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quarta-feira, 20 de maio de 2015
Caminhão com Jeeps Renegade fabricados em Goiana fica "preso" sob viaduto
sábado, 2 de maio de 2015
Jeep inaugura fábrica que deve gerar 9 mil empregos até o fim do ano
Dilma e o governador Paulo Câmara experimentam o Renegade, assistidos pelo presidente-executivo do grupo Fiat Chrysler, Sergio Marchionne, durante a cerimônia. (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
Do G1 PE
O grupo Fiat Chrysler inaugurou nesta terça-feira (28) a fábrica da marca Jeep em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. A presidente Dilma Rousseff participou da cerimônia oficial de inauguração, mas a produção local começou em fevereiro, com o SUV Renegade, que já está nas lojas. O local deverá gerar, até o final do ano, 9 mil empregos diretos e indiretos. A presidente descerrou a placa no setor de montagem dos carros. Também participaram da cerimônia o governador Paulo Câmara, o ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, o senador Humberto Costa e o presidente-executivo do grupo Fiat Chrysler, Sergio Marchionne.
"Para mim, inaugurar essa unidade industrial do grupo FCA proporciona grande orgulho e satisfação. Assim como o governador Paulo Camara, participei como ministra de todas as tratativas para o estabelecimento dessa empresa em Pernambuco. Falo do fundo do coração sobre a importância dessa empresa como sendo um dos empreendimentos que afirmam o compromisso do meu governo, dos meus ministros, dos governadores aqui presentes com o desenvolvimento regional do país. No próximo dia 5 de maio, Goiana completara 175 anos como cidade. Ela ganha hoje um grande presente", disse a presidente em seu discurso.
saiba mais
Essa é a primeira unidade fabril inaugurada depois da fusão global entre a italiana Fiat e a americana Chrysler, concluída em 2014 e que deu origem à FCA. "Estamos celebrando um novo capitulo que liga o nosso grupo com o Brasil. É uma história de sucesso de quase 40 anos. Graças à união da Fiat com a Chrysler, de fato hoje estamos mais fortes e sobretudo estamos prontos para superar um novo desafio. Concretizar aqui em Pernambuco um grande projeto de desenvolvimento industrial e ajudar a Jeep a crescer e atingir um nível jamais alcançado", afirmou o presidente mundial da FCA, John Elkann.
Atualmente, há 5,3 mil pessoas trabalhando na nova planta e no parque de fornecedores, sendo 78% pernambucanos e 82% nordestinos. Segundo o grupo, a expectativa é de que, até o final do ano, o volume chegue a 3,3 mil pessoas empregadas na fábrica, 4,9 mil no parque de fornecedores e 850 em serviços gerais.
Segundo o grupo, o Renegade produzido em Goiana conta com mais de 70% de componentes nacionais: 40% vêm de fornecedores do entorno da fábrica.
A capacidade de produção é de 250 mil carros por ano, pico que só deve ser atingido no meio do ano que vem, quando 11 mil pessoas devem estar trabalhando em função da Jeep. A marca ainda não divulgou que outros modelos, além do Renegade, serão produzidos ali.
O presidente-executivo da FCA, Sergio Marchione, fez questão de elogiar a equipe de brasileiros trabalhando na fábrica. “Uma revolução não se faz nunca de cima para baixo, se faz com a vontade e coragem das pessoas de mudar as regras do jogo. Na minha experiência pelo mundo, aqui em Pernambuco vi se realizar uma grande revolução. Acredito que em todas as histórias de sucesso, são as pessoas que fazem a diferença. Hoje celebramos o estilo de Pernambuco e não só o complexo industrial. Sem elas, esse projeto nunca teria sido realizado”, afirmou.
O presidente-executivo da FCA, Sergio Marchione, fez questão de elogiar a equipe de brasileiros trabalhando na fábrica. “Uma revolução não se faz nunca de cima para baixo, se faz com a vontade e coragem das pessoas de mudar as regras do jogo. Na minha experiência pelo mundo, aqui em Pernambuco vi se realizar uma grande revolução. Acredito que em todas as histórias de sucesso, são as pessoas que fazem a diferença. Hoje celebramos o estilo de Pernambuco e não só o complexo industrial. Sem elas, esse projeto nunca teria sido realizado”, afirmou.

Ensinando o trabalho
Como muitos funcionários não tinham experiência no setor, foi montanda uma "mini planta", onde os profissionais são treinados.
Como muitos funcionários não tinham experiência no setor, foi montanda uma "mini planta", onde os profissionais são treinados.
“Quando qualquer um de nós abre uma empresa, busca uma pessoa com experiência no setor. Mas assim você não gera tanta mudança social. Quando tira a (exigência de) experiência prévia, você permite que pessoas que trabalhavam em outros setores possam migrar. Buscamos o perfil comportamental, mais do que competências”, explica o diretor de Recursos Humanos para o Polo Automotivo Jeep, Adauto Duarte.
Expectativa é que o empreendimento esteja com 9 mil trabalhadores até o fim de 2015.(Foto: Divulgação / FCA)
Mulheres
Através da identificação de perfil, a própria fábrica, em parceria com escolas técnicas, Serviço S e os governos federal e estadual, buscou capacitar a população. Foram feitas parcerias com oito instituições de ensino para oferecer qualificação voltada para o setor automotivo.
Além de uma maioria de moradores do entorno da fábrica, a empresa buscou trazer mulheres para compor o quadro de pessoal – 18% do efetivo atual é feminino.
Através da identificação de perfil, a própria fábrica, em parceria com escolas técnicas, Serviço S e os governos federal e estadual, buscou capacitar a população. Foram feitas parcerias com oito instituições de ensino para oferecer qualificação voltada para o setor automotivo.
Além de uma maioria de moradores do entorno da fábrica, a empresa buscou trazer mulheres para compor o quadro de pessoal – 18% do efetivo atual é feminino.
A área da fábrica é de 260 mil metros quadrados. Junto dela fica o parque de fornecedores, que abriga 16 empresas em uma área 270 mil metros quadrados.
O início da construção foi em fevereiro de 2012, com a fabricação do primeiro veículo para venda tendo ocorrido 1 ano depois.
Construído de maneira modular, o layout da fábrica permite que ela seja ampliada de acordo com a demanda. "Temos capacidade de aumentar essa capacidade produtiva, para até 600 mil carros por anos. Essa é a planta mais avançada da FCA", afirma o diretor de Engenharia de Manufatura da Jeep em Pernambuco, Denny Monti.
Planta da Jeep foi pensada para gastar pouca energia e facilitar trabalho do funcionário.(Foto: Katherine Coutinho / G1)
700 robôs
A fábrica em Goiana conta com 700 robôs, além de uma série de investimentos em tecnologia e também em ergonomia. Os carros, antes de estarem com as rodas, ficam suspensos em espécies de garras, nas quais eles podem girar e facilitar o trabalho dos funcionários.
A fábrica em Goiana conta com 700 robôs, além de uma série de investimentos em tecnologia e também em ergonomia. Os carros, antes de estarem com as rodas, ficam suspensos em espécies de garras, nas quais eles podem girar e facilitar o trabalho dos funcionários.
O empreendimento foi pensado para economizar energia e já faz alguns testes para utilização de energia solar. “No Brasil, a energia solar ainda é um item caro. Na área de prensas, já temos placas de energia solar. No processo automotivo, essa planta já é uma das mais econômicas em energia”, aponta a gestora de Comunicação e Sustentabilidade, Rosangela Coelho.
A fábrica conta com duas linhas de prensas vindas do Japão. “São prensas de classe mundial, com 18 golpes por minuto. É muito rápida e automatizada. Graças a esse equipamento, podemos mudar em 4 minutos os moldes. Podemos, a cada quatro minutos, mudar nossa produção”, explica Denny Monti.
Linha de prensas japonesas agiliza trabalho na fábrica da Jeep. (Foto: Divulgação / FCA)
O empreendimento conta com um centro de componentes, também conhecido por área de metrologia. “Medimos sim as partes, mas também envolvemos nesse exercício todos os nossos fornecedores para melhorar continuamente a qualidade das peças”, detalha Monti.
Os robôs, presentes nos diversos setores, dão agilidade ao trabalho. Um dos exemplos são os braços mecânicos responsáveis por colocar a cola nos vidros, verificarem a situação da cola e em seguida aplicarem os vidros no carro correspondente. “Podemos produzir quatro modelos ao mesmo tempo na funilaria”, explica o diretor de Engenharia, destacando ainda que a solda também é feita no mesmo local por robôs.
Pintura
Outra inovação está na pintura, que deixa agora de lado o primer, produto químico que era utilizado para garantir uma melhor fixação da tinta. “Pela primeira vez estamos aplicando o ciclo compacto. Sem o primer, a vantagem é que a linha fica mais curta, consumimos menos energia e temos menos emissões de resíduos. Trata-se de uma solução 'verde'”, aponta Monti.
Outra inovação está na pintura, que deixa agora de lado o primer, produto químico que era utilizado para garantir uma melhor fixação da tinta. “Pela primeira vez estamos aplicando o ciclo compacto. Sem o primer, a vantagem é que a linha fica mais curta, consumimos menos energia e temos menos emissões de resíduos. Trata-se de uma solução 'verde'”, aponta Monti.
Ciclo compacto de pintura, sem utilização de primer, é uma das inovações da fábrica (Foto: Divulgação / FCA)
O diretor do parque de fornecedores, Alfredo Fernandez, destaca ainda que o layout da fábrica e do parque facilita a chegada dos materiais necessários na linha de produção. “Com esse modelo, temos uma área maior de integração dos fornecedores com a planta. Temos a criação e o compartilhamento de conhecimento e um processo de confiança mútua”, afirma Fernandez.
Sustentabilidade
A fábrica recicla e reusa 98% da água utilizada no processo industrial e pretende instalar um laboratório próprio para analisar a qualidade dos efluentes. O empreendimento investe ainda no replantio de espécies nativas da Mata Atlântica, que vão ocupar o jardim. “Já plantamos 38 mil mudas e vamos ter um viveiro aqui dentro. A cada três meses, teremos 25 mil mudas”, aponta Rosangela Coelho.
A fábrica recicla e reusa 98% da água utilizada no processo industrial e pretende instalar um laboratório próprio para analisar a qualidade dos efluentes. O empreendimento investe ainda no replantio de espécies nativas da Mata Atlântica, que vão ocupar o jardim. “Já plantamos 38 mil mudas e vamos ter um viveiro aqui dentro. A cada três meses, teremos 25 mil mudas”, aponta Rosangela Coelho.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Tem Jeep Willys em oferta no Mercado Livre. Passe lá!
terça-feira, 7 de abril de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
VIAGEM VAI VIRAR LIVRO: Aventura até o Chuí será imortalizada
TURISMO / Na maior viagem de sua vida, jipeiro amapaense prepara publicação de um livro com todos os detalhes da “Expedição do Oiapoque ao Chuí”.
Cleber Barbosa/Diário do Amapá
Editor de Turismo
Vai virar livro o diário de bordo da “Expedição do Oiapoque ao Chuí”, realizada em janeiro por associados do Jeep Clube de Macapá. Escrita pelos jipeiros Otávio Cardoso e Eduardo Júnior, a obra será uma visão realista da viagem, com todos os bastidores, acertos e erros. “Não vou deixar nada de fora”, diz o piloto Otávio, idealizador do projeto do livro. E deve ter muita história pra contar mesmo, afinal foram vinte dias de aventura e 6,1 mil quilômetros percorridos.
Otávio, que é servidor público, diz que essa foi de longe a maior viagem que já fez de Jeep em sua vida. E olha que o cara é rodado. Já foi em viagens como passar o Carnaval em Óbidos (PA), à usina de Tucuruí (PA), aos Lençóis Maranhenses (MA) e até em um tour pelo Nordeste, tudo a bordo de um 4x4. “A viagem por estrada embora seja mais demorada proporciona muito mais opções de passeio, sem contar que a gente economiza com táxi ou aluguel de carro. E ir em um carro com tração nas quatro rodas amplia ainda mais esse horizonte de possibilidades de aventura”, diz, descontraído.
Otávio explica que o projeto original era apenas fazer um diário de bordo, tomando nota de cada cidade visitada, as distâncias e, claro, as quebras do Jeep. E não foram poucas, cinco ao todo. Ele tem na ponta da língua as peças quebradas. “Foram dois semieixos, um rolamento de roda, um eixo da caixa de marcha e um disco de embreagem”, enumera o aventureiro amapaense.
Solidariedade - O piloto conta ainda que uma das coisa que mais lhe marcaram na viagem foi a aceitação por parte das pessoas que encontrava pelo caminho. “Isso foi algo realmente inesquecível, pois todos demonstravam uma grande simpatia pelos jipes antigos e ficavam impressionados com a grandeza da viagem, afinal estava escrito no para-brisa que a viagem era do Oiapoque ao Chuí”, diz Otávio. Ele também diz que fez muitas amizades e que as pessoas continuam interagindo com ele e seus parceiros por telefone ou redes sociais. Ele abriu um perfil no Facebook com todos os detalhes da aventura (JeepOiapoqueChui).
Otávio diz que até abril terá reunido todas as informações do livro, quando enviará a um amigo em Belém que assinará a revisão. “Mas estamos abertos a algum editor interessado em publicar a obra”, dia o autor. A previsão é que o livro tenha entre 300 a 400 páginas, com bastante ilustrações, planilhas e fotos da viagem. Mais informações sobre a obra e demais contatos podem ser feitos pelo celular (96) 99152-8844.
Cleber Barbosa/Diário do Amapá
Editor de Turismo
Vai virar livro o diário de bordo da “Expedição do Oiapoque ao Chuí”, realizada em janeiro por associados do Jeep Clube de Macapá. Escrita pelos jipeiros Otávio Cardoso e Eduardo Júnior, a obra será uma visão realista da viagem, com todos os bastidores, acertos e erros. “Não vou deixar nada de fora”, diz o piloto Otávio, idealizador do projeto do livro. E deve ter muita história pra contar mesmo, afinal foram vinte dias de aventura e 6,1 mil quilômetros percorridos.
Otávio, que é servidor público, diz que essa foi de longe a maior viagem que já fez de Jeep em sua vida. E olha que o cara é rodado. Já foi em viagens como passar o Carnaval em Óbidos (PA), à usina de Tucuruí (PA), aos Lençóis Maranhenses (MA) e até em um tour pelo Nordeste, tudo a bordo de um 4x4. “A viagem por estrada embora seja mais demorada proporciona muito mais opções de passeio, sem contar que a gente economiza com táxi ou aluguel de carro. E ir em um carro com tração nas quatro rodas amplia ainda mais esse horizonte de possibilidades de aventura”, diz, descontraído.
Otávio explica que o projeto original era apenas fazer um diário de bordo, tomando nota de cada cidade visitada, as distâncias e, claro, as quebras do Jeep. E não foram poucas, cinco ao todo. Ele tem na ponta da língua as peças quebradas. “Foram dois semieixos, um rolamento de roda, um eixo da caixa de marcha e um disco de embreagem”, enumera o aventureiro amapaense.
| "É uma viagem que ficará para a posteridade, para contar a meus filhos e netos, podendo provar".
Otávio Cardoso, jipeiro.
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Otávio diz que até abril terá reunido todas as informações do livro, quando enviará a um amigo em Belém que assinará a revisão. “Mas estamos abertos a algum editor interessado em publicar a obra”, dia o autor. A previsão é que o livro tenha entre 300 a 400 páginas, com bastante ilustrações, planilhas e fotos da viagem. Mais informações sobre a obra e demais contatos podem ser feitos pelo celular (96) 99152-8844.
Jipeiros gaúchos virão a Macapá em setembro
Um dos objetivos da expedição “Do Oiapoque ao Chuí” era exatamente divulgar essa marca, sinônimo de grandiosidade e extensão territorial do Brasil. E o piloto Otávio Cardoso diz que foram várias as pessoas que revelaram ter o sonho de cruzar o país de uma ponta a outra. “Mas os associados do Jeep Clube de lá do Chuí e outros do Uruguai que estiveram conosco na fronteira garantiram que vão fazer o caminho de volta, vindo do Sul até o Norte, mas não de Jeep Willys”, entrega.
E a data para que retribuam a visita deverá ser o mês de setembro, quando Macapá sediará o Fest Jeep no Meio do Mundo, um dos principais eventos do calendário anual do Jeep Clube de Macapá. “É oportuno que venham nessa época, pois nossa competição faz parte da programação do Equinócio da Primavera, portanto é uma das principais atrações turísticas do estado”, diz.
Otávio diz que o projeto de escrever um livro sobre a aventura vai garantir que os registros jamais sejam esquecidos, pois dificilmente outra será feita daqui para lá, devido a todo o planejamento e logística necessários. “É uma viagem que ficará para a posteridade, para contar a meus filhos e netos, podendo provar tudo o que disser a eles”, encerra o piloto.
Piloto escreve em seu diário de bordo a satisfação pelo feito histórico
Os números da expedição “Do Oiapoque ao Chuí” evidenciam muito bem a grandiosidade da viagem. Foram 20 dias na estrada, sendo que 36 horas a bordo de uma balsa da empresa NorteLog, que fez a travessia dos jipes entre Macapá e Belém; Ao todo, uma distância percorrida de 7.600 quilômetros, sendo que 6.100 rodando em asfalto, com 110 quilômetros em estrada de terra, no trecho entre Oiapoque e Calçoene; foram mais de 300 cidades visitadas, em 10 estados brasileiros (Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Otávio teve como copiloto o amigo Eduardo Smith e usaram um Jeep Willys original, ano 1969, cedido pelo amigo Cláudio PPG, pois o carro de Otávio é um Jeep Cherokee, que não se enquadra no perfil exigido pelos organizadores da expedição, que só queriam o veterano Jeep Willys.
Antes de retornar para Macapá – o que foi feito de avião – o piloto Otávio Cardoso fechou seu diário de bordo com a seguinte mensagem:
“Hoje dia 24/01/2015 partimos para o Amapá, nossa terra natal, mas a sensação é de dever cumprido, de conhecer esse Brasil maravilho, de saber o que representa levar um pouco do norte ao sul. Foi a realização de um sonho que atingiu não só os expedicionários, mas todas as pessoas pelos lugares por onde passamos que direta e indiretamente tiveram contato com a expedição e puderam se sentir parte dela. Meu nome e Otávio Cardoso, moro em Macapá-AP, aqueles que quiserem fazer contato para saber detalhes da expedição poderão fazê-lo pelo email otavioneto.cardoso@hotmail.com ou pelo Whatsapp 96 991528844”.
CURIOSIDADES
| Piloto Otávio Cardoso e seu copiloto Eduardo Smith |
- A distância em linha reta entre Chuí (Rio Grande do Sul) e Oiapoque (Amapá) é 4.180,41 km, mas a distância de condução é 5.577 km.
- O Chuí é a cidade mais meridional do país, a qual faz fronteira com a cidade do Chuy, no Uruguai.
- Possui uma população de 5.919 habitantes, constituída por brasileiros, uruguaios e árabes palestinos (estes últimos muito ligados ao comércio).
6.100Km.
Distância rodoviária percorrida pela Expedição.
NA FRONTEIRA
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Empresa em São Paulo oferece passeios em esportivos clássicos
© Redação / Foto: Divulgação
O espaço Box 54, criado para abrigar veículos clássicos, divulgou ontem (12) a parceria firmada com a empresa Drive4Fun, especializada em aluguel de carros clássicos e esportivos. Com isso, as empresas passam a disponibilizar para aluguel modelos como Ferrari F355 Berlinetta, Porsche 911 Carrera ou até mesmo clássicos como Chevrolet Impala, Ford Fairlane e Ford Mustang Boss 302.
Sediado em Araçariguama, no interior de São Paulo, o Box 54 foi inaugurado em setembro do ano passado e oferece aluguel para vagas para veículos - estão incluídos serviços como limpeza, verificação dos pneus e manutenção de fluidos. Mensalmente, cada vaga custa de R$ 250 para motos a R$ 500 para carros. O aluguel de veículos, por sua vez, custa desde R$ 250 para dirigir o Mustang Boss 302 por 11 km e chega a R$ 2.300 no combo de Ferrari e Porsche por 110 km (55 km cada) - estão disponíveis trajetos de 11 km, 24 km, 32 km e 55 km para todos os modelos.
Serviço
Box 54
Local: Estrada Gregório Spina, 341 - Galpão O - Distrito Industrial
Araçariguama (SP) - CEP 18147-000
Para dúvidas a empresa disponibiliza o telefone (11) 4204-1280, além do site oficial
Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no:
Facebook (facebook.com/iCarros)
Instagram (instagram.com/icarros_oficial)
YouTube (youtube.com/icarros)
Sediado em Araçariguama, no interior de São Paulo, o Box 54 foi inaugurado em setembro do ano passado e oferece aluguel para vagas para veículos - estão incluídos serviços como limpeza, verificação dos pneus e manutenção de fluidos. Mensalmente, cada vaga custa de R$ 250 para motos a R$ 500 para carros. O aluguel de veículos, por sua vez, custa desde R$ 250 para dirigir o Mustang Boss 302 por 11 km e chega a R$ 2.300 no combo de Ferrari e Porsche por 110 km (55 km cada) - estão disponíveis trajetos de 11 km, 24 km, 32 km e 55 km para todos os modelos.
Serviço
Box 54
Local: Estrada Gregório Spina, 341 - Galpão O - Distrito Industrial
Araçariguama (SP) - CEP 18147-000
Para dúvidas a empresa disponibiliza o telefone (11) 4204-1280, além do site oficial
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Os 10 carros que mereceriam um Oscar de 'Melhor Performance Automotiva'
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, responsável por definir os indicados ao Oscar – principal premiação da indústria cinematográfica -, bem que poderia criar uma categoria ‘Melhor Performance Automotiva’ para premiar os carros que muitas vezes roubam a cena em filmes consagrados (ou não). Aproveitando que neste domingo (22) as principais estrelas da sétima arte se reunirão em Los Angeles para mais uma premiação, oWebMotors resolveu fazer uma homenagem aos 10 ‘carangos’ que mereciam guardar uma estatueta dourada em suas garagens por suas atuações inesquecíveis.
Consulte: preços de carros novos e usados na Tabela Fipe e WebMotors.
10° - FORD MUSTANG SHELBY GT500 1967

Talvez o carro mais cultuado nas telonas, o Ford Mustang foi protagonista ao lado de Nicolas Cage, Angelina Jolie, Will Patton e Robert Duvall do filme ‘60 Segundos’ (Gone in Sixty Seconds, 2000), ‘remake’ do filme de mesmo nome de 1974. Na trama, Cage, que vive o ladrão de carros aposentado Randall ‘Memphis’ Raines, tem que voltar à ativa com sua antiga equipe de criminosos para roubar 50 veículos em uma noite e salvar a pele de seu irmão mais novo. O protagonista desta lista de máquinas fantásticas, no entanto, é um Shelby GT500 1967 chamado de Eleanor, com quem Memphis tem um passado, digamos, conturbado. O Mustang é personagem principal em uma fantástica cena de perseguição.
9º - PORSCHE 928

No início da década de 1980, o ator norte-americano Tom Cruise surgia como uma das mais promissoras estrelas de Hollywood do filme ‘Negócio Arriscado’ (Risky Business, 1983). Na trama, o superesportivo da marca alemã é o ‘xodó’ do pai do estudante universitário/playboy Joel Goodson, interpretado por Cruise. Durante uma viagem de seus pais, Goodson, em meio a diversas ações complicadas – entre elas se envolver com uma garota de programas vivada pela belíssima Rebecca De Mornay e tornar-se meio que um gigolô -, ele resolve desafiar a ordem do pai de não tocar no carro, e sai pelas ruas de Chicago (Estados Unidos) ‘apavorando’. Claro que a irresponsabilidade do jovem acaba sobrando também para o excêntrico, digamos assim, Porsche 928.
8º - CHEVROLET CAMARO

O renascimento do Chevrolet Camaro nos anos 2000 rendeu ao muscle car papel de destaque na saga Transformers (2007). O carro é o personagem Bumblebee, membro do Autobots, gigantescos robôs alienígenas que representam o bem na luta contra o mal, representado pelos Decepticons. O filme que tem a direção de Michael Bay, produção de Steven Spielberg e a participação do talentoso Shia LaBeouf e da sexy Megan Fox foi responsável por ‘popularizar’ a imagem do Camaro, especialmente o amarelo, que no Brasil ganhou até música: Camaro Amarelo, da dupla Munhoz & Mariano.
7º - TOYOTA SUPRA 1994

Referência de esportividade entre os fora-de-série da indústria automobilística japonesa, o Toyota Supra ganhou espaço de destaque no primeiro filme da saga de ‘Velozes & Furiosos’ (The Fast & The Furious, 2001). Na cor laranja e altamente modificado, o modelo é montado pela gangue liderada por Dominic Toretto, personagem de Vin Diesel, e ‘dado’ para Brian O’Conner (Paul Walker). Na trama, Walker é um policial que se infiltra no mundo dos rachas para prender a quadrilha responsável por assaltos a cargas valiosas de caminhões. Em uma das cenas, o Supra vence uma Ferrari F355 em uma corrida pela costa californiana.
6º - ASTON MARTIN DB5 1964

Entre os maiores ícones automotivos do cinema, o Aston Martin DB5 1964 é, sem sombra de dúvidas, o mais refinado. Elegante. Muito, claro, se deve ao fato de ser conduzido por um dos maiores personagens do cinema, o agente do serviço secreto britânico Bond; James Bond. Conhecido também como 007, Bond apareceu pela primeira vez ao volante do clássico esportivo no filme ‘007 Contra Goldfinger’ (Goldfinger, 1964), estrelado por Sean Connery. O modelo chegou a aparecer ainda em outros quatro filmes da série: ‘007 Contra Goldfinger’; ‘007 - O Amanhã Nunca Morre’; ‘007 - Cassino Royale’; e ‘007 – Operação Skyfall’. Em alguns dos filmes, o DB5 aparece apenas passeando. Em outros, no entanto, seu potencial é explorado pelo agente.
5º - VOLKSWAGEN FUSCA

De todos os nossos homenageados com a estatueta da academia, somente ele, o Fusca, traz no currículo um filme com seu nome. ‘Se Meu Fusca Falasse’ (The Love Bug, 1968), na realidade, é o primeiro de uma longa série que traz o Volkswagen mais simpático de todos os tempos como protagonista. Neste, no entanto, o Fusca, que interpreta o personagem Herbie, é um carro de corridas temperamental, que tem um relacionamento muito próximo ao mecânico, mas de conflito com o piloto. Nas corridas pelo mundo, Herbie vence inúmeros carros conduzidos por um piloto que é dono de uma concessionária de carros e que tenta sacanear Herbie e sua equipe em todas as corridas.
4º - PLYMOUTH FURY 1957

Este clássico é simplesmente um dos carros mais cultuados entre os aficionados por filmes de terror. O Plymouth Fury é o protagonista do filme ‘Christine, O Carro Assassino’ (Christine, 1983). Baseado no livro escrito pelo mestre do estilo thriller Stephen King, o filme conta a história de um estudante tímido que tem seu comportamento completamente alterado à medida que vai restaurando seu Fury 1957. Na tentativa de ajuda-lo voltar a pessoa que era antes, sua namorada e seu melhor amigo (único, aliás), descobrem que o carro, que tem um passado a responsabilidade por inúmeras mortes, é o principal responsável por tudo. Eles, então, tentam destruir de todas as formas o Plymouth, que passa a ter vida própria.
3º - FERRARI 250 GT SPYDER CALIFORNIA 1962

Clássico da ‘Sessão da Tarde’ (Rede Globo), o filme ‘Curtindo a Vida Adoidado’ (Ferris Bueller’s Day Off, 1986) imortalizou o personagem Ferris Bueller, vivido por Matthew Broderick, um adolescente que mata aula para, como diz o próprio filme, curtir ‘a vida adoidado’. Para não fazer isso sozinho, ele tira da cama o seu hipocondríaco amigo Cameron Frye (Alan Ruck) e da escola sua namorada Sloane Peterson (Mia Sara). No entanto, para rodar em grande estilo pelas ruas de Chicago, nos Estados Unidos, Ferris convence Cameron a tirar da garagem a Ferrari 250 GT Spyder California 1962 que pertence ao pai de seu melhor amigo. O esportivo clássico, e de quilometragem baixíssima, claro que passa por poucas e boas, assim como o trio.
2º - FORD MUSTANG GT 1968

Muitos consideram a melhor perseguição policial da história do cinema. Nela, Frank Bullit, detetive da Polícia de São Francisco interpretado por Steve McQueen, persegue um Dodge Charger a bordo de seu belíssimo Ford Mustang GT 1968. McQueen, que participou das cenas por ser um excelente piloto – chegou a participar profissionalmente de corridas, por isso até ganhou o apelido de ‘King of Cool’ -, faz misérias com o carro pelas ladeiras da cidade norte-americana. Bullit, na realidade, tenta descobrir quem são os assassinos de uma testemunha-chave de um caso e de um policial. Ah, faltou o nome do filme: Bullit (1968), claro!
1º - DELOREAN DMC-12

Na vida real, o carro foi um fracasso. No entanto, nas telonas, mereceria um Oscar pelas atuações na trilogia ‘De Volta para o Futuro’ (Back To The Future, 1985). O DMC DeLorean, carro inusitado que abria as portas para cima e tinha motor Peugeot, torna-se, pelas mãos do professor Emmett Brown, vivido pelo genial Christopher Lloyd, uma máquina do tempo, que é utilizada em inúmeras situações durante os três filmes da série, para corrigir – no passado e no futuro – situações que interfiram diretamente na vida presente de Marty McFly (Michael J. Fox) e também na do próprio cientista Brown. O carro é tão explorado na série que chega a voar, para poder rodar no futuro, onde os carros apenas voam. Por conta deste filme, o DeLorean pode ser considerado o ícone dos anos 1980.
Mande para o WebMotors os carros que você considera que também mereceriam um Oscar de 'Melhor Performance Automotiva': editorial@webmotors.com.br
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