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terça-feira, 6 de setembro de 2011

"Ser jipeiro é ser uma grande família"

Foto: Samuel Silva/Diário



Entrevista concedida pelo presidente do Jeep Clube de Macapá ao Jornal Diário do Amapá desta terça-feira.

O Jeep Clube de Macapá já existe há cerca de seis anos. Começou com cinco amigos, hoje tem 35, e mi-lhões pelo mundo todo. Sim, uma família de bilhões de pessoas , porque o jipeiro é globalizado. Confira.

uem acha que jipeiro é aquele cara maluco que sai por aí em alta velocidade, brincando com a vida, querendo a morte, está enganado. Jipeiro é pessoa centrada, responsável, que preza a família, que ama a amizade, que gosta de descobrir coisas novas, da natureza, principalmente. Ser jipeiro é ser globalizado. Ele fica 24 horas conectado com o mundo, com  a sua “família global”. Jipeiro não deixa outro na mão. A amizade e a hospitalidade predominam na classe, esteja ele, em termos de Brasil, no Oiapoque-Monte Caburaí ou Chuí, na Ponta do Seixas ou Nascente do rio Moa, quanto mais no Centro-Oeste, Sudeste ou Nordeste. O presidente do Jeep Clube de Macapá, João Cruz, acrescenta um pouco mais sobre o que é ser jipeiro.
Diário do Amapá – João, descreva o jipeiro em três por quatro.
João Cruz – Uma família.
Diário – Como assim?
João – Para quem não nos conhece, parece estranho falar em família, mas na verdade somos uma família.
Diário – Explique melhor.
João – Não só uma família regional, localizada, mas nacional e até mundial.
Diário – Agora a explicação ficou complicada.
João – É que a classe invoca e pra-tica  o sentimento familiar. Nós no mundo todo somos uma grande família.
Diário – Uma família globalizada, por assim dizer.
João – Essa é a definição exata.
Diário – E quanto ao Amapá. O que o senhor tem a dizer?
João – Aqui no Estado temos o Jeep Clube de Macapá.
Diário – É um clube, mesmo, ou uns gatos pingados?
João – Um clube. Hoje já contamos com 35 jipeiros.
Diário – E como foi o começo?
João – O começo foi meio acanhado, há seis anos. Apenas um grupo mais ou menos de cinco jipeiros.
Diário – O senhor já fazia parte desse grupo de amigos?
João – Não. Eu ingressei no Jeep Clube de Macapá mais ou menos um ano depois.
Diário – E como foi esse ingresso?
João – A convite de um amigo para uma aventura até à cachoeira de Santo Antônio.
Diário – Foi bom?
João – Demais
Diário – Descreva.
João – Coincidentemente eu tinha na ocasião do convite adquirido um Jeep Suzuki. Então uni o útil ao agradável.
Diário – E a aventura de ir por terra até à cachoeira de Santo Antônio?
João – Muito linda.
Diário – Linda?
João – Sim. O movimento jipeiro proporciona isso. Tudo é lindo. Além da amizade familiar entre nós, conhecemos e descobrimos muitas coisas.
Diário – Dê exemplo.
João – Pra mim, o exemplo maior, a experiência maior, é ter conhecido o nosso Amapá. Às vezes tem gente que está aqui há muitos anos e não conhece nem mesmo Santana.
Diário – E o senhor já conhece o quê?
João – Ah, muita coisa. Pra mim foi de grande alegria conhecer as localidades Panã e Paru aqui no nosso Estado.
Diário – Até agora, quais foram as maiores aventuras do Jeep Clube de Macapá?
João – Ter ido aos Lençóis Mara-nhenses e ficarmos juntos com o Rally dos Sertões; outra aventura maravilhosa foi participarmos do Rally do Suriname.
Diário – Como foi para o senhor se tornar presidente do Jeep Clube de Macapá?
João – Naturalmente. As pessoas acham que eu tenho espírito de lide-rança, de maneira que já sou presidente do Jeep há dois anos.
Diário – Em 2009 vocês participaram da programação da Semana da Pátria. Agora em 2011 desfilam na avenida Ivaldo Veras.
João – É verdade. Fizemos uma parceria com o 34º BIS, pelo Dia do Jeep, e fomos convidados para o desfile cívico-militar.
Diário – Parabéns.
João – Muito obrigado.

Por Douglas Lima/Do Diário

Nota do Editor: Olha, uma belíssima entrevista essa concedida pelo presidente João Sucateiro. Méritos também para o jornalista Douglas Lima, que conseguiu captar muuto bem o sentimento de ser jipeiro.
"

domingo, 4 de setembro de 2011

"Vou calçar coturno de novo"

A convite do Jeep Clube de Macapá, o médico amapaense José Arcangelo Pinto Pereira, estará no desfile do Dia da Independência, na próxima quarta-feira. O clínico geral e dermatologista, que faz atendimento social na Igreja dos Capuchinhos, ficou muito feliz com a novidade e foi logo anunciando que calçaria seu velho coturno dos tempos em que era médico do Exército. "São duas coisas que permeiam o cotidiano dos jioeiros e que me fascinam, que é fazer filantropia e pegar as estradas de chão", disse Arcangelo, que tem muita experiência pelos municípios do interior do Amapá.
Ele já atuou em diversas ações sociais do Jeep Clube de Macapá e pretende passar na avenida com seu Honda CRV 4WD ao lado da esposa, a também médica Rosilane Pereira.

Jipeiros no comboio do Exército, no desfile da Independência

Os associados do Jeep Clube de Macapá estarão mais uma vez no Desfile da Independência, no 7 se Setembro, no Sambódromo. A convite do Comandante do Exército no Amapá, o coronel de Infantaria Allan Fernando Quint, os jipeiros e seus familiares levarão seus brutos para a Avenida Ivaldo Veras, passando logo atrás do comboio de viaturas militares do 34º Batalhão de Infantaria de Selva. Esta será a segunda vez em que o Jeep Clube de Macapá participa da festa cívica da Semana da Pátria. A primeira vez foi em 2009 quando os jipeiros encerraram as apresentações. “Foi uma experiência inesquecível, pois a receptividade do público em relação a gente foi enorme. Sabia do carisma que os veículos 4x4 exercem sobre as crianças e a juventude mas ali foi diferente, tinha uma verdadeira multidão nas arquibancadas”, recorda o presidente do Jeep Clube, o empresário João Cruz.
Para a apresentação da próxima quarta-feira a expectativa é ainda maior, pois os jipeiros passarão logo atrás do destacamento motorizado do Exército, uma das primeiras Forças Armadas a se apresentar. O cerimonial fará alusão a enorme ligação que o velho Jeep Willys tem com o Exército, pois no último dia 4 de abril deste ano, o Comando de Fronteira do Amapá prestou uma homenagem ao velho 4x4 que teve papel decisivo no trabalho das forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Naquela oportunidade, em comemoração ao Dia Mundial do Jeep, o coronel Allan proferiu a leitira da Ordem do Dia, uma mensagem marcada por uma verdadeira aula de história de valorização do Jeep. “Nós sabemos da força do Jeep Clube de Macapá em diversas ações sociais e este ano fizemos questão de convidar os jipeiros para integrar o desfile do Exército, que tem a máxima de ser o braço forte, mas também a mão amiga da sociedade brasileira”, disse o Comandante Allan.
Então aviso aos jipeiros: a parada militar começa pontualmente às 8 horas da manhã e o presidente João Cruz está convocando a todos os sócios do Jeep Clube a estarem no ponto de concentração às 7h30, atrás do Estádio Zerão, no gol que fica no Hemisfério Sul.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mitsubishi Lancer vence o Rally dos Sertões 2011

Bem que a dupla Nobre/Palmeiro de BMW X3 tentou e venceu a última etapa desta 6ª feira do Rally dos Sertões 2011. Mas a dupla do Mitsubishi Lancer sabia que a vantagem que tinham acumulado nos nove primeiros dias era muito difícil de ser superada e cruzaram a linha de chegada tranquilamente para vencer mais uma vez. É a 4ª vitória de Guiga (sempre de Mitsubishi e nos anos de 2003, 2004 e 2010) no Sertões, a 2ª em dupla com Youssef com quem também dividiu a vitória em 2010.


Os cinco primeiros


1º 314 PAULO NOBRE /FILIPE PALMEIRO
BMW X3 6cil 2.5 Biturbo Diesel 01:06:24 77.71Km/h
2º 312 CRISTIAN BAUMGART/BECO ANDREOTTI
Mitsubishi Triton Evo 4cil 2.0 Turbo Gasolina 01:08:11 75.68km/h
3º 320 REINALDO VARELA/EDUARDO BAMPI
Mitsubishi Triton SR V6 3.6 01:08:47 75.02km/h
4º 309 JOAO ANTONIO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI
Sherpa v2 V8 5.0 Gasolina 01:09:01 74.76km/h
5º 301 GUILHERME SPINELLI /YOUSSEF HADDAD
Mitsubishi Lancer V6 4.0 Gasolina 01:10:19 73.38km/h
*Bi-Campeões do Rally dos Sertões 2011



Os 10 Melhores de 2011

1o 301 GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 29:23:39
2o 314 PAULO NOBRE/FILIPE PALMEIRO 29:47:37
3o 327 KLEVER KOLBERG/FLAVIO MARINHO DE FRANCA 30:06:23
4o 320 REINALDO VARELA/EDUARDO BAMPI 31:36:51
5o 315 LUIS EDUARDO STEDILE/DECO MUNIZ 31:28:35
6o 322 LUIS CARLOS NACIF/HUMBERTO RIBEIRO-PIAUI 32:47:33
6o 309 JOAO ANTONIO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 33:35:14
7o 330 REGIS BRAGA MAIA/ROGERIO ALMEIDA 34:37:13
8º 333 MARCELO DAMINI/CARLOS BRITES 35:17:34
9º 318 ANDERSON GUIMARAES/LOURIVAL ROLDAN 35:57:13
10º LUIZ FACCO/GLAUBER FONTOURA 36:34:20

E não esqueçam que ainda tem a Festa de Premiação
Premiação 19º Rally Sertões - 20/08
Fortaleza (CE) - Praia do Cumbuco
Hotel Vila Galé - a partir das 18h00

Fonte: www.sertoes.com.br

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Hyundai no Amapá sob novo controle acionário


Deu na Coluna Argumentos, do jornal Diário do Amapá.

É verdade

Conforme a coluna adiantou, está mesmo com o poderoso grupo Caoa, do médico e empresário Carlos Alberto Andrade quem adquiriu o controle da concessionária Hyundai no Amapá. Espera-se um salto de qualidade, especialmente no pós-venda dos confortáveis carros coreanos mas que já tem o modelo Tucson fabricados no Brasil, da fábrica de Anápolis, da Caoa.














* Em tempo: Segundo o Blog apurou, os novos donos da Hyundai no Amapá não reeditarão parceria com a indiana Mahyndra, que por hora está sem revenda oficial em Macapá. A manutenção dos jipes e picapes da marca passa a ser feita na Auto Mecânica Pica-Pau, que se credenciou a fazer revisões e manutenção da marca.

Frases de jipeiro - Parte I


Está pensando em fazer um adesivo com frases sobre a loucura de ser jipeiro, sobre como isso pode ser difícil junto à sua amada? Na verdade são inúmeras situações até engraçadas (nem todas politicamente corretas) mas que levam a muitos risos.

* Em tempo: nem todas refletem a opinião deste Blog.

Aí vão algumas:


A mulher eu troco,o cachorro talvez, o jeep nunca"

"Ela disse: eu ou o jeep!
Tenho saudades dela..."

"Quer sofrer? me acompanha..."

Não é o Jeep que é feio e desconfortável, você que é um chato...

Volto sujo, mas de alma lavada

Jipe é que nem mulher de amigo, c só olha, más num poe a mão

"Vale mais um péssimo dia de jeep, do que um ótimo dia de trabalho"

"Jeep - De 0 a 100 em 15 minutos, mas com estilo"

-"Se tudo falhar vc sempre pode usar o martelo"

-"É niva, mas tá pago!"

-"Deus um dia me disse:"Filho você esta indo para o mau caminho" e
eu respondi: "Senhor, não esquenta, estou de Jeep!"

-""Do pó viemos, ao pó voltaremos..."

-"Um tapa na Reduzida e Sorte na Subida. (U.R.S.S. -> adesivo de
Niva) "

-"Um Niva em cima de um morro é milagre. Dois é ficção. Três é
desmanche !"

-"Quem gosta de motorzinho é dentista "

bons meninos vão pro céu. jipeiros vão onde quiserem.

jeep: se tiver que explicar vc n vai entender...

"evite acidentes. faça de propósito!!!"

"Eu desatolo Ecosport"

"Qual o líder espiritual dos jipeiros?"
Dalai LAMA

um adesivo colado de cabeça para baixo escrito o seguinte:
"Se você estiver conseguindo ler esse adesivo sem problemas, por
favor chame o resgate"

" No asfalto ocê me aperta, mas no barro nóis acerta "

Procuro Mulher : que tenha Jipe , bonita ,companheira , boa
cozinheira , goste de mato , lama e natureza . Interessadas enviar
foto do Jipe

Coracão de jipeiro não bate... trepida

Sangue de jipeiro não circula... faz off road

Se Maomé não vai até a montanha é por que não tinha um jeep

"Não basta ter o jeep no peito, é preciso ter peito para andar de
jeep"

Tá com pressa? Passa por baixo!

Se for dirigir não beba, se for beber me chame !

Jeep é que nem sanfona, só toca quem sabe!

Gasto meu dinheiro com meu Jeep, e não com psicologos e
psiquiatras...

"CROSS FOX.... EU AINDA PASSO EM CIMA DE UM"

Troquei minha namorada por um Jipe... Bebe menos, é mais divertido e
ainda me leva pra onde eu quero!

"Eu acredito em gnomos, pescadores, jipeiros e outros mentirosos"

"Off-Road: Adrenalina a 20 Km/h"

"Trilha é como sexo, mesmo ruim é bom"

"Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam...
Putz, que falta faz o guincho."

"Na vida tudo passa, e eu passo por cima de tudo com meu Jeep!!"

"Não deixe que seu filho compre um JEEP, compre um antes dele."

"Nossa estradas estão cada vez piores, que continue assim, pra não
precisar ir tão longe para fazer off road "

"meu JEEP é como todo maestro... adora um conserto"

"O sofrimento purifica a Alma. Pratique Off-road"

"MEU JEEP PARECE UMA ORQUESTRA SINFÔNICA,ONDE PARA TEM UM CONCERTO"

"Único veículo com sistema de freio progressivo. Quanto mais rápido
menos freia!"

Fonte: Fórum 4x4 Brasil

domingo, 14 de agosto de 2011

Jeep Clube confirma terceira edição do FestJeep


A diretoria do Jeep Clube de Macapá confirmou para os dias 24 e 25 de setembro a realização do III FestJeep no Meio do Mundo, o maior evento do gênero "Off-Road" do Amapá. A competição acontecerá no circuito Indoor que fica no Parque de Exposições da Fazendinha e como manda a tradição, coincide também com a passagem do fenômeno natural do Equinócio.
Segundo o presidente do Jeep Clube, o empresário João Cruz, desta vez a pista terá menos velocidade e mais adrenalina. "É que além da preocupação com a segurança estamos pensando também nos espectadores, daí a idéia de instalar obstáculos que reproduzam o ambiente de uma trilha e assim garantir mais emoção para os pilotos e o público", argumenta.
O evento, que já entgrou para o calendário dos grandes acontecimentos da cidade, acontecerá uma semana antes da Expofeira Agropecuária, que este ano teve o calendário marcado pelo Governo do Estado para 30 de setembro a 9 de outubro. O FestJeep será um aquecimento para este grandioso evento que ainda assim terá as apresentações dos jipeiros nos dias de feira.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Portal Gama 4x4 tem ofertas para Macapá


Nossa redação recebeu a seguinte mensagem enviada por um representante de vendas da loja Gama 4x4, conceituada empresa do segmento Off-Road que realiza vendas seguras pela Internet. Vale a pena conferir e quem sabe fazer negócios. Trata-se de um parceiro da Revista 4x4&Cia, portanto amiga dos jipeiros.

Bom tarde!

Meu nome é Rodner eu trabalho na empresa Gama 4x4 em São Paulo como vendedor, e eu gostaria de saber se vcs estão interessados em comprar conosco alguns acessórios para os seus 4x4.
Acessórios como guincho que está com um preço campeão, carroceria de fibra, pneu e muito mais acessórios.
Qualquer dúvida entre em contato comigo.



Parcelamos pelo site em :

6x sem juros Mastercard !!!

6x sem juros Visa !!!

À vista 7% de desconto no Boleto Bancário (site) !!!


* Qualquer duvida estou à disposição.


Aguardo Resposta

Obrigado

___________________
Adriano Rodner
Dep. de Vendas
www.gama4x4.com.br
www.tratorgama.com.br
Tel: (11) 5062 - 9000

domingo, 31 de julho de 2011

Exército quer conserto para caminhões 4x4

Além dos jipes militares, o Exército Brasileiro também utiliza caminhões com tração 4x4 e até 6x6 para o transporte de tropas, veículos que no jargão da caserna são chamados de QT (Qualquer Terreno), e que sempre chamam a atenção quando saem às ruas. No Amapá, no quartel do 34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS) existem alguns destes exemplares, divididos em duas categorias, os comerciais e os operacionais. Os primeiros, utilizam pneus considerados “normais”, ou seja, para asfalto. Já os operacionais utilizam pneus para terra ou “off-road”, puxando a brasa para nossa sardinha. Outra diferença entre estes dois veículos é que os comerciais utilizam placas, aquelas de três letras e quatro algarismos. Já os fora-de-estrada não, apenas números inscritos com a pintura camuflada.
Mas o Blog apurou que alguns destes belos exemplares do mundo Off-Road estariam com aplicação limitada por falta de uma oficina especializada em Macapá para manutenção e reparos na tração 4x4 de caminhões. O problema suscitou nossa curiosidade e decidimos fazer uma pesquisa se realmente ninguém por aqui encara o conserto da tração dos QT’s. Se você puder ajudar mande-nos uma mensagem ou comentário abaixo.

Mercedes lança “trator de luxo”

CLAUDIO DE SOUZA - UOL
Enviado especial a Campinas (SP)


A tendência do design automotivo, de um modo geral, é afilar cada vez mais os veículos e suas partes. Carrocerias ficam mais curvilíneas, elementos como faróis e retrovisores se adelgaçam. A Mercedes-Benz não foge à quase-regra: em termos visuais, a recente reestilização do best-seller Classe C foi pouco além de espichar os faróis. Mas há uma exceção no portfólio da marca alemã, mantida propositalmente "tosca" há mais de 30 anos: o Classe G.

Linhas e ângulos retos, faróis redondos, grade frontal que parece desenhada numa lição de artes do pré-primário, traseira de carro-forte: o "jipão" Classe G é uma lição de anacronismo estilístico, tanto quanto o é o Defender da Land Rover. Pode-se advogar em favor deles usando termos como "tradicionais" e "idiossincráticos", mas não dá para negar que são pontos fora da curva do bom senso. Basta compará-los a outros utilitários dessas mesmas duas marcas

O jipão -- aliás, melhor dizer "jipaço", como se verá adiante -- da Mercedes é vendido no Brasil desde 1991, mas os bons ventos que vêm empurrando as vendas de importados no país inflaram as perspectivas comerciais do Classe G. No ano passado, apenas nove unidades foram emplacadas por aqui. Para este ano, a projeção é chegar a 19 carros. Mais que o dobro.

Essa meta levou a Mercedes a realizar, até o final desta semana, uma ação de marketing para que jornalistas, concessionários e potenciais compradores (apenas a convite) conheçam de perto os predicados do Classe G, especialmente em situações fora-de-estrada -- a brincadeira inclui uma trilha na região de Campinas (SP), repleta de obstáculos intransponíveis por carros comuns. O motorista gasta cerca de 30 minutos para percorrê-la. UOL Carros a conheceu nesta quarta-feira (27).


QUANTO É, COMO É
O Classe G é importado ao Brasil apenas na configuração assinada pela AMG, divisão de performance da Mercedes. Seu nome completo, portanto, é G 55 AMG, referência à capacidade cúbica de 5.439 cm³ (arredondado para cima, como nos 63 AMG) do propulsor de oito cilindros em V, sobrealimentação por compressor mecânico e 507 cavalos de potência.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Jeep Clube é destaque em site de Manaus

O Jeep Clube de Macapá a cada dia é reconhecido como um clube de aventureiros com consciência social (e ambiental). A trajetória de trilhas, aventuras e muitas ações sociais foi destaque no conceituado portal de notícias da Rede Amazônica de Televisão, denominado Amazônia em Revista. A íntegra da publicação, que extratifica as melhores reportagens levadas ao ar em rede regional de televisão, ganha uma versão para a internet. Confira abaixo!



MACAPÁ -O Amazônia em Revista conta a história do Jeep Clube do Amapá, criado há seis anos. A idéia nasceu de grupo de amigos que, sempre juntos, viaja a passeio, por caminhos intrafegáveis, para veículos comuns.

A iniciativa deu frutos e hoje são mais de quarenta associados, movidas pelo desejo de aventura. Para eles a estrada boa é aquela que tem obstáculos.

E para ultrapassar esses obstáculos os jeeps precisam ter tração nas quatro rodas 4 por 4, alguns até adaptados.

Esse espaço veio atender as necessidades desses esportistas. Estradas adaptadas, atoleiros, montanhas.


E para que pensa que só os homens se interessam pelos carros, o Jeep Clube também tem mulheres associadas. Elas também pegam no volante. E para quem pensa que os obstáculos são uma missão impossível, elas provam que não. Conseguem sair das piores situações. Por isso criaram o Rally de Batom, onde só mulheres participam.

O jipeiro Cléber Barbosa explica que para seguir nesse projeto não é preciso apenas ter coragem tem que equipar o veículo, para não ficar do meio do caminho.

Baseado nessa necessidade que o clube planeja suas expedições nacionais e internacionais.

Além de percorrer estradas e áreas indígenas do Amapá, esses jipeiros já ultrapassam os limites do estado. No roteiro de passeios: a transamazônica, Santarém, no oeste do Pará, os lençóis maranhenses, e até o Suriname, na rota pan-americana, tudo de jeep.

O desafio congrega esporte e ação solidária. É perseguindo aventuras pela lama, riachos, atoleiros e estradas sem nenhuma estrutura que eles abraçam juntos causas sociais.

Eles também são verdadeiros embaixadores do turismo amapaense, ao divulgar nos carros, imagens dos principais pontos turísticos do Amapá adesivadas nos carros.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Nissan encomenda uma picape Frontier "Off-road"

Fotos: João Mantovani/Fullpower











GIULIANO GONÇALVES
Especial para UOL Carros


Quem mora na capital de São Paulo ou em qualquer outra cidade grande, com trânsito enlouquecedor, já pensou em ter um carro que voasse ou que passasse por cima de tudo. Eu mesmo já pensei isso inúmeras vezes, mesmo porque ninguém merece ficar metade da vida parado num engarrafamento. Quando assumi a direção dessa Nissan Frontier, em plena Marginal Pinheiros, adivinha qual pensamento me veio à cabeça? Com a picape de pneus enormes, naquela altura, a vontade de passar sobre o guard-rail e costurar pela margem do rio estava me torturando. Tomei uma água, chacoalhei a cabeça e voltei à realidade. Foi então que surgiu o convite para andar com ela na terra...
Aquela frustração de não ter cortado o trânsito pelo rio foi compensada num terreno despavimentado, similar às ruas da capital, inclusive. Lá, a picape fez misérias! Como se estivesse em um asfalto liso, sem obstáculos, ela atropelou todos os morros e crateras com a maior facilidade do mundo. "Giu, joga ela nesse buraco aí do lado", pedia o editor e fotógrafo João Mantovani. Eu, todo felizão, descia aquela pirambeira com vontade, a fim de testar os limites da nova configuração da Frontier, preparada no Galpão Fullpower.
A tal facilidade do carro em transpor os obstáculos é mérito da tração 4x4 e, sem dúvida, dos upgrades de suspensão, feitos por Emerson "Gordo" Soares e Sérgio Albuquerque, da paulistana Impacto Especiais. A empresa, nesse caso, foi responsável principalmente por cortar a laser os componentes de aço. "Nos EUA há conjuntos prontos para levantar a suspensão das picapes. Porém, para trazer fica muito caro, pois são bastante pesados. Por isso decidimos criar os modelos por aqui mesmo", conta Gordo.
Incrível é saber que molas e amortecedores continuam originais, intocados. "Soldamos um 'braço' especial, baseado em peças de carros de arrancada, entre a bandeja e o quadro. Apenas a carroceria subiu", explica o especialista. Com a cabine "afastada" da suspensão, os aeroquips não alcançavam os freios. Sendo assim, modelos mais compridos entraram em cena! O protetor de cárter também foi substituído e, agora, acompanha o desenho do parachoque dianteiro -- ele foi moldado por Bira Kakazu, outro integrante da equipe do Galpão, e dobrado pela Estribex (SP).

RODAS E PNEUS


Com a suspensão no lugar, chega o momento de adicionar um jogo de rodas à altura! Com uma parceria com a fabricante Scorro, a Frontier foi presenteada com o modelo S-169, porém completamente sob medida. O tamanho das redondas, por exemplo, é único, 16" x 9" (originalmente, há apenas 16" x 7"). Outra alteração radical foi o alisamento da face das rodas para a entrada dos beadlocks (da gringa OMF). Esse acessório tem como objetivo parafusar os pneus nas rodas, a fim de os borrachudos jamais escaparem durante uma trilha pesada. Mas, nesse projeto, eles foram acoplados apenas por uma questão de estética. Parafusos de inox e arruelas de alumínio finalizam a montagem desses componentes.
Após muito estudo, a equipe do Galpão optou por utilizar os pneus Yokohama Geolandar A/T-S, nas medidas 315/75. "Queríamos uma picape para rodar tanto no asfalto quanto na terra. Esses pneus cumprem bem as duas funções", explica Gordo. Todavia, por ser muito alto, é preciso certo cuidado ao entrar em curvas muito rápido -- eles dão uma leve dobrada e a sensação de carroceria escorregando lateralmente.
Mas, voltando ao ensaio fotográfico na terra, assim que chegamos ao local João me pediu para subir no topo do morro, parte até então explorada apenas por tratores e pilotos de motocross. Olhei, perguntei se era aquilo mesmo que ele queria, respirei fundo e comecei a escalar a piramba. Como o carro estava na configuração 4x2, com tração apenas nas rodas traseiras, era um verdadeiro show de patinação. Então, virei o botão seletor (no painel) e apelei para a 4x4. Que animal! Bastava engatar primeira, tirar o pé da embreagem e deixar que a picape subisse aquilo sozinha, sem o menor esforço. Cheguei a engatar terceira marcha naquele subidão e... a Frontier sequer reclamou do esforço, tamanho o torque do quatro cilindros 2.5 16V turbodiesel -- com o escape de 3" desenvolvido pela Giba Escapes, a potência ultrapassou os 150 cavalos!
FOSCO SUAVE
Terminado o ensaio, desci do carro e me bateu um sentimento de culpa, visto a sujeira que fiz na carroceria, com terra e barro. Logo pensei: "Se o Bozo vir o que eu fiz ele vai me matar". Não, não estou falando do palhaço do SBT, mas sim de Adriano "Bozo" Ricardi, o responsável pela pintura maluca da Frontier. Segundo ele, o fosco dela é do tipo soft touch, menos áspera se comparada a uma fosca padrão. Nas duas laterais, faixas personalizadas (essas, brilhantes) cortam a carroceria de uma ponta à outra. Bozo garante que o desenho delas é inspirado no original dos Nissan Skyline Nismo 400R.
Para finalizar, o interior (supervisionado pela empresa Luxo BR) recebeu couro cinza com detalhes laranja. De acordo com Flavio Miotto, dono da Luxo BR, "o desenho dos assentos é feito em uma máquina de costura digital, programada como uma CNC". Como você pode perceber, a arte costurada faz alusão à banda de rodagem dos pneus da Nissan. Couro também predomina no volante e na manopla de câmbio, sempre com acabamento laranja. Aliás, essa também é a cor dos novos cintos de segurança, feitos sob medida.
O mais engraçado de tudo é saber que a personalização do carro foi uma encomenda da divisão de acessórios da própria Nissan. "Essa Frontier será uma excelente vitrine para a divulgação da nossa linha de acessórios", afirma Luiz Cunha, engenheiro da montadora e um dos envolvidos nesse projeto. Isso é fato, pois bastou uma voltinha pelas ruas de São Paulo para ela praticamente parar o trânsito!

Reportagem originalmente publicada na edição 105 da revista Fullpower

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Modificação no carro requer autorização do Detran


Deixar o veículo arrojado como os do filme ‘Velozes & furiosos’, cuja nova sequencia acaba de estrear no Brasil, e bancar Toretto (personagem de Vin Diesel) ou Brian O’Connor (Paul Walker) requer cuidados com a lei. Antes de rebaixar ou "turbinar" o automóvel, é preciso seguir as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o que pode e o que não pode ser modificado. Segundo o Código Nacional de Trânsito, rodar em veículos alterados sem a documentação necessária acarreta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
"Fuscão" - O empresário Denyson Barone, de 51 anos, modificou quase tudo no Volkswagen Fusca 1976 que ele chama de Locomotion. Do original, sobrou apenas o chassi central.
Ele diz que seguiu à risca todas as normas estabelecidas para não sofrer com a fiscalização -mesmo assim, é parado pela polícia. "Sou parado direto por policiais, principalmente nas estradas. Como estou com os documentos ok, não sou multado. Mas os policiais então acabam perguntando sobre o carro”, conta o morador de Santo André, também no ABC paulista.
O Fusca de Denyson teve alterados os pneus, para-lamas e carenagem, trocada por uma de fibra de carbono. Já o motor é o de uma de Kombi, ligeiramente revigorado para gerar mais potência. “É um carro extremamente seguro. Todos os reforços são tubulares, inclusive com ‘santantônio’ (estrutura que protege os passageiros em caso de capotagem)”, revela o empresário.

"Lição" - Mauro da Silva Júnior, de São Bernardo do Campo (SP), mudou bastante o seu Volkswagen Gol 1991. “Rebaixei, coloquei turbo no motor e até alarguei os para-lamas para colocar rodas maiores”, admite Júnior, que gastou cerca de R$ 30 mil para modificar o veículo, mas não pediu autorização prévia ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). “Levei umas seis ou sete multas por causa das alterações ilegais.”
Agora ele promete fazer tudo conforme a lei. “Estou transformando um Gol 1984. Desta vez vou seguir as normas para não sofrer mais”, diz o administrador de 29 anos, que pretende modificar a suspensão, adotar bancos esportivos e acoplar um motor 2.0 de Golf . “Turbinado, claro!”

"As regras" - Primeiro passo é pedir autorização. Antes de levar o veículo à mecânica e fazer qualquer modificação, o proprietário deve seguir um cronograma. O primeiro passo é ir até o Detran local e solicitar uma espécie de autorização para as alterações a serem feitas. Todos os documentos do carro e do proprietário serão exigidos.
“Por falta de informação, muitos têm o carro reprovado no Detran por terem feito as modificações antes de fazer essa solicitação”, explica o advogado Marcelo José Araújo, presidente da comissão de direito de trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná.
Recentemente, em Santa Catarina, um Fusca 1978 transformado em "baja" teve negado o licenciamento por falta de prévia autorização para que as mudanças fossem feitas. O caso foi parar na Justiça, que manteve a decisão do órgão de trânsito de não licenciar o veículo. De acordo com o advogado do proprietário, Adilson Bauer, os recursos cabíveis se esgotaram e agora eles em buscam uma outra solução para o caso.
Quando a modificação é autorizada, o passo seguinte é escolher um mecânico de confiança para fazer a modificação, pois, dependendo da forma com que for feito o serviço, o veículo pode ficar perigoso de se dirigir.
“Já vi cada coisa por aí. Tem gente que para rebaixar a suspensão simplesmente corta as molas. Ou elevam a potência do motor a faixas altíssimas com a utilização incorreta de turbos”, alerta Ricardo Boch, professor do curso de engenharia mecânica do Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana Pe Sabóia de Medeiros (FEI).

No documento - Após a realização das modificações, o proprietário deve seguir para uma das oficinas credenciadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), onde o veículo passará por um processo de validação. A lista das oficinas está no site do instituto.
Se aprovado, a última etapa é voltar ao Detran para a obtenção do número do Certificado de Segurança Veicular (CSV), que é registrado no campo das observações do Certificado de Registro de Veículo (CRV) e do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV).

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE MUDAR

Todas as alterações permitidas no veículo devem ter autorização prévia do Detran e inspeção do Inmetro

Apliques: A utilização de spoilers e aerofólios não é especificada no código. Consulte o Detran do seu estado.

Chassis/Monobloco: Proibida a substituição.

Combustível: É permitido trocar o sistema de combustão (gasolina, etanol ou bicombustível) por gás natural veicular (GNV), mas o kit deve seguir as regulamentações do Inmetro.

Cor: Serão consideradas alterações de cor aquelas realizadas através de pintura ou adesivamento em área superior a 50% do veículo.

Faróis: Instalação de faróis de xenônio é proibida; só é permitido o farol desse tipo se o carro já vem como ele de fábrica.

Freios: Proibida alteração no sistema.

Motor: Pode ser alterado com ganho de até 10% da potência.

Pneus / rodas: Proibida a utilização de rodas/pneus que ultrapassem os limites externos do para-lama.

Suspensão: É permitida a troca do sistema mas são proibidas as suspensões com regulagem de altura, como as de rosca ou de ar.

Fonte: Contran

Campeonato de regularidade do Jeep Clube de MG

Campeonato de regularidade do Jeep Clube MG começará em julho.

A diretoria do Jeep Clube de Minas Gerais (JCMG) inovou no ano do 20º aniversário do clube. A Copa Mineira de Rally de Regularidade terá quatro datas e um formato diferente em 2011. O campeonato terá rodada dupla a cada final de semana, com uma etapa na manhã de sábado e outra na parte da tarde do mesmo dia. Os locais escolhidos para a temporada foram a Serra do Cipó em julho, Coronel Fabriciano em agosto, Catas Altas / Mariana em setembro e fechando o ano em outubro na prova de Formiga. As datas exatas serão confirmadas em breve pelo JCMG.
Em 2011, o campeonato receberá veículos de trações 4x4 e 4x2. As categorias definidas foram a Master, Sênior e um percurso diferenciado a cada etapa para os iniciantes da Turismo. As duplas inscritas nessa última categoria estarão isentas de taxa da Federação Mineira de Automobilismo. O perfil das provas será parecido com o do ano passado, segundo o presidente do JCMG, Ugo Bubani: “Teremos ralis técnicos, rápidos e com trechos de pouca dificuldade”.
As maiores novidades desta temporada serão os prêmios em dinheiro e os sorteios de brindes ao final do campeonato. As duplas campeãs das categorias Master e Sênior ganharão cada o valor de R$ 5 mil. Além disso, ao final de cada etapa, os competidores de todas as categorias receberão pontos bônus de acordo com a classificação. Com isso, ao final do campeonato todos concorrerão a sorteios de rádios intercomunicadores, celulares e outros brindes, mas quem tiver mais pontos terá mais chances de ganhar os prêmios.
Em poucos dias a diretoria do JCMG irá divulgar o regulamento com outras novidades e confirmará as datas da Copa Mineira de Rally de Regularidade.

Contran proíbe instalação dos faróis de xênon

Modificação era permitida mediante autorização prévia do Detran.Agora, só os que saem da fábrica com o dispositivo poderão usá-lo.


O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibiu a instalação de faróis de gás xenônio em veículos que não saírem de fábrica com esse dispositivo. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (7).
Até então essa alteração era permitida mediante autorização prévia do Departamento de Trânsito nos estados e deveria constar no documento do veículo (CSV).
O Contran diz que veículos que tiveram instalados esse tipo de farol com a devida alteração do Detran, "com CSV emitido até a data da entrada em vigor desta resolução" poderão circular "até a data de seu sucateamento, desde que o equipamento esteja em conformidade com a resolução 227/2007", que dispõe sobre o sistema de iluminação dos veículos. Por sucateamento, explica a assessoria do órgão, entende-se o quanto o veículo durar. Em caso de necessidade, esses também poderão substituir o equipamento por outro similar.
Lista - A nova resolução do Contran (384/2011), emitida no último dia 2, inclui a instalação do farol xênon em uma lista de outras alterações em veículos vetadas pelo órgão, dispostas no artigo 8º da resolução 292, de 2008 (veja abaixo). Agora, entre as proibições, figura o item "instalação de fonte luminosa de descarga de gás em veículos automotores, excetuada a substituição em veículo originalmente dotado deste dispositivo".
A assessoria de imprensa do órgão confima que o veto vale apenas para instalação do farol de xênon após a fabricação dos veículos -os que já saem da linha de montagem com o dispositivo poderão continuar circulando com ele e substituí-lo por equipamento similar quando necessário.
Segundo o Código Nacional de Trânsito, o desrespeito à regra pode resultar em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Fonte: G1

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Universitária quer comprar um jipe "barato"


O Blog recebeu a seguinte mensagem, que vai transcrita na íntegra. Vamos ajudar essa universitária a virar também uma jipeira?

Olá, como vai?
me chamo Isadora e de vez em quando dou uma olhada no blog do Jeep Club daqui de Macapá.
Resolvi mandar o e-mail pelo fato de, há tempos, querer que meu primeiro carro seja um jeep. Engraçado que pessoas da minha idade (22) sempre querem um carro luxuoso ou no mínimo de patricinha (risos), mas de fato sempre gostei de carro antigos como fusca, bug e o próprio jeep!
Por você ter contato constante com pessoas do Jeep Club, pergunto-lhe se você sabe de alguém que deseja vender um jeep (pode ser de qualquer modelo) com um preço que uma universitária possa pagar (leia-se: bem pouco)

Abraços e obrigada

Isa Lobato (isaalobato@live.com)


CHEGARAM AS PRIMEIRAS "OFERTAS"

Cara Isa, se você quer mesmo ser uma jipeira saiba que uma das características da nossa turma é o bom humor. Pois nem bem avisamos de seu interesse em comprar um jipe bem baratinho chegaram à nossa redação duas ofertas para você.

O primeiro é o "Sargento".













O segundo é a "Fubica".

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Land Cruiser faz aniversário de 60 anos

Utilitário serviu de inspiração para o Bandeirante feito no Brasil até 2001







Com mais de 5 milhões de unidades vendidas em 188 países, o Land Cruiser completa 60 anos. Criado em 1951 com o nome de BJ, foi o primeiro carro a subir o Monte Fuji, no Japão, o que lhe rendeu vagas na frota da polícia japonesa. Em 1954, a nova versão, Type 25 BJ, foi chamada de Land Cruiser, nome como o veículo ficou conhecido até hoje.
A Toyota vai celebrar a data com duas versões comemorativas: a comum e a V8. Os carros vêm equipados com diversos itens de luxo, como ar-condicionado automático com regulagem individual, estofamento de couro, aquecedor nos bancos, câmera que ajuda a estacionar, navegação com equipamento de som premium e pacote de entretenimento para os bancos traseiros.

Fonte: Auto Esporte