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quarta-feira, 4 de abril de 2018

OPINIÃO | Mas afinal, o que representa ser um jipeiro? Por Adriano Bosco.

Dia do Jipeiro

Hoje é 4/4 - dia do Jipeiro, a pessoa menos compreendida pela família. A esposa (ou o marido) não aguenta mais a garagem suja de óleo e graxa. Os vizinhos não entendem a barulheira. Sempre tem algo martelando, furando ou roncando!
Os amigos te olham desconfiado, acham que na sua cabeça não falta "um" parafuso, mais sim vários. Estão certos, usei no jipe!!! Mas tem o lado bom, a criançada adora!

"Ser Jipeiro"

Ser jipeiro é, mais do que tudo, um estilo de vida. Muito além da competição, é ter solidariedade, conhecer lugares novos por caminhos alternativos, geralmente de acesso difícil ou impossível para veículos que não possuam tração nas quatro rodas. É cultivar o bom humor e companheirismo, o chamado espírito de equipe. Fazer novos amigos, aprender a superar os seus limites.
Significa, principalmente, preservar a natureza, respeitando e ajudando as pessoas que encontramos por esses caminhos e trilhas. Gente humilde que, apesar da situação desfavorável, sempre nos recebe com um sorriso no rosto, acenando com as mãos, desejando boa viagem para aquele povo "esquisito" que adora AVENTURA. Uma lição para toda a vida!

Ser jipeiro é:
· Ficar ofendido quando alguém chama sua viatura de carro;
· Ser indagado no posto de gasolina, com aquelas perguntas célebres: É de fibra? É 4x4? Vc faz trilha? Quanto custa um desses aí??? Anda Bem?
· Ouvir aqueles comentários de quem não sabe como iniciar uma conversa: Este aí sobe até parede?
· Escolher o Shopping Center pela altura do estacionamento;
· Escolher o Prédio para morar pela altura das garagens;
· Ter a vaga do estacionamento do prédio personalizada (é aquela meio marrom, onde nascem uns matinhos.);
· Não ter nenhuma camiseta totalmente branca;
· Fazer sucesso ao buscar os filhos na escola (entre a molecada!);
· Não fazer tanto sucesso ao buscar a esposa/namorada no cabeleireiro...
· Acostumar com a pergunta da esposa "mas tem que ir de jipe?"
· Torcer para chover no final de semana;
· Ser proibido de estacionar na firma às segundas feiras;
· Ser odiado pelos funcionários do lava-rápido;
· Ser amado pelo dono do posto de gasolina e pelo dono da autopeças;
· Ter na carteira, mais cartões de oficinas de peças do que dinheiro;
· Achar que o acessório mais importante do seu veículo é uma caixa de isopor com umas latinhas geladas dentro. (aliás se faltar espaço, fica o Zequinha, esposa e filhos em casa mas a bendita caixinha vai! E em lugar de honra dentro da viatura);
· Ouvir do guarda: "O sr pode retirar um dos adesivos para que eu possa verificar a cor do veículo para preencher a multa? (isso se acontecer a abordagem indo para a trilha. Na volta o guarda simplesmente coloca marrom e pronto. Ou entra para guarita procurando os seus calmantes pois não acredita no que vê);
· Se vingar da sogra lavando a viatura em frente à casa dela;
· Ter um carro multimarcas: motor VW, cambio GM, limpador Fiat, faróis da Variante... e no documento constar importado;
· Não entender a função da profissão "martelinho de ouro";
· Explicar ao balconista que vc precisa da peça Chevrolet, que servia no Puma, mas era usada no Gurgel, mas que é para ser colocada no seu jipe. (numa função totalmente diferente da original, é claro!);
· Ser chamado por parentes às 2:00h para rebocar o carro não sei de quem que quebrou não sei aonde e não sei quando devido à não sei o que;
· Os mesmos parentes que dizem: por que você não troca esta lata velha, compre um carro mil, econômico, moderno... silencioso?
· Ter sua casa como ponto de referência na rua "é depois daquela casa do jipe";
· Ser o único da rua que não lava o carro aos sábados pela manhã (via de regra neste horário já está o sujando ainda mais);
· Convidar a sogra para fazer trilha só para testar o santo antônio;
· Ter amigos, participar de um clube... e fazer mais amigos.

Feliz Dia do Jipeiro! (Adriano Bosco, Jipeiro)

Jeep Club de Macapá celebra o Dia Mundial do Jeep, neste 4 de abril!

Um dos exemplares raros do Jeep Willys, com o associado José Maria Esteves | Fotos: Bruce Barbosa
Cleber Barbosa
Da Redação

O Jeep Club de Macapá celebrará nesta quarta-feira, dia 4 de abril, o Dia Mundial do Jeep, na Praça Veiga Cabral, fazendo uma homenagem a um carrinho valente que foi criado para os campos de batalha na Segunda Guerra Mundial, mas que hoje é sinônimo de lazer, entretenimento e ação solidária. E como todos os projetos do clube existe uma responsabilidade social, a deste ano é voltada a fazer reflexões sobre a necessidade da prevenção à saúde dos motoristas.
Segundo a presidente do Jeep Club, a servidora pública Perpétua Mourão, os casos de maus súbitos são uma das responsáveis por acidentes graves no trânsito, daí o olhar da entidade para o problema. “Vamos comemorar o Dia Mundial do Jeep sim, mas estaremos em praça pública com diversos parceiros para chamar os nossos motoristas a darem uma paradinha com a gente e fazer um check-up sobre como anda sua saúde”, diz ela.

Programação
A programação será aberta com a celebração de uma Missa e Bênçãos dos Carros, Café da Manhã na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, bem como uma Feira de Artesanato. Outros parceiros são os acadêmicos de Enfermagem, Direito, Fisioterapia, Psicologia e Educação Física, que estarão disponibilizando diversos atendimentos gratuitos e orientações diversas.
O evento contará com estandes e tendas montadas na Av Mário cruz, em frente à Igreja de São José, com diversas ações, como medição de pressão arterial, teste de glicemia e prevenção à saúde.
O Exército Brasileiro, através da 22ª Brigada de Infantaria de Selva, preparou uma exposição de veículos e equipamentos militares, além da destacada participação do comandante, o general-de-brigada Viana Filho, que fará a leitura da Ordem do Dia Alusiva ao Dia Mundial do Jeep. Haverá ainda uma apresentação da Banda de Música do Comando de Fronteira Amapá e 34º Batalhão de Infantaria de Selva, a partir das 18 horas, encerrando a programação.

Imprensa
Mas as comemorações deste ano se estendem até o fim de semana, pois no sábado, dia 7, o Jeep Club de Macapá se consorcia ao Sindicato dos Jornalistas do Amapá (Sindjor-AP) para celebrar o Dia do Jornalista. Os profissionais de imprensa serão recebidos na Sede Campestre Presidente Manoel Mandi, no Parque de Exposições da Fazendinha, com direito a café da manhã, banho de piscina, sorteio de brindes e um delicioso almoço de confraternização.
Haverá ainda uma Rodada de Conversa com o tema “O papel da imprensa em difundir em todos os setores da sociedade a importância da preservação dos pontos turísticos do estado e a necessidade de novos marcos que despertem o interesse do turista e coloque o Amapá como destino o ano todo”.À tarde, haverá uma expedição por adesão ao município de Amapá, a 330 quilômetros de Macapá, com pernoite na Sede do Município e no domingo uma visita à Base Aeronaval da Segunda Guerra Mundial, com visita monitorada coordenada pelo professor-doutor Edinaldo Nunes Filho, que é pesquisador da Universidade Federal do Amapá (Unifap).
As comemorações pelo Dia Mundial do Jeep em Macapá, com o apoio do Exército Brasileiro


sexta-feira, 30 de março de 2018

Casal de Macapá inicia aventura para dar uma volta ao mundo de carro!

Fernando Pinto Faria e sua esposa Girlanny de Cassia dos Reis Faria, juntos há quase 11 anos, logo que se conheceram já foram fazer sua primeira viagem internacional, passando um ano em Londres. Após isso não pararam mais, realizando várias viagens, mas nunca descobriram o que realmente queriam conhecer. "Com essa ânsia por conhecer todos os lugares resolvemos dar a volta a mundo de carro", diz ele na descrição do canal de vídeos que abriram para compartilhar suas aventuras.
Já na primeira etapa da viagem, fomos longe mesmo, para Ushuaia, na Argentina, a cidade mais ao sul do mundo e agora estão seguindo rumo ao Norte, atá o Alasca. "Estamos a bordo da Azulinha, uma Saveiro mais ou menos adaptada, que nos dá muito trabalho por ser pequena e pouco prática. Nosso intuito é visitar a maior parte de países possível, mas o principal é conhecer gente", diz Girlanny.
O casal diz amar conhecer novas pessoas e descobrir um pouco sobre sua cultura, como vivem, onde foram, o que fazem. "Eu principalmente com um bom filho do interior de Goiás, adoro conversar e investigar a vida de todos em volta, por isso tento aprender o maior numero de línguas possível para estar sempre me comunicando", diz Fernando.
No meio do projeto de viagem decidiram incluir outro projeto que é um Salão Ambulante, já que Girlanny é uma cabeleireira profissional e com muito talento com mais de 20 anos no mercado então a ideia é poder sair por ai fazendo alguns trabalhos, principalmente cortando cabelos de viajantes que em geral são as que mais sobrem com a falta de grana pra ir a um salão. "O lema é pague como puder, aceita-se dinheiro, pão, chá e aé um abraço de agradecimento. Deixamos isso por conta de cada um. Estamos sempre prontos para tudo, quem nos convidar para um chá terá uma resposta positiva, quem precisar de uma carona também a terá, não deixamos ninguém pra trás, a não ser que o carro já esteja cheio.Venha viajar conosco deixem comentários que todos serão respondidos", completa a aventureira.
Para acompanhar essa aventura, basta clicar na #eguadomundoporrudo.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Jipeiros: aventureiros sim, mas com responsabilidade social!

A trajetória de um clube família, focado no esporte chamado ‘Off-road’, que significa ‘fora-de-estrada’, mas também ligado ao turismo e filantropia
As expedições do Jeep Club de Macapá chegaram longe, como no Arroio Chuí, extremo sul do Brasil
Cleber Barbosa
Da Redação

O amor pelo esporte 'Off Road' em veículos 4×4, ou seja, fora da trilha ou estrada, congrega aficionados no mundo todo e no Brasil não poderia ser diferente. Vários são os Clubes de Jipeiros, pois a princípio o Jeep, veículo criado para atuar enfrentando toda adversidade de terrenos na II Grande Guerra, logo foi visto pela indústria automobilística, que observou ter sido criado um transporte que representava ao mesmo tempo robustez, segurança e liberdade, assim, o transformou em veículo para o dia a dia. E para se tornar o xodó de homens e mulheres com espírito desbravador não foi difícil, hoje com suas famílias unem-se nesses clubes para desenvolver o que se tornou um esporte, porém agregando também atividade de solidariedade social.

História
A partir do ano de 2001, no estado do Amapá, algumas pessoas proprietárias e simpatizantes de Jeeps (hoje conceito básico e genérico para veículos com tração nas quatro rodas), começaram a desenvolver diversas atividades que deram ensejo às necessidades de se organizarem e, fundar o Jeep Club de Macapá, em 17 novembro de 2004. O quadro social do clube é formado por pessoas oriundas das mais diversas camadas sociais, credos religiosos, etnias, áreas de atividades profissionais que colocam a disposição seus conhecimentos de forma voluntária nas ações sociais.

Solidariedade
Desde sua criação, o Jeep Club de Macapá, por ocasião do desenvolvimento de sua prática de esporte de aventura, executa também ações sociais nos diversos municípios do Estado do Amapá. Uma das primeiras ações foi dar apoio à campanha nacional de vacinação, transportando as equipes de saúde a área remotas e de difícil acesso, como na reserva agroextrativista do Cajari. Depois, vieram ações de transporte de água e donativos a vítimas de enchentes, de incêndios e entidades como a Casa da Hospitalidade, o Abrigo São José e também a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

Uma expedição do Oiapoque ao Chuí pra todo mundo ver
Largada da Expedição "Do Oiapoque ao Chuí", em 2015
Entre muitas expedições, viagens, trilhas e demais eventos promovidos pelo Jeep Club de Macapá, sem dúvida a de maior visibilidade e arrojo foi a “Expedição do Oiapoque ao Chui”, em 2015, quando quatro exemplares raros do Jeep Willys cruzaram o país levando não apenas o nome, mas a água do Amapá. “Foi uma iniciativa louvável mesmo, pois os jipeiros levaram um pouco da água do Rio Oiapoque para ser misturada à do Arroio Chuí, no outro extremo do Brasil, num gesto de integração nacional sem precedentes”, diz Perpétua Mourão, atual e primeira mulher a presidir o Jeep Club de Macapá.

Alternativas
Sede Campestre do Jeep Club de Macapá, no Parque de Exposições da Fazendinha
Outras iniciativas também relevantes foram viagens à Hidrelétrica do Tucuruí, no Pará, para chamar a atenção para a interligação ao sistema nacional de energia, bem como sobre a possibilidade de de sair de carro de Macapá a Belém.  Os jipeiros tucujus ainda realizaram expedições ao Suriname, Guiana Francesa e aos Lençóis Maranhenses. “Onde quer que um jipeiro vá logo é identificado por outros, sempre dispostos a ajudar, guiar e mostrar lugares para se visitar. É por isso que nosso eterno presidente Mandi (Manoel Madi) sempre dizia que somos embaixadores do turismo”, diz Adriano Bosco, que teve a missão de suceder Mandi no ano passado, quando o empresário e fundador do clube faleceu. E Mandi deverá ser por muito tempo reverenciado no clube, pois sua visão macro projetava as ações do Jeep Club.
Dentre os legados que ele deixou, a necessidade de profissionalização dos pilotos, dos navegadores e também a viabilidade do Amapá sediar um rally internacional na Amazônia. Em 2017, na 9ª edição do Fest Jeep no Meio do Mundo, o amigo e empresário Enrlich Cordão, do Rally Cerapió, veio a Macapá lançar o projeto do Rally Internacional da Amazônia, conforme era o desejo de Manoel Mandi. O evento deverá acontecer no próximo ano, envolvendo o Brasil, a Guiana Francesa e o Suriname.
Sede da Fazenda Berro, em Macapá, tradicional ponto de encontro dos jipeiros

terça-feira, 27 de março de 2018

Conheça carros brutos para sobreviver até a um "apocalipse zumbi"

Pedras, terra, água e buracos: tudo isso é fichinha para o "jipe" Mercedes G 500 4x4
Maria Beatriz Vaccari 
Garagem 360

E se, do dia para a noite, o mundo fosse tomado por zumbis famintos como na série de televisão “The Walking Dead” ou no filme “Zumbilândia”? As pessoas teriam de se preocupar com vários fatores importantes para sobreviver, inclusive com os carros que irão dirigir. Afinal, nada melhor do que um veículo seguro, rápido e parrudo para enfrentar uma legião de mortos-vivos. Na galeria, confira alguns modelos que te ajudariam a sobreviver a um apocalipse zumbi.
Criado pela montadora Hennessey com base na picape Ford F-150 Raptor, o modelo Velociraptor tem seis rodas e não mede esforços na hora de enfrentar desafios

O parrudo Hummer H2 consegue enfrentar diferentes tipos de terrenos e obstáculos
Se o Mercedes-Benz G 63 AMG 6x6 sobreviveu a ataques do maior e mais feroz dinossauro do filme "Jurassic World", ele provavelmente irá dar conta de um apocalipse zumbi
A gigante Ford F-Series Super Duty permite carregar suprimentos e passar por obstáculos sem grandes problemas
O Troller T4 é invocado tanto em termos de design como de motorização. O carro é equipado com um motor 3.2L Diesel Duratorq de 5 cilindros e 200 cv de potência
Hummer H1. Sem comentários, você já viu filmes de guerra...

domingo, 25 de março de 2018

Jipeiros e jornalistas se unem em ação pelo turismo interno do Amapá

Cleber Barbosa e Perpétua Mourão (Jeep Club) Denise Quintas e João Clésio, do Sindjor-AP | Arte: Bruno Gabriel
Nádia Barbosa
Da Redação

Associados do Jeep Club de Macapá e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amapá (Sindjor-AP) estiveram reunidos ontem (24) para definir os detalhes de uma programação especial voltada a celebrar duas datas importantes para cada uma das categorias – e que pode trazer resultados para o conjunto da sociedade. Dia 4 de abril é o Dia Mundial do Jeep e dia 7 de abril é o Dia do Jornalista, então será uma semana de programações, de cunho social e de lazer.
Perpétua Mourão, presidente do Jeep Club, diz que a cada ano a entidade procura diversificar os eventos em comemoração à data, que reverencia o Jeep Willys, um veterano da Segunda Guerra Mundial. “Desta vez teremos uma ação social voltada a prevenir os maus súbitos em motoristas, pois sabemos que são também uma importante causa dos acidentes de trânsito, tanto nas cidades como nas estradas”, anunciou a diretora.

No rádio
A presidente do Jeep Club, Perpétua Mourão, na Diário FM falando da parceria com o Sindicato dos Jornalistas
A ação consiste em uma grande ação educativa na Avenida Mário Cruz, no Centro de Macapá, com estandes, tendas e muito material educativo, para esclarecer e orientar os motoristas sobre a necessidade de cuidar da saúde, com medição de pressão arterial, teste de glicemia e outras ações. Acadêmicos da Faculdade de Macapá (FAMA) também estarão ombreados com os jipeiros nessa ação social, com alunos dos cursos de fisioterapia, enfermagem, educação física e até de direito, através do Núcleo de Práticas Jurídicas.
A Associação dos Artesãos do Amapá também foi convidada a estar presente, com a organização de uma feira de artesanato que além de agregar à programação pode, claro, dar um incremento econômico ao segmento. “Além disso, teremos parceiros comerciais, como concessionárias de Jeep e de motos, todos celebrando essa paixão do brasileiro por direção e aventura’, diz Perpétua.

Turismo
A exemplo de outros anos em que as ações visavam também valorizar e incentivar o turismo interno do Amapá, levando eventos para a Orla de Macapá, para a Fortaleza de São José, Marco Zero do Equador, desta vez o foco será a Base Aero Naval de Amapá, município distante 302 quilômetros de Macapá. É onde entra a parceria com os jornalistas, que serão recepcionados num café da manhã na Sede do Jeep Club no dia 7 e depois seguirão para uma excursão. “Essa sempre foi uma preocupação do nosso clube, de valorizar o turismo interno, para que as pessoas que moram aqui conheçam o nosso estado, que possui lugares maravilhosos para serem conhecidos”, disse Perpétua.

Exército Brasileiro fará reverência ao velho Jeep Willys
Outro parceiro é o Exército Brasileiro, que montará exposição de equipamentos e veículos militares, bem como levando a Banda de Música do Comando de Fronteira do Amapá e 34º Batalhão de Infantaria de Selva. “Convidamos o novo comandante da 22ª Brigada de Infantaria de Selva, o general Viana Filho, que fará a leitura da Ordem do Dia, alusiva ao Dia Mundial do Jeep, portanto irá reverenciar e rememorar a trajetória deste veículo que surgiu para uso militar e que acabou se tornando uma paixão no campo e nas cidade e que até hoje proporciona lazer e diversão a seus proprietários e admiradores”, diz a dirigente do Club.
No encontro com os jornalistas, no dia 7, haverá uma rodada de diálogos e uma grande confraternização, na Sede Campestre, no Parque de Exposições da Fazendinha. Haverá café da manhã, almoço e piscina liberada. “Ficamos muito honrados com o convite do Jeep Club, especialmente pelas contrapartidas sociais dos eventos que realiza e estaremos lá sim, debatendo o incremento do turismo e ao mesmo tempo fazendo homenagens a jornalistas de hoje e também os mais antigos, que queremos ter sempre conosco”, diz Denise Quintas, presidente do Sindjor-AP.

Na Sede Campestre do Jeep Club evento celebrará também o Dia do Jornalista
PROGRAMAÇÃO DIA 7 DE ABRIL
– Café da manhã – JEEP CLUB, com som ambiente.
– Boas-vindas aos presentes pela Presidente do Jeep Club (Perpétua Mourão).
– Boas-vindas pela Presidente do SINDJOR (Denise Quintas).
– Apresentação Cultural – Coisas de Nossa Terra.
– Apresentação dos Convidados.
– Rodada de conversa com os jornalistas e convidados. Com enfoque: “Papel da imprensa em difundir em todos os setores da sociedade a importância da preservação dos pontos turísticos do Estado e a necessidade de novos marcos que desperte o interesse do turista e coloque o Amapá como destino o ano todo”.
– Intervalo (com sorteio de brindes).
– Retomada da rodada de conversa e apresentação do projeto RALLY INTERNACIONAL DA AMAZÔNIA.
– Almoço – SINDJOR (Tradicional Vatapá do Norte).

PROGRAMAÇÃO VIAGEM PARA AMAPÁ
Saída de Macapá às 15 horas com previsão de chegada ao Município de Amapá às 19h20;
– Recepção no centro comunitário ou em uma escola pelo Prefeito Carlos;
– Acomodação da Equipe
– Jantar Livre

PROGRAMAÇÃO DIA 08 DE ABRIL
– Café da manhã às 8 horas
– Saída do comboio às 9 horas, para visita guiada na Base Aeronaval do Município de Amapá com Prof° Dr: Edinaldo Filho (Unifap) e “Um dia Jeepeiro”;
– Almoço em Amapá ou Tartarugalzinho, às 13horas
– Retorno para Macapá, às 15 horas.

CURIOSIDADES
- O Willys MB ou Jeep, Exército Americano Truck 1/4 ton, 4x4 e Ford GPW, foi um automóvel utilitário leve 4x4 produzido durante a Segunda Guerra Mundial pela Willys Overland e pela Ford.
- Foi produzido de 1941 à 1945, em um total de aproximadamente 647.925 unidades, que em sua maioria foram a versão Willys MB e o Ford GPW. Foi utilizado por todos os aliados na guerra, atuando tanto na Europa e Pacífico.
- Depois vieram versões de uso civil, que foram fabricada até os anos 80.
1940
Início da fabricação do Jeep Willys.

BASE AÉREA
Além em Amapá, apenas Recife (PE) tinha uma estação de abastecimento do dirigível Zeppelin

domingo, 25 de fevereiro de 2018

De Jeep ao Cunani, uma viagem a um Amapá ainda desconhecido

Com a idade estimada em dois mil anos por arqueólogos, o sítio arqueológico em Calçoene é tido como uma das mais importantes descobertas do setor por estar bandas e também desbravado pelos associados do Jeep Club de Macapá
Cleber Barbosa
Da Redação

Os associados do Jeep Clube de Macapá partiram numa sexta-feira para o município de Calçoene, distante cerca de 330 quilômetros de Macapá. O objetivo era visitar a Vila do Cunani, que outrora já foi chamada de República, num movimento separatista que previa sua independência desta parte do Brasil. É lá também que foi anunciada uma das maiores descobertas sobre a história do Amapá, um sítio arqueológico que seria voltado a se observar o fenômeno do Solstício. É neste cenário de história e conhecimento científico que se passa a promoção “Minha Viagem Inesquecível” deste domingo.
Segundo o idealizador da viagem, o empresário José Maria Esteves, a maior motivação é que os associados conheçam cada vez mais os próprios domínios do Amapá e se tornarem multiplicadores do enorme potencial turístico que o Estado possui.

História
O termo Cunani vem do tupi, e é um dos nomes do tucunaré, peixe da região amazônica. A atual vila de Cunani é distrito do município de Calçoene. Deve possuir cerca de 500 habitantes entre os que moram na sede e os da região ribeira. A base econômica é a pesca e a pequena agricultura. A extração de madeira é outra frente econômica, mas o trabalho é todo manual, por não existir serraria motorizada. Os meios empregados são os serrotes, manejados por dois homens, um em cima e outro em baixo da tora de madeira, suspensa quase dois metros. Este procedimento já era empregado no século XVIII, período da escravidão negra no Brasil.
A vila possui uma escola, um posto de saúde e um posto de telecomunicações. O pequeno comércio é abastecido com mercadoria trazida de Calçoene ou comprada a bordo de barcos regatões que de tempo em tempo vão entrando nos rios, aparecendo aqui e ali povoados isolados. O campo de pouso falta ser recuperado. Pode-se alcançar a vila por dois caminhos: pelo oceano, saindo de Calçoene, a viagem dura 10 horas em barco motorizado. A pé ou a cavalo, pela praia, também é possível, saindo de um lugarejo chamado Cocal. “Por que este povoado tão pequeno e isolado despertou a cobiça de aventureiros como Jules Gross e Adolph Brezet, chegando eles a transformar essa região, por duas vezes, em república independente?”, indaga o jornalista e historiador Edgar Rodrigues. Para ele a República de Cunani justifica a cobiça francesa, no “Contestado” do século passado.

Os mistérios sobre o tal “Stonehenge” amazônico
A primeira escavação em misterioso círculo de pedra no Amapá descarta tese de que seus construtores vieram do Caribe. Casal de arqueólogos da Universidade Federal de Campina Grande diz, no entanto, ainda não poder confirmar se o monumento era de fato um observatório astronômico pré-histórico. O lugar já tem até nome: Parque Arqueológico do Solstício. Mas os arqueólogos que estudam o local não sabem ainda se o estranho círculo de pedras feito em Calçoene, norte do Amapá, é realmente de um antigo observatório indígena.
O que eles sabem é que as escavações no monumento, iniciadas em 2005, parecem enterrar a hipótese atual sobre a identidade de seus construtores. O círculo, de 30 metros de diâmetro, é feito de blocos de granito de até 4 metros de comprimento cada. Ainda não se sabe quando foi erguido, mas há conjuntos parecidos na Guiana Francesa com 2.000 anos de idade. Apelidado de “Stonehenge do Amapá”, em referência ao famoso círculo de pedras da Inglaterra, ele é conhecido há mais de um século, mas nunca escavado.

A história, atrações e curiosidades da ensolarada cidade de Calçoene
A história de Calçoene começa em 1893 quando, a esse tempo, foi descoberto ouro no leito de rio do mesmo nome. Com isso, a questão do Contestado Franco-Brasileiro se reacendeu, com vários conflitos envolvendo brasileiros e franceses da Caiena, culminando com a vitória dos brasileiros e a anexação da área, antes contestada pela França, ao Brasil em 1900. Assim, a atual cidade de Calçoene teve origem do movimento de garimpeiros e faiscadores do ouro.
Em 25 de maio de 1901, o decreto nº 1.021 divide o Aricari em duas regiões: Amapá e Calçoene. Após sua instalação, a Mesa de Rendas consegue arrecadar, do imposto do ouro, 224 mil réis, equivalentes ao despacho de 17 quilos desse metal, das minas de Lourenço. Nesse ano a população da sede chega a 1.600 habitantes. Em 16 de abril de 1903, é criado o Distrito de Calçoene com jurisdição no então município de Montenegro. Em 23 de maio de 1945 Calçoene é elevada a vila e, a 22 de dezembro de 1956, recebe foros de cidade (Lei nº 3.055).

Significado 
A palavra Calçoene significa cunha do Norte. As principais atividades produtivas do município são a agropecuária, a silvicultura, o extrativismo, o comércio e serviços. A garimpagem e a pesca são ocupações ainda predominantes. Município mais chuvoso do Brasil, é conhecido pelo sítio arqueológico pré-colombiano descoberto em 2005. Calçoene tem um açaí delicioso preferido por todos e é o único município do estado do Amapá que dispõe de uma praia no oceano Atlântico, a Praia do Goiabal. Destaca-se por corredeiras e recantos de entretenimento e lazer e por suas cachoeiras, como as de Asa Aberta e Firmino, localizadas em frente à sede do município.

CURIOSIDADES
- É um conjunto de pedras maciças colocadas por mãos humanas;
- É  considerado a “Stonehenger” amazônica e vem sendo estudada desde 2005;
- A estrutura que lembra o círculo britânico é demarcada com blocos de granitos;
- Tem cerca de 30 metros de diâmetros e atualmente é um dos mais importantes monumentos da arqueologia do País.
2.000 Anos
É a estimativa para a idade do monumento, pois na Guiana Francesa há registros parecidos.

JIPEIROS


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

McLaren lança esportivo com nome do piloto brasileiro Ayrton Senna

A irmã de Ayrton Senna, Viviane e o sobrinho Bruno Senna, no lançamento do esportivo | Foto: Globo Esporte
POR DANIEL GOIS, site Torcedores.Com

A McLaren lançou, na noite deste sábado (9), um carro em homenagem ao tricampeão brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna. O modelo foi apresentado no McLaren Technology Center, na Inglaterra, e é o primeiro da história que leva o nome de Senna..

O McLaren Senna é considerado um dos carros mais potentes da história da montadora britânica. Com um motor 4.0 V8 Biturbo, são entregues nada mais que 800cv de potência. É também um dos carros mais leves da montadora, pesando cerca de 1200kg.
Apesar da inspiração nas pistas, a ideia da montadora é que o carro também seja utilizado para uso urbano. Mas, acima de tudo, a homenagem ao ex-piloto brasileiro, que foi campeão pela equipe britânica na Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991, é a ideia central passada pela McLaren.
O modelo terá apenas 500 unidades produzidas, e com um detalhe: todas já estão vendidas. O preço do carrogira em torno de 750 mil libras (cerca de R$3,3 milhões). O CEO da McLaren, Mike Flewitt, comentou sobre o superesportivo:
“O McLaren Senna é um carro sem igual: a personificação está no DNA automobilístico da McLaren, permitido nas ruas e nas estradas, mas concebido e desenvolvido para performance digna de um circuito. Todo elemento deste novo Ultimate Series McLaren tem um compromisso total de performance buscando a mais pura conexão entre piloto e máquina e entregando a melhor experiência possível que só um McLaren pode conseguir.”
Bruno Senna, sobrinho de Ayrton e embaixador da McLaren, também comentou sobre o carro:
“Nossa família está muito orgulhosa em ter o nome Senna no novo supercarro da McLaren. Este é o primeiro projeto que realmente conecta o espírito de performance e automobilismo do Ayrton. O McLaren Senna honra meu tio porque é intensamente ligado à experiência de pista. Esse compromisso garante uma experiência tão focada que você fica maravilhado com a excelência que o McLaren Senna possui.”

Acompanhe o vídeo oficial de lançamento do McLaren Senna


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Sob aplausos, engenheiro e jipeiro Denis Roberto é sepultado em Macapá

Em fila indiana, familiares e jipeiros acompanham o cortejo do engenheiro Denis Roberto
Um comboio de jipes acompanhou nesta segunda-feira (8) o cortejo para os funerais do engenheiro florestal Denis Roberto Vieira de Souza, de 36 anos de idade, que faleceu no último sábado. Os associados do Jeep Club de Macapá compareceram ao velório do amigo desde a noite de domingo, na residência da família, no bairro do Laguinho e prestaram suas últimas homenagens ao jipeiro que chegou a ser vice-campeão do 2º Fest Jeep no Meio do Mundo.
A presidente do clube, a servidora pública Perpétua Mourão, entregou aos familiares uma Mensagem Oficial do Jeep Club, bem como uma coroa de flores da entidade.
Outras entidades e empresas também fizeram a entrega de coroa de flores, como a AEFA (Associação dos Engenheiros Florestais do Amapá), entidade de classe de Denis Roberto.
Houve uma celebração ecumênica na residência, comandada pelo leigo católico João de Deus, da Paróquia Jesus de Nazaré, acompanhada por um destacamento da Capelania da Polícia Militar, que também empenhou solidariedade aos familiares de Denis, que tem uma irmã entre os quadros da corporação.
Uma bandeira do Jeep Club de Macapá cobria a esquife, um símbolo da entidade que Denis era um apoiador e simpatizante.
No cemitério de São José, os familiares e amigos fizeram as despedidas do jipeiro, com rezas, cântigos e orações, como também sob intensos aplausos.

Acompanhe mais fotos dos funerais de Denis Roberto







Homenagem ao jipeiro amapaense Denis Roberto Vieira de Souza


Mensagem da presidente do Jeep Club de Macapá, Perpétua Mourão

Mensagem do Jeep Club de Macapá

A Família Jeep Club de Macapá cumpre hoje a dolorosa missão de apresentar as despedidas ao amigo Denis, um jipeiro apaixonado pela natureza, pelas trilhas, pelo convívio com os amigos e, claro, pelos veículos com tração nas quatro rodas.

Essa relação de Denis com o segmento Off-road (fora-de-estrada), coincidência ou não, o fez optar exatamente por uma formação acadêmica que o aproximava de tudo isso, na engenharia florestal.
Ele era uma figura sempre muito presente aos eventos e competições do nosso Clube, amigo de todos, com uma característica bem peculiar, como diria o Rei, “sorriso e abraço festivo na nossa chegada”.

O Jeep Club é uma entidade eminentemente familiar, filantrópica e focada na responsabilidade social. Denis, um rapaz ainda solteiro, circulava entre nossas famílias de uma forma sempre muito respeitosa, cortês e amiga.
Nossas ações solidárias e humanitárias, foram também abraçadas por ele, que fazia questão de ser um dos primeiros a chegar e um dos últimos a sair. Todos os mais necessitados que de alguma forma foram beneficiados por nossa entidade, certamente lhes serão eternamente agradecidos.

Amigo, viemos aqui hoje dizer um até breve, pois o Senhor Deus que te recebe, com toda certeza preparou trilhas, corridas e muita aventura para que você com seu espírito alegre possa agitar tudo lá por cima, como sua “cabeça de homem e coração de menino”.
Estaremos sempre com você!

Vá em paz amigo e jipeiro Denis.

Perpétua Mourão
Presidente do Jeep Club de Macapá



domingo, 7 de janeiro de 2018

Jipeiros de Macapá farão homenagem ao engenheiro Denis Roberto

Engenheiro florestal Denis Roberto Vieira de Souza
Associados do Jeep Club de Macapá prestarão suas últimas homenagens ao engenheiro florestal Denis Roberto Vieira de Souza, que faleceu ontem (7), aos 36 anos de idade, após sofrer um acidente com um Jeep Willys em uma propriedade rural nos arredores de Macapá.
Seu corpo está sendo velado na residência da família, na Avenida General Osório, 924-D, entre as Ruas Odilardo Silva e Jovino Dinoá, bairro do Laguinho.
O sepultamento está marcado para segunda-feira, às 10 horas, no Cemitério São José, no bairro do Buritizal. O cortejo de sua residência até lá será feito em comboio de veículos 4x4 de associados do Jeep Club de Macapá.

Denis Roberto não era associado do Jeep Club de Macapá, mas um amante do esporte Off-Road e um piloto sempre presente nos eventos e competições da entidade, chegando ao pódio muitas vezes por seu estilo arrojado e competitivo.

sábado, 6 de janeiro de 2018

NOTA DE PESAR - Jeep Club de Macapá


Nota de Pesar

O Jeep Club de Macapá comunica e lamenta o falecimento do engenheiro florestal Denis Roberto Vieira de Souza, amapaense, de 36 anos, ocorrido neste sábado, após sofrer um acidente com um Jeep em um sítio na Vila do Coração, município de Macapá.
Ele era amigo do Clube e uma figura muito presente nos eventos Off-Road do estado, um jovem cheio de vida e muito admirador de veículos 4x4.
Um grupo de amigos, entre eles associados do Jeep Club, celebrava um aniversário e Denis acabou se envolvendo no acidente durante recreação na propriedade, não resistindo aos ferimentos – numa fatalidade sem precedentes.
Os donos da propriedade, ainda consternados, estão empenhados em dar o apoio necessário ao amigo, bem como adotar as medidas legais que o caso requer.
O Jeep Clube ratifica que não se tratava de nenhum evento por ele promovido, tampouco competição oficial da entidade, mas, como dito, um lamentável incidente doméstico.

Macapá, 06 de janeiro de 2018

Cleber Barbosa - Jornalista
Diretor de Comunicação

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Débitos com IPVA poderão ser parcelados em até 24 vezes, diz Detran

O Governo do Amapá vai retomar as facilidades para o contribuinte ficar em dia com o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) de 2017. Em uma nova edição do Programa de Recuperação Fiscal (Refis), o governo vai permitir que débitos com o IPVA referentes a exercícios anteriores a 2017, sejam parcelados em até 24 vezes, com 100% de desconto em juros e multas moratórias – desde que ainda não tenham sido refinanciados em edições anteriores do Refis do IPVA.

O período de adesão já foi definido: de 08 de janeiro a 28 de fevereiro de 2018. O pedido de parcelamento do IPVA pode ser feito diretamente na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e, também, nas unidades do Superfácil. O valor mínimo de cada parcela não poderá ser inferior a R$ 60.

As taxas de competência do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) atreladas ao IPVA também poderão ser divididas. Podem ser parceladas em até 12 vezes: o licenciamento anual, as taxas de depósito (estadia), de vistoria, de liberação, e de guincho.

De acordo com secretária-adjunta de Receita Estadual, Neiva Nunes, os débitos podem estar inscritos ou não em dívida ativa, e podem estar ajuizados ou não, que ainda assim poderão ser parcelados. “É importante saber que, quem tiver parcelado o IPVA referente a exercícios anteriores a 2017, deverá estar quite com o (s) respectivos (s) parcelamento (s) para poder ingressar na edição 2018”, explicou Neiva Nunes.

Documentação

Os documentos, originais e devidas cópias, necessários para proceder com o parcelamento do IPVA 2018 e das taxas do Detran são: Certificado de Registro de Veículo (CRV) ou o último Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV); Documentos de identificação do proprietário ou representante legal (Carteira de Identidade, CNH, Carteira de Trabalho, etc); Procuração registrada em cartório do representante legal, quando for o caso.

Alpinista tucuju Cleonice Pacheco coloca o Amapá no topo do mundo

Guerreira. Um altímetro no pulso, ferramenta comum dos alpinistas pelo mundo. Na foto, a amapaense Cléo Pacheco faz pose e entra para o seleto grupo de poucas, pouquíssimas mulheres que chegaram ao topo acima dos 8 mil metros.
Cleber Barbosa
Da Redação

Nascida em Macapá e hoje uma cidadã do mundo, a irrequieta Cleonice Pacheco Weidlich, conhecida como Cléo, ganhou esse sobrenome estrangeiro ao se casar com um alemão, mas hoje é radicada nos Estados Unidos. E foi o passaporte americano que deve ter ajudado a abrir as portas para um antigo sonho como alpinista: conquistar todos os 14 picos superiores a 8 mil metros. O maior e mais famoso deles foi vencido na primavera de 2010, quando ela culminou o Everest, com seus 8.848 metros, tornando-se uma das primeiras brasileiras a realizar o feito.
Na verdade, Cléo quis ir ainda mais longe quando conquistou o Everest e lançou-se a um ‘double-header’, ao também tentar escalar monte o Lhotse (8516m), porém sem cume.
Mas a amapaense Cléo Pacheco passou por dificuldades até o reconhecimento de seus feitos, mesmo como “cidadã americana”. Segundo o blogueiro e alpinista Pedro Hauck, um dos primeiros a acreditar – e creditar – a ela grandes conquistas. “Até então, ninguém sabia que ela era brasileira, nem eu mesmo. Mas como eu me identifiquei como brasileiro, respondeu em português. Foi aí que a – então desconhecida – Cleo passou a ser notada no Brasil, após eu ter publicado artigos sobre ela”, diz o jornalista brasileiro.

Proezas
"Eu amo o ar livre, montanhismo, mergulho em águas abertas, escalada, surf, golfe, kite surf, esqui e engenharia..."
Cléonice Pacheco Weidlich, Alpinista.
Cleo Weidlich se auto-intitula “sherpa girl” –  que no Tibet seria algo como “gente do leste” – e tem um projeto consistente para culminar todos os cumes 8.000 pelo mundo. Em 2009, ela tentou o Broad Peak (8.051m) e culminou o Cho Oyu (8.188m), sem oxigênio suplementar. Essa foi a primeira ascensão feminina brasileira ao Cho Oyu sem oxigênio engarrafado.

Dinâmica
Já em 2011, os planos de Cleo eram ainda mais ousados. Na primavera, o Kangchenjunga (8.586m). No verão, o K2 (8.611m). E no outono, a difícil Rota Britânica da Face Sudoeste do Shishapangma (8.027m).
Em Macapá, onde Cléo nasceu e viveu seus primeiros anos de vida, sua família não esconde o orgulho com suas façanhas como alpinista, apesar da grande preocupação com sua segurança. “Mas a gente confia muito nela, que sempre busca seguir as regras de segurança, algo fundamental para profissionais de ponta como ela se tornou”, diz seu irmão, o empresário Edyr Pacheco.

Amapaense no ranking internacional das maiores alpinistas
O Kangchenjunga (8586m) é o 8000 mais oriental que existe, ficando na extremidade leste do Nepal, na fronteira com a Índia (Sikkim). É a terceira montanha mais elevada do planeta, e é considerada uma das três mais difíceis (juntamente com Annapurna e K2). Por ser remota, afastada, e difícil, é um dos 8000 menos escalados. A primeira ascensão foi em 1955, por George Band (UK), Joe Brown (UK), Norman Hardie (N-Z) e Tony Streather (UK). O único sul-americano, antes de Cleo, foi o top climber Ivan Vallejo (ECU), em 2006.

Pouquíssimas mulheres até hoje subiram o Kangchenjunga, a lista completa é essa:
1 – Ginette Harrison (UK), em 1998
2 – Gerlinde Kaltenbrunner (AUT), em 2006
3 – Oh Eun-Sun (C-S), em 2009 [cume contestado]
4 – Edurne Pasaban (ESP), em 2009
5 – Kinga Baranowska (POL), em 2009
6 – Go Mi-Sun (C-S), em 2009
7 – Cleo Weidlich (BRA), em 2011
8 – Rosa Fernandez (ESP), em 2011

Diário relata como foi a conquista da amapaense a um dos maiores picos
Cléo relembra a conquista do Kangchenjunga (8586m), o 8000 mais oriental que existe, ficando na extremidade leste do Nepal, na fronteira com a Índia (Sikkim). É a terceira montanha mais elevada do planeta, e é considerada uma das três mais difíceis (juntamente com Annapurna e K2). Na noite do dia 19 de Maio, partiram rumo ao cimo do Kangchenjunga mais ou menos 45 alpinistas e sherpas. Compunham o ataque ao cume expedição russa, expedição indiana, expedição italiana, expedição comercial internacional, e vários alpinistas avulsos. O cume foi atingido na manhã do dia 20 de Maio, por 24 alpinistas (em relatos preliminares), os primeiros as 7 da manhã, e os últimos por volta das 10.
Estiveram no cume, por exemplo, Tunç Findik (TUR), Dawa Sherpa (NEP), Guntis Brands (SUI), Mingma I Sherpa (NEP, que concluiu, então, os catorze 8000), Basanta Kumar Singh Roy (IND), Debasish Biswas (IND), Pasang Phutar Sherpa (NEP), Pemba Chhuti Sherpa (NEP), Tashi Sherpa (NEP), Israfil Ashurly (AZE), Nikolay Totmjanin (RUS), Mario Panzeri (ITA), Rosa Fernandez (ESP), Anselm Murphy (IRL), Pawel Michalski (POL), Ted Atkins (UK), Blair Falahey (AUS), e Cleo Weidlich (BRA) com seus sherpas Pema Tshering (NEP), Dawa (NEP) e Tenzing (NEP).
Os primeiros relatos eram positivos, e Cleo havia feito cume sem oxigênio suplementar, um feito estupendo. Todavia, “o cume é só metade do caminho”, em ditado repetido múltiplas vezes por todos os alpinistas. Nos dizeres do grande mestre Ed Viesturs, “ir até o cume é opcional, descer é obrigatório”. E, na descida começou o longo calvário de Cleo Weidlich...

Fonte: Rodrigo Granzotto Peron (Explorersweb)

CURIOSIDADES
Com o cume do Kangchenjunga, Cleo conquistou vários recordes:
– Primeira ascensão absoluta brasileira do Kangchenjunga,
– Primeira mulher sulamericana a culminar 5 picos 8000 principais,
– O Brasil concluiu o TOP 3 (EV com Michel Vincent, K2 com Waldemar Niclevicz, e Kangchenjunga com a Cleo Weidlich), o que é uma honraria conquistada por muito poucos países (na América do Sul, apenas o Equador, com o Ivan Vallejo, tem essa conquista).
8.848m
Altura do Pico Everest, o maior do planeta.

EVEREST