domingo, 19 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Começa nesta quinta-feira a 10ª edição do "SALÃO AUTO CAIXA"
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Cerca de 3 mil gerentes do banco estarão nas concessionárias para
atendimento personalizado na compra do veículo
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A Caixa Econômica Federal promove, a partir desta quinta-feira (16), o 10º Salão Auto CAIXA, ação que oferece condições especiais para financiamento de carros e motos. O evento será realizado em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, em parceria com a CAIXA Seguradora, Banco Pan, ANFAVEA e Fenabrave. Cerca de mil concessionárias participam da ação, com a presença de três mil gerentes da CAIXA e 800 operadores do Banco PAN, para atender os clientes. O Salão Auto CAIXA termina no sábado (18).
O objetivo é garantir rapidez dentro da necessidade de cada cliente, que poderá financiar até 90% do veículo e ainda ganhar um brinde especial. Nos três dias do evento, a CAIXA oferecerá aos seus clientes taxas a partir de 1,24% ao mês e prazo para pagamento de até 60 meses na compra de veículo, novo ou usado. Gerentes e operadores estarão nas concessionárias promovendo atendimento personalizado na compra do veículo.
As concessionárias participantes do Salão Auto CAIXA, bem como os brindes oferecidos, podem ser consultados no endereço www.salaoautocaixa.com.br, de acordo com estado, cidade, bairro e marca do veículo. Para contratar o Crédito Auto CAIXA, o cliente precisa apresentar RG, CPF, comprovante de renda e de residência atualizados.
Seguro Auto:
A CAIXA Seguradora também participa da ação, oferecendo aos clientes o parcelamento do CAIXA Seguro Auto em até 10 vezes sem juros e desconto na taxa de financiamento do veículo.
13/06/2016
Assessoria de Imprensa da CAIXA (61) 3206-4488 / 4489 www.caixa.gov.br/agenciacaixadenoticias | @imprensaCAIXA | imprensa@caixa.gov.br |
terça-feira, 31 de maio de 2016
Leitor tem dúvida sobre sistema 4x4 do Jeep Renegade
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Jeep/Divulgação
Jeep Renegade tem um seletor que permite adequar a tração ao tipo de piso, como areia e lama
Fonte: Jornal do Carro
Pretendo adquirir um Jeep Renegade a diesel, mas queria saber detalhes sobre o tipo de tração 4x4 da versão Sport. É permanente nas quatro rodas ou não? Consultei o catálogo da Jeep, mas fiquei em dúvida.
José Esmar Ferreira, por e-mail
O Renegade a diesel tem tração 4x4 sob demanda. Isso significa que o sistema transfere torque (força) para as rodas de trás se for detectada perda de tração na dianteira. Trata-se, portanto, de tração integral. E que não pode ser confundida com tração permanente, que não é o caso aqui.
No sistema de tração permanente, as quatro rodas recebem torque da transmissão o tempo todo, mesmo que não haja necessidade. A contrapartida é que isso aumenta consumo de combustível e o desgaste das peças móveis.
No caso da tração sob demanda do Renegade, por exemplo, em condições ideais (piso com bom atrito e sem risco de derrapagem), toda a força fica nas rodas dianteiras. Se houver falta de tração, parte da força é transferida das rodas dianteiras para as rodas traseiras. É o mesmo tipo de sistema de concorrentes como EcoSport, por exemplo.
Normalmente, o que determina essa transferência de torque é a diferença de velocidade entre as quatro rodas. Se elas estão girando na mesma velocidade, é um indicativo de que não há nenhum problema de tração.
Caso as rodas dianteiras girem mais rapidamente que as traseiras, é indício de que o carro está patinando. Sensores fazem esse monitoramento constantemente, e determinam a transferência de força para trás, em caso de necessidade.
Além dessa transferência automática, feita sob demanda, o Renegade e outros modelos dotados desse dispositivo permitem bloqueio da tração 4x4. Nesse caso, o sistema “trava” o 4x4, e divide a tração para as quatro rodas permanentemente. Esse é o modo indicado para travessia de trechos com baixa aderência, como areia e lama, por exemplo.
Outras opções permitidas pelo Renegade a diesel são seleção de reduzida (Low) e adequação ao tipo de piso: areia, lama e rock, esta para locais com muitas pedras e exclusiva da versão Trailhawk.
Confira algumas FRASES DE JIPEIRO e instale no seu 4x4
Está pensando em fazer um adesivo com frases sobre a loucura de ser jipeiro, sobre como isso pode ser difícil junto à sua amada? Na verdade são inúmeras situações até engraçadas (nem todas politicamente corretas) mas que levam a muitos risos.
* Em tempo: nem todas refletem a opinião deste Blog.
Aí vão algumas:
A mulher eu troco,o cachorro talvez, o jeep nunca"
"Ela disse: eu ou o jeep!
Tenho saudades dela..."
"Quer sofrer? me acompanha..."
Não é o Jeep que é feio e desconfortável, você que é um chato...
Volto sujo, mas de alma lavada
Jipe é que nem mulher de amigo, c só olha, más num poe a mão
"Vale mais um péssimo dia de jeep, do que um ótimo dia de trabalho"
"Jeep - De 0 a 100 em 15 minutos, mas com estilo"
-"Se tudo falhar vc sempre pode usar o martelo"
-"É niva, mas tá pago!"
-"Deus um dia me disse:"Filho você esta indo para o mau caminho" e
eu respondi: "Senhor, não esquenta, estou de Jeep!"
-""Do pó viemos, ao pó voltaremos..."
-"Um tapa na Reduzida e Sorte na Subida. (U.R.S.S. -> adesivo de
Niva) "
-"Um Niva em cima de um morro é milagre. Dois é ficção. Três é
desmanche !"
-"Quem gosta de motorzinho é dentista "
bons meninos vão pro céu. jipeiros vão onde quiserem.
jeep: se tiver que explicar vc n vai entender...
"evite acidentes. faça de propósito!!!"
"Eu desatolo Ecosport"
"Qual o líder espiritual dos jipeiros?"
Dalai LAMA
um adesivo colado de cabeça para baixo escrito o seguinte:
"Se você estiver conseguindo ler esse adesivo sem problemas, por
favor chame o resgate"
" No asfalto ocê me aperta, mas no barro nóis acerta "
Procuro Mulher : que tenha Jipe , bonita ,companheira , boa
cozinheira , goste de mato , lama e natureza . Interessadas enviar
foto do Jipe
Coracão de jipeiro não bate... trepida
Sangue de jipeiro não circula... faz off road
Se Maomé não vai até a montanha é por que não tinha um jeep
"Não basta ter o jeep no peito, é preciso ter peito para andar de
jeep"
Tá com pressa? Passa por baixo!
Se for dirigir não beba, se for beber me chame !
Jeep é que nem sanfona, só toca quem sabe!
Gasto meu dinheiro com meu Jeep, e não com psicologos e
psiquiatras...
"CROSS FOX.... EU AINDA PASSO EM CIMA DE UM"
Troquei minha namorada por um Jipe... Bebe menos, é mais divertido e
ainda me leva pra onde eu quero!
"Eu acredito em gnomos, pescadores, jipeiros e outros mentirosos"
"Off-Road: Adrenalina a 20 Km/h"
"Trilha é como sexo, mesmo ruim é bom"
"Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam...
Putz, que falta faz o guincho."
"Na vida tudo passa, e eu passo por cima de tudo com meu Jeep!!"
"Não deixe que seu filho compre um JEEP, compre um antes dele."
"Nossa estradas estão cada vez piores, que continue assim, pra não
precisar ir tão longe para fazer off road "
"meu JEEP é como todo maestro... adora um conserto"
"O sofrimento purifica a Alma. Pratique Off-road"
"MEU JEEP PARECE UMA ORQUESTRA SINFÔNICA,ONDE PARA TEM UM CONCERTO"
"Único veículo com sistema de freio progressivo. Quanto mais rápido
menos freia!"
Fonte: Fórum 4x4 Brasil
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Jipeiros do Amapá serão capacitados pelo Exército em sobrevivência na selva
| Jipeiros e militares do 34º BIS durante curso de navegação por GPS, em Macapá |
O treinamento será feito no próximo mês de maio, em área de instrução do 34º BIS, em Macapá, como também na Lagoa dos Índios, onde instruções sobre transposição de cursos d’água serão ensinadas aos jipeiros. “Esse é um treinamento para civis, ninguém vai com isso exigir dos associados do Jeep Clube um rendimento como o de um militar, mas são noções básicas sobre como sobreviver na selva, se orientar, se abrigar, enfim, seja numa situação de se perder ou ainda sendo vítima de um acidente aéreo ou fluvial, por exemplo”, diz o coronel Mattos.
| Presidente do Jeep Clube, empresário Manoel Mandi. | Foto: Agência Amapá |
Outra parceria com o Exército diz respeito às comemorações pelo Dia Mundial do Jeep, que se dá a cada 4 de abril, portanto 4/4, o que lembra o 4x4 (quatro por quatro), expressão usada para identificar veículos com tração nas quatro rodas – requisito básico para um carro ou utilitário vencer trechos escorregadios ou enlameados de terrenos sem pavimento. “Desde 2012 que passamos a comemorar a data juntamente com o Exército, pois o Jeep Willys é considerado um veterano de guerra, na verdade um herói que teve destacada atuação nos campos de batalha da Itália durante a Segunda Guerra Mundial”, reforça Mattos.
O fato é que desde o surgimento dos Clubes de Jeep pelo país esses velhos veículos – que foram projetados para o transportes de munições, de feridos ou mesmo dos comandantes militares durante a guerra – passaram a ser muito mais valorizados. “Não se vê mais um exemplar desse jogado no fundo de um quintal, ao contrário, são restaurados e chegam a valer até mais que o carro popular novinho em folha”, diz Mandi.
Conheça a linha 2017 de picapes da Mitsubishi Motors!
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quarta-feira, 20 de abril de 2016
Postagem Histórica: os primeiros Jeep's a chegar ao Amapá
| Foto histórica da entrega dos jipes em Amapá |
A pedido do Blog Sou Jipeiro, o Professor Montoril realizou um exaustivo trabalho de pesquisa a respeito da trajetória do "Jeep" como ficou mundialmente conhecido esse pequeno grande carro. Acompanhe o resultado a seguir.
A versatilidade dos Jeep's
Por longo tempo os serviços de mensageiro e de batedor do Exército dos Estados Unidos da América do Norte foram realizados por homens montados a cavalo. As trilhas que os mensageiros e os reconhecedores seguiam eram muito acidentadas e nada recomendadas para charretes e diligências. Posteriormente, estas atividades passaram a ser desenvolvidas por motociclistas. Entretanto, as motos eram do tipo “side car” e tinham limites para transporte de pessoal e material. Interessado em utilizar um veiculo de reconhecimento leve, rápido e capaz de trafegar em qualquer terreno, o Exército norte-americano lançou um desafio a 135 fabricantes de automóveis dos Estados Unidos, expresso em um edital datado de 11 de julho de 1940, nos seguintes termos: a viatura deveria ser fabricada em aço estampado, ter tração nas 4 rodas, capacidade para 3 passageiros, pesar no máximo 600 kg , potência máxima do motor de 40 HP, velocidade máxima de 80 km/h, transportar no mínimo 300 kg e estar adaptada com uma metralhadora de 30 mil. As empresas interessadas deveriam apresentar o protótipo do veiculo 49 dias após o lançamento do edital e entregar 70 viaturas 75 dias após atender a primeira exigência. A empresa American Bantam Car Company foi a primeira a fabricar seu protótipo identificado como MK II, entregando-o ao Exército dos Estados Unidos no dia 23 de setembro de 1940. O pequeno MK II foi submetido a rigorosos testes em mais de 5.000 km de estradas de chão e considerado apto.
A Willys-Overland Company só apresentou o modelo “Quand” em 11 de novembro de 1940. O modelo da Ford, batizado como Ford GP “Pygmy” foi entregue em 23 de novembro do citado ano. Os modelos da Willys e da Ford eram muito parecidos com o MK II da American Bantam Car Company. Por ser arrojado e capaz de trilhar terrenos ingrimes e lamacentos, satisfazendo assim os interesses dos militares, o MK II foi apelidado de General Purpose, alcunha do personagem Eugene do desenho animado Popeye, que fazia sucesso desde 1936, ano de seu lançamento. O pequeno personagem correspondia a um animal com poder de viajar entre as dimensões e resolver todos os tipos de problemas. General Purpose significa “fim geral” em inglês e no desenho era referenciado como Gee Pee, nome das letras G e P. Entretanto, no seio da população a letra G era pronunciada como se fosse um J. Assim, o veiculo ficou popularizado como Jeepee, evoluindo para Jeep. No quesito motor o modelo da Willys levava grande vantagem porque tinha 60 HP contra 46 HP da Ford e 45 HP da American. O motor Go Devil fabricado pela Willys podia alcançar a velocidade máxima de 118hm/h e percorria até 38 km queimando um galão de gasolina. Para que o modelo da Willys apresentasse rendimento ainda mais satisfatório, seu motor foi totalmente desmontado e as peças avaliadas uma a uma. Como forma de conciliar uma forte animosidade que surgia entre as empresas que fabricaram protótipos, o Exército Norte-Americano encomendou 1.500 veículos a cada companhia, perfazendo o total de 4.500 unidades Quando os Estados Unidos passaram a participar da Segunda Guerra Mundial, a partir de dezembro de 1941, a produção de Jeeps alcançou índices bem elevados. A 23 de julho de 1941, o Corpo de Intendência do Exército concedeu a Willys-Overland Motors o contrato para a fabricação de 16 mil veículos do modelo Willys MA.
Este modelo sofreu alterações dando origem ao modelo Willys MB (Mobel B) com a forma com que ficou conhecido no mundo. O carro da Willys ganhou a preferência dos militares, tanto que, no decorrer da Segunda Guerra Mundial, mais de 660 mil unidade do modelo Willys MB Track ¼, 4/4 foram utilizadas nas operações de campanha bélica. Ainda no fluxo de 1941, o modelo MB ganhou grades dianteiras em aço soldado, igual a uma grelha e ficou conhecido popularmente como “Slatt Grill”. Estima-se que ainda rodem pelo mundo cerca de 200 veículos.
Em outubro de 1941, forçado pela grande procura de Jeeps, o governo americano fez um acordo com a Willys-Overland para que ela entregasse a um segundo fabricante o projeto e as especificações do modelo MB, ficando-lhe assegurado o direito de produzir pelo menos a metade das encomendas. O segundo fabricante em questão era a Ford, que a contar do dia 10 de janeiro de 1942, iniciou a produção de 15 mil GPWs. A letra W que figurava no modelo significava “padrão Willys”. Até dezembro de 1945, a Willys e a Ford fabricaram 640 mil Jeeps.
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| Modelo MB fabricado pela própria Willy e que foi exaustivamente utilizado pelos exércitos estadunidense, ingles e brasileiro na II Guerra Mundial e no pós guerra. |
Foram Jeeps deste modelo que a Força Expedicionária Brasileira-FEB recebeu como doação do governo dos Estados Unidos. As tropas brasileiras integraram o contingente do V Exército Norte-Americano durante a campanha da Itália. O número total de Jeeps ¼ toneladas foi da ordem de 655, havendo entre eles 9 ambulâncias. Em 1942, a Willys produziu o Jeep mais prestigiado pelos Exércitos dos Estados Unidos e Inglês, o MB42, considerado o modelo mais clássico.
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| Jeeps doados pelo Exército Norte-Americano à Força Espedicionária Brasileira por ocasião da II Guerra Mundial. O valente Jeep MB transportava até cinco pessoas. |
Após o encerramento do grande conflito, as viaturas que se apresentavam em perfeita condição de uso foram trazidas para o Brasil. Em 1950, a Willys registro a marca Jeep, mantendo-a até 1953, quando a vendeu para Henry J. Kaiser Motors. A Kaiser Motors introduziu no mercado automobilístico os modelos CJ 5 e CJ 6, que foram fabricados até o ano de 1986. Atualmente a marca Jeep pertence à Daimler-Chrysler depois de ter passado pelo controle acionário da American Motors Corporation e da Chrysler.
A WILLYS-OVERLAND DO BRASIL
A Willys-Overland do Brasil foi fundada em 26 de agosto de 1952, na cidade paulista de São Bernardo do Campo. Em 1954, a empresa deu origem a produção de veículos com o nome de Jeeps Universal, correspondendo ao Jeep Willys modelo CJ 5, montados com peças trazidas dos Estados Unidos. Do ano de 1957 até 1959, quase todas as partes do veiculo foram fabricadas no Brasil. A partir de 1959, até o motor já era de fabricação brasileira. Em outubro de 1967, a Ford do Brasil assumiu o controle acionário da Willys-Overland do Brasil, herdando as marcas Jeep, Rural Willys, Pick-Up Willys, Aero-Willys, Itamaraty, Gordini e Interlagos. Em 1970, a Ford deixou de fabricar o Jeep e o Aero-Willys. Em 1986, quando a marca Jeep se encontrava sob controle da Kaiser Motors, a linha CJ foi substituída pela linha Jeep Wrangler. Coube a Daimler-Chrysler, em 2002, trazer de volta a marca overland, utilizada no Jeep Grand Cherokee.
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| O modelo CJ 5 foi o último a ser fabricado peal Ford do Brasil depois de ter assumido o controle acionário da Willys Overland do Brasil. |
A IMPORTÂNCIA DOS JEEPS NO DESENVOLVIMENMTO DO AMAPÁ
Os Jeeps modelo CJ 5 foram os que mais circularam nas terras do Território Federal do Amapá. Sem ter suas ruas asfaltadas ou calçadas, a cidade de Macapá apresentava aspectos desoladores durante o período invernoso. Em algumas delas até os veículos automotores acabavam ficando atolados na lama. Os primeiros registros oficiais relativos a existência de Jeeps em Macapá datam do ano de 1960, ocasião em que o governo amapaense comprou as primeiras unidades. Até o ano de 1957, o preço de um Jeep era elevado, visto que sua montagem no Brasil ainda dependia da impostação de peças fabricadas nos Estados Unidos. Em 1960, o governo territorial adquiriu dois Jeeps destinados ao Posto Agro-Pecuário de Macapá, na Fazendinha e à Olaria Territorial.
Em 1961, foi comprado um Jeep para a Seção de Produção Animal. Em 1963, o governo territorial possuía 10 Jeeps Willys-Overland: 1 na Secretaria Geral, 2 na Divisão de Produção, 2 na Divisão de Obras, 1 na Divisão de Terras e Colonização, 3 recolhidos a Garagem Territorial aguardando reparos e 1 Jeep recém comprado aguardando destinação. Além deles, havia um Jipão Internacional. Nos anos posteriores a quantidade de Jeeps pouco aumentou. Alguns veículos novos foram comprados para substituir os que não tinham condições de tráfego.
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| Em pé no Jeep da Secretaria Geral, o Governador Jorge Nova da Costa abre o desfile estudantil de 13 de setembro de 1987, na Av. Fab. |
Estes veículos eram mantidos na garagem para aproveitamento de peças. Em 1967, na gestão do General Ivanhoé Gonçalves Martins foi comprado o primeiro Jeep da marca Toyota para uso do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Em 1968, outro Jeep Toyota foi adquirido para a Olaria Territorial. Em 1969, a frota de Jeeps compreendia 25 viaturas da marca Willys e 2 da marca Toyota. Neste ano foram compradas cinco unidades assim destinadas; Residência Governamental, Divisão de Educação, Divisão de Saúde, Serviço de Administração Geral e Serviço de Municipalidade. Antes da fabricação do Jeep Willys no Brasil, o veiculo tinha que ser importado dos Estados Unidos. No Amapá rodaram alguns desses importados, todos pertencentes ao governo. Os Jeeps que se destinavam à Divisão de Obras, Divisão de Produção, Superintendência de Abastecimento do Território Federal do Amapá-SATFA, e DNER tinham guincho elétrico na parte dianteira e guincho mecânico na parte traseira.
Devido ao fato de viajarem frequentemente pelo interior do território, trafegando por estradas esburacadas e lamacentas, precisavam do cabo enrolado nos guinchos, com um gancho da ponta, para rebocar ou ser rebocado ou ainda ser içado caso caísse em uma depressão do terreno ou içar veículos que estivessem em situação semelhante. Por ocasião da abertura do trecho da BR-15, atual BR- 156, entre a Base Aérea de Amapá e Calçoene, o único veículo leve capaz de andar pelo campo encharcado da região era o Jeep Willys CJ 5 utilizado pelo empresário Walter do Carmo. Para vencer um lodaçal existente numa área de campo, onde sequer havia árvores que servissem de ponto de apoio para a atracação do cabo do guincho dianteiro, os operários da estrada de rodagem cortaram centenas de varas, distribuindo-as paralelamente pelo trecho a ser percorrido. O próprio empresário Walter do Carmo dirigiu o veiculo com o sistema de tração das quatro rodas devidamente acionado. Os moradores de Calçoene comemoraram bastante quando o Jeep adentrou na vila. Eles passaram a ter certeza de que finalmente iriam sair do isolamento terrestre, fato concretizado pouco tempo depois. O ex-vereador Juvenal Canto, que ao ingressar no quadro de pessoal do governo do Território Federal do Amapá foi designado para dirigir um Jeep do Serviço de Geografia e Estatística, conta o drama que viveu porque, acostumado a dirigir motor de popa, não sabia engatar a marcha à ré da viatura. Por esta razão ele sempre parava o Jeep em parte inclinada da lateral da rua. Quando queria sair bastava desengatar o freio de mão. Agiu assim até o dia em que o diretor do órgão descobriu sua peripécia. Acabou sendo transferido para o Serviço de Navegação. O Jeep sempre foi destaque nos desfiles cívicos e militares. Governadores e Oficiais das Forças Armadas abriam os desfiles em pé dentro do veículo. Em Macapá o procedimento não foi diferente. Porém, o General Ivanhoé Gonçalves Martins preferia cumprir o ritual caminhando na pista do desfile. Enquanto os contingentes estivessem desfilando ele se mantinha em posição de sentido na frente do palanque. Foi no governo dele (1967 a 1972) que os desfiles da Semana da Pátria e da Semana do Território passaram a ser realizados na Avenida FAB. Até 1966, os desfiles ocorreram no trecho da Avenida Iracema Carvão Nunes, entre as duas alas da Praça Barão do Rio Branco.
Um fato muito interessante aconteceu no trecho mais baixo da Rua Cândido Mendes, entre as atuais Avenidas Matheus de Azevedo Coutinho e a Nações Unidas. O perímetro estava sendo aterrado e antes disso só as lambretas e vespas trafegavam por lá. Um sujeito que encheu a cara de cana na Doca da Fortaleza voltava para casa quando duas lambretas passaram por ele tirando um fino danado. O bêbado xingou as genitoras do lambretistas e continuou caminhando. Ao perceber que dois faróis vinham em sua direção estancou no meio da rua julgando que fossem as lambretas retornando para o centro da cidade. Para azar seu, o veículo era um Jeep da Divisão de Obras que fiscalizava o serviço de abertura de valas para assentamento de tubos e expansão de distribuição de água. Para felicidade do motorista a abalroada não causou grandes danos ao “pau-de-cana”. Viveu muito tempo em Macapá um comerciante cujo estabelecimento tinha o titulo de “Bazar Bandeirante”. Ele possuía um Jeep que tinha luzes coloridas por todas as partes do veículo. À noite, era muito fácil identificar o Jeep do Bandeirante que mais parecia uma árvore de natal ambulante. Quando alguém caprichava na indumentária, o povo dizia que o sujeito estava mais enfeitado do que o jeep do Bandeirante. Em 1961, quando exercia o cargo de governador do Amapá, o pernambucano José Francisco de Moura Cavalcante, cognominado de “Zé Bonitinho”, julgou que tinha poderes para se intrometer nos negócios da Indústria e Comércio de Minérios S.A. Numa manhã de sábado Moura Cavalcante usou o Jeep da residência governamental para ir ao porto de Santana verificar se era verdade que a balança usada pela ICOMI para pesar o minério de manganês exportado estava avariada. Ao chegar ao portão da ICOMI encontrou a entrada bloqueada por uma grossa corrente de ferro. Os vigilantes da empresa indagaram o que ele pretendia e o informaram que o ingresso na área da companhia só ocorreria após a identificação do condutor do veículo e a autorização de estâncias superiores. Sentindo-se ofendido, o governador engatou a marcha ré do veículo e investiu contra a corrente, arrebentando-a e danificando a frente da viatura. Foi detido pela vigilância até a chegada do funcionário que exercia as atividades de relações públicas da ICOMI ao local do entrevero. Convencido de sua atitude não se coadunava com a natureza do cargo que exercia, Moura Cavalcante retornou a Macapá jurando que tudo faria para provar que a ICOMI estava sonegando imposto sobre minério. A atitude desrespeitosa do governador lhe valeu uma admoestação do senhor Jânio da Silva Quadros, Presidente do Brasil. Pequeno e ágil, o jeep foi usado no Amapá para trafegar nos trechos mais inóspitos da BR 156.
Às vezes, com carga excessiva, a robusta viatura ligou o interior à capital ajudando a resolver inúmeros problemas. Ainda na fase do Amapá como Território Federal, o engenheiro Azarias Neto, prefeito nomeado do Município de Oiapoque, resolveu colocar um motor de caçamba na parte traseira do Jeep da PMO e transportá-lo para Macapá. A viagem transcorreu normalmente até que o Jeep alcançou um trecho íngreme. Ao tentar vencer o acentuado aclive o Jeep rebolou ladeira a baixo ceifando a vida do prefeito. O Jeep Willys passou a ser vendido em Macapá pela firma Irmão Zagury & Companhia Ltda., capitaneada por Moisés Zagury e Jaime Isaac Zagury, depois que a Ford do Brasil comprou a Willys-Overland do Brasil.
Por: Nilson Montoril
Por: Nilson Montoril
sábado, 16 de abril de 2016
Fábrica Couro&Arte envia proposta de parceria com jipeiros do Amapá
Somos a Couro & Arte Revestimentos Automotivos, estamos há 20 anos neste segmento, produzimos revestimentos de bancos e acessórios para veículos Nacionais e Importados.
Nossos produtos são indicados para veículos de frotas, para sua preservação e conforto além, é claro de serem de fácil higienização
Os produtos são:
- Bancos em couro em couro (em 7 padronagens)
- Capas de proteção para sobreposição dos bancos de tecido
- Forrações para assoalho
- Apoios de braço para adaptação
- Jogos de tapetes personalizados
- Banquinhos adicionais para Saveiro e Strada
Tipos de materiais dos bancos:
- 100% couro bovino
- Padrão montadora (70% couro com 30% sintético)
- 100% Autocoro (3x mais resistente que o couro bovino)
- Padrão Autocoro (70% autocoro com 30% sintético)
- Econômico
- Composto
- 100% sintético
CONTATOS
VIVO - (16) 99735-8548
CLARO- (16) 99290-3406
WHATSAPP-(16) 99132-0524
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Publicitária, mãe, mulher e: jipeira. Texto de Marli Mafalda
Marli Mafalda, em seu Facebook.
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