato para a fabricação de 16 mil veículos do modelo Willys MA. 


Modelo Willys MB ou Mobel B pode ter sido concebido a partir do modelo MK II.  A Willys-Overland só entregou seu protótipo ao Exército dos Estados Unidos depois que a American Bantam o fez rigirosamente dentro do prazo exigido.


Este modelo sofreu alterações dando origem ao modelo Willys MB (Mobel B) com a forma com que ficou conhecido no mundo. O carro da Willys ganhou a preferência dos militares, tanto que, no decorrer da Segunda Guerra Mundial, mais de 660 mil unidade do modelo Willys MB Track ¼, 4/4 foram utilizadas nas operações de campanha bélica. Ainda no fluxo de 1941, o modelo MB ganhou grades dianteiras em aço soldado, igual a uma grelha e ficou conhecido popularmente como “Slatt Grill”. Estima-se que ainda rodem pelo mundo cerca de 200 veículos.


Modelo MB da Willys Overland que foi fabricado em série por ela e pela Ford.Is Jeeps fabricados pela Ford eram obrigados a ter na lataria as letras GPWs, com o W evidenciando que a viatura decorria de um modelo da Willys. O Jeep foi preparado para enfrentar terrenos hostis, possuindo machado, pá e um holofote sobre o para-lama dianteiro esquerdo.


                        Em outubro de 1941, forçado pela grande procura de Jeeps, o governo americano fez um acordo com a Willys-Overland para que ela entregasse a um segundo fabricante o projeto e as especificações do modelo MB, ficando-lhe assegurado o direito de produzir pelo menos a metade das encomendas. O segundo fabricante em questão era a Ford, que a contar do dia 10 de janeiro de 1942, iniciou a produção de 15 mil GPWs. A letra W que figurava no modelo significava “padrão Willys”. Até dezembro de 1945, a Willys e a Ford fabricaram 640 mil Jeeps. 


Modelo MB fabricado pela própria Willy e que foi exaustivamente utilizado pelos exércitos estadunidense, ingles e brasileiro na II Guerra Mundial e no pós guerra.



Foram Jeeps deste modelo que a Força Expedicionária Brasileira-FEB recebeu como doação do governo dos Estados Unidos. As tropas brasileiras integraram o contingente do V Exército Norte-Americano durante a campanha da Itália. O número total de Jeeps ¼ toneladas foi da ordem de 655, havendo entre eles 9 ambulâncias. Em 1942, a Willys produziu o Jeep mais prestigiado pelos Exércitos dos Estados Unidos e Inglês, o MB42, considerado o modelo mais clássico.

Jeeps doados pelo Exército Norte-Americano à Força Espedicionária Brasileira por ocasião da II Guerra Mundial. O valente Jeep MB transportava até cinco pessoas.



Após o encerramento do grande conflito, as viaturas que se apresentavam em perfeita condição de uso foram trazidas para o Brasil. Em 1950, a Willys registro a marca Jeep, mantendo-a até 1953, quando a vendeu para Henry J. Kaiser Motors. A Kaiser Motors introduziu no mercado automobilístico os modelos CJ 5  e CJ 6, que foram fabricados até o ano de 1986. Atualmente a marca Jeep pertence à Daimler-Chrysler depois de ter passado pelo controle acionário da American Motors Corporation e da Chrysler.

                        A WILLYS-OVERLAND DO BRASIL

                        A Willys-Overland do Brasil foi fundada em 26 de agosto de 1952, na cidade paulista de São Bernardo do Campo. Em 1954, a empresa deu origem a produção de veículos com o nome de Jeeps Universal, correspondendo ao Jeep Willys modelo CJ 5, montados com peças trazidas dos Estados Unidos. Do ano de 1957 até 1959, quase todas as partes do veiculo foram fabricadas no Brasil. A partir de 1959, até o motor já era de fabricação brasileira. Em outubro de 1967, a Ford do Brasil assumiu o controle acionário da Willys-Overland do Brasil, herdando as marcas Jeep, Rural Willys, Pick-Up Willys, Aero-Willys, Itamaraty, Gordini e Interlagos. Em 1970, a Ford deixou de fabricar o Jeep e o Aero-Willys. Em 1986, quando a marca Jeep se encontrava sob controle da Kaiser Motors, a linha CJ foi substituída pela linha Jeep Wrangler. Coube a Daimler-Chrysler, em 2002, trazer de volta a marca overland, utilizada no Jeep Grand Cherokee.

O mODELO CJ 5 foi o último a ser fabricado peal Ford do Brasil depois de ter assumido o controle acionário da Willys Overland do Brasil.



                        A IMPORTÂNCIA DOS JEEPS NO DESENVOLVIMENMTO DO AMAPÁ

                        Os Jeeps modelo CJ 5 foram os que mais circularam nas terras do Território Federal do Amapá. Sem ter suas ruas asfaltadas ou calçadas, a cidade de Macapá apresentava aspectos desoladores durante o período invernoso. Em algumas delas até os veículos automotores acabavam ficando atolados na lama. Os primeiros registros oficiais relativos a existência de Jeeps em Macapá datam do ano de 1960, ocasião em que o governo amapaense comprou as primeiras unidades. Até o ano de 1957, o preço de um Jeep era elevado, visto que sua montagem no Brasil ainda dependia da impostação de peças fabricadas nos Estados Unidos. Em 1960, o governo territorial adquiriu dois Jeeps destinados ao Posto Agro-Pecuário de Macapá, na Fazendinha e à Olaria Territorial. 

Em 1964, por ocasião da abertura dos jogos estudantis, o então Professor Antônio Cordeiro Pontes, Diretor da Escola Industrial de Macapá, dirigiu um Jeep da Divisão de Educação abrindo o desfile. A bela jovem com trajes gregos, Nilza Pontes, sua parenta, carregava a tocha olimpica. Dois alunos da EIM estavam a seu lado. O desfile aconteceu na Avenida Iracema Carvão Nunes, entre as duas alas da Praça Barão do Rio Branco.


Em 1961, foi comprado um Jeep para a Seção de Produção Animal. Em 1963, o governo territorial possuía 10 Jeeps Willys-Overland: 1 na Secretaria Geral, 2 na Divisão de Produção, 2 na Divisão de Obras, 1 na Divisão de Terras e Colonização, 3 recolhidos a Garagem Territorial aguardando reparos e 1 Jeep recém comprado aguardando destinação. Além deles, havia um Jipão Internacional. Nos anos posteriores a quantidade de Jeeps pouco aumentou. Alguns veículos novos foram comprados para substituir os que não tinham condições de tráfego.

Em pé no Jeep da Secretaria Geral, o Governador Jorge Nova da Costa abre o desfile estudantil de 13 de setembro de 1987, na Av. Fab.


Estes veículos eram mantidos na garagem para aproveitamento de peças. Em 1967, na gestão do General Ivanhoé Gonçalves Martins foi comprado o primeiro Jeep da marca Toyota para uso do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Em 1968, outro Jeep Toyota foi adquirido para a Olaria Territorial. Em 1969, a frota de Jeeps compreendia 25 viaturas da marca Willys e 2 da marca Toyota. Neste ano foram compradas cinco unidades assim destinadas; Residência Governamental, Divisão de Educação, Divisão de Saúde, Serviço de Administração Geral e Serviço de Municipalidade. Antes da fabricação do Jeep Willys no Brasil, o veiculo tinha que ser importado dos Estados Unidos. No Amapá rodaram alguns desses importados, todos pertencentes ao governo. Os Jeeps que se destinavam à Divisão de Obras, Divisão de Produção, Superintendência de Abastecimento do Território Federal do Amapá-SATFA, e DNER tinham guincho elétrico na parte dianteira e guincho mecânico na parte traseira. 

Em primerio plano a fotografia mostra o Governador Ivanhoé Gonçalves Martins(de preto) tendo à direta Clodoaldo Carvalho do Nascimento(Diretor de Terras e Colonização) e Odair da Fonseca Benjamim(Diretor da Escola D. Pedro I) e à esquerda Geraldo Leite de Moraes(Diretor da Educação), Roque de Souza Penafort(Prefeito de Mazagão) e o engenheiro Joaquim Vilhena Neto(Diretor de Obras). Observe o Jeep que os conduziu a Mazagão atrás das autoridades que foram inauguras seis casas do IPASE destinadas a funcionários.


Devido ao fato de viajarem frequentemente pelo interior do território, trafegando por estradas esburacadas e lamacentas, precisavam do cabo enrolado nos guinchos, com um gancho da ponta, para rebocar ou ser rebocado ou ainda ser içado caso caísse em uma depressão do terreno ou içar veículos que estivessem em situação semelhante. Por ocasião da abertura do trecho da BR-15, atual BR- 156, entre a Base Aérea de Amapá e Calçoene, o único veículo leve capaz de andar pelo campo encharcado da região era o Jeep Willys CJ 5 utilizado pelo empresário Walter do Carmo. Para vencer um lodaçal existente numa área de campo, onde sequer havia árvores que servissem de ponto de apoio para a atracação do cabo do guincho dianteiro, os operários da estrada de rodagem cortaram centenas de varas, distribuindo-as paralelamente pelo trecho a ser percorrido. O próprio empresário Walter do Carmo dirigiu o veiculo com o sistema de tração das quatro rodas devidamente acionado. Os moradores de Calçoene comemoraram bastante quando o Jeep adentrou na vila. Eles passaram a ter certeza de que finalmente iriam sair do isolamento terrestre, fato concretizado pouco tempo depois. O ex-vereador Juvenal Canto, que ao ingressar no quadro de pessoal do governo do Território Federal do Amapá foi designado para dirigir um Jeep do Serviço de Geografia e Estatística, conta o drama que viveu porque, acostumado a dirigir motor de popa, não sabia engatar a marcha à ré da viatura. Por esta razão ele sempre parava o Jeep em parte inclinada da lateral da rua. Quando queria sair bastava desengatar o freio de mão. Agiu assim até o dia em que o diretor do órgão descobriu sua peripécia. Acabou sendo transferido para o Serviço de Navegação. O Jeep sempre foi destaque nos desfiles cívicos e militares. Governadores e Oficiais das Forças Armadas abriam os desfiles em pé dentro do veículo. Em Macapá o procedimento não foi diferente. Porém, o General Ivanhoé Gonçalves Martins preferia cumprir o ritual caminhando na pista do desfile. Enquanto os contingentes estivessem desfilando ele se mantinha em posição de sentido na frente do palanque. Foi no governo dele (1967 a 1972) que os desfiles da Semana da Pátria e da Semana do Território passaram a ser realizados na Avenida FAB. Até 1966, os desfiles ocorreram no trecho da Avenida Iracema Carvão Nunes, entre as duas alas da Praça Barão do Rio Branco. 

Jeep de campanha que a Força Expedicionária Brasileira recebeu dos norte-americanos na Itália por ocasião da II Guerra Mundial. Foi usado em campanhas de reconhecimento e trazido para o Brasil após o conflito.



Um fato muito interessante aconteceu no trecho mais baixo da Rua Cândido Mendes, entre as atuais Avenidas Matheus de Azevedo Coutinho e a Nações Unidas. O perímetro estava sendo aterrado e antes disso só as lambretas e vespas trafegavam por lá. Um sujeito que encheu a cara de cana na Doca da Fortaleza voltava para casa quando duas lambretas passaram por ele tirando um fino danado. O bêbado xingou as genitoras do lambretistas e continuou caminhando. Ao perceber que dois faróis vinham em sua direção estancou no meio da rua julgando que fossem as lambretas retornando para o centro da cidade. Para azar seu, o veículo era um Jeep da Divisão de Obras que fiscalizava o serviço de abertura de valas para assentamento de tubos e expansão de distribuição de água. Para felicidade do motorista a abalroada não causou grandes danos ao “pau-de-cana”. Viveu muito tempo em Macapá um comerciante cujo estabelecimento tinha o titulo de “Bazar Bandeirante”. Ele possuía um Jeep que tinha luzes coloridas por todas as partes do veículo. À noite, era muito fácil identificar o Jeep do Bandeirante que mais parecia uma árvore de natal ambulante. Quando alguém caprichava na indumentária, o povo dizia que o sujeito estava mais enfeitado do que o jeep do Bandeirante. Em 1961, quando exercia o cargo de governador do Amapá, o pernambucano José Francisco de Moura Cavalcante, cognominado de “Zé Bonitinho”, julgou que tinha poderes para se intrometer nos negócios da Indústria e Comércio de Minérios S.A. Numa manhã de sábado Moura Cavalcante usou o Jeep da residência governamental para ir ao porto de Santana verificar se era verdade que a balança usada pela ICOMI para pesar o minério de manganês exportado estava avariada. Ao chegar ao portão da ICOMI encontrou a entrada bloqueada por uma grossa corrente de ferro. Os vigilantes da empresa indagaram o que ele pretendia e o informaram que o ingresso na área da companhia só ocorreria após a identificação do condutor do veículo e a autorização de estâncias superiores. Sentindo-se ofendido, o governador engatou a marcha ré do veículo e investiu contra a corrente, arrebentando-a e danificando a frente da viatura. Foi detido pela vigilância até a chegada do funcionário que exercia as atividades de relações públicas da ICOMI ao local do entrevero. Convencido de sua atitude não se coadunava com a natureza do cargo que exercia, Moura Cavalcante retornou a Macapá jurando que tudo faria para provar que a ICOMI estava sonegando imposto sobre minério. A atitude desrespeitosa do governador lhe valeu uma admoestação do senhor Jânio da Silva Quadros, Presidente do Brasil. Pequeno e ágil, o jeep foi usado no Amapá para trafegar nos trechos mais inóspitos da BR 156. 


Às vezes, com carga excessiva, a robusta viatura ligou o interior à capital ajudando a resolver inúmeros problemas. Ainda na fase do Amapá como Território Federal, o engenheiro Azarias Neto, prefeito nomeado do Município de Oiapoque, resolveu colocar um motor de caçamba na parte traseira do Jeep da PMO e transportá-lo para Macapá. A viagem transcorreu normalmente até que o Jeep alcançou um trecho íngreme. Ao tentar vencer o acentuado aclive o Jeep rebolou ladeira a baixo ceifando a vida do prefeito. O Jeep Willys passou a ser vendido em Macapá pela firma Irmão Zagury & Companhia Ltda., capitaneada por Moisés Zagury e Jaime Isaac Zagury, depois que a Ford do Brasil comprou a Willys-Overland do Brasil.

Por: Nilson Montoril

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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Coquetel na Fortaleza marca lançamento do 9º Fest Jeep no Meio do Mundo

O Jeep Club de Macapá recebe a imprensa e convidados no fim da tarde desta quinta-feira, dia 13, num coquetel de lançamento do 9º Fest Jeep no Meio do Mundo, um dos principais eventos do calendário anual da entidade.
O encontro será às 17 horas no Restaurante do Museu Fortaleza de São José de Macapá e será a oportunidade para o detalhamento do evento – que marcará também as comemorações pela passagem do fenômeno natural do Equinócio da Primavera, dia 22 de setembro.
Para este evento, convidamos este conceituado veículo de comunicação.

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Serviço:
Evento: Coquetel de Lançamento do 9º Fest Jeep do Meio do Mundo
Data: Quinta-feira, dia 13 de julho de 2017.
Hora: 17 horas
Local: Restaurante do Museu Fortaleza de São José de Macapá
Contato: Cleber Barbosa (99157-0022)

Jeep Club de Macapá
Perpétua Mourão – Presidente
Cleber Barbosa – Diretor de Comunicação

quarta-feira, 5 de julho de 2017

PUBLICIDADE | Campanha de Verão da Center Kennedy!



O Jeep Clube de Macapá é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos, que além do cunho esportivo e fraternal, se propõe ainda ao trabalho social, a ajuda humanitária e às causas de promoção da fraternidade.

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Especialista dá dicas valiosas para quem vai pegar a estrada no feriadão

Especialista dá dicas para garantir um feriado sem sustos

Feriado emendado sempre é sinônimo de viagem. E nesta época, muitas famílias aproveitam para fugir da rotina e descansar. Milhões de brasileiros pegam a estrada e partem para a praia ou a serra.
Mas antes da viagem é importante ficar atento a alguns detalhes para evitar dores de cabeça. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o 4º país com mais mortes no trânsito na América. Para isso, o Gerente de Negócios Frota da ValeCard, Leandro Ferraz, mostra 5 dicas para viajar com segurança e garantir um feriado tranquilo. Confira:

1- Faça a revisão do seu carro com antecedência
É importante sempre checar o nível de água e óleo, o funcionamento dos freios, dos faróis e da suspensão, o estado dos pneus, a parte elétrica, com as luzes de freios, piscas, lanterna, faróis e painel e o nível do tanque de combustível, além dos documentos do carro e da habilitação.


2- Cuide-se: Alimente-se bem e esteja descansado
Dê preferência a comidas leves e evite alimentos que você não tem o costume de comer. E vale aquele alerta de sempre. Nunca beba e dirija.  Também é importante descansar. Dirigir cansado ou com sono é tão perigoso quanto estar alcoolizado. Se for o caso, pare o carro e descanse.
3- Use o cinto de segurança
O uso do cinto de segurança é obrigatório para todos os ocupantes do veículo. Em caso de acidentes, o cinto pode ajudar a salvar vidas.

4- Respeite os limites de velocidade
Muitos acidentes acontecem porque motoristas não respeitam os limites de velocidade ou tentam fazer ultrapassagens perigosas. Lembre-se. É melhor ir mais devagar e chegar inteiro do que acelerar seu veículo e correr riscos.

5- Dirija com segurança
Mantenha sempre a distância de segurança para evitar acidentes com freadas bruscas. Para ter tempo de reação, o ideal é ter 3 segundos para o carro da frente. Use também os avisos de luz e lembre-se que o uso de faróis é obrigatório na estrada. Por último, não jogue lixo pela janela. Além da falta de educação, a atitude ainda pode causar acidentes.


Agradecimentos:

Leandro Ferraz, Gerente de Negócios Frota da ValeCard

Economídia